Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
É com surpresa que leio que os restaurantes estão em crise.
A notícia surge em vésperas dos dias mais movimentados do ano, quase que a implorar as reservas para o Ano Novo.
Nos últimos anos, apareceu uma avalanche de restaurantes vocacionados para turistas e com preços proibitivos. A associação nacional dos restaurantes quer “medidas urgentes” do Governo. Uma ideias:
- regulem as reservas por cartão de crédito
- proíbam vender vinhos a 350% do preço de custo
- acabem com as “gratificações recomendadas” de 10-15%.
- o preço é determinado pela diferenciação e não pelo potencial de turismo.
E se for possível falem português.
Deixem o Estado de fora e corrijam o tamanho do umbigo.

Gosto de viajar, mas nunca partilho custos das viagens porque não sou "influencer", por ser privado, por depender das escolhas individuais, antecedência, etc.
Cruzei-me com um vídeo de miúdos que relatavam os custos da sua ida a Nova Iorque com o remate final "digam nos comentários o que acharam dos valores".
Achei estranho um valor tão baixo com tantas atrações... depois percebi o porquê. O alojamento ficou de borla devido a parcerias. Já os seguros ao preço da chuva por serem promotores. Porém, não referem isso no reels. Apenas em resposta a comentários perante o espanto de alguns seguidores.
Estas são as ratoeiras das redes sociais e dos pseudo influencers. Vendem a banha da cobra!
Anunciam-se como caçadores de pechinchas, iludem, pedem opinião sobre gastos, mas ocultam (intencionalmente) informação relevante. Neste caso, os gastos da estadia são a parcela mais cara! Para orçamentos e sonhos, convém ler os detalhes e ter cuidado com as influências.
Chateia-me esta falta de transparência e busca fácil de likes e patrocínios.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.