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Conclusões da COP 26

11.11.21

P8200142.JPG

 

O que saiu de significativo da COP - conferência do clima? Praticamente nada de relevante.

 

É com sensação de deja vu pelos grandes lideres mundiais: dedicam tempo da sua agenda para debater o clima, uns sorrisos (e umas sonecas) para as fotos, uns compromissos vagos e ... no dia a seguir já se esqueceram de tudo. Umas espécie de hipocrisia de liderança.

 

Quatro aspetos chama a minha atenção:

- Acção de todos

No problema que é o aquecimento global e as emissões poluentes, não basta só cobrar aos grandes lideres mundiais.

Tem de ser uma ação conjunta, cada um na sua medida.

Na minha vida pessoal, procuro reduzir o consumo (levo sempre ao supermercado o saquinho de rede para a fruta, vou ao ginásio a pé, faço a separação do lixo). As empresas têm de fazer o seu papel seja no transporte, na gestão de resíduos, no tratamento das suas águas residuais, nos gases emitidos, por exemplo.

 

- Taxas

Numa espécie de descargo de consciência e para aumentar as receitas públicas para compensar outros gastos, criam-se as taxas e taxinhas sobretudo nos carros e nos combustíveis. Pouco efeito têm a não ser deixar-nos mais pobres.

 

- Grande interesses empresariais

Ora aqui está o problema. Boas intenções dos lideres pode haver, mas quando se mexe nos interesses fiscais das grandes empresas, no argumento da geração de emprego e no prejuízo do imposto cobrado sobre o rendimento, aí recua-se.

 

- As cidades

Fala-se muito do papel das cidades e na pandemia falou-se muito do factor proximidade até no sentido de evitar deslocações. Mas vejo precisamente o contrário: cada vez mais centralização. Fecham-se serviços essenciais no Interior obrigando as pessoas a deslocações evitáveis. Até nos supermercados, se vê os quatro e aos cinco todos na mesma estrada, havendo uma concentração numa determinada zona da cidade, obrigando as pessoas a deslocações (de carro).

 

Posto isto, a conclusão é que se anda sempre a discutir o mesmo, mas pouca ação.

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publicado às 21:23


26 comentários

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De Pedro Coimbra a 12.11.2021 às 01:52

Bla, bla, bla, como diz a Greta.
Bfds
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De Claudia a 12.11.2021 às 09:49

Põe pobres nisso.
Anda a ser uma vergonha e os ordenados na mesma [:<]

E enquanto o ambiente mexer com dinheiro, política, interesses desse género, esquece.
Nada vai ser feito.

O ideal era começarem a pensar em tele trabalho a sério, melhorarem os transportes públicos, etc, mas não.

Beijocas
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De Andy Bloig a 12.11.2021 às 10:55

O problema é que de um lado exigem 80000 do outro -80000.
Casos como o papel, que 65% é reciclado fora da Europa, casos como o plástico, 75% não é reciclado por ser caro fazer a separação e reciclagem ou dos electrodomésticos, que 99% são enviados para o extremo oriente, onde são reciclados e o que sobra despejado no Índico, com milhões de milhões de toneladas de poluição que nos irão afectar, daqui a umas décadas e ninguém pia sobre o assunto, principalmente os ambientalistas que proíbem falar sobre essas situações, apesar de as criticarem sem referir que as apoiam, pois é do outro lado do mundo.
E há aqueles grupos de vândalos, que cortam estradas e incendeiam lojas, segundo eles, para exigir medidas (eram liderados pela Greta mas, agora já se desloca em jactos privados para estar em 3 ou 4 países, no mesmo dia, e receber 120000 euros por cada discurso), ao mesmo tempo que deixam o material reciclável pelas ruas e compram produtos que exigem que não sejam vendidos, como é o caso dos pratos descartáveis ou os sacos que usam para fazer "roupas" para provocar as autoridades.
Temos agora a "crise do papel", em que a Europa precisa de 8330000 toneladas de pasta de papel, até Março, sendo que os 85% de pasta reciclada será adquirida a países como a Índia, China, Indonésia e Brasil. Um contra-censo, pois até existe produção para usarem a reciclagem europeia, só que fica mais barato comprarem um cargueiro cheio de pasta de papel do que alterar a indústria do papelão, para produzir o papel fino, pois não é rentável produzir a pasta reciclada que a lei europeia obriga a ser usada. Curiosamente temos ambientalistas que apoiam essas medidas... ao mesmo tempo que defendem a produção local e reciclagem total. Um "jogo de anca", pois as mesmas indústrias apoiam as associações ambientalistas e querem mais subsídios públicos ou redução de impostos, para as suas áreas.
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De O ultimo fecha a porta a 13.11.2021 às 17:59

