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Bacalhôa Buddha Eden

31.07.20

O Bacalhôa Buddha Eden é um parque oriental que fica no concelho do Bombarral.

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Sou sincero, tinha enorme curiosidade em conhecê-lo e foi uma das maiores motivações para passar uns dias no Centro do Portugal. Já tinha visto imensas fotos nas redes sociais e descrições bastantes elogiosas em blogs. Não me arrependi!

Acreditem vale mesmo a pena!

O parque fica no Bombarral e o acesso desde a saída da Auto Estrada é curto e bem sinalizado. Tem um amplo parque de estacionamento (sem sombra e em saibro). A entrada custa 5 € e é nos dado um mapa. Quem quiser pode adquirir um bilhete extra para o comboio por + 4 €. Na minha opinião não vale a pena. O parque é bem mais giro a pé.

 

Dá vontade de fotografar tudo!

 

Existem 3 grandes áreas:

- a área da escadaria e dos Buddhas dourados (nas partes laterais tem árvores que dão sombras com pequenas esculturas, onde encontramos alguns com moedas lá pregadas)

- a área da savana africana - uma homenagem a África onde as esculturas são animais. Está um efeito muito giro com a simulação de uma savana, um lago e palmeiras

- a área do jardim do Eden e dos soldados azuis com muitas palmeiras

 

Ao longo do circuito, existem inúmeras estátuas de Buddha, ladeadas por lagos e jardins extremamente bem cuidados.

O objetivo foi  da criação deste parque foi um protesto contra destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras-primas do período tardio da Arte de Gandhara.

 

Passasse-se aqui uma bela manhã a contemplar tantas e bonitas obras de artes numa homenagem à escultura.

A título de curiosidade este jardim é propriedade de ... Joe Berardo. Mas mais do que arte, está aqui um motor turístico que coloca Bombarral na mapa.

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À saída, é possível comprar vinhos das adegas "Bacalhoa" do mesmo proprietário.

Uma nota, o único ponto de melhoria: deveria ser possível adquirir os bilhetes online. Apesar de não ter encontrado filas, em tempos de COVID é mais seguro.

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publicado às 17:47

Aldeia típica José Franco

29.07.20

No caminho para Ericeira, pela Estrada Nacional e logo à saída da cidade (freguesia do Sobreiro), deparamo-nos com um mini "cluster" da olaria.

 

A aldeia típica José Franco  (ou aldeia-presépio de Mafra) é aberta ao público, onde se receria uma aldeia através de peças de barro e objetos da nossa memória coletiva do antigamente.

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Assim, à pequena escala encontramos a casa do cão, a casa das pombas, a casa do boticário, a casa do sapateiro, a escola primária, a adega, a mercearia, a capela, etc. Tudo com base em peças de barros e objetos antigos restaurados (e que muitos ainda existem nas casas dos mais antigos).

Sentimos ali um regresso no tempo a meados do século XX, na era onde os nossos avós viveram e quando não havia internet.

 

O presépio não podia deixar de faltar.

O "insta point" é mesmo moínho junto à entrada da Estrada. Com as pás ao sabor do movimento do vento, conseguimos ver como funcionavam.

O acesso é gratuito e lá dentro é possível comprar o pão com chouriço caseiro.

PS: Além da Marta, a ImSilva também é desta zona 

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publicado às 15:38

Turistar por Mafra, Ericeira e Foz do Lizandro

26.07.20

O primeiro dia ficou com a Praia de Mira e Leiria. 

O Segundo dia coube à Ericeira com dormida em Mafra.

 

Ericeira

A Ericeira é um vila conhecida pelo surf. Não conhecia e aproveitei este Verão "interno" para a conhecer.

Os acessos são muito bons, pois tem auto estrada direta até lá.

Vou ser honesto: imaginava que a Ericeira fosse da dimensão da Zambujeira do Mar ou Porto Côvo. Enganei-me. É uma vila grande, bem extensa. 

Ericeira é uma vila muito pitoresca. Na zona junto à praia, não existem prédios, as ruas são pedonais na sua maioria, com muitos restaurantes, lojas de surf e temáticas. Muito giro, vale mesma a pena. 

