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Combustíveis - agora que o susto passou

23.04.19

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Já passado o choque da greve dos transportadores de combustíveis, que apanhou todos de "calças nas mãos", muito se discutiu das semelhanças com a Venezuela, o pânico gerado, um novo perfil do sindicalismo (menos político [PCP] e ainda que dirigido por um advogado de Maseratti) e o papel dos partidos políticos.

 

A dependência de Portugal do automóvel (e combustíveis fósseis) dificilmente mudará  nos próximos anos:

 

- as petrolíferas têm um lobby demasiado forte.

São poucas mas MUITO influentes. A maior portuguesa até viagens de políticos a campeonatos de futebol pagam.

 

- Os governos cobram impostos.

Seja pelo IUC, seja no IVA dos combustíveis e outros tantos impostos e impostinhos escondidos no preço. 

 

- Uma grande teia de empresas precisa das receitas das portagens.

São muitas as empresas (inclusivé cotadas) que detêm participações e vão buscar dividendos às concessões das auto estradas e PPP's.

 

- As seguradoras cobram os prémios e o seguro automóvel é obrigatório.

 

- A industria automóvel vale demasiados empregos, comissões e circuito económico para ser desprezada.

 

Posto isto, nos transportes públicos, assistimos cada vez a maior desprezo: greves constantes, muitas supressões e atrasos, uma desconfiança generalizada quanto ao cumprimento do serviço e encerramento contínuo de troços ferroviários no interior do país.

Por outro lado, começam a surgir veículos mais ecológicos e wifi gratuito nos mesmos.

 

Levantaram-se também legitimamente questões sobre a inexistência do oleoduto que ligasse o aeroporto de Lisboa a Aveiras e o seu reduzido custo. Esse oleoduto supriria o recurso (e respetivos custos) a transporte rodoviário e reduziria o susto. Parece uma obra elementar,  mas na semana passada viu-se quem beneficiou até agora da sua inexistência.

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publicado às 18:04

Da Páscoa

22.04.19

A Páscoa significa tradição.

 

Além das amêndoas, costuma-se cobrir a entrada com flores e abrir a porta ao compasso. Beija-se a cruz e repete-se o "Aleluia".

Desde que o meu avô morreu, que a minha avó nunca mais abriu a porta.

 

Porém, manteve-se o costume de visitar a madrinha, levar o ramo e trazer o ramo.

Nisso tenho mais sorte que a minha irmã. Diz o padrinho dela que a partir do momento que começasse a trabalhar acabasse a notinha. E assim foi.

Nisso, a minha madrinha diz que dá o folar ao afilhado até morrer, desde que receba a sua visita.

Esete ano assim foi mais uma vez.

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publicado às 19:13

Turistando pela Lousã - Baloiço e Candal

18.04.19

Depois de Coimbra, o destino foi a Serra da Lousã.

Já tinha visto muitas fotografias, inclusive do baloiço, mas nunca lá tinha ido. Lá perto, foi o pretexto ideal.

A Lousã penso ser dos destinos que mais tem crescido nos últimos anos, pelo menos a avaliar pelas publicações nas redes sociais.

 

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Comecemos pelo baloiço, talvez dos locais mais fotografados em Portugal. Aliás, no trabalho, foi logo o primeiro sítio que me perguntaram se tinha ido. Digo-vos que além de mal sinalizada na serra, o seu acesso é horrível. Um verdadeiro caminho de cabras. Não percebo como é que a Câmara da Lousã não faz mais pelo seu principal ponto turístico!

Enquanto não ajeitarem a estrada, foi a primeira e última vez que me apanharam lá.

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A Serra em geral está cuidada e limpa. No regresso à cidade, paramos na aldeia do Xisto da Serra da Lousã -Candal

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publicado às 18:08

O meu MP4

17.04.19

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Ainda hoje peguei nele para fazer a minha caminhada.

Já tinha falado dele aqui e um MP4 especial.

 

Comprei-o em 2009, com o meu primeiro salário, quando fiz um estágio de Verão remunerado. Tem 10 anos e descobri-o à pouco tempo perdido.  Funciona impecavelmente e as faixas dessa altura continuam intemporais: Red Hot Chili Pepers, Franz Ferdinand (lembro-me logo da queima), U2, Coldplay.

 

Não um "Revenge of 09's", mas dá-me prazer ouvir aquelas músicas naquele MP4 específico. É estranho.

 

Também vos acontece com algum objecto?

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publicado às 18:58

A formação de SQL

16.04.19

Estes últimos dois meses foram mais atarefados. 

 

Estive a frequentar um a formação pós laboral e financiada em informática (SQL, HTML e PHP). Aliás, notou-se que ainda mais ausente aqui do blog.

