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Batatas fritas de pacote

por O ultimo fecha a porta, em 04.07.17

Hoje, no almoço, ao comer o prato do dia, serviram batatas fritas de pacote?

 

Fiquei espantado, tal como os meus colegas. Não reclamamos, porque não estavamos para nos chatear, mas também não é sítio onde queiramos voltar.  

 

É preciso ter cá uma lata... 

 

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publicado às 21:22

A praia da bola Nívea

por O ultimo fecha a porta, em 03.07.17

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Conheço a bola Nívea desde que me conheço a mim.

 

Ela lá está, ano após ano, na praia. Sempre no mesmo sítio.

 

Quando era criança, os meus pais e o infantário levavam-me para a aquela praia, junto da bola. Caso me perdesse ou não soubesse onde estava a toalha, o ponto de referência era a bola Nívea. Este fim de semana, ao passar por ela, com a minha mãe, ela contou-me histórias de quando era criancinha. Muitas já não me lembro, outras ainda sim.

Se um dia tiver filhos, também vou usar a mesma solução dos meus pais: estender a toalha e abrir o guarda sol junto da bola Nívea.

 

E vocês, também têm pequenos pormenores mundanos que marcam o vosso crescimento?

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publicado às 22:30

O vídeo da inclusão no concerto solidário

por O ultimo fecha a porta, em 02.07.17

Encontrei o vídeo no youtube da Raquel tavares e da tradução da linguagem gestual da Senhora da RTP (que falei aqui).

 

Tenho de dar os meus parabéns porque captou a minha atenção no canto inferior direito e transmitiu uma energia incrível.

Dou por mim a imaginar o que sentem os destinatários daquela tradução. Um surdo até pode perceber a letra da canção, mas não faz ideia se a música é divertida ou é uma balada.

 

Deve ser bem diferente vibrar e imaginar os sons da música, ver uma pessoa sorridente, divertida e deixar-se contagiar pela energia da canção. A Senhora deu-se ao trabalho de simular gestualmente uma bateria, a guitarra, etc.

 

Dou os meus parabéns à Senhora da RTP  que me fez refletir e nos alertou para esta necessidade de inclusão de todos.

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publicado às 10:34

António Raminhos sobre os daddy/mummy business

por O ultimo fecha a porta, em 30.06.17

Ontem de manhã estava a ouvir na rádio o espaço de humor do António Raminhos, que foi de encontro precisamente àquilo que critiquei há algum tempo aqui sobre uma das maiores aberrações (na minha opinião) das redes sociais: os mummy/daddy blogs ou mummydaddy business.

 

São aqueles pais que criam páginas no Facebook e no Instragram, que tagam as marcas, expõe a cara e a vida dos seus filhos, num estado de perfeição irreal. No fundo, fazem dos filhos um "negócio", numa autopromoção postiça que me faz imensa confusão.  Até as fotografias são de qualidade "melhorada"...

 

Partilho convosco a crítica dele (em humor):

 

 

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publicado às 20:11

Breves do último

por O ultimo fecha a porta, em 29.06.17

- Tiques de vedeta

Achei completamente despropositado um cantor, a quem a fama está a subir à cabeça, ser convidado para um concerto solidário de inédita e extrema visibilidade nacional e procurar um protagonismo que não era seu.

Foi um total desrespeito pelos espetadores, pelos restantes artistas e sobretudo pelos homenageados.

Com uma linguagem brejeira, se não se sentia confortável, não ia. Agora dar aquele triste e imaturo aparte, não pode ser.

 

- A Senhora da linguagem gestual

Afinal ... não fui só eu que reparei na senhora da linguagem gestual da RTP: Juro que na atuação da Raquel Tavares, segui aquela animada profissional. Sem dúvida uma das pessoas mais divertidas da festa :) A da SIC também estava entuasiasmada, mas mais comedida. A da TVI limitava-se a traduzir a letra. 

(sim fiz zapping para comparar) 

 

 

- Era uma vez uns kiwis...

