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A greve aos combustíveis

18.10.21

A iniciativa de fazer greve aos combustíveis num determinado dia tem boas intenções, mas não resolve nada se as pessoas andarem de carro. Muito menos a escolha de determinadas marcas para abastecer. Até tem um efeito preverso.

Isto porque não abastecem no dia, mas abastecem a mais no dia anterior ou deixam ir à reserva no dia seguinte.

 

Uma verdadeira greve passa por não usar carro nesse dia, optando-se pelo teletrabalho, uso de transportes públicos ou bicicleta.

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publicado às 16:37

A palavra do ano

15.10.21

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Vamos ao que interessa ao cidadão comum: o tempo que perde no trânsito para o emprego, o aumento do preço dos combustíveis, como pagar as despesas ao final do mês, o tempo de espera nas urgências para ser atendido, que por vezes quem toma as decisões se esquece disso.

Ouvi alguém dizer que "o povo está do lado dos enfermeiros porque foi a palavra do ano e isso legitima uma greve". 

 

Fiquei boquiaberto. Em que país vive esta gente?

As pessoas querem é ter qualidade no atendimento, terem as suas consultas, terem o hospital aberto e não irem para casa doemtes, filas de espera intermináveis, etc. Todos elogiamos o empenho dos profissionais de saúde na pandemia, mas isso não pode retirar noção a esses profissionais,

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publicado às 20:43

Crises

13.10.21

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Diz-se que a minha geração, os "Millenials" é das gerações mais recentes a passar por duas crises: a Troika e a do Covid 19.

Contextos e consequências diferentes, onde cada um sente à sua maneira.

 

Na crise da Troika tive a sorte de ter começado a trabalhar 6 meses antes e onde aprendemos da pior maneira a segurar o emprego. Não se falava na saúde mental da geração à rasca, onde a palavra precariedade laboral era a que melhor se aplicava. 

Quem tinha um emprego, tinha de o aguentar pois para onde quer que olhássemos, víamos/conhecíamos alguém a procurar emprego, despedido, ou qualificado mas com salário baixo e instável. Outros, por sua vez, tiveram que emigrar, numa fuga de talentos inacreditável (sobretudo na área da enfermagem e para Angola). 4 longos anos até o mercado melhorar (2011-2015).

 

Veio a bonança, com muitas empresas multinacionais a instalarem-se em Portugal, sobretudo na área financeira e na informática. Muitas vagas de emprego, muita rotação de trabalho e um bom estado de espírito da sociedade em geral.

 

No ano passado, vivemos a crise do covid. Uma crise mais mental que financeira. Vimo-nos privados das nossas liberdades. De repente, fomos forçados a ficar em casa sabe-se lá em que condições, a fazer filas no supermercado, a justificar a polícias na rua porque estávamos no exterior e a fazer das nossas salas/quartos, escritórios. Perdemos o contacto social e passamos a viver num pânico de contágio constante, muito também imposto pelas medidas restritivas e pelos anúncios diários do nº de mortes.

 

Hoje, na minha opinião saímos mais fracos destas crises. 

Quem estava fraco, aniquilou-se nas crises. Quem estava forte, aguentou-se. Isto aplica-se às empresas, à nossa vida social, familiar e emocional.

 

Saímos mais egoístas, mais radicais, com muitos aproveitamentos políticos pelo meio.

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publicado às 18:45

Regras da separação do lixo para reciclagem

11.10.21

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publicado às 18:17

Preços dos combustíveis

09.10.21

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O preços dos combustíveis está a aumentar e também já senti na minha carteira. 

 

Habitualmente gasto 20 € por semana, mas já em Setembro tive que abastecer num dia diferente e esta semana já tive que antecipar ainda mais um dia.

Geralmente costumo variar as bombas onde abasteço, não sendo muito fiel. Porém nestas últimas semanas tenho optado pelas marcas de supermercado.

Com o aumento dos preços nos mercados internacionais, já se exigia uma diminuição da carga fiscal.

Ah, ontem o pessoal da CP fez mais uma greve.

Ou seja, não há alternativas onde quem tem de se deslocar para trabalhar não tem outra opção senão apanhar trânsito e empobrecer. 

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publicado às 12:02

Feriado

05.10.21

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Estes dias têm sido de muito trabalho e por isso tenho andado mais ausente dos blogs e das redes sociais.

Do que fui ouvindo na rádio, houve uma nova investigação jornalistica relacionada com offshores ("Pandora Papers") com os acusados a justificarem o eticamente errado com o facto de estar dentro da lei.

