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Leituras do Último: O tatuador de Auschwitz

15.05.20

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Depois de má experiência com Um oficial de Malta, a minha irmã comprou este livro e arrisquei lê-lo.

Falar e ler de Auschwitz e dos horrores do Nazismo não é das coisas que mais me interessam. Um período negro da nossa história, muito negro e muito maldoso. Já tinha lido elogios no blog da nossa querida blogger Marta Elle.

 

Li o livro numa tarde, tal forma cativante, bem escrito, um retrato de uma história real, mas sem ferir o leitor. Fala dos sentimentos, angústias, modo de funcionamento e do que cada um fazia para viver mais um dia no campo de concentração. Admirei isso na escrita de Heather Morris.

 

Nestes tempos de confinamento, em que a nossa liberdade está confinada a uma casa leva-nos a conhecer outras realidades e faz-nos pensar: podíamos estar bem piores.

Um bom livro e dos melhores que já li. Dá sempre vontade de ler a página a seguir, conhecer o detalhe seguinte.

 

Esta é a história assombrosa do tatuador de Auschwitz e da mulher que conquistou o seu coração - um dos episódios mais extraordinários e inesquecíveis do Holocausto.

Em 1942, Lale Sokolov chega a Auschwitz-Birkenau. Ali é incumbido da tarefa de tatuar os prisioneiros marcados para sobreviver - gravando uma sequência de números no braço de outras vítimas como ele - com uma tinta indelével. Era assim o processo de criação daquele que veio a tornar -se um dos símbolos mais poderosos do Holocausto.
À espera na fila pela sua vez de ser tatuada, aterrorizada e a tremer, encontra-se Gita. Para Lale, um sedutor, foi amor à primeira vista. Ele está determinado não só a lutar pela sua própria sobrevivência mas também pela desta jovem.

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publicado às 21:09


28 comentários

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De Portuguesinha a 17.05.2020 às 12:05

Eu tenho de estar sempre com o espirito bem fortalecido para pegar em leituras dessas. Já li e principalmente já vi centenas de documentários sobre o nazismo e os campos de concentração. Por isso não é mais um tema que me desperte a curiosidade.

Sinto até algum descrédito por estarem sempre a surgir "novas" historias para se contar, de alguem que foi prisioneiro ou mesmo guarda num desses campos. Suspeito que existe jm tanto de oportunismo e exploração, visando o sucesso pessoal e o lucro. Nao so dos autores, como das efitoras. Tudo é um negócio mas nestes temas, prefiro que relatem historias por necessidade de informar ou por necessidade de desabafar. Que mesclem ambição e lucro em vendas mexe um pouco comigo.

Repara que virou "moda". Se fizeres uma pesquisa lacam-se livros todos os anos sobre hitler, sobre o holocausto, etc. É tema que rende, sempre vai render. Mas tem de encontrar novas formas de vender o mesmo peixe. E aí surge a individualização. Acho que sempre romantizam as historias e usam o amor em tempos de odio como isco de venda de livro.

Repara na quantidade de romances históricos que saem todos os anos como paes de forno. Respeito aqueles que deixam claro que se trata de uma história inventada. Mas que usam pessoas que existiram.

Muitos leitores nao prestam atenção e pensam que o inventado foi a realidade e que a duqueza x, o conde z, a filha do general p, o anante do rei, etc... É literalmente um retrato fiel. Quando é tão difícil realmente saber-se desses detalhes em tempos tao idos.

Bom, desculpa o longo texto.
Se gostaste é o que ibteressa.
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De O ultimo fecha a porta a 22.05.2020 às 11:26

é um bom ponto de vista!

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