 

Apesar de ser uma formação muito técnica e de ter uma turma com muitas competências e experiências profissionais diferentes, foi bastante útil pois era uma coisa que desconhecia e que no trabalho, sobretudo com base de dados dá para aplicar.

 

Agora findou a formação e já passou a ter a semana menos bloqueada.

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publicado às 17:47

Do fim de semana

15.04.19

Depois de na 6ª feira ter tratdo da compra do carro novo, no sábado de manhã estive a fazer contas sobre o pagamento. E

Contas para aqui, consultas de rentabilidade para acolá, depois de decidir onde ia mexer, reparei que para levantar Certificados de Aforro, nem todos dá para fazer online.

 

Pior que isso, é preciso ir fisicamente aos CTT e levar o papel da sua subcrição. Felizmente, tenho e encontrei uma capa onde costumo guardar essas coisas. Bolas, já vou ter de faltar a horas de trabalho porcausa disso! e se não encontrasse o papel dourado ?

 

Por outro lado, mobilizei uns depósitos a prazo e ia transferi-los para o banco de onde vou pagar e também não consegui. Queixa-se que não tem cartão matriz ativo, apesar de o ter à minha frente. Lá tenho que ir ao Banco para tratar disso.

 

Apenas um aparte: ao fazer esta análise, reparei que as taxas de juro estão a níveis miseráveis, muito menos. Não há nenhum incentivo à poupança! Tinha um depósito a render 0,1% TANB...

 

À tarde, não consegui ir ao mediador de seguro para fazer a portabilidade. Como é semi-novo quero fazer um reforço das coberturas.

 

À margem do carro, ainda consegui doar sangue. Passaram 3 meses e meio desde a última doação e fui repetir.

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publicado às 18:29

A troca de carro

13.04.19

Este fim de semana, fechei a troca de carro.

 

O meu Clio já estava a entrar na idade do "Condor". Já estava a fazer um barulho ao meter a primeira e na portada frente. Dentro de pouco tempo, ia ser mais um estouro para os pneus e para a correia de distribuição. Entre estar a gastar dinheiro num velho em repara-lo ou comprar um novo, preferi comprar um novo.

 

A opção foi, desde o início, um semi-novo, dar o meu à retoma e num stand oficial.

 

Já tinha visto uns no Natal, mas, dados os preços, preferi aguardar mais um pouco e poupar mais algum dinheiro.

No sábado passado, tinha andado a ver alguns carros e pedido algumas avaliações, sendo que já tinha um modelo em mente. Durante a semana, fui visitar mais dois stands para avaliar o preço. Ontem, fui ao stand inicial para fazer o teste drive e os meus pais avaliarem o carro que o vendedor tinha sugerido. 

 

Como era uma boa oportunidade, o do sábado anterior que tinha gostado, já tinha sido vendido! Estivemos a ver modelos semelhantes e consegui ainda um preço melhor, mas sem alguns extra. A retoma deu um bom preço e o stand fez um bom arredondamento por defeito para o número redondo. :)

 

Um bom negócio para o carro que é. Negócio fechado na 6ª feira. Agora, tratar do pagamento, do seguro e afins.

 

P.S.: Nos semi novos, há boas oportunidades que "fogem", mas optei pela prudência e consultei 3 stands oficiais, quer para preço quer para retoma.

Um no Porto, outro no concessionário do Minho e outro em Santa Maria da Feira. Perante o mesmo modelo, quilometragem e antiguidade semelhante, havia diferença de preço. Conseguem adivinhar qual era o mais caro? O do Porto e  talvez seja o maior grupo de venda automóvel em Portugal. Ou seja, percebi que na periferia os preços são baixos.

Quanto à retoma, o preço que me deram era um pouquito abaixo ao do OLX para as mesmas carateristicas. Não valia a pena o trabalho. Dei à troca diretamente.

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publicado às 14:18

Turistando por Coimbra

10.04.19

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"Coimbra é tradição" diz a canção.

 

Já lá não ia desde uma visita de estudo no 9º ano (2003). 

15 anos depois, as memórias que tinha, foram reavivadas.

A cidade não mudou nada. Uma cidade velha, completamente presa na tradição e no tempo. Sem uma grua, sem uma obra, os prédios e as cores de sempre.

Se hoje em dia se discute as renovações e a reabilitação urbana, Coimbra não tem essa questão. Falta de interessados? Falta de massa crítica? As pessoas que conheço e que lá estudaram, nenhuma delas lá ficou. Fez o seu curso e depois regressou logo.

 

Esse cheiro a mofo da cidade, nota-se no espírito empresarial. Porque razão uma universidade tão conceituada não consegue fixar nem trazer multinacionais? Porque razão Braga, Aveiro e Guimarães têm muito mais start-ups e empresas que Coimbra?

De cabeça, a exceção é a Critical Software e vá, a Efapel.

 

Mas vamos à parte boa da cidade e o "meu" roteiro.

