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Frango estufado

por O ultimo fecha a porta, em 21.02.18

Continuam as minhas aventuras com a marmita.  Ontem experimentei estufar frango.

 

Temperei o frango com limão, alho em pó e salsa. Pus azeite no tacho com cenoura e o frango lá para dentro e deixei que cozesse.

Ficou cozido, mas penso que foram o tempero do limão e a cenoura que fez ficar saboroso..  Já me deu para 4 refeições.

 

Segui +/- o vídeo abaixo. Tenho de tirar o chapeu a este chef que tem uns vídeos muito úteis do "ABC" da cozinha.

 

Vocês têm alguma dica?

Disseram-me que a cerveja também fica bom, mas não sei bem em que se fase coloca.

 

 

 

 

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publicado às 19:16

Vou-me render à marmita

por O ultimo fecha a porta, em 29.01.18

Em 2018, não foi só emprego novo. Vai ser também rotinas novas ao almoço.

Vou-me render à marmita.

IMG_20180127_181856.jpg

O primeiro passo foi aprender a cozinhar e o segundo vai ser levar almoço para o trabalho. Nesta nova localização, não existe cantina e ir todos os dias à rua além de ficar muito caro, não se sabe bem o que se está a comer e, não tarda, começo a crescer para os lados.

 

Pois bem, este sábado foi até a uma grande superfície, que tem mais variedade, e comprei:

   - a mochila

   - um tapperware de vidro para a sopa

   - um tapperware de plástico muito funcional com dois andares e uma caixinha no meio para molhos para a comida (não encontrei nenhum em vidro, mas acredito que fique muito pesado).

 

IMG_20180127_181901.jpg

Pelo menos para já começo assim. Hoje fiz sopa à noite que já vou experimentar amanhã.

Vocês costumam levar marmita?

Têm algum conselho/sugestão? 

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publicado às 18:01

Experiência do Último: fazer sopa

por O ultimo fecha a porta, em 17.01.18

É incrivel, mas é verdade. Foram precisos 29 anos e após a nutricionista me dar a receita para fazer sopa pela primeira vez na minha vida.

sopa.jpg

 

Comprei os legumes já cortados no Lidl e um broculo grande. Batatas já tinha em casas. Ficou boa, mas muito verde [acho que é positivo] e um bocado pastosa. 

Mais um passinho na cozinha :)

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publicado às 19:16

Balanços

por O ultimo fecha a porta, em 28.12.17

Não sou pessoa de fazer muitos balanços, nem de fazer resoluções. Gosto de definir objetivos q.b., mas não vivo em função do seu cumprimento.

Estava a ler alguns blogs e verifiquei que a maioria das pessoas foi resgatar os seus posts de Dezembro de 2016 e do inicio de 2017 para checkar o que cumpriu. Eu não estabeleci metas, mas ao ler os dos outros reparei no seguinte:

 

Em 2017 ...

- Li 7 livros.

Desde que acabei a licenciatura, estive 5 anos sem pegar num livro.

Este ano consegui retomar este saudável hábito com o pico nas férias. Consegui ler 7 livros, de vários autores e estilos. O que gostei mais foi o Conde de Abranhos do Eça de Queirós. O que gostei menos A Colina de Cristal de Batista Bastos.

 

- Experimentei um (mini) trail

Os meus colegas do ginásio são grandes frequentadores de corridas e trails. Quando comecei no grupo sempre tive curiosidade. Em 2017, fiz o mini trail (versão caminhada sempre correr - percurso mais curto para começar).

Foi das experiências que mais gostei!

 

- Comecei a cozinhar

Não foi promessa mas quase. Aprender a desenrrascar e estar menos dependente do microondas era o objetivo. Ainda só estou no básico, mas à fome por desconhecimento já não morro. E não é que até gosto ...

 

- Conheci Amesterdão

Era uma das cidades que tinha mais curiosidade em conhecer e gostei muito! Já de Paris, talvez por ser no Verão, não gostei tanto.

 

- Fui operado

Sem dúvida, um dos marcos negativos do meu 2017. Inesperado, temido mas correu melhor que estava à espera.

 

É engraçado como o blog é uma espécie de diário. Os momentos que aqui destaquei fui partilhando aqui no blog, manifestando as minhas impressões, pedindo opiniões, exprimindo as minhas satisfações e frustrações.

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publicado às 18:21

O meu feriado

por O ultimo fecha a porta, em 01.11.17

Neste dia nublado, a minha mãe obrigou-me convidou-me a ir ao cemitério com ela, pois o meu pai não quis ir.

 

Quando chegamos já lá estava um primo do meu avô. Tive que fazer a biografia dos meus últimos 5 anos e fiquei a saber a sua vida, dos filhos, da mulher, dos netos e até do cão, quase sem perguntar nada. Não consegui, fazer a reflexão que deveria ter feito, mas como homem estava para ficar ali a tarde toda, despedimo-nos. Ainda houve tempo para saber que os crisântemos que estavam nos jazigos à volta foram todos comprados à mesma pessoa. 

