Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


O meu feriado

por O ultimo fecha a porta, em 01.11.17

Neste dia nublado, a minha mãe obrigou-me convidou-me a ir ao cemitério com ela, pois o meu pai não quis ir.

 

Quando chegamos já lá estava um primo do meu avô. Tive que fazer a biografia dos meus últimos 5 anos e fiquei a saber a sua vida, dos filhos, da mulher, dos netos e até do cão, quase sem perguntar nada. Não consegui, fazer a reflexão que deveria ter feito, mas como homem estava para ficar ali a tarde toda, despedimo-nos. Ainda houve tempo para saber que os crisântemos que estavam nos jazigos à volta foram todos comprados à mesma pessoa. 

 

Como a minha mãe fez questão de parar noutros jazigos, cumprimentar esta e aquela e apresentar o filho, demoramos ainda algum tempo a vir embora.

É curioso como estes dias acabam por ser um ponto de encontro das pessoas e se põe a "conversa" em dia.

 

Antes, ao almoço, estávamos à mesa e passou um programa de culinária na RTP que a minha avó gosta de ver. Um conceito engraçado, onde pessoas sem experiência (como eu ) fazem receitas de amigos ou familiares. O mais surpreendente foi o comentário da juri. O prato era "arroz especial", mas a jurada soltou logo um arrogante "especial só se for de corrida". O problema foi o tom prepotente e mal criado com que foi dito. Ora, a RTP, de serviço público, tem de ter mais cuidado com o tipo de comentários que emite. De repente senti-me nos ídolos, em que era o bota-abaixo e a humilhação alheia. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:22

O cliente sai a ganhar?

por O ultimo fecha a porta, em 31.08.17

Nestas férias, fui ao Banco para ver se havia alguma maneira de ter isenção nas comissões de manutenção de conta que me queixei aqui (alguma eventual domiciliação de ordenado ...).

 

Perdi o meu tempo! Fui lá para poupar, mas tentarem-me vender mais produtos, que não preciso e com custos onde nunca iria sair a ganhar.

 

Vejam bem:

Custos

- A conta proposta inclui comissões de 4,25 €/mês (com a condição de ter o ordenado domiciliado)

- inclui um cartão de crédito com custos de 2 €/mês - que não preciso

(custo fixo mínimo de 4,25 +2 € + imposto de selo)

- Taxa de juro do crédito: nem percebi qual é no folheto que me deram, mas varia (?) entre 13,3% e 16,7%

 

E o que o oferece ao cliente:

- 9 cêntimos na Repsol

Ou seja, obriga-me a abastecer na Repsol se quiser "ganhar" com o cartão

- 2% da Via Verde

Ou seja, obriga-me a andar na auto estrada se quiser "ganhar" com o cartão e 2% são meros cêntimos, se atingir .

- 1% nas compras com o cartão de crédito

Não preciso de usar cartão de crédito e a maior parte dos custos que tenho estão por débito direto e a renda por transferência automática.

 

O bancário fez o seu trabalho. Respeito. Mas senti que me estavam a comer por lorpa.

 

Então, vou ao banco para poupar uns euros e este tenta-me arranjar ainda mais despesas, num produto cheio de limitações, complexo e que não preciso. Ele diz-me para olhar para os benefícios com os custos, mas eu efetivamente não vejo nenhum beneficio na conta, muito pelo contrário. Bem, agradeci o tempo que despendeu comigo e disse que ia pensar, mas prefiro pagar os 2 € do que esta cena marada.

Eu bem digo que não aprendemos nada a crise!

 

A Cláudia e a Mula referiram a existência de 2 bancos com isenção de despesas: o Ativo Bank e os CTT. Infelizmente vejo os CTT, como uma CGD versão 2 ao nível de relação com o cliente e preparação técnica de quem atende, o que não me agrada. Quanto ao Ativo Bank, parece uma boa alternativa para analisar.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:17

Experiência do Último: um trail

por O ultimo fecha a porta, em 21.08.17

Foi em Julho que pela primeira vez fiz um trail.

Na verdade, foi mais um mini-trail de 8 km's.