 

 

A vila fica no alto da arriba, ficando as praias no fundo das falésias. Fui para a praia do Sul, sendo o areal muito pequeno. Apesar de não haver confusão, imagino que noutros tempos a praia ficaria lotada com facilidade.

Por lá passou-se um dia.

E, claro, depois de lá estar, provou-se os Ouriços :)

 

 

Mafra

Terra da nossa colega Marta. Também foi a primeira vez que lá fui e claro que o ponto de interesse foi o Convento.

A cidade é bastante pequena e está desenvolvido à volta da parte da frente da obra. A entrada na Igreja é gratuita, sendo paga a entrada no Palácio. Só lá estando se percebe a enorme dimensão do mesmo. Uma construção a "sério". Por fora, é possível reparar que a caixilharia está a precisar de manutenção.

Depois de lá estar, teve de se provar os "Fradinhos", os bolinhos de Mafra. 

Era para ir à Tapada de Mafra, mas os dias de calor e o feedback negativo do TripAdvisor quanto à visita sem ser no comboio turístico (suspenso devido ao COVID) fizeram-me desistir. Ficará para uma próxima.

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Foz do Lizandro

 

Uma tarde passada nesta bela praia, com rio, mar e surfistas. Apesar do calor, chegamos cedo. O areal é muito extenso, limpo e quer a praia fluvial quer a marítima têm bandeira azul. 

Optei pela praia marítima. A temperatura da água do rio, bem como o facto de estar parada e da foz estar seca, fizeram-me pensar duas vezes.

A praia marítima é top!

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(continua)

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publicado às 15:31

Turistando pela Praia de Mira e Leiria

22.07.20

Vou partilhar um pouco do percurso que fiz este mês centro de Portugal.

Com o vírus à solta,  não dá para fazer grandes planos, por isso planeei tudo com uma antecedência de duas semanas. Como se previa calor, escolhi sítios com praia, mas não queria zonas concorridas como o Algarve e Costa Vicentina. O Norte já conhecia por isso, a escolha foi natural: o Centro.

 

Três impressões:

- Reservar diretamente nos hoteis (no site, mail ou telefone). A maioira faz preços mais baixos comparado com as plataformas.

- Pouca gente a turistar. Não há turistas estrangeiros, nem imigrantes, ...

- Cada cidade tem os seus bolos típicos  uma tentação...

 

Praia de Mira

Foi a primeira paragem.

Mira pertence ao Distrito de Coimbra e é uma cidade que tem duas áreas bem distintas. A dos serviços e a da praia, separada por uma barreira florestal.

O encanto de Mira está na sua barrinha. Um amplo espelho de água, natural, sobre a qual estão dispostas as vistas, com as tipícas lojas de toalhas e brinquedos de praia a colorir a paisagem . É possível contorná-la através dos passadiços que têm sombra, ou fazê-la de gaivota. 

 

 

Do outro lado da estrada fica a praia. A marginal presenteia-nos com inúmeros mastros com as bandeiras azuis com as quais a praia foi galardoada ao longo dos anos. Não é comum vermos estas exposições.

Almocei por lá e nessa tarde estava vento, com a típica "nortada". Não deu para aproveitar grande coisa...

Notei uma cidade muito despida de gente em pleno Julho, com muitos apartamentos abandonados/fechados. Efeitos do COVID e da retração dos veraneantes em sítios de praia.

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Leiria

Leiria é daqueles cidades que se passa na auto-estrada, onde nunca tinha parado e por isso desconhecia por completo. Não foi muito fácil chegar ao "centro" da cidade e não é fácil estacionar. 

A cidade é banhada pelo Rio Liz. Tem um corredor de grandes plátanos paralelos à margem a criar sombra permitindo passear, correr e aproveitar o bom tempo. Bem idealizada a plantação. 

 

Na praça central, além de um jardim muito florido - Jardim Luís de Camões - damos com um letreiro com o nome da cidade. Porém, não há uma única árvore na praça, torrando-se ali em dia de calor...

