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Rarissimas será assim tão raro?

por O ultimo fecha a porta, em 12.12.17

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Vi mais tarde no site a reportagem da TVI sobre os gastos da Raríssimas. Todos os adjetivos pejorativos são poucos para definir aquela fraude.

 

Surpreende o facto de:

- estarem envolvidos nas avenças secretários de Estado (que são quem financia a instituição e que deveriam estar em "exclusividade" no exercício de cargos públicos),

-a mulher do atual ministro que, por coincidência é precisamente, quem aprova os subsídios estatais

- nenhum dos envolvidos querer dar a cara para contradizer a reportagem e diz o povo que "quem cala consente"

- quantas mais instituições fazem ilegalidades semelhantes? Querem ver que agora choverão denúncias de atos semelhantes?

- a denúnica ser feita a um canal de televisão e não aos órgãos competentes (ah, choca com outros interesses).

 

Há umas semanas, olhei para as contas que são públicas da AMI, aquela instituição dirigida por um ex-candidato à Presidência da República. Pesquisem no site e reparem no património (imobiliário e de títulos) que a instituição financiada pelo Estado tem. Ou então reparem na semelhança de apelidos dos membros (remunerados) da direção.

 

Outro exemplo: os peditórios dos fieis à porta dos cemitérios para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. Quantos milhões entraram nas ranhuras daquelas tombolas. Fui site da LPCC e não há qualquer informação das contas, nem receitas, nem património. 

 

Ora, se por várias vezes já o disse no blog que não costumo contribuir em peditórios, recolha de alimentos, nem nada do género, esta reportagem vem-me dar razão. O nosso maior contributo é ajudarmos o próximo sem intermediários ou instituições.

 

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publicado às 19:33

Afinal o imposto sobre a junk food não vai para a frente

por O ultimo fecha a porta, em 29.11.17

Pela primeira vez elogiei um imposto aqui.

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Continuo a achar este um imposto importante na prevenção e na poupança futura do Serviço Nacional de Saúde em doenças causadas por distúrbios alimentares.

Não é justo eu ter de pagar impostos porque o vizinho do lado usa e abusa do açucar, dos fritos e do sal.

 

Pelo que li entretanto, as taxas estavam um pouco elevadas para o nosso poder de compra, mas foram chumbadas na discussão do Orçamento de Estado.

 

Não percebi o motivo (quer dizer, percebi, mas não havendo "provas" não posso escrever, pois existem muitas, para não dizer, demasiadas industrias interessadas em que imposto não avancasse.

Quando foi o "brutal" aumento de imposto do anterior Ministro das Finanças a "maioria" de então aprovou-o.

 

Coisas que nos fazem pensar ...

 

P.S. Depois do:

- ruído em torno do jantar do websummit;

- silêncio em torno da seca e das dificuldades do distrito de Viseu no abastecimento de água;

- da homília de domingo à noite, em que um pseudo comentador usa truques pouco éticos (na minha opinão) para captar audiências;

o que dizer dos cidadãos pagos para fazer perguntas aos ministros?

Bem, eles tinham de ser seleccionados de alguma forma, mas estando dinheiros públicos em causa, o caso muda de figura. Não me parece legitimo serem pagos para exerceram a sua cidadania e questionar um Governo que os representa e que foi democraticamente eleito. Esteve mal quem contratou o serviço e quem aceitou os "vales de compras".

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publicado às 17:03

Disparates nos comentários do blog

por O ultimo fecha a porta, em 28.11.17

Em 2 de Agosto publiquei um post sobre o crédito ambiental que o Planeta Terra tinha atingido para o ano de 2017.

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Hoje podia falar-vos que esta seca já reflete os juros que temos que pagar por estarmos a consumir mais do que aquilo que os nossos recursos permitem, mas não.

 

No sábado, um "Anónimo" escreveu dois comentário iguais em que se disponha ajudar-me com um crédito "instantâneo" com taxas de juro reduzidas, bastando mandar um mail que ele incluiu no comentário.

 

Neste benevolência, qual o maior disparate?

  • fazer uma busca no google por "cartão de crédito" e publicitar na primeira coisa que aparece?
  • num post sobre "crédito ambiental" publicitar "crédito ao consumo"
  • fazer publicidade gratuita e irresponsável no meu blog
  • publicitar em 25/Nov num post de 2/Ago

 

Já vos aconteceu isto?

Se não aconteceu e se tiverem um post com "Cartão de crédito", cuidado!

P.S.: Naturalmente, que mal vi este disparate, apaguei-o imediatamente.