 

Como a minha mãe fez questão de parar noutros jazigos, cumprimentar esta e aquela e apresentar o filho, demoramos ainda algum tempo a vir embora.

É curioso como estes dias acabam por ser um ponto de encontro das pessoas e se põe a "conversa" em dia.

 

Antes, ao almoço, estávamos à mesa e passou um programa de culinária na RTP que a minha avó gosta de ver. Um conceito engraçado, onde pessoas sem experiência (como eu ) fazem receitas de amigos ou familiares. O mais surpreendente foi o comentário da juri. O prato era "arroz especial", mas a jurada soltou logo um arrogante "especial só se for de corrida". O problema foi o tom prepotente e mal criado com que foi dito. Ora, a RTP, de serviço público, tem de ter mais cuidado com o tipo de comentários que emite. De repente senti-me nos ídolos, em que era o bota-abaixo e a humilhação alheia. 

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publicado às 18:22

O cliente sai a ganhar?

por O ultimo fecha a porta, em 31.08.17

Nestas férias, fui ao Banco para ver se havia alguma maneira de ter isenção nas comissões de manutenção de conta que me queixei aqui (alguma eventual domiciliação de ordenado ...).

 

Perdi o meu tempo! Fui lá para poupar, mas tentarem-me vender mais produtos, que não preciso e com custos onde nunca iria sair a ganhar.

 

Vejam bem:

Custos

- A conta proposta inclui comissões de 4,25 €/mês (com a condição de ter o ordenado domiciliado)

- inclui um cartão de crédito com custos de 2 €/mês - que não preciso

(custo fixo mínimo de 4,25 +2 € + imposto de selo)

- Taxa de juro do crédito: nem percebi qual é no folheto que me deram, mas varia (?) entre 13,3% e 16,7%

 

E o que o oferece ao cliente:

- 9 cêntimos na Repsol

Ou seja, obriga-me a abastecer na Repsol se quiser "ganhar" com o cartão

- 2% da Via Verde

Ou seja, obriga-me a andar na auto estrada se quiser "ganhar" com o cartão e 2% são meros cêntimos, se atingir .

- 1% nas compras com o cartão de crédito

Não preciso de usar cartão de crédito e a maior parte dos custos que tenho estão por débito direto e a renda por transferência automática.

 

O bancário fez o seu trabalho. Respeito. Mas senti que me estavam a comer por lorpa.

 

Então, vou ao banco para poupar uns euros e este tenta-me arranjar ainda mais despesas, num produto cheio de limitações, complexo e que não preciso. Ele diz-me para olhar para os benefícios com os custos, mas eu efetivamente não vejo nenhum beneficio na conta, muito pelo contrário. Bem, agradeci o tempo que despendeu comigo e disse que ia pensar, mas prefiro pagar os 2 € do que esta cena marada.

Eu bem digo que não aprendemos nada a crise!

 

A Cláudia e a Mula referiram a existência de 2 bancos com isenção de despesas: o Ativo Bank e os CTT. Infelizmente vejo os CTT, como uma CGD versão 2 ao nível de relação com o cliente e preparação técnica de quem atende, o que não me agrada. Quanto ao Ativo Bank, parece uma boa alternativa para analisar.

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publicado às 19:17

Experiência do Último: um trail

por O ultimo fecha a porta, em 21.08.17

Foi em Julho que pela primeira vez fiz um trail.

Na verdade, foi mais um mini-trail de 8 km's.

 

Já andava há algum tempo para experimentar, uma vez que na nova cidade existem muito praticantes e morfologia geográfica das redondezas assim o permitem. Após alguma insistência de colegas habituados e pela minha curiosidade, inscrevi-me num perto onde iam pessoas conhecidas e lá fui eu.

 

Achei bastante engraçado, pois não conhecia o locais e muito menos o percurso. O objetivo era seguir as fitas colocadas ao longo do percurso que incluiu estrada, campos de milho e floresta. O contacto com a natureza, as expetativas e o desafio físico tornaram a experiência muito enriquecedora.

 

Como foi a primeira vez, inscrevi-me na caminha dos 8 kms, mas procurei fazer fiz a correr. Apesar do percurso ser o da caminhada, achei-o bem puxadinho, com muitas subidas e algumas muito acentuadas. Talvez por não estar habituado, não achei muito fácil.

 

Um dos problemas "básicos" que me surgiu foi: onde coloco a chave do carro? Tive medo de colocar no bolso dos calções e nunca mais a achar. Comprei uma banana nos chineses bastante jeitosa e resolvi o problema.

Para recordação, comprei a t-shirt alusiva e no fim, claro, toca a repôr energias no "reforço" .

 

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publicado às 19:06

Uma boa almofada

por O ultimo fecha a porta, em 20.07.17

Venho pedir a vossa ajuda sobre almofadas.

 

Quando vim viver sozinho, a minha mãe despachou-me deu-me uma almofada.

Ela é muito irregular e baixa, mas fresquita. Arrisquei e comprei outra para pôr cima da Kasa do Continente, mas além do ser super quente no pescoço, é ainda mais baixa.

