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Como resolver litigios fiscais?

por O ultimo fecha a porta, em 16.01.18

Ainda não falei aqui da imoralidade da proposta camufalda da isenção dos partidos da liquidação de IVA. Valeu a intervenção do PR, mas acho ridiculo o argumento da simplificação do tratamento do IVA das atividades partidárias, pois a atual legislação é "ambígua" quanto aos diferentes tratamentos.

 

Então, para acabar com as dúvidas, os partidos deixam de pagar imposto. Pior, a vergonha é tanta, que os partidos até votam secretamente e às escondidas de quem os elegeu.

Como classificar esta atitude?

 

Acho que estes disparates afastam cada vez as pessoas mais racionais, cerebrais e com valores da politica. Acaba por ser um círculo de muitos interesses, sempre os mesmos e em dinastia (os Cesar, os Menezes ...)

A classe politica vai de mal a pior, da erquerda à direita. Uma descredibilidade total.

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publicado às 18:38

Destes dias

por O ultimo fecha a porta, em 10.01.18

Estes dias são de viragem a nível profissional.  Tenho andado a passar o trabalho, a limpar o outlook e a filtrar o que quero guardar.

 

Não tenho acompanhado muito a atualidade, mas ao que parece anda dominado pelas eleições no PSD. Pelo que oiço não há ideias e em vez de se discutir o futuro, discute-se o passado de há 14 anos atrás.. Não deixa de ser curioso que os dois candidatos têm mais de 60 anos. Preocupante, não?

 

Deixo uma música que adoro:

 

 

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publicado às 22:29

Afinal o imposto sobre a junk food não vai para a frente

por O ultimo fecha a porta, em 29.11.17

Pela primeira vez elogiei um imposto aqui.

sugar.jpg

 

Continuo a achar este um imposto importante na prevenção e na poupança futura do Serviço Nacional de Saúde em doenças causadas por distúrbios alimentares.

Não é justo eu ter de pagar impostos porque o vizinho do lado usa e abusa do açucar, dos fritos e do sal.

 

Pelo que li entretanto, as taxas estavam um pouco elevadas para o nosso poder de compra, mas foram chumbadas na discussão do Orçamento de Estado.

 

Não percebi o motivo (quer dizer, percebi, mas não havendo "provas" não posso escrever, pois existem muitas, para não dizer, demasiadas industrias interessadas em que imposto não avancasse.

Quando foi o "brutal" aumento de imposto do anterior Ministro das Finanças a "maioria" de então aprovou-o.

 

Coisas que nos fazem pensar ...

 

P.S. Depois do:

- ruído em torno do jantar do websummit;

- silêncio em torno da seca e das dificuldades do distrito de Viseu no abastecimento de água;

- da homília de domingo à noite, em que um pseudo comentador usa truques pouco éticos (na minha opinão) para captar audiências;

o que dizer dos cidadãos pagos para fazer perguntas aos ministros?

Bem, eles tinham de ser seleccionados de alguma forma, mas estando dinheiros públicos em causa, o caso muda de figura. Não me parece legitimo serem pagos para exerceram a sua cidadania e questionar um Governo que os representa e que foi democraticamente eleito. Esteve mal quem contratou o serviço e quem aceitou os "vales de compras".

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publicado às 17:03

A homília de domingo à noite

por O ultimo fecha a porta, em 22.11.17

Questão: Como é que um comentador televisivo ganha influência, audiência e probabilidades de ser candidato à presidência da república?

 

Resposta: Dando "notícias" exclusivas, dando inside information antecipadamente.

 

Este domingo, durante a "homília", lá veio o comentador informar que o Porto não iria ser escolhido para capital da Agência do Medicamento, cuja decisão oficial seria conhecida no dia seguinte.

 

- É razoável um comentador dar informação antes desta ser oficial em nome de audiência?

- É razoável um comentador ganhar influência e poder na opinião pública com "notícias" de outras instituições que ainda não são públicas?

 

Querem ver que dentro 8 anos vamos ter o comentador como candidato a Presidente da República?

É assim que se começa...

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publicado às 19:01

O local de voto nas autárquicas

por O ultimo fecha a porta, em 25.10.17

Quando tive que mudar mudei a residência fiscal para a cidade para onde vim viver durante a semana, mudei automaticamente o local e concelho de voto.

 

Faz sentido! Se vou viver para outra cidade, faz sentido mudar para lá a morada oficial e votar lá.

 

Porém, fiquei surpreendido ao ver o nosso Presidente da República a votar em Celorico de Basto.

9-img_4981.jpg

Vivendo ele em Lisboa, por força das funções que exerce, porque razão tem ele a morada oficial em Celorico de Basto? Até pode ter lá propriedades e dar essa morada, mas quando mudei, ninguém me perguntou na Loja do Cidadão se tinha "amor à terra" e preferia votar no concelho dos pais, onde passo o fim de semana!!!

Será a lei igual para todos!

 

P.S.: A mudança da morada fiscal não altera o centro de saúde afeto. Tanto simplex e ainda não se lembraram deste. Parece que tenho de ir lá outra vez para fazer a mudança.

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publicado às 19:43

Um manta de retalhos chamada Espanha

por O ultimo fecha a porta, em 08.10.17

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A Espanha é a nossa única fronteira terrestre e o nosso principal parceiro comercial, cultural, económico e onde estão muitos portugueses a trabalhar. O que lá acontece é naturalmente relevante para nós.

 

A verdade é que primeiro o País Basco, agora a Catalunha. Ambos estão a provocar instabilidade interna na Espanha e ambas regiões muito ricas. 

