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Tipo de consumidor

31.08.19

Estes dias, numa conversa, falava-se sobre compras e lembrei-me das fotos de loucura esta semana em Espanha com a abertura de uma loja chinesa.

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Considero-me uma pessoa poupada, mas não "unhas de fome"...

Este ano ao nível de roupa só comprei umas calças e uma camisa. Já passaram 8 meses e não comprei mais nada. Ando a adiar umas compras de material desportivo e confio nas prendas de aniversário/Natal de familiares.

 

No dia-a-dia, compro pouca coisa online. Volta e meia uma chinesisses no aliexpress, mas coisas pequena e pouco devido ao risco.

 

Na alimentação, inconscientemente no último ano tenho optado menos pelo fator preço ou promoção, mas mais por coisas mais saudáveis ou biológicas e sobretudo por reduzir.

 

Continuo a variar de marcas, porque tenho algum receio que ao comer sempre a mesma, possa ser prejudicial à saúde. Isto na medida em que, pode haver alguma compenente que seja alérgica ou seja mal controlado. Variedade nunca faz mal a ninguém e é boa prática.  No entanto, tenho porcurado cada vez mais pela gama "biológica".

Quando a diferença de preço é elevado, não opto, mas quando são centimos ou mais 1 euro, levo sempre a opção com menos químicos. O último azeite que comprei é "bio". A aveia é "bio" (só há do Lidl e Continente). A fruta tendo sempre ao "bio".

Até nos iogurtes, já comprei uns bio do Lidl e esta semana comprei uns do Jumbo cujo preço é quase o mesmo dos normais.

 

Acho que estou cada vez mais sensível às questões ambientais e de saúde e a reduzir os resíduos. Acontece-vos o mesmo?

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publicado às 18:36

Breves do Último: canais de televisão e fim de semana

29.08.19

Ainda não postei sobre isto, mas já o queria fazer há algum tempo.

 

- Foi lançado (mais) um canal de desporto. Patrocinado pela Federação Portuguesa de Futebol promete seguir os campeonatos amadores e o desporto no feminino. Parece-me muito bem, mas  tenho uma crítica a fazer. Toda a sua redação e edição está em Lisboa. Este centralismo é assustador. Os media estão todos em Lisboa, com dúzia de jornalistas no Porto e dois ou três em Coimbra e no Algarve. Não me parece nada bem!

(Valha-nos o Jornal de Notícias e o Porto Canal)

 

- Este ano vou tirar em férias em Setembro. Pela primeira vez não vou tirar em Agosto. Com este tempo manhoso, ainda vou apanhar bastante calor.

 

- No fim de semana, no domingo fui com o meu pai a Espinho à tarde. Atravessei a nova ponte pedonal. Partilho um vídeo e fotos que tirei :)

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publicado às 17:58

Os WC, as prioridades e as teias de aranha

27.08.19

Quando penso nos problemas do ensino, penso nos currículos desajustados (em tempo e necessidades), a insolência e desrespeito de pais e alunos perante professores e funcionários, as más condições das escolas, as colocações e desemprego dos professores, mas nunca me ocorreu  a questão dos balneários para o transgénero.

 

São cerca de 200 crianças nessa situação e é um assunto  que tem de ser analisado pelas escolas, como já o é. Mas parece-me uma nuvem reveladora de duas coisas: o negrume e exagero que vai nalgumas mentes e o perigo das fake news

 

Será que esse um dos problemas para a classe política discutir? E até o elitista Rui Rio, que nem faz oposição nem fala sobre nada, perdeu os seus preciosos minutos a falar?

 

A sério que não percebo esta dispersão e exagero na discussão! É Verão mas revela muito da classe política portuguesa.

Ah, sobre as nomeações familiares já ninguém fala. Haja paciência!

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publicado às 17:35

Um bem que é de todos

25.08.19

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Esta semana foi impossível ficar indiferente aos incêndios na Amazónia.

Ao contrário do que o presidente Bolsonaro diz, o problema não é só do Brasil. É do mundo todo! 

