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Eu e as compras on-line

por O ultimo fecha a porta, em 11.10.16

Ouvi à pouco uma notícia sobre o aumento das compras online pelos portugueses e o acompanhamento das empresas desse fenómeno.

 

Vender online tem vantagens e desvantagens:

Vantagensíndice.jpg

- temos acesso a uma gama de produtos que não temos na loja física;

- podemos comprar sem sair de casa;

- os pagamentos são cada vez mais seguros (já recebo uma sms para validação)

- para as empresas não têm os custos de ter a loja aberta.

Desvantagens:

- não usufruímos logo do artigo; 

- geralmente podem acrescer custos de transporte;

- há maior risco de sermos enganados ou sairmos desiludidos

- as marcas não conseguem impingir tão facilmente mais produtos

 

Ultimamente, nas principais cadeias de lojas, verifico cada vez mais promoção dos sites nos sacos de papel e entregas gratuitas acima de determinado montante ou na loja (para que o cliente vá lá e compre mais qualquer coisa).

 

Pessoalmente e comparando com 2013 por exemplo também faço mais compras online: lentes de contacto, capas para o telemóvel e material da minha empresa (aproveitando o desconto de colaborador). Felizmente ainda não tive nenhum desilusão, mas procuro sempre sites fidedignos e marcas relevantes.

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publicado às 22:16


34 comentários

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De Maria Mocha a 11.10.2016 às 22:53

Tenho vindo a fazer mais compras online e tem corrido sempre bem.
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De O ultimo fecha a porta a 11.10.2016 às 22:54

Já somos dois a seguir a tendência e ainda bem que tb não houve dissabores ;)
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De Andy Bloig a 11.10.2016 às 23:24

A nível de electrónica o preço já não compensa tanto como era aqui há uns anos. (Em 2004 comprei um gameboy advance por 50 euros, quando cá em Portugal estava a para ser lançado por 159 euros.)
A nível de livros em inglês, vale a pena. Em português... só mesmo em sites de leilões. As grandes cadeias, consegues melhores descontos nas lojas do que a comprar pela net.
Depois, existem as coisas específicas. Nessas sim tanto a nível nacional como internacional, consegues preços muito mais interessantes na parte online do que nas lojas.

Algumas razões para os preços dos equipamentos multimédia terem subido foi a aplicação do IVA do país de residência do cliente, nas vendas europeias. A outra foi o fim das offshores britânicas, onde 100% dessas empresas tinham as suas bases sedeadas, mesmo sendo o material enviado de Manchester, Berlim ou Toulouse.
Pouco a pouco a vertente online tem-se aproximado das lojas físicas. Apesar de terem muito menos custos.
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De O ultimo fecha a porta a 11.10.2016 às 23:39

Fiquei com uma dúvida: uma transação de artigos multimédia intra UE não está isenta de IVA por ser intracomunitária?

Por vezes o custo de transporte encarece o produto e deixa de compensar. No caso das lentes de contacto, mesmo com os custos de transporte, é mais barato do que na Wells e nas óticas.

Nos grandes market-places online só tenho experiência no AliExpress da China.
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De Andy Bloig a 11.10.2016 às 23:54

Desde 2012 que já deixou de ser assim. (Nas compras online ou nas compras físicas em que entregues o NIF fora de Portugal. Se não deres o NIF, é cobrado o IVA do país onde estás.)
Existe um valor que cada país declara como limite. (Neste momento quase todos os países estão a usar os 35000 euros anuais... só o Luxemburgo e Holanda usam os 100000, porque são dos que tem o IVA mais baixo da Europa.) Se uma empresa vender mais do que esse valor para consumidores desse país, tem de cobrar o IVA do país de destino.

Por exemplo: compras um computador a uma loja espanhola que vende muitos para Portugal. Vão-te cobrar os 23% de IVA (mais as taxas da bateria cobradas em Espanha). Se fores lá, comprares e pedires factura com o NIF acontece o mesmo. Se não deres o NIF, pagas 21%.

A nível de transmissões entre empresas, o sistema do intracomunitário para o registo contabílistico continua a ser esse. Pois só o cliente final é que paga o imposto.
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:59

Por curiosidade e a propósito do teu comentário de ontem, questionei hoje a colega da minha empresa que trata da parte fiscal e ela respondeu-me precisamente isso.
Mas estava a pensar: se não quiser poupar o IVA tenho de comprar num site de país distante que não atinja o limite de vendas para liquidar IVA, mas a poupança de imposto, sairia-me cara no acréscimo dos custos de transporte :)
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De Andy Bloig a 12.10.2016 às 23:07

Desde 2012 que a regra é: pagas de acordo com o país onde é feita a compra. Só que se te identificares como consumidor de outro país, passas a pagar conforme as vendas para esse país. A maioria das médias e grandes empresas já fazem isso automaticamente. Sempre evitam problemas e o cliente não pode protestar.
Em muitas situações até para compras feitas pela internet por exemplo aos EUA, já te cobram o IVA como se o produto fosse comprado em Portugal. O que te livra do pagamento do IVA nos direitos alfandegários.

http://europa.eu/youreurope/citizens/consumers/shopping/vat/index_pt.htm

Tens aqui exemplos práticos do parlamento europeu.

