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Do fim de semana

21.03.22

Este fim de semana foi o dia do Pai.

No sábado, fui com o meu buscar o kit da Corrida do dia seguinte a um Alameda Shopping. Algumas lojas fechadas e calmo como é habitual. Talvez seja dos centros comerciais com mais dificuldade em vingar, faltando ali claramente "lojas- âncora".

À vinda, paramos no horto para começar a operação Horta 2022.

Comprei 5 pés de curgete e tentei o tomate chucha mas já estava esgotado. Tinha pés de tomate maçã e coração de boi, mas como esses implicam algum engenho de estacamento optei por não trazer indo noutra altura. Trouxe também semente de salsa e coentros. 

Estes 5 já estão na terra.

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No domingo, fui à Corrida do dia do Pai. Ganhei um dorsal duplo ainda em 2020 (antes do covid), mas como a prova foi adiada deixaram-me usar este ano, no regresso. Ofereci o outro dorsal ao meu pai pelo simbolismo (ainda que comercial) da data.

Muita animação e pessoal. Correu tudo bem. Ao almoço, estava sintonizado no Porto Canal e o organizador queixava-se que havia menos afluência do que em edições anteriores, atribuindo as culpas ao covid. 

Discordo dele.

As pessoas não aderem devido às restições. A maioria não está é disposta a pagar os preços elevados que as organizações pedem. Eu só fui porque era oferta de passatempo, senão não iria. A inscrição custaria 12 Euros logo na primeira fase. Se a isso somarmos as portagens e o transporte para quem não é de Matosinhos, é pesado. A vida está cara!

E continuo a defender que a t-shirt deveria ser opcional devendo haver preços diferentes.

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publicado às 17:32

Do fim de semana

13.12.21

Este fim de semana foi sem chuva, apesar da humidade no ar que se fazia por aqui.

No sábado, precisei de comprar um tapete anti derrapante para a banheira. O último que comprei foi em 2015 e gastei 3 € nos chineses. Durou 6 anos com um uso diário. Não foi mau.

Fui ao mesmo bazar mas não encontrei parecidos. Comprei um igual a 7 € num supermercado (sempre ainda dá para recuperar alguma coisa no e-fatura). No espaço de 6 anos o preço mais que duplicou.

Não sei se também notam estas diferenças de preço nas vossas compras recentes.

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Fui também à Decathlon comprar um copo dobrável para trail. Como não servem copos (e muito bem!) nas organizações em nome da diminuição da poluição e desperdício, encontrei um muito jeitoso nesta loja a 5 € que dá para levar no bolso. Teria-me dado jeito no feriado.

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No domingo, fui à Serra de Negrelos correr com os meus colegas. Seria mais um treino se não nos tivéssemos confrontado com este cenário. A foto abaixo não é "fake"... Uns aventureiros resolveram ir com os seus jipes para a serra (quem a conhece sabe que é pequena, mas "carrossel", muito sobe e desce, com caminhos apertados e pejados de pedra. Claro que com as chuvas dos últimos dias, as terras estão movediças e a erosão dos solos faz-se sentir. O resultado foi o abaixo:

Quem se mete em atalhos, mete-se em trabalhos. Para quê inventar?

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publicado às 22:16

Do feriado - Trail dos Pernetas

08.12.21

Este feriado começou bem cedo.

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Já andava para fazer algum tempo o Trail dos Pernetas, mas veio o covid e marcaram um treino gratuito para este feriado dia 8 de Dezembro (não vou escrever o nome do evento porque senão bloqueiam-me o post ). A tempestade fez-me hesitar, porém como davam aguaceiros lá pus o despertador para cedo no feriado e rumei até Canedo, Santa Maria da Feira.

As expectativas eram elevadas pois já tinha ouvido dizer muito bem da organização. 

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Levei a minha mãe comigo que tem lá uma grande amiga enquanto fui experimentar o famoso quintal. Muita gente conhecida da zona e que bom que foi relembrar algumas caras para pôr a conversa em dia. Às 9h começou a versão dos 10 km que eu me propus fazer.

Trilhos muito bem marcados, com uns aguaceiros a desafiar a coragem, mas felizmente não foi aquela chuva torrencial. Um bom monte para correr, sem descidas a pique (que é o que menos gosto) e com o brinde atravessar várias vezes o rio Inha (sempre em segurança, sem "invenções", o que saúda principalmente para quem vai por desporto e como amador). O percurso inclui muito arvoredo e parte é ao longo do leito do rio, sendo um deleite. Pelo caminho ainda houve dois abastecimentos com direito a uma bifana e uma bebida no fim. Sendo uma prova gratuita, nada mais se pode pedir ao nível da organização.

Fantástico! Adorei!

 

Agora, a tarde é para descansar.