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publicado às 17:04

A homília de domingo à noite

por O ultimo fecha a porta, em 22.11.17

Questão: Como é que um comentador televisivo ganha influência, audiência e probabilidades de ser candidato à presidência da república?

 

Resposta: Dando "notícias" exclusivas, dando inside information antecipadamente.

 

Este domingo, durante a "homília", lá veio o comentador informar que o Porto não iria ser escolhido para capital da Agência do Medicamento, cuja decisão oficial seria conhecida no dia seguinte.

 

- É razoável um comentador dar informação antes desta ser oficial em nome de audiência?

- É razoável um comentador ganhar influência e poder na opinião pública com "notícias" de outras instituições que ainda não são públicas?

 

Querem ver que dentro 8 anos vamos ter o comentador como candidato a Presidente da República?

É assim que se começa...

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publicado às 19:01

Os professores deram-me uma boa notícia

por O ultimo fecha a porta, em 14.11.17

Quando oiço os sindicatos e os professores a contestar apenas o congelamento de carreiras, folgo em saber que:

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- apenas após a queda do Partido Comunista nas eleições, as queixas tenham dado sinal de vida

- nas escolas já não há agressões contra docentes,

- nas escolas já não há faltas de respeito na relação com os alunos,

- nas escolas os programas estão finalmente ajustados à carga letiva,

- nas escolas jánão há pais a agredir e insultar professores por acharem que os seus filhos são uns santos,

- nas escolas portuguesas já não há bullying de alunos sem educação em casa contra docentes.

 

Acho a reinvidicação da estabilidade das colocações mais do que justa. O atual modelo não faz sentido. 

 

Ao almoço, ouvi uma deputada muito preocupada e crítica com os previlégios retirados pela troika. Será só esse o problema dos professores? Será que se está à espera que apareça outro vídeo chocante como o "do telemovel já" para esta problemática vir à tona outra vez? Ou será que para a atividade politica e sindical só interessam alguns problemas?

 

P.S.: Fala-se muito do jantar da websummit no Panteão Nacional, tendo enverdade na promiscuidade política, esvaziando-se o cerne da questão. SObre a seca que está a fetar o Interior do país, ninguém fala. Ah, pois não dá buzz nem votos.

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publicado às 17:30

Este anúncio é (mesmo) do IEFP

por O ultimo fecha a porta, em 26.09.17

Ontem fui ao supermercado e estavam a distribuir um jornal regional. Houve um anúncio nos classificados que chamou a atenção.

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O IEFP pagou para publicar vários "anúncios" de emprego. Várias questões me assaltam:

 

- Faz sentido o IEFP (organismo público) pagar a jornal (organismo privado), com os meus impostos, um anúncio para vários empregos?

- Será inocente um anúncio destes na véspera de eleições autárquicas?

- Será que existe tanto défice de oferta que não haja ninguém para empregado de mesa?

Não estamos propriamente com desemprego zero para não se encontrar ninguém nesta zona para estas vagas que justifique um anúncio, pago, num jornal?

- O que será um "ajudante familiar"?

- Todas estas profissões exigem pouca literacia. Algumas são mais técnicas (costureiras, por exemplo), mas para nenhuma é necessário licenciatura... A ideia que tenho é que os empregadores recorrem mais ao IEFP para profissões menos qualificadas, onde há mais desempregados e onde conseguem mais apoios. Mas ainda assim não percebo a necessidade de pôr (e pagar) um anúncio no jornal.

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publicado às 19:54

O provincianismo em torno de Madonna

por O ultimo fecha a porta, em 20.09.17

Fala-se da Madonna como se fosse a última coca cola do deserto.

 

Ontem, o noticiário da SIC fez uma longa reportagem, qual TV 7 Dias ou TV Mais, com os sítios onde Madonna já foi em Portugal, num estilo voyeurista e para encher minutos. As redes sociais, por sua vez, diabolizaram a cantora por ter os filhos a pisar a relva de um jardim nu. Este site do Jornal de Notícias e as suas fontes não identificadas até foi mais longe...

 

Que país é este que se preocupa com estas questões pequeninas e engrandece estes minutos da atenção mundial, quando:

- somam-se casos de nomeados políticos que tiram o curso por equivalências profissionais e resolvem o caso com demissões

- os grandes cargos da economia portuguesa são ocupados por convite a filhos ex- primeiros ministros

- fazem-se milhões de euros em donativos para vitimas de incêndios e ninguém presta contas, nem como são aplicados e que auditorias há ao que já foi aplicado

- se rouba armamento do exército do país e não se encontram culpados e nem se encontra o mesmo

- somam-se os casos de ataques de cães de raça perigosa e a legisalção preventiva  tarda a entrar em funcionamento

- como muito bem refere o Pedro, a falta de civismo dos outros não é condenada e se fecha os olhos. 