 

Daí que os líderes mundiais finalmente tomaram uma atitude. O Brasil precisa das grandes economias para escoar a sua produção animal (também ela muito poluente e consumidora dos recursos destruídos na floresta) e com a ameaça de sanções comerciais, lá resolveu enviar o seu exército.

 

Agora, Donald Trump tem uma oportunidade de mostrar ao mundo e aos seus eleitores (as eleições no EUA estão aí) que tem preocupação ambiental, redimir-se de algumas políticas negativas e pôr juízo em Bolsonaro. Já que o presidente dos Brasil admira tanto o americano e os filhos até são amigos, Trump pode ter um papel decisivo na gestão dos incêndios.

 

Fala-se num possível boicote à carne brasileira.

Quando compro carne, já opto por carne branca e costumo de ter cuidado de ao verificar a data de validade, verificar também a origem. Evito sempre a origem sul-americana precisamente por saber do impacto ambiental. Evito também carne suína de origem portuguesa, que são um grande foco de poluição, por exemplo, na Ribeira dos Milagres em Leiria.

 

Em tempos critiquei publicamente e mandei um email para o apoio ao cliente da marca "Cem por Cento" por usar óleo de palma não sustentável nos seus produtos ditos "saudáveis"

 

Sendo assim, esperamos que Bolsonaro cuide deste bem mundial e que os incêndios acabem.

 

P.S.: Parece que a fotografia da macaca com o seu macaquito ao colo afinal não é da Amazónia mas da Índia. Eis o perigo das redes sociais, das fake news e de se confundir intencionalmente as pessoas, dando força aos perigos que aí andem.

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publicado às 15:06

Vale a pena comprar livros?

20.08.19

Já me coloquei a mim mesmo esta pergunta.

 

Atualmente estou a ler os contos incoporados nos "Serões da Província" de Júlio Dinis num livro perdido aqui em casa. Ainda é do tempo de solteira da ... minha mãe. Enquanto o lia na praia, dei por mim a pensar: há quanto tempo não compro um ,livro?

 

A verdade é que já não compro um livro há muito tempo. Nos últimos dois/três anos, os livros que li ou foram emprestados ou aluguei-os na biblioteca. A razão é simples: muitas vezes gastamos 10 a 20 euros num livro e depois de o lermos, deixamo-los na prateleira a ganhar a pó. Não pegamos mais neles! Uns anos mais tarde pomo-nos a pensar o que fazer com eles ...

 

Oferecer no Natal é sempre uma boa opção. Quantos de nós já releu um livro? Ou é algum que nos marca mesmo muito, ou nunca mais pegamos nele.

 

Daí que ultimamente alugue na biblioteca municipal. Claro que nos temos que sujeitar às limitações de escolha e aos tempos de devolução, mas a reutilização do livros fica garantida. Além de que é gratuito. Quando ficar muito marcado por algum, há sempre a opção de o comprarmos.

 

Claro que esta opção levanta questões como a sobrevivência da industria livreira, mas sobre isso respondo com o preço elevado de um livro que mais que paga o autor, o papel e os custos de distribuição.

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publicado às 18:32

Trilho Braga - São Bento da Porta Aberta (a pé)

17.08.19

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Esta foi das experiências da minha vida que não vou esquecer.

Por razões pessoais queria tê-la feito no ano passado, mas não se proporcionou. Fui de carro em Dezembro, mas quando ouvi falar da nova peregrinação no ginásio, nem pensei duas vezes. Disse logo que queria e juntei-me ao grupo.

 

Assim, dia 14, vespera do feriado, foi a data escolhida pelos organizadores para a ida ao São Bento da Porta Aberta a pé.

 

A partida foi às 23 horas na estação dos comboios de Braga. A noite estava quente, o que se tornou muito exequivel. O percurso seriam 37 km e duraria 9 horas.

Estação de Braga.PNG

O nosso percurso começou na estação de Braga (fomos de comboio até lá), seguimos pelo quartel da cidade e fomos até Adaúfe pela estrada romana. Talvez por ser de há vários séculos, não há ponta de luz. Em Adaúfe, decorriam as festas locais com direito a ouvirmos um pouco de uma cantada ao desafio. De lá seguimos até à primeira paragem para descansar e comer, até à Ponte do Porto que passa o Rio Cávado. 10 quilómetros e duas horas estavam decorridos.

