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Quando se fala em corrupção e no seu combate, vêm-me logo à cabeça três nomes: Maria José Morgado, Joana Marques Vidal e Álvaro Santos Pereira.
Os três tentaram remar contra a maré e os três acabaram afastados pelo "sistema" das suas funções executivas. Ora por fim de mandato, ora por demissões forçadas (na prática).
Os três têm em comum o facto de que quando falam da corrupção e dos lobbies do país deixarem sempre algo por dizer.
Chega a ser incomodativo para quem ouve, porque fica sempre a sensação que sabem mais do que aquilo que realmente dizem.
Esta semana ficamos a saber:
- Portugal não implementou 73% das práticas anticorrupção do país
- Álvaro Amaro não pôde ser detido por ter "imunidade" europeia e o seu líder partidário assobia para o lado
- No governo não está melhor. Das enésimas nomeações familiares de competência dúbia, só três foram afastados.
- Em Barcelos, o presidente acusado de corrupção quer continuar a exercer o cargo onde é acusado de cometer crimes a partir de casa.
- De Pedrogão nem vale a pena falar.
Ah, no dia das próximas eleições lá vem o discurso da abstenção...