 

Já andava há algum tempo para experimentar, uma vez que na nova cidade existem muito praticantes e morfologia geográfica das redondezas assim o permitem. Após alguma insistência de colegas habituados e pela minha curiosidade, inscrevi-me num perto onde iam pessoas conhecidas e lá fui eu.

 

Achei bastante engraçado, pois não conhecia o locais e muito menos o percurso. O objetivo era seguir as fitas colocadas ao longo do percurso que incluiu estrada, campos de milho e floresta. O contacto com a natureza, as expetativas e o desafio físico tornaram a experiência muito enriquecedora.

 

Como foi a primeira vez, inscrevi-me na caminha dos 8 kms, mas procurei fazer fiz a correr. Apesar do percurso ser o da caminhada, achei-o bem puxadinho, com muitas subidas e algumas muito acentuadas. Talvez por não estar habituado, não achei muito fácil.

 

Um dos problemas "básicos" que me surgiu foi: onde coloco a chave do carro? Tive medo de colocar no bolso dos calções e nunca mais a achar. Comprei uma banana nos chineses bastante jeitosa e resolvi o problema.

Para recordação, comprei a t-shirt alusiva e no fim, claro, toca a repôr energias no "reforço" .

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:06

Uma boa almofada

por O ultimo fecha a porta, em 20.07.17

Venho pedir a vossa ajuda sobre almofadas.

 

Quando vim viver sozinho, a minha mãe despachou-me deu-me uma almofada.

Ela é muito irregular e baixa, mas fresquita. Arrisquei e comprei outra para pôr cima da Kasa do Continente, mas além do ser super quente no pescoço, é ainda mais baixa.

 

Queria comprar uma "a sério" e que valesse pena.

 

Assim, gostava de saber se têm alguma ou conhecem alguma marca que aconselhem.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:17

Viver sozinho #2 - cozinhar arroz

por O ultimo fecha a porta, em 01.06.17

Até Agosto/15 nunca tinha cozinhado nem ligado o fogão.  Foi sempre a minha mãe a cozinhar ou a deixar a comida preparada. Quando tive que viver sozinho, surgiu a questão: como jantar? 

 

No primeiro ano, quem já passou por isto, sabe que há prioridades no investimento da nova casa. Como a cantina da nova empresa tem serviço de take away, os primeiros meses desenrrasquei-me assim.

Comprar tachos, base para quentes, panelas, grelhador, isto e mais aquilo ainda fica caro (já para não falar na Bimby), além dos ingredientes.

 

Farto de comer sempre comida de fora, num dia com paciência, comprei um tacho, arroz, azeite e sal. Mas cometi um erro: não vi a minha mãe a fazê-lo e acho que não vi os vídeos certos do YouTube. 

 

Receita da mãe:"Ferves a água, colocas o arroz (metade da proporção), água e sal e deixas cozer". Pensamento: parece simples, não é?

 

Não, não é!!!! A primeira vez que fiz arroz foi o maior pesadelo que possam imaginar !!! As dúvidas acumulam-se:

   - Qual tacho? Comprei o correto?

   - A água ferve com o lume em que tamanho?

   - O testo põe-se ou tira-se?

 

Quando ferve, começam mais dúvidas:

   - Qual a quantidade de azeite?

   - E o sal? O que é "q.b."????

   - É suposto mexer? Vai-se mexendo?

   - Mexe-se com um colher normal ou de pau?

 

Esclarecido com a mãe, ao fim de 5 minutos, com o tacho fechado, este começou a deitar fora e a minha testa a transpirar"  !!! Ligo à minha mãe e ela escandalizada pergunta-me:

 

     - Mãe: Então não reduziste o lume??????? 

     - Eu: Eu não ... é preciso reduzir? 

     - Mãe: Sinceramente, não acredito que estás a deixar no máximo!!!

 

Ultrapassado o drama, surgiu outro problema:

- Como saber que está pronto?

 

Ainda hoje, não atino com a quantidade de sal e quase desisti de fazer arroz. Já só faço massa. Pior, ainda me armo em fit e tento o arroz integral. Claro que ia deu m****. Juro que admiro quem saiba fazer arroz. Parece a coisa mais básica, mas não acho nada fácil.