Uma volta pela zona medieval, mostra uma outra cidade com pequenas praças interiores, ruas estreitas, arte urbana e que merecem um bom passeio. Da cidade, realço também o Castelo lá no alto. Parece que está sempre a olhar para nós, pois onde quer que estejamos os nossos olhos cruzam-se sempre com ele lá no alto da colina.

 

Ir a Leiria, implicou provar as Brisas do Liz :)

No passeio, cruzei-me também com um edificio da "Empresa Leiriense de Moagens" bastante imponente, restaurado e que foi reaproveitado para apartamentos. Cá está um bom exemplo.

 

Fátima

Depois de conhecer e dormir em Leiria, uma paragem em Fátima foi obrigatória. Fiquei muito surpreendido com tão poucos peregrinos. Nunca tinha Fátima assim e  muito menos em Julho. Não havia excursões, nem turistas, nem imigrantes.  Um santuário deserto. Aqui sim, notou-se realmente o efeito COVID.

 

(continua)

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publicado às 15:20

Perguntas sem resposta

19.07.20

Nestas últimas horas fiquei chocado com 5 coisas:

 

i) a carbonização de animais vivos num canil ilegal em Santo Tirso.

 

Não é nova a história do canil ilegal da Serra da Agrela, da alegada negligência e perseguição a quem ousa denunciar.

Sábado à noite deu-se uma tragédia e todos agora lavam as mãos. Espero honestamente que a vida daqueles desgraçados animais sirva para melhorar as leis, se evitem novos casos destes e haja culpados punidos para o que aconteceu. Todos falharam e devem ser punidos (não esquecer o incendiário).

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ii) As acusações à gestão do CIVD no lar de Reguengos de Monsaraz

Já aqui critiquei a negligência que há nas regras e na fiscalização dos maus tratos a idosos.

Lê-se  que no lar da Santa Casa da Misericórdia de Reguengos:

"medidas tomadas em cima do joelho. Era tudo muito atabalhoado, havia 60 pessoas infetadas no primeiro andar do lar, com quase 40 graus lá fora e condições de climatização muito más.  Os circuitos de circulação foram implementados pelo pneumologista das forças armadas, faltava medicação que os doentes necessitavam não havia condições para dar assistência. Mais do que cuidados médicos, faltavam cuidados básicos." Acusações gravíssimas. Haverá punições? Serão levados os responsáveis à Justiça? 

Coitado de quem foi...

 

iii)  Idosa com Alzheimer mordida por ratazana no lar da SCM de Montargil

Mais um caso numa "Santa Casa" de negligência e maus tratos. Ratos a morder idosos? Numa Santa Casa?

A própria instituição confirma.

Ao que nós chegamos?

Haverá culpados na barra do tribunal?

 

iv) Acusação a Ricardo Salgado

A acusação é muito grave e choca pelo facto de movimentar tanto tráfico de influência nos mais altos cargos da nação e os milhões envolvidos. À justiça o seu trabalho, mas o sentimento de impunidade e de ser dono disto tudo e "faço o que quero" temd e acabar.

 

v) os incêndios voltaram

Que praga no nosso país!! Sempre os incêndios. Nada muda. Sempre os mesmos sítios e as mesmas suspeitas. 

Ainda bem que MRS teve a decência de aparecer no funeral do bombeiro morto de Miranda do Corvo.. Se Pedro Lima teve direito à sua presença e diretos nas tv's, este também teve.

O que também não muda são os acidentes nas cascatas do Gerês. Continuo sem perceber a ausência de proteção nas mesmas pelas autoridades competentes. Umas escadas ou corrimões resolveriam o problema.

 

Sobre a TAP, lá vão os milhões do nosso bolso. Na TV e futebol, também tempos movimentados (€€€) a alimentar os fait divers.

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publicado às 18:34

Vamos experimentar um tapa sol no carro

11.07.20

Esta semana acompanhei pouco a atualidade.

Ouvi por aí que há um escândalo em torno da nomeação de Rita Rato (do PCP) para um cargo público de direção de um Museu sem reunir as condições mínimas de elegibilidade no concurso levado para o efeito. Mais uma vez há falta de transparência nas explicações e mesmo que tenha sido o melhor perfil dentro das candidaturas,  fica a sensação de "cunhas" e favores políticos. Há ruído que pode ser injusto. Porquê tanto opacidade?