"Vândalos" e/ou anarquistas. Já vimos no caso dos coletes amarelos como uma boa causa se tornou num rastilhos para que marginais e anarquistas se aproveitassem da situação para espalhar violência.
é totalmente hipócrita alguns desses ativistas que deixam as ruas sujas nas suas manifestações pelo clima com latas de cerveja e comida. Quando fui à Bélgica em 2018 num dos dias, houve uma manifestação da comunidade LGBT. Teoricamente pelo ideal de uma sociedade mais justa, equilibrada e respeitadora das liberdades. No fim dos manifestantes vinham 6 camiões e vários funcionários de recolha de lixo tal o estado imundo que deixando no seu rasto.
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De Maria Araújo a 14.11.2021 às 18:35

Independentemente de eventos na rua, de manifestações seja de que âmbito for, de concertos , seja lá o que for, o lixo fica todo no chão.
As pessoas perderam o respeito por si próprias, e muitas destas, também, manifestam-se só porque sim.
Quem vai sofrer com isto?
Os nossos pequenotes, dentro de 10/20 anos.

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De Makavenko a 12.11.2021 às 14:33

Muito estranho ao ponto de á última hora cancelarem um filme produzido por Leonardo Di Caprio sobre o que aconteceu em Pedrógrão Grande. Depois permitir os motores de combustão por muitos mais anos (50)...
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De Di a 12.11.2021 às 19:33

Mais do mesmo...
Beijinhos
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De cheia a 12.11.2021 às 19:40

O problema é de todos, e muitos não querem abdicar dos seus privilégios. São precisos transportes públicos eficientes e tantas coisas diferentes. Não é substituir o plástico pelo papel, que vamos lá. Temos de voltar aos sacos de pano para o pão, guardanapos e lenços de pano. Reduzir ao máximo o descartável.
Bom fim-de-semana.
Um abraço
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De O ultimo fecha a porta a 13.11.2021 às 17:49

Tbm não acho que é a substituir o plástico pelo papel que vamos lá porque ou se usa papel reciclado ou será necessário abater árvores para produzir papel. É mesmo a reduzir e tem de partir de todos.
Noto que esta medida de se pagar os sacos de papel nas lojas apesar de desconfortável e "corta-picas" é um passo para essa redução.
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De Lobos disfarçados de cordeiros a 12.11.2021 às 21:16

Devemos começar por baixo, devia começar por explicar qual o problema do aquecimento global e das alegadas alterações climáticas?
E também quando os seus efeitos se vão sentir?

Para mim em geral os principais problemas são os actuais, pois estão a acontecer mesmo agora. Sendo que o futuro é sempre incerto. Também a vida são "dois dias".

Eu critico os media, mas explico bem qual o problema e as suas consequências para a sociedade.

E por vezes "a montanha pare um rato".

O clima é uma média do tempo que faz numa determinada região ao longo de vários anos. Sendo assim, dificilmente casos isolados vão alterar essa média.
Sabe quando foram as maiores cheias na região de Lisboa?
Certamente você ainda não teria nascido.

Não sei o que terá lido do meu blogue. Mas nele além dos media e outros, eu também critico o comportamento humano. E o que se verifica é que em geral ninguém se preocupa com os outros, mas fazem de conta que sim.

Nos blogues, tenho criticado por exemplo a hipocrisia. Certos assuntos só são importantes no blogue dos próprios.

Querem convencer alguns que estão preocupados as gerações futuras, se nem com os que vivem agora se preocupam!

E fica aqui este artigo, "Mas o que realmente me preocupa são os seres humanos".
https://rr.sapo.pt/2019/10/01/cristina-sa-carvalho/querida-greta/artigo/166587/
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De O ultimo fecha a porta a 13.11.2021 às 12:04

"os principais problemas são os actuais" mas que irão afetar as gerações futuras. Esse é o problema. É como uma casa: uns maus alicerces geram problemas futuros.
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De Lobos disfarçados de cordeiros a 13.11.2021 às 21:27

Nós comentamos e depois parte do comentário é ignorado.

