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Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

25.10.20

Dia 1

Depois de aterrar logo pela manhã, vimos que o tempo prometia chuva nos dias seguintes devido à depressão Bárbara.

Por isso redefinimos os planos para aproveitar o mar da Madeira e dar uns mergulhos.

Alugamos um carro e seguimos viagem até Porto Moniz.

 

Porto Moniz

IMG_20201017_142015.jpg

O percurso pela parte Norte da ilha é bem bonita. Entre túneis e encostas, passamos pela freguesia do Seixal onde vale a pena parar e tirar umas fotos.

A cidade de Porto Moniz caracteriza-se pelas suas piscinas naturais.

 

Ou seja, são rochas adaptadas pelo homem a piscinas com água do mar

A entrada tem um valor simbólico pago (não tem disponível Multibanco) e tem nadador salvador. Apesar de ser Outubro, o mar da Madeira não desiludiu. Azul, lindo e temperatura agradável. Um mergulho torna-se obrigatório. Como é qualquer piscina do género, convém ter algum cuidado com a ondulação.

Calheta

Dispostos ainda a aproveitar o dia, saímos de Porto Moniz para a parte Sul da ilha para aproveitar o sol quente que se sentia. Ao sair da cidade, o primeiro teste à embraiagem dos carros. A Madeira é muito acidentada e não é para maçaricos na condução. O destino foi a Calheta.

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A Calheta é uma pequena cidade que tem uma longa esplanada com a praia de um lado e uma arriba muito alta do outro. A meio encontramos uma unidade hoteleira. Seguindo para sul, continua pela marina da cidade. Estavam pessoas a mergulhar e a areia é branca. Confesso que fiquei um pouco desapontado com o aspeto muito acimentado e cinzento da praia. Umas pinturas faziam milagre e davam outra vida a estes pés de galinha. 

Ponta do Sol

Entre os túneis da costa Sul, paramos por curiosidade na Ponta do Sol. A inexistência de estacionamento fez-nos desistir de conhecer a cidade que pareceu ter apenas um rua pedonal que merecesse o passeio.

Ribeira Brava

Igreja Ribeira Brava.PNG

O nome assusta e ao ver a dimensão das barreiras arquitetónicas que conduzem a ribeira, percebemos o nome da cidade.

Bonita, com palmeiras, jardins, uma igreja carateristica e ruas pedonais, levaram a que ficássemos aqui o resto da tarde.

A praia tem também um calçadão, mas tem praticamente só pedras e uma improvisação para os aventureiros mergulharem.

Lamentamos que não haja estacionamento gratuito.

 

 

Cabo Girão

Um dos pontos obrigatórios da Madeira. O famoso miradouro cujo chão é transparente (acesso gratuito).

IMG_20201017_190951.jpg

Fica entre Ribeira Brava e Câmara de Lobos.

IMG_20201017_191018.jpg

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre Porto Moniz e Seixal. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui. Do Cabo Girão aqui.

Da viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

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publicado às 17:59

O Covid e o aeroporto (Madeira e Porto)

22.10.20

madeira.jpg

 

Quem me segue no Instagram, já viu que fugi (espero eu!) do covid para a Madeira. 

Ter férias em Outubro e em tempos de aumento de casos, levou-me a pensar sobre o que fazer. i) ou ficava cá e com a vida social, arriscava-me a apanhar o vírus ou ii) ia turistar para destinos de Natureza mais isolados e com poucos casos de infetados. optei pela 2ª. Caso alguém esteja a pensar viajar em férias/trabalho para a Madeira aqui fica a minha experiência.

 

O teste obrigatório

Para entrar na Madeira o teste é obrigatório e gratuito. É feito um rigoroso controlo teste à entrada - dá logo outra segurança!

Os testes têm de ser feitos com 72h de antecedência e são gratuitos nos laboratórios que têm protocolo com o Governo Regional. Marquei por telefone a hora e dia com antecedência.  Fiz o teste e no próprio dia obtive o resultado. É necessário justificar com o comprovativo da reserva. 

De seguida, é necessário fazer o registo no site do Madeira Safe, com as informações do voo, alojamento e fazer upload do teste. Passado umas horas, depois da validação dos serviços, recebemos o QR code e a confirmação do resultado do teste por email. 

Tudo simples, automático e muito eficaz. 

 

Aeroporto da Madeira

Depois de aterrar, basta seguir as setas verdes escuras, apresentar o QR code e estamos no exterior. 

Muitos parabéns ao Governo Regional pela rapidez e funcionamento do controlo. Sem burocracias. 

Quem fizer o teste e não tiver o QR code, tem de ficar na fila verde claro e esperar. 

