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Sobre a queima

10.05.19

Muito se tem falado sobre os excessos da queima da fitas. 

Apanhar bebedeiras e fazer uns jogos mais arriscados não é propriamente o fim do mundo, ainda que estejamos a falar dos futuros adultos e profissionais de amanhã.

O problema começa a surgir quando mete vídeos, humilhações sexuais a troco de um copo de alcool e a exposição.

 

Igualmente grave são duas coisas: a objetificação da mulher com nomes e descrições obscenas e os abusos contínuos e não punidos das praxes. Sobre isso não vejo muitas críticas, mas quanto aos vídeos dos jogos sexuais já aparecem muitas virgens ofendidas.

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publicado às 19:13


20 comentários

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De Luísa de Sousa a 10.05.2019 às 19:45

As praxes deveriam ser vigiadas para que não se cometam abusos!
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De O ultimo fecha a porta a 11.05.2019 às 14:34

Todos os anos há crimes de ofensa física, sexual e psicológica nestas atividades. Isto fora as que não são públicas. Há uma espécie de cumplicidade na impunidade.
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De Sarin a 16.05.2019 às 00:29

Mas, Luísa, vigiar adultos?
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De cheia a 10.05.2019 às 20:41

Tanto uma coisa como outra deveriam ser punidas. Por que razão lhes vendem tanto álcool?
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De O ultimo fecha a porta a 11.05.2019 às 14:34

Todos ganham com esta loucura menos o bom senso e o juízo.
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De Maria Araújo a 10.05.2019 às 21:02

Lamentável que para se divertirem e mostrarem do que são capazes precisem de se meterem no álcool.
As cervejeiras agradecem, vendem a rodos.

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De O ultimo fecha a porta a 11.05.2019 às 14:27

Já ouvi muitas histórias sobre essas "vendas", "patrocínios" e outras coisas que se tenta que não se divulgue.
Ainda hoje li no site do JN que proibiram o jornal de fazer reportagem na queima.
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De Rute Justino a 11.05.2019 às 15:33

Eu acho que sinceramente em muitos casos exageram
Até podia ser engraçado só que muitos estragam a brincadeira!
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De HD a 12.05.2019 às 15:12

Desde que não há registo vídeo... :-)
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De O ultimo fecha a porta a 17.05.2019 às 00:18

Hoje em dia, os dados moveis e a internet perpetuam estes actos ...
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De Cláudia a 12.05.2019 às 19:01

Não percebo como tanta gente "vai nisso".
Eu não me sujeitava a nada das coisas que vejo por aí =/

Beijocas

P.S: O estágio não sinto que esteja a correr bem. Mas pelos vistos não sou a única. O s outros colegas de turma sentem o mesmo. Andam todos insatisfeitos.
Mas ando-me a mexer e vou conseguir!
Obrigada pela dica! És um querido =)
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De Gorduchita a 13.05.2019 às 10:09

Das queimas, digo apenas que adorei todas elas, diverti-me imenso sempre sem me embebedar. Vi muitos disparates mas não vi ninguém a ser forçado a fazer nada. Bebe quem quer, faz figuras tristes quem quer. No meu tempo, com a vantagem de não haver redes sociais.
Das praxes, concordo que há (muitos) exageros mas fora o facto de ter ouvido a frase "vieste para engenharia para arranjar marido engenheiro", o tratamento entre homens e mulheres era sensivelmente igual, os abusos foram muito poucos e diversão e companheirismo foram imensos. Se for bem feita, pode (e deve) ser um excelente meio de integração. Infelizmente, na maioria das vezes, não é bem feita...
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De Sarin a 16.05.2019 às 00:28

Subscrito na íntegra.
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De O ultimo fecha a porta a 17.05.2019 às 00:15

De acordo
as redes sociais não têm filtro. vê-se e sabe-se tudo.
Sobre as praxes, existe muita complacência nos abusos das praxes entre estudantes, legisladores, reitores e sociedade.
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De Sarin a 16.05.2019 às 00:33

O mundo critica o que vê. E o sexo tem muito mais visibilidade do que umas actividades que para uns são brincadeira e para outros humilhação.


A discussão tem de ser feita e alargada à sociedade entre julho e Setembro e entre Novembro e Abril.

Não em plenas festividades académicas, e menos na sequência de acusações criminais - porque nestas alturas não há debate, há fogueiras.
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De O ultimo fecha a porta a 16.05.2019 às 22:31

Existe muita complacência nos abusos das praxes entre estudantes, legisladores, reitores e sociedade.
O caso do Meco veio alertar consciências mas pouco ou nada mudou.
Quando fui à queima tb presenciei cenas de alcoolismo e malta completamente bebeda a fazer jogos sexuais. A diferença é que na altura o "mundo que vê" é o que estava presente. Não havia dados móveis. Nesta semana, toda a gente viu. O nível de exposição foi muito maior.
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De Sarin a 16.05.2019 às 22:39

Existe, sim.

Mas acho que também existe muita infantilização do estudante universitário - caramba, têm 18 anos, tecnicamente são adultos, pensem um pouco como adultos. Antes durante e depois de organizarem e participarem nas festividades. Criem regras, exijam o seu cumprimento, cumpram-nas.
Têm que ser os pais? Os reitores? Não! Têm de ser os alunos! Os reitores estão lá para decisão última, não primeira!
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De O ultimo fecha a porta a 16.05.2019 às 22:49

Concordo com o que escreves, mas nem sempre é assim tão fácil. Acho que a Playstation, youtubbers e internet vendem um pouco a ideia do facilitismo e de que não é preciso esforço nem personalidade para obter as coisas.
na geração dos nossos pais, muitas adolescentes trabalhavam nas férias, passaram por dificuldades. Hoje em dia é diferente e isso reflete-se na maturidade das pessoas.
Mesmo nos locais de trabalho, amigos que lidam com recém licenciados (de 2018) sentem isso nesta nova geração.
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De Sarin a 16.05.2019 às 23:17

Mas os pais também facilitam... os pais irem inscrever os filhos até ao 9. era aceitável, no 10?! Era uma vergonha para os alunos :)
Os meus pais tiveram que ir comigo inscrever-me na univ por eu ser menor; e todos me gozaram (até perceberem o porquê).

Agora o pessoal inscreve-se sozinho mas chama pelos pais ao primeiro dissabor - e os pais vão! Desde discutir o preço da casa ao resolver o contrato da electricidade.... querem-nos infantis!

Uma coisa é dar apoio. Outra é substituirem-se aos miúdos :s
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De O ultimo fecha a porta a 16.05.2019 às 23:21

quando me inscrevi na faculdade a minha ma~e tb foi comigo, por acaso tb era menor. mas estavam outros pais que tb estavam ou tiraram férias. é muita burocracia, uma cidade nova, uma rotina nova. é normal os pais ajudarem e tb ficam mais descansados.
há de facto uma certa infantilização.

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