Ontem fui ao Lidl para comprar kiwi's. Mas cometi dois erros: fui com fome (depois do ginásio) e passei pelos gelados primeiro. Eles estavam em promoção!!! Sendo os gelados da marca branca deliciosos, cometi "a" asneira de semana. Pior, só me lembrei que tinha ido lá comprar fruta quando cheguei ao carro.

kkkkkk

 

- Lua de mel

No meu ginásio, a professora da aula de 3ª feira casou no sábado. Pensei eu que ela não iria vir nas próximas semanas. Mas não, foi dar aula na 3ª feira (portanto trabalhar) e disse que ia de lua de mel na 5ª feira. Conhecem casos semelhantes: pessoas que se casam e vão trabalhar entre o dia do casamento e o da lua de mel?

 

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publicado às 19:32

Barragem da Queimadela - Fafe

por O ultimo fecha a porta, em 28.06.17

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publicado às 18:20

Poupa-se pouco?

por O ultimo fecha a porta, em 27.06.17

Ao longo de 2017, as notícias/estudos apontam que a taxa de poupança tem diminuído atingindo minimos históricos. Ou seja, os portugueses gastam mais o seu dinheiro, em termos de %.

 

Porém, é preciso ver uma coisa muito importante: a forma como os valores são obtidos.

 

Possivelmente com a informação bancária, por variação dos depósitos e aplicações de particulares e empresas.

 

Com tanto escandalo bancário no nosso país, a redução das taxas de juro dos depósitios e as comissões cada vez mais absurdas e elevadas, é natural que as pessoas confiem menos nos bancos e deixem de depositar lá o seu dinheiro, preferindo gastá-lo ou tê-lo debaixo do colchão. A juntar a isto, o sentimento da desanuvio que a sociedade tem sentido.

 

Ora é precisamente este dinheiro que não é depositado que pode não ser contabilizado, enviesandos os números.

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publicado às 19:33

A imposição da liderança por mulheres

por O ultimo fecha a porta, em 26.06.17

É sensívelmente 10% o número de mulheres que estão na adminstração de empresas cotadas. E fora destas, apenas 29%. Os números são gritantes!

 

Um estudo interessante pode ser lido aqui. Foi aprovada estes dias uma nova lei que as força a integrar 33% de mulheres na sua liderança. A lei é muito relevante quando se olha para os números e para a realidade.

 

A grande conclusão é que a mulher trabalhadora portuguesa é vista como boa executante, mas sem capacidade/vontade/reconhecimento de liderança. Acho estas conclusões graves, sobretudo quando já passaram 43 anos do de 25 de Abril e da liberalização do acesso à literacia por ambos os géneros.

 

Muitos debatem (em surdina, para não serem "mal intrepertados" se faz sentido uma lei impôr esta limitação de género.

 

Na minha opinião, sim. Faz todo o sentido.

Porque se nada for feito, nunca se sairá deste status quo de predomínio do sexo masculino na tomada de decisão. Continuará tudo na mesma e a sociedade não evolui. Considero que igualização de oportunidades, de acesso a salários mais elevados e oportunidades de carreira por todos faz parte da evolução da sociedade. Mesmo em empresas privadas, mas com responsabilidade com as do PSI-20. Na minha perspetiva existem condições para essa mudança.

 

Importa refletir também porque é que essa mudança não se deu até hoje.

Por um lado acho que existe um certo conservadorismo de quem manda, numa espécie de círculo vicioso homem nomeia homem (mentalidade).

Por outro lado, a dificuldade de discernimento na tomada de decisão. A mulher-líder tem mais tendência a se deixar levar-se por picardias pessoais ou pormenores, não conseguindo ter a frieza e esclarecimento necessário. Mas aqui, já se consegue contornar pela escolha dos perfis mais adequados.