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Partimos por meio de caminhos rurais e aldeias. Nem sempre com luz, uma subiditas nada de especial até à Capela de Goães. Uma paragem rápida e mais 10 quilómetros.

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Seguiu-se a parte mais perigosa. Por uma Estrada Nacional cruzamo-nos com um grupo de Ofir, mas não há qualquer passeio. Um perigo! Já eram 3 da manhã e havia poucos carros. Metemo-nos por dentro até ao Rebentaço.

 

Faço uma pausa no relato porque aqui começa a parte mais complicada do percurso. O nome não engana, é mesmo para rebentar. O "Rebentaço" é uma subida íngreme, interminável, em que o piso é o da calçada romana (gumos) e rodeada de árvores. Sem ponta de luz, trepar, trepar, trepar. No cimo, vem outra subida com várias capelas cujo nome é Calvário e chegamos ao recinto da Nossa Senhora da Abadia. Eram 5h00 e aproveitamos para ir ao WC, descansar e comer.  Lá decorriam festas e muitos grupos também tinham optado por aquele percurso porque estava muita gente.

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A partir daí veio o pior: a subida e descida monte que acabaria no São Bento. 2 horas - uma a subir, outra a descer.

 

Saindo da abadia, metemo-nos por um trilho (pela primeira vez com placas a indicar o caminho). Sempre a trepar montanha acima. Começava o dia a clarear e as pernas a penar. Pelas pedras, subia, subia, subia. Com o escuro, não havia visibilidade para ter vertigens.

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Chegado ao alto do formigueiro, o dia começar o sol despertou. Por fim, a descida. Agora veio a pior parte de todo o percurso. 

 

A descida é aos "S" através de estradões, com um declive acentuado e escorregadio. A pressão que faz nos joelhos é muito grande e custou um pouco pela extensão e inclinação. A coisa boa foram as vistas sobre o Rio Caldo e o próprio Santuário.

 

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7h44m. Finalmente chegamos!

Alongamentos, descansar, beber água e ida à Igreja.

 

Peregrinação feita. Dever cumprido.

 

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Depois de a fazer e dois dias depois, estou bem. O facto de fazer exercício físico, caminhadas e corridas (claro em muito menor distâncias) foram fundamentais. Os alongamentos no fim ajudaram a que não sinta dores nem espalmado, embora cansado claro. Já tenho o sono em dia. A parte pior são os últimos 10 km entre o Rebetanço - subida do monte e descida do monte. Se as subidas requerem mais esforço, a descida provoca impacto nos joelhos. Foi cansativo, mas não sei se irei repetir.

 

Este tipo de peregrinações têm de ser feitas em grupo. Não só pelo perigo (estrada, monte, caminhos isolados), mas sobretudo pela motivação e para puxarmos uns pelos outros.

 

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Tem também de ser feito à noite devido ao calor e de lanterna. Muito mal sinalizado, muitas estradas sem qualquer proteção ao peregrino. Sobre a roupa, o colete refletor é obrigatório. Levei o do carro.

 

Por baixo levei uma t-shirt de algodão também branca. Só tive frio quando paramos na Abadia, onde vesti um corta vento (o dos chineses) mas passado 5 minutos tirei-o. As sapatilhas levei umas confortáveis que costumo levar nas férias para as cidades e as meias as Calzedonia Sport. Nem uma bolha! Tenho de tirar o chapéu à marca italiana.

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Descobri neste site que alguém fez o percurso durante o dia. Ver aqui - tem fotos tiradas durante o dia.

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publicado às 13:49

Do fim de semana

12.08.19

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Este fim de semana foi calmo. Depois de uma semana complicada no trabalho, precisava de descansar. No sábado com o tempo ainda nublado fiquei por casa.

 

Domingo de manhã fui dar a minha corrida. Desta vez fui sozinho. Consegui cumprir os 10 km e mantive o ritmo habitual. Numa das pausas à sombra, tirei esta foto na praia da Granja. Junto à linha do comboio, esta sombra é pedonal. Já merecia um arranjo. Desde que me conheço que está neste estado.