Quem não tiver teste feito, tem de ir pela seta vermelha e fazer lá. Isso implica ficar num hotel de quarentena . Totalmente de evitar, até pela segurança dos outros no avião, além de se poder ficar com as férias estragadas!!!

Sendo uma região que vive do turismo, dá muita segurança esta barreira. Foi o maior critério de escolha. Só entra na ilha, quem tiver teste negativo (claro que há risco no voo e de pessoa "pisar o risco" entre o teste e o voo, mas pronto). No registo de casos havia 100 infetados, sendo 9 domésticos e os restantes 89 importados (passageiros barrados no aeroporto).

 

Aeroporto do Porto (partida)

Nunca vi o aeroporto com tão pouca gente. Não havia fila nenhuma para fazer a revista! Foi sempre a andar. Mesmo no check-in, havia pouco movimento. Resguardei-me o mais que pude. Os únicos "grupos" que havia eram equipas de futebol que iam viajar para a Madeira.

 

Voo de ida

A parte que mais me assustava.

O voo ia muito composto e a atribuição dos lugares segue as marcações (mesmo sem pagar o "fee"). A máscara é obrigatória. Perguntei à pessoa que ia ao meu lado se já levava teste feito. Também tinha resultado negativo.

Mesmo em tempos de pandemia, há pessoas que não param no seu lugar e ainda falam para trocar de assentos. Uma total inconsciência! 

O que mais me desagradou foi a postura da tripulação. No voo, distribuem um formulário exatamente igual ao que foi preenchido no site. As hospedeiras além de não falarem português, não respondiam a nenhuma questão, etc... Limitavam-se a encolher os ombros... 

Conclusão: o formulário não é preciso preencher. O QR code é a chave para tudo.

 

Voo de regresso

Por ser dia da semana, ia com pouca gente. Os lugares iam em espinha e sempre do lado da janela, respeitando mais uma vez as marcações conjuntas. A equipa de hospedeiros era mais prestáve e passaram um spray a meio do voo. Os passageiros também têm de preencher um formulário na internet - Portugal Clean and Safe que também envia um QR Code. Mais uma vez, no voo é distribuído em papel sem esclarecimentos.

 

Aeroporto de chegada (Porto)

Tem uma câmara que mede a temperatura mas ninguém validou o QR code enviado ou sequer perguntou pelo formulário. Um total desleixo! 

 

Em conclusão, há sempre riscos na viagem e os principais cuidadosos têm de ser os passageiros, quer nas regras, quer na realização do teste antes de embarcar para a Madeira. Em geral, senti-me seguro, mas sempre desconfiado. A entrada na Madeira fluiu muito rápida e sem complicações. Já em Portugal, houve desleixo na monitorização de quem entra.

Sugestão: as próprias companhias antes de se levantar voo, pedirem às pessoas para se inscreverem nos sites com as informaçóes úteis naquele hiato de tempo de fechar as portas e verificações de voo). Poupava-se tempo e ficavamos todos mais seguros.

 

PS I: Não me custou nada fazer o teste, nem doeu. Dá uma impressão na narina e mais nada.

PS II: Há uns frasquinhos de 50 ml de gel desinfetante à venda no Lidl ideal para levar no avião dado que cumpre os limites de litros. Desinfetei bastantes vezes as mãos, sobretudo no aeroporto e ao colocar e tirar cintos.

PS III: A companhia diz que entre os voos os lugares são deinfetados. No voo de ida, já vinha de Paris, não consegui ver, mas no de regresso Funchal-Porto, vi a equipa de limpeza no avião. Esclarecem também que há uma renovação constante do ar no voo. Vou acreditar que sim.

 

Nos próximos dias vou partilhar em vários posts o meu passeio pela Madeira. Já partilhei algumas fotos no Instagram, mas vou detalhar aqui no blog por onde andei e as levadas que fiz, porque fiquei deslumbrado. :)

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publicado às 22:20

Não gosto de ti. Não quero trabalhar contigo

20.10.20

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Foto da minha autoria - Bruxelas

Vamos esquecer a protagonista que disse as palavras abaixo e a forma como elas foram descontextualizadas. Tive o cuidado de ir ouvir o vídeo ao YouTube e ver qual a fonte da notícia para perceber quão credível era a "fofoca". Por isso, foquemo-nos nas palavras, abstraindo-nos do resto.

 

Dei por mim a pensar quão constrangedor deve ser a seguinte situação porque pode ser qualquer um de nós, comum trabalhadores.

 

Temos o nosso trabalho e a nossa função na empresa.

