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"Espanquem-nos"

22.02.20

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Esta semana, vi em dois comentários no Twitter vindos de perfis sem rosto e nome dúbio, o comentário "Espanquem-nos".

 

Primeiro caso:

o relato de uma rádio local vimaranense do episódio Marega durante o jogo.

 

Ouvi o audio e é notório que o relatador e comentador da rádio não percebem o que se passa. Em direto e com os vidros que a bancada de imprensa do estádio, não era possível ouvir os sons racistas (uma jornalista da RTP confirmou isso ainda no domingo). Os da Rádio Santiago interpretaram no direto o gesto do jogador como provocatório.... ao sabado, todos acertamos no totoloto.

No Twitter, depois da partilha do audio, li num comentário "espanquem-nos!"

Um perfil sem rosto, incentiva à violência destilando ódio gratuito, sem cosnciência, maturidade ou a mínima compreensão.

 

Segundo caso:

o vídeo chocante dos maus tratos aos galgos de um toureiro (ou cavaleiro ou seja o que for)

Depois da notícia e do desmentido, a Polícia sentiu a necessidade de mostrar o que encontrou para que não restassem dúvidas. Um individuo (cujo profissão é "cavaleiro") deixou à fome 18 cães inocentes. Disse que não lhes tratava mal (tratar mal um cão não é só bater no animal, é também não cuidard eles ou deixá-los morrer à fome como foi o caso). A polícia levou-o ao posto, tirou-lhe os cães e mandou-o para a casa como se nada fosse.

Sobre os maus tratos a cães, no espaço de um mês, já é segundo caso chocante de maus tratos de "criadores" de cães. Chegou a hora da ASAE e Governo criarem regras que visem essa atividade económica.

Na rede social, novamente o incentivo à violência de outro perfil sem rosto:" espanquem-no".

 

Assim e em 2020, perante a indiferença da justiça/autoridades, surgem estes vultos na rede com incentivos à violência e ao ódio. Pelo meio, os partidos populistas vêm reforçar a sua mensagem. E o Twitter que deixa estas mensagens ficar abertas aos utilizadores.

 

PS:

i) Sobre a Eutanásia, enquanto não houver mais informação não me pronuncio. Defendo a liberdade individual de escolha, mas devem haver condições estabelecidas para isso.

ii) Discute-se a eutanásia, mas as mortes nas urgências por atrasos no atendimento dos doentes, não se discute (excepto se for a família Amaral Dias)

iii) Sobre as suspeitas de corrupção da Quercus e de António Vitorino, bem como da viciação da atribuição dos processos a juízes vamos aguardar pela Justiça, mas abafar os casos deve ser o mais provável. Este senhor já tinha alertado sobre as associações ambientais...

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publicado às 13:31


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