Eu bem fiz as perguntas no inicio, mas você não explicou afinal qual é o problema, as suas consequências e quando se vão sentir.

Não percebeu o que eu disse, o meu comentário foi critico. Quando eu disse "os principais problemas são os actuais", estava a referir-me mesmo aos actuais e não a eventuais problemas futuros. Por exemplo a COVID-19 é um problema actual. O aquecimento global não é um problema actual pois não tem consequências actualmente. Poderá ser um eventual problema futuro.

Portanto "os principais problemas são os actuais" a que eu me referia não incluem os que irão (eventualmente) afetar as gerações futuras, a que você se refere.

Além disse por exemplo quando eu disse "Nos blogues, tenho criticado por exemplo a hipocrisia. Certos assuntos só são importantes no blogue dos próprios". Estava também a querer dizer que alguns bloggers parece que estão preocupados com os outros, mas na verdade é com eles, são individualistas. Você não está aqui incluído pois tem comentado o meu blogue.

Agora você vem dizer que está preocupado com as gerações futuras, quando muitos nem sequer com a geração actual se preocupam. E eu que estava a perder a fé na Humanidade!

Mas antes de se preocupar com as gerações futuras, não devia preocupar-se com a actual?

Também sobre o artigo que indiquei, não disse nada. A autora dele pensa como eu, "Mas o que realmente me preocupa são os seres humanos", e não o ambiente e os animais.
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De O ultimo fecha a porta a 14.11.2021 às 16:57

"O aquecimento global não é um problema actual " - não concordo. Já se começam a manifestar sintomas desse aquecimento nomeadamente fenómenos climáticos extremos, o degelo dos polos, a destruição dos habitats e a contínua desflorestação da Amazónia para isso contribui. Não podemos ter uma visão só nos dia de hoje mas na sustentabilidade com vista ao futuro.
Fui ver o artigo, mas acho que há extremismo nesta visão. Podemo-nos preocupar com ambas as coisas. Não é por me preocupar com o ambiente e ter bons hábitos (pelo menos procuro ter) que não me preocupo com as desigualdades sociais e as atrocidades cometidas nalguns países subdesenvolvidos. De todo. Preocupo-me com ambos. A miúda tem a sua causa, como você tem as suas na sua vida pessoal.
Sobre isso, não sei se segue a página de instagram "Born freee" do rui batista. Tem lá umas stories interessantes.
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De Lobos disfarçados de cordeiros a 15.11.2021 às 20:37

Vou falar em tudo o que disse no seu comentário, não vou ignorar parte dele.

Como eu disse, o aquecimento global não é um problema actual.

Não está provado que alguns fenómenos climáticos extremos (este ano lembro-me de dois, são poucos), sejam consequência do aquecimento global. Mas se tiver informação que confirme isso, indique-a.

O degelo dos polos será uma consequência do aquecimento, mas para já isso não tem consequências para o ser humano, logo não é um problema actual. O futuro não sabemos.

Está preocupado com a "morte" de alguns glaciares que nunca estiveram vivos?
Peça ao governo para decretar três dia de luto nacional!

A destruição dos habitats, explique isso melhor? Mas é certo que isso não tem implicações no ser humano, logo não é um problema actual para o ser humano.

Se há destruição dos habitats, também há de muitas famílias.

A desflorestação da Amazónia não é uma consequência do aquecimento global. Além disso ao contrário do que alguns dizem a Amazónia NÃO é o pulmão do mundo.

Lembra-se do frio que fez cá salvo erro em Janeiro deste ano?

E as grandes cheias na região de Lisboa há mais de 50 anos, que lhe fale. Então também pode ser considerado um fenómeno climático extremo!

Explique lá essa sustentabilidade com vista ao futuro e como isso me vai afectar?

Veja a minha preocupação com a sustentabilidade com vista ao futuro! Será que daqui a 500 anos ainda estou cá?

Por vezes parece que vive no mundo da fantasia. Desça à terra e ao mundo real.

Fala como se o mundo fosse muito evoluído, não houvessem problemas importantes actualmente e as nossas preocupações devessem ser com o futuro da humanidade.

Eu quando tinha a idade dela, pouco sabia sobre a realidade do mundo. E quanto mais sei, mas desiludido fico. Da mesma forma, duvido que ela saiba muito sobre a realidade do mundo.

Também me faz confusão alguns estudantes que são tipo, "Maria vai com as outras", a quererem mostrar que sabem mais do que os que já têm alguma idade e bem mais conhecimentos. Mas o que sabem os estudantes sobre a realidade do mundo?