 

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publicado às 16:00

Os mais fortes e os mais fracos

03.12.21

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O jogo Belenenses SAD- Benfica é paradigmático do estado em que país está e de como a vida é. Não me vou debruçar sobre táticas nem cores clubísticas, vou ver o jogo de outra forma.

 

Numa competição profissional de uma industria que movimenta milhões, entram 9 contra 11. Os 9 eram da equipa mais fraca contra os 11 da equipa mais forte.

- Naturalmente que o mais forte goleou o mais fraco. Apela-se muito ao fair play, criam-se cartões brancos, mas na hora da verdade, o mais forte não quer saber disso. Quer é ganhar a todo o custo. E assim foi.

- O regulador, a Liga, que é quem organiza o campeonato permitiu que isso acontecesse. 

- Num jogo de passa culpas tão típico em Portugal, ninguém as assume. Morre sempre solteira. É assim em Portugal, sobretudo quando beneficia os mais poderosos. O jogo realizou-se inexplicavelmente e mesmo assim ninguém faz o correto: anular o jogo.

- Pelos vistos não há ainda um protocolo definido um ano e meio depois para casos de COVID num plantel. Os presidentes foram tão exímios em manter uma luta conjunta com direito a almoço de leitão na Bairrada com as televisões chamadas ao restaurante e o mais importante que é definir regras, não o fizeram.

- Os jogadores não estão isentos de culpa. A partir do momento em que sobem ao relvado e aceitam jogar estão a compactuar com esta injustiça. Não é profissionalismo, é cobardia.

 

E assim,  continua tudo na mesma. Os mais fortes a calcar os mais fracos e não se passa nada.

Tudo errado aqui.

Por fim uma nota para um disparate que ouvi. Um dos paineleiros do costume, na CNN Portugal (pouco ou nada mudou face à TVI 24 - muito futebol só com triquisses) disse que chamar este episódio, página "negra" do futebol português era racista!!!! Está tudo louco? E branquamento de capitais é insulto aos caucasianos? 

Eu bem digo que viemos piores da pandemia.

 

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publicado às 17:02

As corridas estão a ficar demasiado caras

14.11.21

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Quem me segue há algum tempo sabe que gosto de correr e que de vez em quando costumo participar nalgumas corridas.

É algo ilógico pagar para correr, mas não eu próprio sei explicar porque entro nisto ...

.

Este fim de semana participei na primeira corrida pós covid. Ganhei um dorsal num passatempo do Facebook, daqueles tag "Marque dois amigos" e depois vá a sorteio.

 

A corrida foi no Europarque, em Santa Maria da Feira, e faço já o meu primeiro elogio à CM da Feira pelo dinamismo que tem dado ao elefante branco. Todos os fins de semana há eventos (seja congressos, espetáculos ou saraus) e ao domingo, os jardins enchem-se de corredores pois há um grupo com hora marcada e com monitores pagos pela Câmara. Os jardins estão cuidados e o famoso restaurante chama também pessoas ao local.

 

Quem pagou, desembolsou 11 Euros. O percurso é muito engraçado, a medalha idem, mas se o preço já era exagerado, a surpresa veio no fim por duas razões: prometeram uma distância mas foi menos e nem uma maçã deram. Apenas deram água. Com tantos patrocinadores e sendo uma prova exigente com trilhos, a cobrar 11 Euros acho inadmissível.

 

Na São Silvestre do Porto, outro escândalo. A organização está a cobrar 15 Euros por 10 km, quando em 2020 já cobrava 12 Euros.

 

Em geral, nota-se que há uma enorme inflação dos custos das corridas lúdicas no pós covid. Seja para afastar multidões, seja por ganância, seja para cobrir os prejuízos, acho um exagero os valores pedidos. Claro que vai quem quer, mas também tenho o direito de achar exagerado e discordar.

Comigo não contam com estes valores!

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publicado às 17:30

O outro lado da alta competição

26.10.21

Cruzei-me com este vídeo da Vanessa Fernandes e achei interessante esta perspetiva da alta competição: o reverso da medalha.

 

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publicado às 23:35

A ditadura da imagem

12.04.21

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Há uns meses, um actor da minha idade, chamado Ângelo Rodrigues,  foi parar a uma cama de hospital e com o sério risco de ficar paralítico devido à toma de testosterona por questões de imagem - ficar com o corpo musculado.

 

Esta semana um novo caso em que a ditadura da imagem leva às pessoas a entraram por caminhos esquisitos.

O que vale uma capa da MenHealth?

 

Um cantor, já por si bastante magro, submete-se a uma "mudança de visual" para fazer uma capa de revista masculina, passando por isto: 

 "Estava de rastos. Nem conseguia subir estas escadas. Na fase final, houve uma grande restrição e só podia comer pescada e brócolos, pouco mais do que isso. É algo normal para se fazer uma capa com mais definição de corpo. Vai-se perdendo energia, porque não se está a comer hidratos, não se estão a repor esses níveis. " 

A coisa chega ao cúmulo de a namorada vir para a imprensa queixar-se da falta de apetite sexual do cantor.