Esta é uma discussão que quero voltar porque merece tempo para escrever: Ética vs legalidade - com prejuízo do erário público cometido por deputados (que por definição gerem e decidem o erário público).

 

Hoje é o dia do professor. Diz uma notícia que há um protesto sindical " contra o desrespeito pela negociação coletiva."

Insisto no que já escrevi: o problema dos professores "reais" não é o que os sindicatos denunciam. A fuga de talentos para fora do ensino deve-se a muitas outras coisas, sendo uma delas a falta de autoridade do professor perante alunos malcriados e pais selvagens. E isso não é em manifestações que se resolve para justificar a quota.

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publicado às 17:55

Turistando pelo Algarve - Parte 2

29.09.21

Continuando na zona do Sotavento e depois de VRSA, Tavira, Praia do Barril e Cacela Velha, dedico este post às ilhas da Ria Formosa.

Dediquei um dia às ilhas porque tinha muita curiosidade por aquilo que ouvi, vi  e pela originalidade.

 

Olhão

O barco para as ilhas pode ser apanhado em Faro ou Olhão. Como não conhecia Olhão, optamos por esta cidade. Faz lembrar Pencihe pois toda a zona marítima é dominada por armazéns de peixe e edifício ligados à pesca. Fomos cedo, mas mesmo assim já havia poucos lugares para estacionar devido às pessoas que também iam passar o dia nas ilhas.

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Olhão caracteriza-se pelo seu mercado com duas naves. Entramos enquanto esperavamos pelo barco e é incrivel a oferta de peixe, fruta e mel algarvia que existe. Quem mora perto, é um sortudo em poder comer peixe tão fresquinho.

 

Ilha da Culatra - Culatra

Recomendaram-nos a Ilha da Culatra e então lá apanhamos o barco. De facto, é muito bonito. Ao sair do cais, são dadas logo as boas vindas por um barco pintado com o nome da ilha. Um "insta-point". Atrás, está a capela da Culatra. 

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Logo de seguida vemos as placas e começamos a pensar sobre o que é estritamente necessário para uma pessoa sobreviver numa olha. Um posto de atendimento de saúde para remediar, uma escola, um mini mercado com o essencial do essencial e restaurantes. Praticamente só existe uma rua com blocos de cimento que nos levam até à praia. Reparei que só existe um veículo motorizado que serve para a recolha de lixo e as casas são baixinhas, existindo alguns restaurantes e gelatarias.

O destino da rua leva-nos até à praia. Apesar do passadiço ainda é preciso caminhar bastante até à praia que é apenas ... maravilhosa.

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Ilha da Culatra - Farol

Ao fim da Culatra vê-se o Farol. Já ao final da manhã e com calor, preferimos ir de barco pois ainda é um belo esticão é só é possível ir pelo areal. Apesar de ser na mesma ilha, o acesso dos pontos habitados não existe por terra firme.

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No Farol, já estamos num cenário diferente. Mais casas, muito mais pessoas, muito mais movimento e um acesso à praia muito mais curto. Meia dúzia de ruas, mais restaurantes e claro é só seguir pelo farol e estamos na praia.

Maravilhoso!

 

Uma manhã na Culatra, uma tarde no Farol.

Perto de Tavira, reparamos numa placa a apontar para a Manta Rota. Fomos lá conhecer a famosa praia. Devido ao espaço concessionado, resta pouco areal para o resto das pessoas, gerando alguma  concentração. A zona envolvente é engraçada.

Viemos por Cabanas de Tavira e infelizmente foi o primeiro sábado com a restrição dos testes. As esplanadas estavam todas reservadas e almoçamos onde conseguimos. Seguimos para Faro.

 

Faro

A capital de distrito do Algarve. Não conhecia nada mas gostei do que vi. A intenção da tarde era ir à praia de Faro. Mais uma vez não existe praia "direta". É uma ilha cujo acesso se faz de carro/ a pé e fica junto ao aeroporto. Fomos de carro, mas não havia estacionamento junto à mesma. Só havia do lado de cá da ria, mas era preciso caminhar muito. Optamos por não a conhecer. 

Na manhã seguinte, fomos então conhecer o centro histórico e centro de Faro.

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Em Faro, acaba a EN2, que agora está na moda. Fomos lá ver a famosa rotunda do km 738. Por coincidência, estava a decorrer uma concertação de motoqueiros. Muito motor, mas diziam-nos que devido às restrições do covid estava muita "murcha".

 

Descemos para junto da marina, a parte mais engraçada. Jardins, ruas pedonais e uma vista linda do castelo.