 

P.S. O post das tarefas domésticas foi o mais comentado de 2017 e pelo feedback que recebi muitas pessoas reviram-se na minha "experiência". Assim, às 5ªs feiras, criei esta rubrica "Viver sozinho #" onde vou contar peripécias desta aventura.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:42

Era uma vez uma entrevista

por O ultimo fecha a porta, em 31.05.17

Estava a ler a experiência do Robbinson sobre uma entrevista de emprego e lembrei-me da primeira que tive.

 

Porto, Maio de 2008

 

Estava no meu 2º de licenciatura e surgiu na Bolsa de Emprego um anúncio para um estágio de Verão num prestigiado Banco.

A entrevista estava marcada para as 15h, mas mal cheguei vi que ia ser entrevistado com mais 4 pessoas e que o "grupo" das 14h e das 14h30m ainda estava à espera do dr. X [não me lembro do nome do fulano]. Fomos encaminhados para uma outra sala e a entrevista em grupo só começou às 17h10m. 

 

O homem chega, pede desculpa secamente, olha para a plateia parando nas raparigas. Como era o único rapaz, não captei a atenção.

 

Apenas fez três perguntas a cada um:

     - "Apresente-se num minuto"

     - "Onde espera estar daqui a 5 anos"

     - "Convença-me a contratá-lo em 1 minuto"

5 pessoas * 3 minutos = 15 minutos de entrevista.

Pelo meio, num misto de arrogância e gozo, tentava entalar o candidato. A uma das moças do meu grupo perguntou: "e já agora, sabe-me dizer quantos pelo um gato?"

 

Confesso que quando ouvi esta pergunta até corei e não fui a mim. Que disparate de pergunta! Podem-me dizer que é para avaliar como a pessoa reage perante situações inesperadas, mas acho essa atitude o maior disparate. Se ainda perguntasse o que é a EURIBOR e a relação entre spread e risco faria mais sentido. Ou se conversasse mais tempo com a pessoa, já a conheceria melhor.

 

Como é óbvio com a minha inexperiência não fiquei. Mais tarde, soube que três alunos ficaram cujos pais são abastados financeiramente (provavelmente bons clientes desse). Um deles, segundo dizem, gaguejou por todos os lados e foi um zero na entrevista.

 

Ou seja, já estava tudo combinado. Fizeram perder o meu tempo e o deles!!

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:48

Rodapés da televisão

por O ultimo fecha a porta, em 23.05.17

Os rodapés das televisões são um dos barómetros da nossa saúde ocular.

 

Como habitualmente o nosso sofá não muda de sítio e à mesa nos sentimos sempre no mesmo lugar, tentar ler as letras minusculas no rodapé é um dos exercícios de teste.

 

Isto vem a propósito do aumento de letra do rodapé de um noticiário. É que efetivamente eu já tinha desistido de as tentar ler. É que as letras eram muito pequeninas.

transferir.png

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:18

Viver sozinho #1 - Tarefas domésticas

por O ultimo fecha a porta, em 18.05.17

A Melhor amiga referiu num post sobre a desvalorização das tarefas domésticas pela sociedade de uma forma geral.

 

Vou falar da minha experiência. Enquanto vivia em casa dos meus pais, quer a estudar, quer no me400px-Broom_icon_svg.pngu antigo e primeiro emprego, era a minha mãe que:

 

- fazia a cama

- cozinhava

- limpava o pó

- lavava o chão, o casa de banho e companhia

- preparava o lanche

- fazias compras e planeava as refeições

- aspirava

- ... fazia todos os miminho para o menino

 

Quando vim viver sozinho, como já disse várias vezes no blog, porque mudei de emprego, verifiquei que essas "mordomias" acabaram. Se eu quero as coisas feitas, tenho de as fazer. Não aparecem feitas sozinhas. A necessidade assim o obriga.