A nível contabilístico é que se é para revenda, usas o IVA intra-comunitário e o iva da venda é liquidado na totalidade.
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 23:31

Obrigado pela partilha.
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De Rosalina a 12.10.2016 às 08:45

Bom dia,
Nunca fiz compras on-line,não critico quem o faz,mas em tempos eu trabalhei numa loja,e uma pergunta me fica,que será feito dos postos de trabalho se todos comprarmos on-line ?
Não será que cada vez nos isolamos mais,sem o contacto das pessoas com quem nos cruzamos ?
Penso ser mais fácil sermos enganados...acho mesmo que a vantagem está em não comprarmos por vezes o que não nos faz tanta falta no momento.....
Boas compras :)
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:49

O que dizes é verdade, mas as marcas estão a contornar isso, ao colocar as entregas gratuitas na loja. É uma forma de fazer deslocar os clientes à loja e assim vender mais alguma coisa. Se reparares, o online aumenta o trabalho em back office: fotógrafos, IT, logistica, designer multimédia, por exemplo.
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De green.eyes a 12.10.2016 às 09:00

Também faço cada vez mais ... e nunca tive problemas ... até ao momento.
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:46

Já somos dois. :)
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De sonia'g a 12.10.2016 às 09:13

Faço muitas compras online, algumas por poupança outras por comodidade. Já tive alguns problemas mas até agora todos os contratempos foram fáceis de resolver.
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:38

Ainda bem que todo se resolveu pelo melhor. :)
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De cheia a 12.10.2016 às 11:26

Faço compras on-line por comodidade e preços. Penso que é um negócio com futuro.
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:36

Acho que a tendência será essa. O primeiro passo foi o online, o próximo antecipo que sejam as app's. Creio que se encontram pouco desenvolvidas, mas será a aposta de futuro das marcas.
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De Chic'Ana a 12.10.2016 às 11:51

Pessoalmente tudo o que seja necessário experimentar é em loja física. Online só mesmo promoções de objetos, eletrodomésticos, etc, e até agora não tenho qualquer razão de queixa.
Beijinhos
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:33

Pois é isso mesmo.
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De Carlos a 12.10.2016 às 12:00

Faço algumas, poucas, compras online e felizmente ainda não fui enganado! Mas tenho imenso medo que isso me possa acontecer!
É um bom serviço, pois sem sairmos de casa as coisas vem ter a nós.
Abraço
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:31

É mesmo isso, mas tb tenho cuidado com as empresas em causa: se são conhecidas, experiências anteriores ou de amigos. Quando tenho dúvidas, prefiro não comprar.
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De Ladys a 12.10.2016 às 12:40

Eu comecei a aderir há pouco tempo, em pequenas coisas, pois com artigos de maior valor tenho algum receio. Depois peço entregar no trabalho, o que é excelente ;). Outra coisa, ainda só consigo aderir com pagamento com referencia Multibanco, um bocado à moda antiga :S. Marina
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:30

Eu, desde que puseram a sms obrigatória com o código que confirma a transação, sempre que possível, pago assim porque é mais rápido. Dantes creio que tb só era possível com os cartões de crédito. O meu é só débito e dá. Mas nem todas as lojas têm essa funcionalidade.
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De Ladys a 13.10.2016 às 21:58

É essa a minha resistência, não gosto nada de dar o número do cartão ;). Mas como dizes já há outras opções. Marina
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De Andy Bloig a 12.10.2016 às 23:16

Marina, para usares o sistema de crédito, existe o Mbnet.
Crias um cartão no computador para a compra que vais fazer, pagas com ele e não revelas nenhuma informação que possa ser aproveitada por terceiros para te sacar dinheiro. Até para compras em lojas online Portuguesas, chegas a conseguir descontos ao fazeres o pagamento dessa forma. A utilização costuma ser gratuita (no caso da pagamento em moeda estrangeira pagas 75 cêntimos mais 2% de imposto de selo a mais do que o valor da conversão monetária) mas, basta perguntares no teu banco.
Colocas o limite de pagamento diário na máquina multibanco, usas os dados no computador para criar o cartão, pagas com esses dados. Se roubarem os dados da empresa a quem pagaste... não valem de nada. O teu cartão de crédito deixou de existir quando a empresa validou o pagamento. Mais do que isso, se vais pagar 60 euros. Crias um cartão que paga 61 euros. Pagas os 60. Mesmo que a empresa te queira cobrar mais, não pode. O cartão só permite que te tirem 61 euros da conta.
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De Ladys a 13.10.2016 às 21:59

É uma ótima sugestão, tenho de experimentar. Obrigada, Marina
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De Torcato a 12.10.2016 às 19:22

Até ao momento também nunca me saiu o tiro pela culatra. Gosto bastante da possibilidade on-line, ainda bem que cada vez se desenvolve mais.
E claro que é como dizes, tem as suas vantagens e desvantagens, como tudo na vida. Neste caso estou convencido que as vantagens superam as desvantagens :)
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De O ultimo fecha a porta a 12.10.2016 às 22:18

Eu tb vejo as coisas pelo lado mais positivo e tenho tido boas experiências.
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De Torcato a 12.10.2016 às 23:14

Assim mesmo é que deve ser :)

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