Deverá ser engraçado fazer de comboio pois a linha passa mesmo junto à ria com uma vista fantástica.

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Albufeira

Última cidade a visitar. Achei uma Albufeira diferente da que conheci noutros anos. A praia dos Pescadores estava despida de gente, muitas lojas fechadas e agora estas estátuas no miradouro. Outro "insta point".

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Sines

No regresso ao Porto, dormimos em Sines. Mais uma cidade que não conhecia. Em pleno Julho, só se podia andar de casaco na rua porque estava muito vento frio. Ainda assim, uma cidade virada para esta baía. Claro que Vasco de Gama estava em todo lado.

 

Notas:

i) Talvez pro ser Julho e haver a questão do covid, Não havia confusão nos destinos que escolhi. A maioria das pessoas de máscara, sem grandes aglomerados.

ii) Ridícula a imposição de impôr testes/certificado ao fim de semana nos restaurantes e nos hotéis. Além de não ter razão de ser, complica a vida logística e financeira de quem vai para fora.

iii) Não percebo a razão de alguns restaurantes não terem Multibanco. A história das "taxas" não pega. Pedi sempre fatura com contribuinte. Comigo não fogem.

 

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publicado às 09:06

Os meus destaques das autárquicas

28.09.21

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Ontem votei às 19h30m. Aproveitei os últimos minutos para votar. Se achei que essa hora fez diferença? Não. Quando cheguei à urna, não estava ninguém. Como tinha prometido, votei num partido diferente entre Câmara e Assembleia Municipal.

Das eleições de ontem, várias coisas me chamaram a atenção:

 

- elevado peso da abstenção

 

- o chico espertismo do Primeiro Ministro ao promover a bazuca, ofuscando os assuntos locais. Vi duas coisas que não gostei: i) prometer a maternidade em Coimbra ; ii) na 6ªf anterior anunciar que o PRR tinha dinheiro para as promessas do PS Porto.

Muita presunção que simbolizam arrogância e que justifica porque há abestenção. Há pouca ética na política.

 

- O PS de Nelas que fez cartazes a anunciar a bazuca com a cruzinha do partida na parte de baixo do cartaz, perdeu. Impensável no século XXI.

 

- A arrogância de Rui Moreira e Fernando Media fizeram-nos perder votos

    - O não distanciamento de Fernando Medina em relação à atitude prepotente de Margarida Martins não ajudou à festa. Muito menos o caso da Embaixada. Mas fiquei surpreendido. Não estava à espera.

    - A falta de ideias de Rui Moreira nos debates foi clamorosa

 

- O regresso/manutenção de dinossauros como Santana Lopes, Fernando Ruas e Isaltino Morais fazem-nos pensar do "agarrado ao poder".

 

- As más escolhas de Rui Rio não resultaram: i) Suaza Garcia e ii) a candidata de Freixo de Espada à Cinta.

Péssimas escolhas!

 

- O caso de Espinho

O abate indiscriminado de árvores, o desleixo da cidade, as ruas aos "S"s sem condições de segurança e o golpe oportunista de mexer as terras do futuro estádio de futebol levaram a uma justa derrota do partido no poder. Mais uns que se achavam que o xico espertismo resulta sempre.

 

PS: Não sou eleitor em nenhum destes concelhos.

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publicado às 09:26

Do fim de semana

26.09.21

Este fim de semana foi de eleições, mas também do regresso das corridas.

Ou melhor, eu apenas participei numa corrida pela primeira vez pós Covid este sábado.

O evento era gratuito, promovido pelo IPDJ, mas só com organizações em Lisboa e no Porto.

Estava um pouco receoso, mas achei bem organizada, sem confusões nem empurrões, com o respeito de todos pelas regras sanitárias. O percurso foi nocturno no Parque da Cidade do Porto.

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Como fui a meio da tarde levantar o dorsal e a t-shirt, aproveitei para turistar pela Foz do Douro.

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Domingo, foi dia de ir a votos.

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publicado às 22:50

Vamos a votos!

25.09.21

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Mais uma vez somos chamados às urnas e eu vou comparecer para exercer o meu direito!

 

Desta vez são as autárquicas, o poder local mais próximo dos cidadãos.

Mais do que partidos, penso que estão em causa projetos e pessoas.

 

Sempre que votei em eleições autárquicas, votei sempre em partidos diferentes entre a Presidência da Câmara e a Assembleia Municipal. Ter um monopólio no poder não é saudável nem contribui para o debate claro de ideias. Amanhã assim conto fazê-lo na minha assembleia de voto.

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publicado às 17:50


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