Cheguei a partilhar aqui, a minha guerra com o cotão. Nestes dois anos que se completam em Agosto, é que tomei consciência que o trabalho doméstico é bem duro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:38

Turistando por Lisboa

por O ultimo fecha a porta, em 28.04.17

Nesta pausa, estive 4 dias em Lisboa com um tempo excelente. Eis um bocadinho do roteiro:

 

1º dia

Chegamos por volta da hora de almoço, à estação Santa Apolónia. O primeiro dia foi dedicado à visita a pé pela cidade: a baixa pombalina, o Chiado, o passeio do rio junto entre o Terreiro do Paço e Cais do Sodré, os Restauradores, a Praça da Figueira, etc. Estava muita gente para esta altura do ano, mas notei uma cidade renovada, com uma oferta ampla a nível da atividades, comércio e experiências para turistas. Já se vêm muitos edifícios restaurados ou em obras.

18191149_10208860414660125_1729087407_n - Cópia.j

 

18191225_2120568884836051_1111379026_n - Cópia.jp

 

18191298_10208860406459920_801729069_n - Cópia.jp 

18191353_10208860409499996_1156899380_n.jpg

 

18191487_10208860407779953_2117252896_n.jpg 

18191497_10208860401379793_1751071357_n.jpg

18198104_10208860415340142_439282353_n.jpg

18190784_10208860414060110_717810295_n - Cópia.jp

2º dia

Dedicado à visita a Sintra e Cascais. Os valores das "excursões" são exorbitantes, pelo que optamos pelo transporte low cost: o comboio. A linha tem muita má fama, mas no domingo de manhã, nem um único polícia, mas o comboio ia lotado com 99% de turistas. Chegados a Sintra, a fila para sair da estação era bem longa. 

Sintra tem um centro histórico muito pequeno, que se vê rapidamente, mas as visitas à "Piriquita" e à Quinta da Regaleira foram obrigatórias. O Palácio da Pena, já tinha visitado, mas o elevado custo do bilhete (mais a viagem de ida e volta) não nos fez avançar. À tarde fomos a Cascais, num autocarro de "carreira".

É uma cidade muito bonita, cuidada e virada para o turismo. As casas de luxo em cima da praia surpreendem, mas tem um percurso pedonal junto à linha da areia que permite dar belos passeios a apanhar sol. Nota para os abusos dos preços dos gelados nesse caminho! O regresso foi de comboio, numa linha também problemática. Felizmente a viagem foi pacifica e bastante bonita, pois vai sempre junto ao mar. Porém, tenho que criticar o facto de TODAS as estações estarem grafitadas... O jantar foi no emblemático Hard Rock.

 18190836_10208860382859330_1177469550_n - Cópia.j

18155701_10208860397579698_2041309734_n - Cópia.j

18155585_10208860398859730_1709933626_n - Cópia.j

 

18191569_10208860392819579_474420145_n.jpg

18190938_10208860397819704_1744005980_n - Cópia.j

18155663_10208860391819554_1004920782_n - Cópia.j

 

18155565_10208860390939532_678081885_n - Cópia.jp

3º dia

Tiramos o passe de 24 Horas da Carris por 6 €. De facto, vale bem a pena. O dia foi passado a andar de elétrico, nos elevatórios e miradouros. O percurso do Castelo é o mais belo, pois passa mesmo no meio dos bairros característicos de Lisboa. Porém, ir no elétrico durante a tarde é um pesadelo: mesmo com frequências muito curtas, a composição vai sempre lotada e não se consegue ver nada. As viagens que melhor desfrutamos foram as primeiras e as últimas. As carteiras, essas, tinham atenção especial. Jantamos no Mercado da Ribeira, um excelente conceito, que foi criado num local decadente.

18190828_10208860375379143_713166543_n - Cópia.jp

18190894_10208860380419269_1545904404_n - Cópia.j

18190909_10208860407219939_382572704_n - Cópia.jp

4º dia

Dia de regresso em que passamos o dia no Parque das Nações e em Belém.

