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As colégios, as manifestações e as pautas não afixadas

por O ultimo fecha a porta, em 05.06.16

Não sou de esquerda nem de direita, mas sou totalmente e favor dos cortes das subvenções aos colégios privados, nas condições anunciadas. 

Ninguém vai impedir os colégios privados de continuar a prestar serviços, mas vão deixar de ser pagos com dinheiro público, quando nas proximidades há escolas que têm capacidade para os acolher (lá se vai acabar as lagostas e o leitão assado em muitos restaurantes e os Mercedes nos stands das redondezas dos colégios).

Nas manifestações que se tem visto, muitos lobbies e desinformação parece existir. Existe até um vídeo onde as escolas fazem de crianças uns tontinhos a fazer performances que fazem lembrar a praxe.

 

Muitos daqueles alunos, não devem saber o que estão a manifestar e a notícia de hoje vem confirmar o que já suspeitava. Com o fim do ano letivo a aproximar, acredito que muitas escolas de forma mais ou menos tácita a influenciar os alunos a manifestarem-se, pois há notas que têm de ser atribuídas e em caso de dúvida, a ida à manifestação ou não pode ser decisiva.

Dou os parabéns ao Governo pela coragem, mas acho que a medida devia ter sido anunciada só depois das pautas afixadas

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publicado às 13:56


5 comentários

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De Inês Pereira a 05.06.2016 às 18:54

Concordo totalmente !
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De Carlos a 05.06.2016 às 20:15

Indigno-me só de os ver a manifestarem-se!
Tem algum jeito? Ainda mais com o nosso dinheiro?!
Enfim...
Boa semana.
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De ó menina a 08.06.2016 às 00:24

Eu lamento viver num país onde meia dúzia de governantes usa o poder que lhe conferiram para fazer do estado algo que não seja - pessoa de bem.
Os contratos existem, não foram até agora alvo de critica pelo Tribunal de Contas. O mesmo Tribunal de Contas no último relatório legitimo que se conhece sobre o assunto, diz que há uma poupança de 400 euros nos contratos de associação quando comparados com os valores praticados no público. Ou seja, no público gastam mais apesar de não usarem um único tostão na manutenção da infraestrutura, deixam as escolas apodrecer até que se crie uma Parque Escolar para remodelar o edifício com candeeiros do Siza e uma derrapagem de mais de 400℅ sobre o valor inicialmente previsto.
Portanto, falhado o argumento da poupança o governo pode argumentar que em certos sítios há escolas publicas a ficar vazias, pois então que vá aferir da qualidade das duas, de como foi gerido o dinheiro disponibilizado e reconheça que se deseja o melhor para todos a escola a manter deve ser a melhor. Há coisas que o Google Maps não mostra!
Mais ainda, desagrada-me que todo o processo tenha sido realizado à revelia das instituições, câmaras municipais que não foram consultadas, responsaveis por zonas educativas que viram o entendimento exposto nas anunciadas reuniões de directores ser ignorado... Enfim, há dentro deste processo muitas questões a colocar, ponderar e responder antes de embarcar na manipulação ideológica que estão a fazer do assunto às cegas, tudo porque querem agradar a um sindicato (tão duvidoso que primeiro veio menosprezar o despedimento de professores e depois veio sugerir-lhe que trabalhem menos, como eles fazem no público)
Eu como não quero embarcar nisto como ignorante nunca compreenderei casos como o da escola que vai ficar sem financiamento em Amarante. Uma escola laica, sem opções acessíveis aos alunos e cujos proprietários não são um grande grupo económico principalmente porque a única informação que chega à dita escola, sobre as intenções do governo, chega pela comunicação social. Um governo eleito há seis meses que usa desta prepotencia , seja em que assunto for, faz-me temer.
Também não compreendo os pais que deviam apoiar o caminho inverso do desta medida, deviam apoiar a descentralização e a evolução do sistema para um sistema mais justo onde a qualidade dos professores seja maioritariamente aferida pelo seu mérito e não pelo tempo de serviço que pode até ser acumulado sem se estar a trabalhar, basta ver o exemplo do Mário Nogueira.
Sou a favor de uma discussão justa, de bom senso e de justiça.
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De O ultimo fecha a porta a 10.06.2016 às 21:00

Acho que a medida não deve ser indiscriminada e injusta.

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