Muda o accionista e coloca lá uma pessoa da sua confiança. Ou então, pode ser o filho do patrão ou alguém que entrou pelo fator "c" ou fator "f". Ou alguém a quem os superiores ouvem que tem peteira connosco ou quer o nosso lugar.

Ao fim das primeiras reuniões de trabalho diz: "Não gosto de ti. Não quero trabalhar contigo". 

 

Não é fácil. Nunca passei por isso, mas deve haver quem já o tenha feito.

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publicado às 19:25

Choque

16.10.20

Ontem surpreendeu-me um post no Twitter de uma pessoa que se dizia chocada com a partilha da apresentadora Cristina Ferreira em que uma fã dizia que tinha as 4 televisões da casa para aumentar a audiência (é insensato porque as audiências medem-se por amostragem). O post tinha muitos likes e retweets.

 

Hoje na RTP, noticiou-se maus tratos a idosos. 

 

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Casos horrorosos que devem estar em horário nobre de maus tratos, violência e abandono.

Condições indignas em qualquer país e que são um atentado aos direitos humanos.

Em lares legais e lares ilegais.

Vem de encontro ao que já aqui escrevi: se nos lares legais foi o que foi em relação ao COVID (e que pouco mudou até agora - anunciou-se uma equipa especial para o efeito para logo a seguir haver denúncias de que não há profissionais suficientes), o que terá sido nos lares ilegais?

Porém, não percebo o silêncio cumplice de todos os que sabiam o que passava no "Lar do Comércio" e que agora vêm fazer denúncias para as televisões e que deixaram que estes crimes se arrastassem pelo menos desde 2012. 

Silêncio do Estado, o mesmo que tem como função a "proteção" dos cidadãos e que sabia de tudo. 

O mal é de quem lá está a sofrer e não pode denunciar, seja por não ter opção ou incapacidade física ou psicológica.

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Este é o retrato fiel do porquê do país não sair da cauda da Europa: preocupamo-nos com o acessório, com o que brilha e dá likes, em vez "ouro", da qualidade de vida, da felicidade humana e do respeito pelos outros.

 

PS: Até o PR comentou a infeção de Cristiano Ronaldo (até falou com ele!), fechando os olhos a estes idosos. Todos são portugueses!

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publicado às 19:33

Algo está errado

15.10.20

Este flyer estava na caixa do correio.

Como não quero fazer publicidade, ocultei o nome da marca.

Como é possível em plena pandemia com estado de calamidade, com imensas restrições à nossa liberdade, uma grande superfície promove marketing que incentiva a correrias tipo "black friday"?

abertura.PNG

 

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publicado às 21:13

Porto à noite

13.10.20

Na semana, fomos 4 amigos correr à beira rio Douro. Escolhemos a 6ª feira, depois da semana de trabalho, num percurso plano e com uma temperatura espetacular, não obstante ser Outubro.

IMG_20201009_215832.jpg

 

Estacionamos no Freixo, junto ao Museu da Imprensa, e fizemos Freixo - Cais de Gaia - Freixo (de modo a dar 10 km)

Com uma paisagem tão bonita, sem multidões de turistas, tivemos que parar inumeras vezes e iluminar as nossas redes sociais.

 

Por isso, cá vai a vista do Porto à noite, com direito à vista de três pontes. Os murais são do Museu da Imprensa no Freixo.

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publicado às 19:21

Cuidado com as fraudes da MBwAY

12.10.20

Cruzei-me com este vídeo. Muito útil sobre as precauções a ter no MBWay.

E fica a pergunta: gastam-se tantos Euros em consultorias, estudos e afins que depois vão parar aos stands das grandes marcas de carros e aos restaurantes de lagosta deste país, porque não criar campanhas de prevenção de fraude na aplicação do MBWay dado o desconhecimento das pessoas?

 

  • Nunca adiciones um número de telemóvel que não seja o teu quando estiveres a aderir ao MB Way 
  • Nunca partilhes os códigos de verificação na criação da conta MB Way com outras pessoas
  • Em caso de roubo ou perda do teu telemóvel, dirige-te a um multibanco e cancela o serviço.
  • O comprador (burlão) usa a funcionalidade “Pedir dinheiro” em vez da funcionalidade “Enviar dinheiro”. O vendedor recebe uma notificação MBWay no telefone que lhe pede para “Enviar Dinheiro”. O vendedor  carrega em “Enviar dinheiro” por erro e em vez de estar a receber dinheiro, está na verdade a enviar dinheiro ao comprador!

Ver este artigo de alerta aqui

*Post sem qualquer patrocínio. Eu é que achei muito importante de partilhar. Até para minha própria atenção!!