 

Queria comprar uma "a sério" e que valesse pena.

 

Assim, gostava de saber se têm alguma ou conhecem alguma marca que aconselhem.

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publicado às 19:17

Viver sozinho #2 - cozinhar arroz

por O ultimo fecha a porta, em 01.06.17

Até Agosto/15 nunca tinha cozinhado nem ligado o fogão.  Foi sempre a minha mãe a cozinhar ou a deixar a comida preparada. Quando tive que viver sozinho, surgiu a questão: como jantar? 

 

No primeiro ano, quem já passou por isto, sabe que há prioridades no investimento da nova casa. Como a cantina da nova empresa tem serviço de take away, os primeiros meses desenrrasquei-me assim.

Comprar tachos, base para quentes, panelas, grelhador, isto e mais aquilo ainda fica caro (já para não falar na Bimby), além dos ingredientes.

 

Farto de comer sempre comida de fora, num dia com paciência, comprei um tacho, arroz, azeite e sal. Mas cometi um erro: não vi a minha mãe a fazê-lo e acho que não vi os vídeos certos do YouTube. 

 

Receita da mãe:"Ferves a água, colocas o arroz (metade da proporção), água e sal e deixas cozer". Pensamento: parece simples, não é?

 

Não, não é!!!! A primeira vez que fiz arroz foi o maior pesadelo que possam imaginar !!! As dúvidas acumulam-se:

   - Qual tacho? Comprei o correto?

   - A água ferve com o lume em que tamanho?

   - O testo põe-se ou tira-se?

 

Quando ferve, começam mais dúvidas:

   - Qual a quantidade de azeite?

   - E o sal? O que é "q.b."????

   - É suposto mexer? Vai-se mexendo?

   - Mexe-se com um colher normal ou de pau?

 

Esclarecido com a mãe, ao fim de 5 minutos, com o tacho fechado, este começou a deitar fora e a minha testa a transpirar"  !!! Ligo à minha mãe e ela escandalizada pergunta-me:

 

     - Mãe: Então não reduziste o lume??????? 

     - Eu: Eu não ... é preciso reduzir? 

     - Mãe: Sinceramente, não acredito que estás a deixar no máximo!!!

 

Ultrapassado o drama, surgiu outro problema:

- Como saber que está pronto?

 

Ainda hoje, não atino com a quantidade de sal e quase desisti de fazer arroz. Já só faço massa. Pior, ainda me armo em fit e tento o arroz integral. Claro que ia deu m****. Juro que admiro quem saiba fazer arroz. Parece a coisa mais básica, mas não acho nada fácil.

 

P.S. O post das tarefas domésticas foi o mais comentado de 2017 e pelo feedback que recebi muitas pessoas reviram-se na minha "experiência". Assim, às 5ªs feiras, criei esta rubrica "Viver sozinho #" onde vou contar peripécias desta aventura.

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publicado às 22:42

Era uma vez uma entrevista

por O ultimo fecha a porta, em 31.05.17

Estava a ler a experiência do Robbinson sobre uma entrevista de emprego e lembrei-me da primeira que tive.

 

Porto, Maio de 2008

 

Estava no meu 2º de licenciatura e surgiu na Bolsa de Emprego um anúncio para um estágio de Verão num prestigiado Banco.

A entrevista estava marcada para as 15h, mas mal cheguei vi que ia ser entrevistado com mais 4 pessoas e que o "grupo" das 14h e das 14h30m ainda estava à espera do dr. X [não me lembro do nome do fulano]. Fomos encaminhados para uma outra sala e a entrevista em grupo só começou às 17h10m. 

 

O homem chega, pede desculpa secamente, olha para a plateia parando nas raparigas. Como era o único rapaz, não captei a atenção.

 

Apenas fez três perguntas a cada um:

     - "Apresente-se num minuto"

     - "Onde espera estar daqui a 5 anos"

     - "Convença-me a contratá-lo em 1 minuto"

5 pessoas * 3 minutos = 15 minutos de entrevista.

Pelo meio, num misto de arrogância e gozo, tentava entalar o candidato. A uma das moças do meu grupo perguntou: "e já agora, sabe-me dizer quantos pelo um gato?"

 

Confesso que quando ouvi esta pergunta até corei e não fui a mim. Que disparate de pergunta! Podem-me dizer que é para avaliar como a pessoa reage perante situações inesperadas, mas acho essa atitude o maior disparate. Se ainda perguntasse o que é a EURIBOR e a relação entre spread e risco faria mais sentido. Ou se conversasse mais tempo com a pessoa, já a conheceria melhor.

 

Como é óbvio com a minha inexperiência não fiquei. Mais tarde, soube que três alunos ficaram cujos pais são abastados financeiramente (provavelmente bons clientes desse). Um deles, segundo dizem, gaguejou por todos os lados e foi um zero na entrevista.

 

Ou seja, já estava tudo combinado. Fizeram perder o meu tempo e o deles!!

 

 

 

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publicado às 21:48


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