Em terceiro lugar, a maternidade. Muitos accionistas receiam que o nascimento de um filho torne a profissional mais ausente ou com menos disponibilidade para a Empresa. Acho uma falsa questão - depende muito das condições, personalidades e da exigência que os cargos e as chefias impõem.

Em quarto, o chamado Teste de Bechdel.  Consiste em analisar se uma obra de ficção ou filme possui, pelo menos, duas mulheres que conversam entre si sobre algo que não seja um homem. Transportado para a realidade do trabalho e da liderança, será que o homem consegue isolar mais a componente afetiva ou amorosa do que as mulheres e ser mais racional e prático? Acho que sim, mas depende das personalidades.

 

Atualmente, apenas três mulheres se destacam, mas duas delas já nasceram viradas para a lua: Paula Amorim (Galp) e Claudia Azevedo (Sonae). Isabel Vaz (Luz Saúde) é a exceção.

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publicado às 19:06

Viver sozinho #3 - a ida às compras

por O ultimo fecha a porta, em 22.06.17

A ida às compras é daquelas coisas que não conseguimos fugir, pois temos que (sobre)viver. Nesta atividade mundana, notei imensas diferenças.

 

Antes de viver sozinho, só ia às compras para comprar algum produto especifico ou ia pela solução mais fácil:

"Mãe, compra-me isto por favor"

"Mãe, se fores ao supermercado, não te esqueças por favor de comprar aquilo"

Ou então lá vai uma sms:

"Mãezinha, podes-me comprar aqueloutro pf?"

Quando a mãe não comprava algo:

"Mãe, então não compraste aquilo?"

"Mãe, está a faltar isto"

"Mãe, não acredito que te esqueceste de comprar aqueloutro"

 

Depois de viver sozinho, a ida às compras é um tormento.

 

    i) A nossa cabeça não é uma máquina de gravação. Coitada da minha mãe! Se sozinho já são n coisas, imaginar uma casa com 4 pessoas e cada com os seus gostos é de loucos!!!

 

    ii) Serei só eu a colocar um post it na carteira para não me esquecer de alguma coisa? 

 

    iii) Serei só eu que me esqueço sempre de alguma coisa???? Pior, é estarmos a entrar do carro e lembrarmo-nos que falta "aquilo"! kkkkkk

 

    iv) Tenho a tendência para me lembrar do essencial (iogurtes, cereias e afins), mas quando sai algo fora do dia-a-dia (entenda-se detergente, guardanapos, etc) a probabilidade de me esquecer é elevadissima. 

O problema é quando o papel higiénico, mas esse deixo sempre de reserva 

 

    v) A escolha dos perecíveis

Sabem aquele momento em que o funcionário nos pergunta quer "flamengo" ou "limiano"? E nós não fazemos a mínima ideia do que costumamos comer? E quando chegamos à fruta? Como a escolher?

Pior, é perguntar à senhora do talho, qual a melhor forma de congelar bifes? 

 

    vi) Os preços e as promoções

Outro terror de um consumidor iniciante. O preço e a qualidade difere de supermercado para supermercado. Há o super-preço, há a promoção, há o desconto em talão, há o desconto em cartão, há ...

Serei só eu a chegar a ficar o horas a olhar para a vitrine a pensar: estes iogurtes são mais saudáveis e mais caros, mas aqueles são mais baratos. Mas a diferença é só 0,30 €. Qual deles levo? 

 

Mãe, queres vir fazer as compras por mim?

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publicado às 19:12

Olhar para o lado

por O ultimo fecha a porta, em 21.06.17

Quando vamos na rua e vemos um conhecido, mais concretamente um colega de trabalho.

 

Trocamos olhares ao longe de reconhecimento e quando passamos por ele, olhamos para o cumprimentar e este vira cara, o que pensar?

 

Será daqueles que só nos conhece quando convém? Será daqueles que faz questão de separar o trabalho do extra trabalho, mesmo que seja só para cumprimentar? Será má educação? Será constrangimento por estar acompanhado. Enfim ...

 

 

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publicado às 20:04


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