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publicado às 19:48

O presidente do Tribunal de Contas

10.10.20

tdc.jpg

 

Não conheço ao detalhe a função, nem as pessoas em causa. 

Porém, daquilo que ouvi esta semana, ficou a sensação que para um cargo que exige a máxima integridade, num contexto próximo de gestão de valiosos fundos europeus onde é público a fraude que existe, dispensou-se uma pessoa idóneo, isenta e "julga" cegamente e sem olhar a cores políticas.

 

Promoveu-se uma pessoa próxima de José Sócrates, Mário Lino e Paulo (sinal vermelho de alarme!) e que esteve envolvido num dos negócios mais ruinosos para o Estado português e para os nossos bolsos, sendo acusado de ter "dado indicações sobre como contornar o chumbo das PPP".

 

Tudo isto com a bênção de Marcelo Rebelo de Sousa e Rui Rio (sendo que este também teve problemas que o presidente dispensado quando foi Presidente da CM Porto). Nem sei quem andou pior aqui, honestamente!

 

Num cargo e num país que se quer de bem, estas trocas sucessivas e intencionais não devem acontecer!

 

Vamos falar do COVID, vamos falar da Cristina Ferreira, vamos falar do futebol e do Bruno Lage, vamos falar das audiências da SIC. Há coisas muito graves a acontecer... 

PS: Ou é impressão minha, ou ultimamente António Costa parece demasiado arrogante. Este 2º mandato anda-lhe a fazer mal ao ego... Já MRS pode ter dado (mais um) tiro no pé. Terá dado um trunfo a Ana Gomes? E até ao AV?

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publicado às 21:33

Social dilemma

07.10.20

social-dilemma.jpg

No passado domingo vi o documentário que toda a gente fala. Demonstra por 1+1=2 o impacto que as redes sociais (Facebook/Instagram ...) têm nas nossas vidas e como é que elas ganham dinheiro com os nossos dados e utilização.

Não tem propriamente novidades, mas fica de forma clara e evidente o modelo de negócio, como os algoritmos funcionam e sobretudo como nos controlam e obrigam a ficar mais tempo nas aplicações.

 

Conseguimo-nos rever perfeitamente nas situações descritas e o que fazem para aumentar o nosso tempo de permanência nas redes, identificação de gostos e exposição a publicidade:

- Quando fazemos uma pesquisa no google (ou até quando falamos num tema junto ao telemóvel), aparecem logo imensos anúncios relacionados com o tema

- As notificações que nos lembram de determinada página

- As notificações que nos dizem que determinada pessoa postou algo novo e já não o fazia há algum tempo.

- o scroll que está sempre a refrescar coisas diferentes quando vamos para o início.

- as stories que são a melhor invenção para colocar publicidade no meio

- ...

 

Mostra também como estamos dependentes das redes sociais, da manipulação das nossas vidas e das dificuldades em desligar.

Um alerta que nos permite ter consciência do que como afeta as nossas vidas sem darmos por ela.

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publicado às 12:21

O Claudio e o oportunismo

04.10.20

Vou falar do Cláudio França, ou melhor do que falaram dele.

Quem é o Cláudio França? Um pivot de noticiário, de cor negra com rastas, que foi "viral" nas redes sociais. 

Competente? Isento? Isso não interessa nada pelos vistos. Interessa sim o seu penteado.

 

A SIC Notícias, no seu boticário da manhã de fim de semana (muito visto, portanto!) resolveu apresentar o seu primeiro pivot de cor "negra". Houve coragem para colocar em horário nobre? Claro que não!

Não teria nada de anormal se não fosse a chuva de elogios não ao seu talento, mas sim à sua cor. A SIC foi a última estação a fazê-lo. A TVI por exemplo já há muito que tem a pivot Conceição Queiroz e em horários bem mais expressivos em termos de audiências. A RTP tem João Rosário.

 

Ora bem, nesta guerra de audiências que existe nos últimos meses, não sei até que ponto esta discriminação positiva (porque também é discriminação) é mais oportunismo para ser elogiado mais que mérito. 

Mais incrível, é ser a própria SIC a fazer notícia disso. Está aqui o print screen que não deixa mentir. Aqui o link 

 

Claudio França.PNG

 

E é isto que critico: olha-se para aparência, por o "parecer bem", para pôr as redes sociais a elogiar em vez do mérito e da competência. Mais os próprios elogios são difundidos pela própria estação.

Este post não tem nada a ver com racismo, mas sim com o facto de olharmos para acessório em vez do essencial que tantas vezes reclamamos.

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publicado às 12:08

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