Não vou discutir a legitimidade de um povo em se tornar autónomo, nem dos mecanismos usados por Madrid para evitar isso mesmo. Mas creio que a debandada recente das empresas sediadas na Catalunha é preocupante (sem receitas próprias e influência não se vai lado a nenhum) e para Portugal e empresas que exportam para Espanha, esta situação de instabilidade não augura nada de bom.

Penso ser importantepensar no que levou à Espanha estável, unida e pujante financeiramente. Foi o pacto de cooperação pós atentado terrorista islâmico em Atocha em 2005. Uma ameaça externa fez muito da Espanha o que é hoje. Mas uma cisão interna, pode deixar a Espanha numa manta de retalhos, em que o ego, rivalidades e um desejo legitimo de independência falem mais alto.

 

Parte boa: Barcelona é mais um destino que os turistas mundais começam a riscar se a situação deteriorar. Numa lista cada vez mais "short", quem pode beneficiar? Pois é, este cantinho à beira mar plantado.

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publicado às 12:36

O presidente da Junta numa sede de concelho

por O ultimo fecha a porta, em 28.09.17

Pela primeira vez vou votar nas eleições autárquicas para a cidade onde vim morar à dois anos.IMG_20170928_193747.jpg

 

Quando vivia em casa dos meus pais, que moram numa freguesia não citadina, o voto para a Junta e para a câmara eram claros de distinguir.

 

Agora, que moro numa cidade sede de concelho, dou por mim a pensar...

A horas das eleições, não sei quem são os candidatos à Junta de freguesia. Não me lembro de ter visto nenhum cartaz nem sei sequer onde é a Junta. Sei apenas quem concorre à Câmara e pelos maiores partidos.

 

Afinal, qual o papel da Junta de Freguesia na freguesia sede de concelho?

 

P.S.: Hoje tinha este brinde na caixa do correio 

 

 

Mesmo com estas dúvidas, irei votar. Até domingo ainda vou pesquisar.

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publicado às 19:28

Não foi o Daesh, foi um raio em Pedrogão Grande

por O ultimo fecha a porta, em 19.06.17

Chamusca, Mação, Funchal, Sertã, Caramulo e agora Pedrogão Grande.

 

Todos os anos os mesmos dramas, os mesmos problemas, mas em vez de um ou duas mortes, desta vez foram 62 mortes onde tudo falhou. Não foi mão humana, nem foi o Daesh. Foi um raio que caiu numa árvore.

 

Muitos diretos, muitos lamentos, muitos abraços numa parte do país esquecida. Nem a ministra soube dizer o nome das aldeias evacuadas ... não é Lisboa, nem Bruxelas ...

 

Espero que se faça o que se fez após a tragédia de Entre os Rios, em que após a queda da ponte se inspecionou tudo o que era pontes e se tomaram medidas a sério para evitar tragédias futuras. Na floresta, é mais complicado, mas faz falta perceber o que falhou, apurar responsabilidades e definir-se uma estratégia. Esta é a parte mais importante: estratégia! Lamentavelmente, foi preciso morrer 62 pessoas para se começar finalmente a discutir os problemas florestais, as falhas de comunicação das autoridades e por aí fora.

 

Mas creio, que daqui a umas semanas vamos ter outra vez os canais de noticias a passar horas a fio a passar incêndios com pirómanos deliciados. Vai uma aposta?

 

p.s. Mais uma vez, o povo português respondeu com a sua enorme solidariedade, mas os grandes grupos económicos com interesses florestais e comerciais nem uma palavra (Navigator, Altri, Lidl, Jerónimo Martins, etc).

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publicado às 11:40

Feriado com ida ao cemitério e outras coisas

por O ultimo fecha a porta, em 01.11.16

Um feriado reposto e a homenagem devida aos falecidos. Hoje cumpri o ritual de visitar os jazigos dos meus familiares. Aproveitei também para descansar e dar uma vista de olhos nas redes sociais.

 

Entre as fotos das festas de ontem à noite e as das máscaras neste Carnaval do 2º semestre, houve uma publicação que me surpreendeu. Uma Câmara Municipal aproveitou para fazer promoção aos seus investimentos (ora não fosse o último feriado antes das eleições autárquicas).

 

Serei só eu que implico com oportunismo político?

Untitled - Cópia.png

 

 P.S. Este foi o único post que me apareceu do género no Facebook. Não sei se mais algum "Portal do Município" teve semelhante ideia. Ocultei o nome do município pois pretendo criticar o conteúdo do post e não propriamente o autor ou partido da câmara em questão.

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publicado às 18:56

Promiscuidade entre política e futebol

por O ultimo fecha a porta, em 27.10.16

vergonha.JPGQuando comentei no blog a experiência de leitura do Navegador Solitário referi que um dos motivos pelos quais um livro dos anos 90 se mantinha atual era por relatar a promiscuidade entre futebol e política.

 

Ambos representam poder, mas quanto mais independentes melhor.

 

Hoje, a notícia da proposta de Eduardo Vítor Rodrigues, autarca de Gaia, para um cargo de dirigente do FC Porto vai precisamente de encontro a essa crítica. Ainda por cima para Admnistrador não executivo. Ou seja tem poder de decisão na SAD.

 

Pior ainda, o clube utiliza vários equipamentos municipais de Gaia, havendo polémica quanto à renda que paga pela sua utilização.

Não se é pior quem quem convida ou quem aceita e ainda não se sabe se o convite será aceite. Mas a bem da política, da ética, da independência (e já agora do futuro político do homem), espero que não aceite.

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publicado às 22:24


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