Devem saber o que os media mostram e ficam com a ideia errada que o mundo é quase perfeito, só não é perfeito devido às alegadas alterações climáticas! Mas como sabe também há o que os media NÃO mostram.

Disse, "Preocupo-me com ambos", então como eu já comentei no meu blog, fico à espera dos seus posts sobre os roblema actuais, os que têm consequências actualmente para o ser humano.

Eu não estou no Instagram. E já agora parece que com as redes sociais somos uma sociedade avançada. Nada de mais errado, muitos nas redes sociais incluindo blogs, parecem crianças a brincar.
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De O ultimo fecha a porta a 15.11.2021 às 22:02

Muitos estudantes vivem numa de "modas". Aderem a manifestações porque é fixe ou porque gera likes nas redes sociais. A verdade é depois dos30 minutos nas manifestações não separam o lixo e continuam a comprar fast fashion, além do estado imundo com que deixam as ruas, atirando lixo para o chão e bebendo álcool como se não houvesse amanhã.
Quanto ás preocupações ambientais, não estou tão otimista nem desvalorizador quanto o Arsénio. O facto de me preocupar com o futuro nem que seja daqui a 500 anos não significa que viva na fantasia. Tenho uma visão mais longa para as gerações futuras.
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De Lobos disfarçados de cordeiros a 16.11.2021 às 21:09

Ainda bem que diz que muitos estudantes seguem as modas. Como ela é estudante, alguns estudantes resolveram segui-la. Mas nos blogues também é assim, alguns seguem os assuntos da moda, que não é o mesmo que serem importantes.

Parece que já percebeu que afinal certas coisas não são bem como dizem.

Em relação às cheias na Bélgica e Alemanha, ouvi na TV um comentário supostamente de um cientista português a dizer que há uma relação entre o aquecimento global e a acção humana, mas entre fenómenos atmosféricos (e não climáticos como disse) extremos e a acção humana é mais complicado estabelecer essa relação.

E aqui fica o link que confirma o que eu disse sobre as cheias em Lisboa há 54 anos:
Nunca choveu tanto como em 67
https://www.dn.pt/dossiers/cidades/inundacoes-em-portugal/noticias/nunca-choveu-tanto-como-em-67-1042067.html
E a Wikipédia também fala no assunto.

Portanto como vê, já há muito tempo que há fenómenos atmosféricos extremos.
Eu diria que fenómenos atmosféricos extremos sempre houveram e haverão.

Quem se preocupa com o futuro daqui a 500 anos ou mesmo 200, é porque não tem outras preocupações. Eu tenho outras preocupações e mais que fazer.

Você não tem uma visão mais longa, você está a focar-se nos problemas errados. Como eu disse, os principais problemas são os actuais, e é nesses que se deve focar.

Noutro post, você disse e bem "Ninguém dá nada a ninguém". Mas também "Ninguém se preocupa com ninguém", é válido. Como eu disse, isto não quer dizer que de facto "Ninguém se preocupa com ninguém", mas que em geral é assim, as pessoas são individualistas.

Agora você está até preocupado com as gerações futuras!
Tenho de perguntar se acredita mesmo em algumas coisas que diz?

Parece é que não está preocupado com a geração actual, ou pelo menos tanto como devia estar.
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De O ultimo fecha a porta a 16.11.2021 às 21:45

Cliquei no link da notícia mas há muitas imprecisões. Primeiro diz-se que choveu 5 horas e que isso foi a maior chuvada. Ainda no mês passado choveu a noite toda aqui na minha zona. Depois, afinal já não é chuvada mas inundações porque apanharam as pessoas desprevenidas
A verdade é que nesses tempos não havia o sistema de águas pluviais como o conhecemos hoje..
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De Lobos disfarçados de cordeiros a 17.11.2021 às 20:39

Imprecisões há é no que por vezes diz. Já vi que não lhe interessa que isto seja verdade.

Lá diz: Mais de 700 pessoas terão morrido nas cheias. Cinco horas de chuvas torrenciais, 25% da precipitação média anual.

A quantidade de chuva que cai não depende apenas da duração mas também da intensidade da chuva, e saberá isto mas faz de conta que não sabe.

As pessoas não morrem por estarem desprevenidas mas devido às cheias, isto é nível da água. Ninguém morre com pouca água mesmo que estivesse desprevenido.