18198080_10208860379339242_1080351694_n.jpg

18197849_10208860412660075_1533640643_n.jpg

 18191746_2120568728169400_1873882709_n.jpg

Eis algumas notas:

i) os cartões "Viva" da Carris são válidos apenas por um ano, ou seja toca a gastar 1 € a comprar mais um, pois levei um que já estava "inválido".

ii) As barreiras de entrada nas estações de metro/comboio é só mesmo para inglês ver. Não são precisos mais de 2 minutos para ver pessoas a entrar e sair sem passar o cartão. O segurança, numa das estações, nos seus 60 anos, olhava para o lado, fingindo não ver. Estava especado, não está a vigiar infratores. Está sim, a orientar os turistas

iii) Muito se fala das obras que estão a ocorrer na cidade devido às eleições que aí vêm. Nas do Cais do Sodré, foi curioso ver que só havia pessoas de uma raça com a "pá e pica". Foi um exercício de constatação de um facto que a Manuela Frreira Leite também já o disse e que lhe caiu tudo em cima.18155635_10208860417180188_1657172301_n - Cópia.j

iv) Muitos turistas (sobretudo italianos). Para a época do ano em que estamos, estava muita confusão, talvez excessiva.

v) Há muitas lojas de "souvenirs", "supermarkets" e afins, mas quase todos de individuos asiáticos. Isso descarateriza a cidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:32

La la land - crítica

por O ultimo fecha a porta, em 15.02.17

lalallans.jpg

Este fim de semana fui ao cinema, ao qual já não ia há algum tempo. O  "programa" ainda fica caro

 

, mas valeu-nos os descontos da operadora de telemóvel.

 

Adiante, fui ver o La la Land, o filme musical de que toda a agente fala.

 

Resumidamente, a história fala de uma espécie de amor à primeira vista de uma aspirante a atriz e de um aspirante a promotor de jazz, os dois em começo e desapontados com o objetivo de vida. Ambos galãs, como só podia ser num filme norte americano. Ao longo do tempo, a carreira de moça enquanto atriz corre bem, mas o rapaz cria carreira como guitarrista de uma banda pop, algo que não o realiza. No entanto, após o deslumbre inicial e crescimento na carreira, acabam por separar-se e segue cada um a sua vida. Ao fim de 5 anos, encontram-se. Ele rico e com o seu sonho realizado: músico e com um bar próprio de jazz. Ela casada com outro homem e uma atriz famosa. Ao encontrarem-se, sente-se a magia da paixão adormecida, mas não ficam felizes para sempre.

 

Posto isto, vamos lá ao que achei:

 

Pontos positivos:

-Filme fofinho e kutchi-kutchi

O filme é muito leve e muito fofi. Ideal para quem quer esquecer depressões ou tive um dia chato. Acho que histórias tranquilos e fofinhas fazm falta no nosso entretenimento. A música, por outro lado, torna a narrativa alegre.

 

llalals.jpg

Pontos negativos:

- História pouco consistente

Confesso que até ao intervalo, se não tivesse lido a sinopse, não iria perceber nada do filme. Textos confusos, mudança de cena para coisas completamente diferentes e uma dificuldade em perceber o objetivo de algumas passagem. Na primeira metade do filme, achei completamente desinteressante.

 

- Irrealismo e efeitos 3D

No primeiro beijo entre as personagens, ambas voam no espaço em que estão, mostrando a excentricidade do momento, leva-me para desenhos animados e efeitos 3D. Pode haver quem goste. Eu não achei muita piada.

 

- Mau cantor

Num filme musical, quer-se que as personagens cantem bem ... no entanto,o ator principal, pode ser muito bem parecido, mas canta mal. Não podiam ter escolhido um que cantasse melhor?

 

- Fim pouco feliz

Então num filme cor-de-rosa e fantasioso, o que se espera? Que o casal apaixonado fique feliz para sempre! Pois, mas não ficaram.

 

Posto isto, não gostei muito do filme. Sou sincero: quando vi que era musical, estava à espera que fosse uma coisa tipo o Mamma Mia dos Abba, em que havia uma história com pés e cabeça e a música acompanhava as cenas. Aqui achei a história muito pouco cativante. Estava de espera de mais.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:13


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D

Blogs Portugal