 

Será provincianismo? Hipocrisia?

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publicado às 14:58

Chamem-me egoísta

por O ultimo fecha a porta, em 06.09.17

Já o tinha dito noutros blogs na altura e digo-o abertamente: não contribuí com nenhum donativo para a tragédia dos incêndios.

 

Porquê?

Precisamente o que está a acontecer três meses depois: a falta de transparência dos donativos.

Ninguém sabe quanto dinheiro foi amealhado, ninguém sabe quanto há, quanto e em que foi aplicado, se foi a preços justos (ou se beneficiou a empresa de alguém), quais os fee's de gestão dos mesmos e muitas outras dúvidas.

Quando mexe em dinheiro é sempre muito obscuro, como se está a verificar.

 

Infelizmente não me arrependo. 

Não sou má pessoa, sou solidário e gosto de ajudar o próximo, mas prefiro ajudar no terreno ou sabendo a forma exata como o MEU dinheiro vai ser aplicado.

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publicado às 19:23

O cliente sai a ganhar?

por O ultimo fecha a porta, em 31.08.17

Nestas férias, fui ao Banco para ver se havia alguma maneira de ter isenção nas comissões de manutenção de conta que me queixei aqui (alguma eventual domiciliação de ordenado ...).

 

Perdi o meu tempo! Fui lá para poupar, mas tentarem-me vender mais produtos, que não preciso e com custos onde nunca iria sair a ganhar.

 

Vejam bem:

Custos

- A conta proposta inclui comissões de 4,25 €/mês (com a condição de ter o ordenado domiciliado)

- inclui um cartão de crédito com custos de 2 €/mês - que não preciso

(custo fixo mínimo de 4,25 +2 € + imposto de selo)

- Taxa de juro do crédito: nem percebi qual é no folheto que me deram, mas varia (?) entre 13,3% e 16,7%

 

E o que o oferece ao cliente:

- 9 cêntimos na Repsol

Ou seja, obriga-me a abastecer na Repsol se quiser "ganhar" com o cartão

- 2% da Via Verde

Ou seja, obriga-me a andar na auto estrada se quiser "ganhar" com o cartão e 2% são meros cêntimos, se atingir .

- 1% nas compras com o cartão de crédito

Não preciso de usar cartão de crédito e a maior parte dos custos que tenho estão por débito direto e a renda por transferência automática.

 

O bancário fez o seu trabalho. Respeito. Mas senti que me estavam a comer por lorpa.

 

Então, vou ao banco para poupar uns euros e este tenta-me arranjar ainda mais despesas, num produto cheio de limitações, complexo e que não preciso. Ele diz-me para olhar para os benefícios com os custos, mas eu efetivamente não vejo nenhum beneficio na conta, muito pelo contrário. Bem, agradeci o tempo que despendeu comigo e disse que ia pensar, mas prefiro pagar os 2 € do que esta cena marada.

Eu bem digo que não aprendemos nada a crise!

 

A Cláudia e a Mula referiram a existência de 2 bancos com isenção de despesas: o Ativo Bank e os CTT. Infelizmente vejo os CTT, como uma CGD versão 2 ao nível de relação com o cliente e preparação técnica de quem atende, o que não me agrada. Quanto ao Ativo Bank, parece uma boa alternativa para analisar.

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publicado às 19:17

Meu querido mês de Agosto

por O ultimo fecha a porta, em 16.08.17

Esté é o mês onde os nossos emigrantes voltam às aldeias e cidades portuguesas para reencontrar amigos e famílias. 

 

Vulgarmente apelidados de "Avec's", a parler francais para aqui e para acolá (mas quando a coisa não corre bem, lá vem o car**** e o fod****), bons carros e a fazer inveja a muitos que cá ficaram, são muitas vezes caricaturados.

Trazem vida, juventude e sobretudo dinheiro para gastar na pequena economia local amorfa.

 

Porém, não é só da Suíça e da França que chegam emigrantes. Desde a crise e o tempo do Governo de Passos Coelho, existe um novo tipo de emigrantes. Muito mais literados e empurrados pelo desemprego jovem e por oportunidades chorudas em multinacionais.

Pois bem, acho que toda a gente conhece ou tem alguém que conhece um amigo que seja enfermeiro em Inglaterra ou trabalhe lá ou na Alemanha.

 

Continua a ser alguém com saudades da terra, que traz dinheiro para gastar, mas com uma diferença. O emigrante jovem e literado vem para matar saudades e não para exibir a mala, o vestido, o carro e speak english em tudo quanto é lado.

 

 

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publicado às 19:40


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