Lá diz que em 5 horas choveu 25% da precipitação média anual, e você fala em sistema de águas pluviais!

*** Se em 5 horas choveu 25% da precipitação média anual, claramente foi um fenómeno atmosférico extremo. ***

E portanto lá se vai a sua teoria que só agora existem fenómenos atmosféricos extremos e são devido há ação do homem, e alguns também dizem que é uma emergência! Emergência é por vezes ir às urgências por estar doente.

Também você diz-se preocupado com as pessoas, mas eu indique-lhe há algum tempo uns posts, e você ou os ignorou ou leu-os mas não lhe interessa falar neles. Como é normal haver curiosidade, eu diria que leu pelo menos alguns mas não lhe interessa falar neles. E depois está preocupado com a humanidade.

Você preocupa-se com o futuro das pessoas havendo problemas actuais, isto é "constrói uma casa de cima para baixo".

Começo a achar que você tem algum interesse em dar demasiado valor a algumas coisas.

E sobre "Ninguém se preocupa com ninguém", não disse nada.
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De O ultimo fecha a porta a 17.11.2021 às 22:46

Não vejo a coisa de uma forma tão redutora. Já viu a quantidade de fenómenos meteorológicos extremos que existem hoje em dia?
Sim, insisto que houve mortes muito devido ao descuido e falta de investimento do sistema político de então em sistemas de águas pluviais e de escoamento que originou essa desgraça. Diz-se que a imprecisão do nº de mortos foi propositada pelo regime da altura. Claro que cada um vê pelo ângulo que lhe convém, mas isso faz parte da essência humana. Eu vejo naquilo que podemos fazer hoje para proporcionar uma vida melhor às gerações futuras.
"Começo a achar que você tem algum interesse" ... esta não apanhei, mas basta ver a audiência do meu modesto blog para ver o meu "interesse".
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De Lobos disfarçados de cordeiros a 18.11.2021 às 21:06

"Já viu a quantidade de fenómenos meteorológicos extremos que existem hoje em dia?"
Então indique-os?
E também é preciso provar que eles têm relação com a acção humana, faça isso.

E depois se existirem hoje em dia, consegue afirmar que antes também não existiam?
Eu indiquei um que ocorreu há 54 anos.

Disse: "Eu vejo naquilo que podemos fazer hoje para proporcionar uma vida melhor às gerações futuras".

Parece que afinal você não quer proporcionar uma vida melhor a nenhuma geração, por se quisesse devia começar pela actual a dar prioridade e ela, faça isso, fico à espera.

Mas pelo seu interesse por alguns dos assuntos do meu blog, já dá para ter uma ideia da sua preocupação. Ignorou alguns posts que eu pedi para ler, e claro comentar pois quem se preocupa com os outros deve comentar assuntos pertinentes.

Em relação a "Começo a achar que você tem algum interesse", é simples, é um facto que em geral ninguém se preocupa com ninguém. Agora aparece você muito preocupado com as gerações futuras, com o lixo, com o ambiente, com os animais, quando há problemas actuais e mais importantes. Deve ter algum interesse nisto, em convencer mais pessoas e aderir a isto. Assim desvia-se a atenção do essencial, que são as pessoas e os seus problemas actuais.
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De O ultimo fecha a porta a 18.11.2021 às 21:52

Oh, são visões diferentes. Não digo que a minha é melhor nem é pior, mas é a minha visão. Eu julgo que não deixei nenhum post por comentar.
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De Lobos disfarçados de cordeiros a 24.11.2021 às 20:04

Sim, são visões diferentes. Uma baseia-se em factos e outra em teorias ou naquilo que quer ver. Como eu disse, apresente factos.

Disse: "Eu julgo que não deixei nenhum post por comentar". Não comentou os que eu lhe pedi várias vezes para ler. Já viu que coincidência!

E se seguirmos o que você disse à letra, o meu blogue tem 67 posts, desses 67 comentou 3, portanto não deixou nenhum post por comentar!
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De O ultimo fecha a porta a 24.11.2021 às 22:50

Fogo, o Arsénio tem essa contabilidade bem feita! No fim de semana vou ler alguns dos seus post, pois como disse acho-o bastante crítico e acutilante.
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De João Silva a 13.11.2021 às 15:44

Uma espécie de pescadinha de rabo na boca...
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De Francisco Carita Mata a 13.11.2021 às 23:06

Pouco se faz e o tempo urge!

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