 

Regressou o calor e em dia de trovoada seca, a água do mar aqui no Norte estava estranhamente muito boa!

praia.PNG

Nos próximos dias estarei ausente. Vou passar uns dias em Portugal e procurei escolher pequenas praias longe de multidões, optando igualmente por hotéis mais pequenos, mas sempre com o selo "clean & safe"

Na pesquisa de alojamentos, concluí em quase todos os hotéis (finalmente) decidiram colocar um preço mais baixo na marcação direta (via hotel ou site próprio) do que pelas plataformas. Assim, se quiserem poupar uns euros, optem por esta via.

 

Por fim, hoje no supermercado, deixei-me levar pela compra de impulso. Junto às caixas tinha um destes "tapa-sois" - não sei se assim que se chama  para colocar nos vidros dos carros a um preço acessível. Dizia ser Made in Portugal e de plástico reciclado Trouxe um.

Também têm no vosso carro? Que tal é eficaz?

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publicado às 21:28

As dúvidas em relação à TAP

05.07.20

A330-900neov2.png

 

Quando oiço o valor astronómico que o Estado pretende injetar na TAP até me arrepiam os pêlos do meu corpo.

Porquê?

 

Primeiro, pelo valor em si (1,2 mil milhões no mínimo).

 

Segundo, pelas dúvidas quanto eficácia da ajuda. Se fosse algo temporário e com perspectivas de rentabilidade ou não prejuízo no curto/médio prazo era uma coisa, mas não é. A TAP é um buraco sem fundo. Sempre foi e vai ser.

Pelos valores em causa, há sérias dúvidas se vale a pena o investimento

 

Terceiro, sendo uma empresa pública a qualidade dos "gestores" deixa sempre dúvida se estão lá pela competência ou para encher a conta bancária de alguns com as "senhas de presença".

 

Quarto, porque há dúvidas na estratégia "nacional" e "regional" da TAP.

 

Quinto porque há setores como a Saúde, a ferrovia com fortes constrangimentos orçamentais e desigualdade social, não sendo justo nem racional esbanjar dinheiro numa companhia aérea e deixar bens essenciais sem financiamento.

 

Sexto porque me lembro de há uns anos, um Primeiro Ministro que escorraçou talentos nacionais para a emigração e que chamou a população que representava de "piegas", nos ter feito um "brutal aumento de impostos" e nos ter sacado 50% do nosso salário.

 

Ah, agora já não temos o CR7 das Finanças Públicas.

 

PS: Muitos vezes critico a centralização existente em Portugal, mas hoje elogio a criação do Centro de Arte Contemporânea em Coimbra inaugurada ontem. Lá constam as obras de arte que o Estado comprou ao antigo BPN. E Coimbra bem que precisa de um abanão.

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publicado às 21:47

Breves do Último

02.07.20

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- Hotéis

Um conselho para quem vai marcar hotéis nos próximos dias: contactem diretamente o hotel ou reservem através do site.
A maioria faz um preço mais baixo ao cliente - "melhor preço garantido" porque poupa a comissão das plataformas.
Pelo menos em Portugal, a maioria dos hotéis está a fazê-lo.

 

Ouvi este fds um grande grupo de hotelaria a queixar-se da baixa ocupação. Dias antes tinha visto que para o sítio onde queria ir, o preço da APA (Alojamento + Peq Almoço) era 138 €. Santa Paciência! Com preços destes estão à espera de quê?

E num ápice entramos em Julho!

 

- Desporto

Nestes dias, as nossas rotinas tiveram que alterar. Apesar de já ser permitido, tenho ido poucas vezes ao ginásio e não tomo banho lá. Tenho privilegiado as atividades outdoor e em grupos pequenos. 

Partilhei no blog do João, a minha experiência nos últimos meses. Ver AQUI.

 

- Manifestações

Critiquei o âmbito, a forma e publicidade da manifestação anti-racismo e critico a manifestação ant anti-racista da extrema direita. Mais do que haver liberdade, há bom senso. E este deve imperar. Existem muitas outras coisas mais graves para as quais não há manifestações nem ações.

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publicado às 18:40


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