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O provincianismo em torno de Madonna

por O ultimo fecha a porta, em 20.09.17

Fala-se da Madonna como se fosse a última coca cola do deserto.

 

Ontem, o noticiário da SIC fez uma longa reportagem, qual TV 7 Dias ou TV Mais, com os sítios onde Madonna já foi em Portugal, num estilo voyeurista e para encher minutos. As redes sociais, por sua vez, diabolizaram a cantora por ter os filhos a pisar a relva de um jardim nu. Este site do Jornal de Notícias e as suas fontes não identificadas até foi mais longe...

 

Que país é este que se preocupa com estas questões pequeninas e engrandece estes minutos da atenção mundial, quando:

- somam-se casos de nomeados políticos que tiram o curso por equivalências profissionais e resolvem o caso com demissões

- os grandes cargos da economia portuguesa são ocupados por convite a filhos ex- primeiros ministros

- fazem-se milhões de euros em donativos para vitimas de incêndios e ninguém presta contas, nem como são aplicados e que auditorias há ao que já foi aplicado

- se rouba armamento do exército do país e não se encontram culpados e nem se encontra o mesmo

- somam-se os casos de ataques de cães de raça perigosa e a legisalção preventiva  tarda a entrar em funcionamento

- como muito bem refere o Pedro, a falta de civismo dos outros não é condenada e se fecha os olhos. 

 

Será provincianismo? Hipocrisia?

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publicado às 14:58

Joias

por O ultimo fecha a porta, em 19.09.17

Enquanto estou "de molho" apercebi-me que os canais do cabo da TVI e da SIC além de passarem e repassarem novelas, têm também televendas de joias.

 

Não passa de madrugada. É durante o dia e não sei se já existe à muito tempo. Chamou-me a atenção o suposto desconto de 90% que oferece.

 

Uma peça que custava 127 € passou para 21 € e outra de 312 € passou para 51 €. Se a estes montantes tirarmos o IVA, o custo de transporte, a comissão da estação da televisão, vê-se o que sobra...

 

Não conhecia esta nova tendência de publicidade das estações e pensar:

- andamos nós a pagar TV Cabo para ver anúncios

- tem linguagem gestual para que seja universal

- o custo é para um nº fixo, que é gratuito para a maioria das pessoas nas ofertas das operadpras.

 

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publicado às 13:53

Ufa, já passou!

por O ultimo fecha a porta, em 16.09.17

Já cá estou!  A cirurgia correu muito bem e já estou em recuperação. 

Confesso que estava muito ansioso, porque foi a primeira vez que tive que ser sujeito.

 

Eis a minha experiência:

- Esta necessidade surgiu de uma fístula detetada na consulta de acompanhamento da alergia que tive em Maio. Não tinha alternativa, se não retirá-la por cirurgia. 

- O médico tem um otimismo invejável e apesar de para de ser uma coisa natural para ele, confesso que estava com medo. Foi o mesmo que detetou o problema e confio nele, mas mesmo assim ...

- Os 30 minutos mais longos da minha vida nas cortinas de espera

Quando me levaram do quarto para a sala de espera do bloco operatório até aguardar o médico, fecharam-me entre cortinas. Claro, que não podia começar a ser operado sem garantir que ele ainda se lembrava do meu caso, mas ficar fechado aquele tempo tempo a panicar e a ocupar o nosso cérebro com pessimismos, é horrível.

- A anestesia

Estava receoso com várias coisas: se ela era mal injetada e estaria acordado, se pelo contrário não acordaria tão cedo, se ficaria com sequelas, como seria a sensação de "adormecer" - seria sem dor? e sobretudo como seria para ir ao WC!

Bem, medos infundados. Foram para aí 10 segundos entre o médico dizer que ia começar a anestesia até fechar os olhos. Depois, acordei e tinha uma enfermeira ao lado a dizer que correu tudo muito bem e para descansar. 

Porque não há mais coisas assim na vida? Adormecer e acordar e estar tudo resolvido?