Depois passei pelo supermercado. Comprei uma garrafa de sumo natural e reparei que o do Pingo Doce é feito de maçã de Alcobaça (possivelmente pela rejeitada), evitando o desperdício e sem açucares adicionados. Reparei também que o preço dos kiwis andam pela hora da morte. 0,50 € cada kiwi. Pelo caminho passei também por uma gasolineira que estava "normal".

 

À tarde, aproveitei para ler.

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publicado às 18:40

Sobre a crise dos combustíveis

10.08.19

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Desta vez, o povo não foi apanhado com as calças na mão.

Durante a semana, presenciei filas, até porque na 4ª tive de abastecer. Tentei o Jumbo, mas às 22h30 havia uma fila grandita e tentei o Eleclerc onde estavam apenas 4 carros à minha frente.

 

Com o alarmismo, as pessoas abasteceram com antecedência e em grandes quantidades. O preço deixou de ser relevante. A prioridade foi garantir o produto. Por essa razão, quem encheu os bolsos (mesmo os xicos espertos que se aproveitam para aumentar os preços) foram as gasolineiras. Além de escoarem stock como nunca, com a margem que querem, ainda irão beneficiar de eventuais descontos de quantidade das petrolíferas, melhorando a sua margem.

À pigadeira dos últimos dias (€€€) lucrou também o Estado com os impostos cobrados, além de todo o comércio porque sem sol, o pessoal meteu-se nos shoppings.

 

Quanto à greve, é um direito que os trabalhadores tem e represente um novo paradigma: os velhos sindicatos (afetos ao CDU) estão a ser ultrapassadas por estas novas formas de luta. 

 

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publicado às 15:58

Roupa usada

07.08.19

Volta e meia quando vamos destralhar temos sempre dúvidas sobre o que fazer com a roupa que já não usamos. Às vezes até acontece encontrarmos perdida alguma peça que já não nos lembrávamos que tínhamos.

 

Este fim de semana, queria um t-shirt e ao procurá-la na gaveta, apercebi-me que tenho alguma roupa que já não uso ou porque não me esqueci que ela existe, ou porque não gosto, ou já deixou de servir ou já está rompida.

 

Sou sincero, não me sinto muito confortável em estar a colocar para doação em contentores roupa completamente rompida porque não vai servir a mais ninguém. Se as t-shirts, ainda dão para panos da louça, quanto ao resto pesquisei e vi que há pelo menos duas multinacionais de roupa que acolhem roupa usada para a economia circular. Em troca, dão um desconto ao cliente. 

 

Parece-me uma boa solução numa altura em que se fala tanto de reutilizar, reciclar e reduzir, que algumas marcas já tenham isso em conta.

 

Vi esta checklist no site de uma dessas marcas.

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Já alguém experimentou? Recomendam alguma coisa diferente?

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publicado às 19:13

As férias e a segurança

05.08.19

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Todos os Verões, vem a mesma recomendação da PSP.

 

Hoje em dia, o que acontece nas nossas vidas está espelhado nas redes sociais, sobretudo no Instagram. Aliás para muita gente só acontece se estiver documentado nas stories ou no feed. Como estamos cada vez mais dependentes das tecnologias e apps, deveríamos aproveitar as férias também para fazer o detox tecnológico.

 

Ah, mas assim ninguém saberia a praia onde estivemos, o que comemos e com quem estivemos. Contra mim falo, naturalmente.

 

É incrível a quantidade de app's que temos no telemóvel. Estou a olhar para o meu. Tenho o Facebook, Instragram, Cartão Continente, Strava (são as que mais uso),  Sodexo, MacDonalds, Minipreço, Whatapp e o MBWay.  Tenho ainda o email e uma aplicação que já vinha instalada no telemóvel que conta o nº de passos. Refletindo em concreto sobre esta, é incrível a necessidade que esta cria no utilizador. Porque "cria" mesmo a necessidade de andarmos sempre de telemóvel! Diz-se que devemos dar 10.000 passos diários mas para saber se demos, implica andar sempre com ele.

 

Ainda assim, temos de seguir o conselho acima porque a ocasião faz o ladrão.

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publicado às 18:58

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