 

Sábado

Chegamos já tardito, ao fim da tarde, aproveitando um voucher de um hotel. Sem escolhermos, ficamos com um quarto virado para o Mondego. 

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Depois de termos deixado lá as coisas, fomos a pé ao centro histórico/Baixa.

Eram umas 19h e para cortar caminho fomos por umas ruas medievais. Fez-me lembrar Barcelona. 

Chegamos à Praça do Comércio. Ampla, demos logo com uma igreja. 

 

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Subimos e chegamos à rua pedonal larga - Rua Ferreira Borges. A rua do comércio local. 

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Uma caminhada até ao rio Mondego e demos com um belo pôr do sol sobre o rio.

Demos meia volta e comemos uns docinhos na Pastelaria Briosa. Chamou a atenção, estarem muitos turistas estrangeiros (lá está - muita gente de passagem ...).

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Demos meia volta e fizemos o percurso inverso rumo à Igreja de Santa Cruz onde está sepultado D. Afonso Henriques.

Já estava fechada, mas a zona está cuidada.

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De seguida, subimos em direção ao Jardim das Sereias.

Nos Jardins da Praça da República, andava pouca gente na rua, mesmo sendo um sábado à noite. Tentamos os elevadores que ligam a parte baixa da cidade à alta, na zona do mercado,  mas estavam avariados e tivemos que dar a volta a pé para chegar à Sé Velha. Nessa Avenida, há muitos restaurantes mais alternativos. 

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Descemos novamente até Rua Ferreira Borges e no caminho descobrem-se uns arcos muito interessantes.

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Domingo

O Domingo de manhã foi reservado para a Universidade e Jardim Botânico. Do que me lembrava há quinze atrás, mantém-se igual.

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Tirar estas fotos junto da Universidade não foi fácil. Havia muitas excursões, fotos de grupos e até uma sessão fotográfica de uma finalista.

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Depois de visitado o terreiro da Universidade, fui ao Jardim Botânico. Era um ponto que queria mesmo ir.

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A meio da manhã, partimos para a Quinta das Lágrimas, do outro lado do rio.

No caminho, passou-se pelo Estádio Cidade de Coimbra, e essa pareceu ser a zona residencial da cidade. Moderna, com prédios e onde os serviços parecem estar mais concentrados. Tal veio reforçar o que tinha achado na véspera: o centro histórico ficou para turista fotografar. Depois de passar a Ponte de Santa Clara, reparei que apesar do domingo solarengo nos jardins à beira do Mondego não andava quase ninguém nem a correr nem a passear.

Na Quinta das Lágrimas, o acesso é pago (2.50 €)

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Lá perto, é o Portugal dos Pequenitos, mas esse tem mais piada com crianças.

De seguida, fomos à Serra da Lousã, mas essas fotos ficam para outro post.

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publicado às 16:29

Millennials

09.04.19

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Hoje em dia, usa-se uma expressão para designar a geração entre os 20 e os 35 anos, que é "Millennials". 

Muito se fala sobre ela, mas penso que é uma faixa etária demasiado grande para estar numa categoria, se é que faz sentido uma "categoria"

Existem caracteristicas em comum nesta faixa etária: o online, as ferramentas informáticas, a mudança e a desmaterialização da vida. 

 

Mas existe uma diferença entre a geração que está a sair agora da Universidade e a geração que já está a trabalhar há alguns anitos: a exposição à crise de 2010-2014.

 

Daquilo que vejo na minha empresa e noutras, existe uma diferença grande na atitude  entre os que começaram a trabalhar antes e depois de 2015, além das personalidades das pessoas.

 

Lembrei-me disto porque vi que a capa da Exame fala sobre os Millennials generalizados e não me parece uma abordagem muito coerente. A revista até fala de "mitos". Nem sei que idade tem o jornalista que usou uma expressão tão forte, mas estamos a falar de pessoas, muitas pessoas e não seres extraterrestres. 

 

De qualquer das formas, quero ler o artigo, ou na biblioteca ou no supermercado, porque 4,60 € é muito caro :)

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publicado às 17:20

Pedir solidariedade com publicidade

07.04.19

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O Estado dá a possibilidade de escolhermos a instituição de solidariedade social a quem queremos doar os 0.5% de IRS (esta doação é feita de qualquer das formas. Se não for o contribuinte, será o Estado a distribuir em bolo).

 

Mas faz-me um bocado de confusão que estas instituições que vêm reclamar a nossa caridade gastem rios de dinheiro em publicidade em jornais.

Na 5ª feira vi esta instituição que pagou publicidade em meia página de jornal, e logo na secção de desporto.

Parece uma pescadinha de rabo na boca ... não me faz sentido.

 

Todas as que vejo em publicidade, estão logo excluídas da minha escolha. 

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publicado às 10:59


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