 

Cada um é livre de fazer o que quiser, mas esta ditadura do músculos, do body building, da pressão mediática e da ânsia de ser capa de uma revista masculina, leva a sacrifícios que não fazem sentido. Para quê?

 

Há hábitos saudáveis, métricas de massa gorda, proporção de peso e altura que devem ser respeitadas por questões de saúde e bem-estar. Mas quando já se é magro e se passa por extremos para ser capa de revista, algo vai mal que na pessoa que aceita estas medidas, quer em quem as propõe.

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publicado às 13:47

Uma mensagem simpática

06.02.21

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No Instagram fui surpreendido por esta mensagem do grupo de corrida amador com quem costumava correr antes da pandemia. Desde o Verão que continuo (ou continuava até ao mês passado) com algumas pessoas que conheci aqui.

Nestas alturas em que estamos mais tristes, apreensivos e até solitários, sabe muito bem receber estas mensagens.

Quem a escreveu não sabe quem é a identidade que está detrás da página (ou melhor, quase ninguém sabe), mas mesmo assim não hesitou em partilhar boa energia 

 

 

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publicado às 21:13

A paciência tem limites

23.01.21

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Tomar decisões de pandemia não é fácil. Estamos todos de cabeça quente, cansados e sem saber lidar com o inesperado. Isso não justifica porém que se lancem informações confusas e desiquilibradas como está a acontecer atualmente.

Vou a um simples caso: o do passeio higiénico.

O Governo anuncia, via jornais, que haverá multas para quem se afastar da sua área de residência, sendo preciso "justificae". Assusta, avisando que quem não pagar na hora terá custos acrescidos e ainda tem que andar com identificação.

O problema, ou um dos, é que não especifica qual a distância permitida para passear ou correr!!! Que risco tem um cidadão ir a correr sozinho? Se estiver cansado, tem lá folgo para socializar.

 

Poderia falar dos outros problemas, como a saúde mental, o isolamento psicológico, o layoff, o teletrabalho prolongado (continuo a achar de Inverno temos mais dificuldade em desligar). Ou seja, nem sozinho quem precisa de o fazer...

 

Esta falta de informação, planeamento não é compreensível. Se definem uma regra, têm que a definir, não lançar o pânico. 

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publicado às 15:36

Desporto em tempos de covid

17.12.20

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Nunca se falou tanto em sáude mental e com razão. O covid veio trocar-nos as voltas em tudo. Hoje vou falar do desporto.

Diz a OMS que o desporto ajudaria a evitar milhões de mortes. A verdade é que desde que comecei a correr regularmente (2017), constipei apenas duas vezes.

 

Ginásio

Este mês, cancelei temporariamente a minha mensalidade no ginásio. Pelo menos durante dois meses (Dez e Jan).

Com o teletrabalho e o regresso temporário a casa dos meus pais, deixou de fazer sentido estar a pagar por um serviço que não iria usufruir.

No confinamento de Março e com o encerramento obrigatório, continuei a pagar. Foi o meu contributo "social" para uma empresa sem receitas mas que continuou a pagar as aulas aos professores. Se nos meses de Verão, entre férias e teletrabalho alternado, continuei a pagar e nem a metade dos dias a que tive direito usufruí, agora, o ginásio continua a aberto. Por isso achei que não fazia sentido manter a minha generosidade.

 

Treinar em casa

Em Abril custou muito seguir os exercícios da aplicação do ginásio. Foi preciso muita força de vontade.

Neste novo confinamento, sou honesto: não fiz nenhuma sequência.

Tenho corrido 1h pelo menos uma vez por semana e mais nada.  Abri uma exceção para dois exercícios de 2 em 2 dias de reforço muscular na lombar. Os dias mais curtos e chuvosos não me puxam minimamente... Ir-me-ia fazer bem até para desanuviar.

 

Corridas

Numa situação normal, este seria o mês das corridas de São Silvestre. Antes da pandemia, costumava ir a algumas corridas, não pelos prémios, mas pela parte do convívio e combater o sedentarismo.

Este ano não há eventos para ninguém. As organizações mais profissionais mantêm uns eventos virtuais onde vendem t-shirts e medalhas. Outras mais amadoras criam apenas o conceito de inscrição gratuita. 

Os treinos em grupo são cada vez mais raros e vazios devido ao risco de contágio e ao tempo frio e chuvoso que se faz sentir afastando os mais perguiçosos. Apenas os mais resilientes (palavra da moda) continuam. Incluo-me por enquanto neste grupo e porque os meus colegas têm puxado por mim.

 

Posto isto, tenho trenado muito pouco e isso não é bom. Com os doces de Natal, terá de haver desgaste.

Será que depois deste auto-reconhecimento de sedentarismo e preguiça, vou arranjar motivação para treinar? 

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publicado às 17:15


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