- O cateter

Não sabia o que era isso, mas como me impressiono com agulhas também nunca tive, nem tenho, curiosidade em saber mais. Mas, fiquei a saber o que era porque quando estava a ir para o bloco a enfermeira disse que aquele que tinha, estava mal posto e tinham de pôr outro. O problema é que na hora dos "finalmentes" não estavam a encontrar a veia correta. A enfermeira dizia para não me preocupar, acalmar, e que era normal, mas já estava a ficar assustado.

- A recuperação

Bem, estou nela. Para já sem dores e a seguir a medicação. Nos próximos dias vou estar de repouso, a ler, a ver televisão e pôr em dia as vossas novidades.

 

P.S.: Obrigado pelas vossas mensagens no post da véspera.

 

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publicado às 14:37

É amanhã

por O ultimo fecha a porta, em 13.09.17

Hoje não me ocorre mais nada para escrever.

Amanhã, vou realizar uma pequena intervenção cirurgica. Apesar de não ter risco e de confiar no médico, nunca fiz nenhuma. Estou um pouco ansioso com o processo e a recuperação.

 

Espero daqui a nada, já estar cá para vos escrever.

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publicado às 19:00

O seguro de saúde

por O ultimo fecha a porta, em 12.09.17

A semana passada foi uma roda-viva para os meus lados. Valeu-me as fotos que publiquei aqui para acalmar.

 

Além do frenesim "normal" do regresso ao trabalho, tive que me stressar com o seguro de saúde que recusou inicialmente comparticipar a cirurgia que vou ter. Além da recusa, o que me chateou foi o motivo evocado e a arrogância da rapariga do call center com quem falei.

 

Não querendo assumir as responsabilidades, alegaram como motivo a existência da doença como sendo anterior à cirurgia, quando o problema surgiu à 4 meses e o seguro tem 1 ano. Passaram o ónus da prova para mim e para o médico.

Por fim e após a intervenção do mediador com todas as evidências, lá se desloqueou.

 

Como diz o meu pai: não se morre da doença, morre-se da cura...

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publicado às 19:53

Maioridade como blogger

por O ultimo fecha a porta, em 11.09.17

Dei mais um passo como blogger!

Patrocínios? Não

Viagens à pála? Também não. 

 

Então? Haters!

 

Ainda não me tinham aparecido. O Sapo Blogs destacou um post na semana passada em que criticava os serviços da Caixa Geral de Depósitos ( o post já era Julho) e além de visitas e comentários sem perfis, vieram as críticas anónimas de brinde.

Como sou bom anfitrião, até lhe dedico um post!

 

À "ana", seja lá quem for, agradeço o comentário, mas ao contrário do que propõe vou manter a porta aberta para que possa discutir e argumentar as suas ideias e contributos para me tornar mais informado.

 

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publicado às 19:28

Turistando por Amesterdão

por O ultimo fecha a porta, em 07.09.17

Cá está uma das capitais que visitei este Verão.

Tinha muita curiosidade por esta cidade, que está na moda, pois muito amigos meus já lá foram. Como é uma cidade cara, preferi adiar e planear com antecedência. Fui lá este Verão.

 

Eis as minhas impressões:

- uma cidade muito agradável, que se faz muito bem a pé, mas muito disciplinada na sua arquitetura. É isso que lhe dá ma ar cosmopolista mas ao mesmo tempo rústico.

- Não tem grandes monumentos, nem igrejas. É uma cidade com museus modernos e para passear.

- As pessoas usam e abusam da bicicleta, com elétricos e transportes públicos com muita frequência. 

- Os canais são a sua imagem de marca. Por onde andemos, encontramos sempre um canal e o mais curioso é que há casas pré fabricadas a flutuar na água e muito transito de barcos e barquinhos (ver fotos abaixo).

- Se existe pouco CO2 na atmosfera, o mesmo não se pode dizer da água. Não cheira mal, mas a cor é nojenta.

- Cheiro a droga. Os coffee shops abundam na cidade e o cheirinho não engana ninguém.

- Segurança. A maioria das pessoas que andam na cidade são nativos ou turistas ocidentais e chineses. Há pouca polícia na rua, mas as pessoas sentem-se seguras.

- Red Light

A famosa rua em que as prostitutas estão numa montra com um quarto por trás é um dos pontos altos da cidade. Muitos turistas, mas também alguns controladores.

- Cidade muito cara. A única coisa barata é o aluguer de bicicletas. Tudo o resto pesa na carteira.

 

Algumas fotos:

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publicado às 19:39

Chamem-me egoísta

por O ultimo fecha a porta, em 06.09.17

Já o tinha dito noutros blogs na altura e digo-o abertamente: não contribuí com nenhum donativo para a tragédia dos incêndios.

 

Porquê?

Precisamente o que está a acontecer três meses depois: a falta de transparência dos donativos.

Ninguém sabe quanto dinheiro foi amealhado, ninguém sabe quanto há, quanto e em que foi aplicado, se foi a preços justos (ou se beneficiou a empresa de alguém), quais os fee's de gestão dos mesmos e muitas outras dúvidas.

Quando mexe em dinheiro é sempre muito obscuro, como se está a verificar.

 

Infelizmente não me arrependo. 

Não sou má pessoa, sou solidário e gosto de ajudar o próximo, mas prefiro ajudar no terreno ou sabendo a forma exata como o MEU dinheiro vai ser aplicado.

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publicado às 19:23

Pormenores

por O ultimo fecha a porta, em 05.09.17

Enquanto escolhia uma fotos para partilhar das capitais que visitei, houve dois pormenores que me chamaram a atenção da diferença entre elas que diz muita da experiência

Uma

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Outra

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publicado às 19:42

Leituras do Último: Aquele instante de felicidade

por O ultimo fecha a porta, em 04.09.17

Estas férias li "Aquele instante de felicidade" de Federico Moccia.image.jpg

 

História

Passa-se na Itália, em 2015 e começa com o fim imprevisível do namoro com o protagonista, Niccolo. Desde a morte do pai que tem de cuidar da família: a mãe mergulhou numa depressão profunda, uma das irmãs troca de namorado como quem troca de camisa e a outra, com um filho de três anos, reatou com um namorado intratável.

Um dia, por completo acaso, ele e o melhor amigo conhecem duas jovens americanas, de férias em Roma.  E aí começa a tentativa de esquecer a namorada e encontrar uma nova luz ao fundo do túnel.

 

Opinião

Foi-me recomendado pela minha irmã e pelo título desconfiei que vinha um livro lamechas. Ela garantiu-me que não.

 

É uma história light para o Verão, mas não passa disso.

Não há mistério, não há suspense, não sentimos grande curiosidade em ler o capítulo seguinte, pois não há grande história. Tem muitas banalidades e narrativas das recordações dos momentos ue o protagonista passou com a namorada. Penso que havia espaço para melhorar muito mais a história, ter mais sumo e mais ação.

 

Pontos positivos:

- exaltação do carpe diem, não devemos ficar presos ao passado e viver o presente

- Conhecimento da Itália

Depois de conhecer as turistas, fazem uma viagem romântica para lhes dar a conhecer a Itália e permite ao leitor fazer também essa viagem. 

- Leitura fresca

Não maça, nem é daqueles livros melosos. É uma história leve para os dias de Verão.

 

Pontos negativos:

- Muita parra e pouca uva

Enrola, enrola, conta histórias do passado da personagem sem qualquer relevância para a história (acho que é mesmo para ocupar páginas no livro).

- Não dá vontade de chegar ao fim

A história não tem muito por onde avançar, pelo menos por onde o autor desenvolveu. Não há qualquer carácter de imprevisibilidade. Nem sequer o motivo pelo qual a ex acabou com ele (já que o autor insiste tanto em massacrar o leitor com o passado, poderia ter explorado por aí ...).

 

Em suma, é um livro light, mas que não me deu vontade de ler mais sobre esse autor.

 

P.S.: Devo ser o primeiro autor dos blogs do Sapo a comentar este livro e no blogspot pela pesquisa do Google encontrei algumas opiniões quase todas brasileiras. O que  também encontro é alguns posts com a sinopse e a biografia do autor e apenas isso. Claro que cada um posta e publicita o que muito bem entender no seu blog, mas não percebo qual a piada de se limitar a isso, sem dizer porque recomenda, ou não recomenda ou se sequer o leu.

 

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publicado às 19:50


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