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Destes dias - 19 de Setembro

19.09.20

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Enquanto penso no que escrever, lembro-me deste dia: 1 de Janeiro de 2020. Primeiro banho do ano. 

Se nesta data, imaginamos o que iríamos passar o que passamos e que iremos passar...

Será que este banho trouxe um ano abençoado, dentro do possível, a estes corajosos?

 

Enquanto adaptamos o nosso quotidiano ao aumentos dos infetados com o vírus, assistimos a novas desenvolvimentos da Operação Lex, mostrando o carácter de alguns juízes e dirigentes desportivos. Precisamente os mesmos a quem António Costa, primeiro ministro em funções, manifestou apoio e que são suspeitos de corrupção e manipulação sobre juízes.

O presidente da República parece que "obrigou" Luís Filipe Vieira a criar alguma decência nas suas listas. Independentemente de cores, seria bastante útil, ético e desejável, legislar sobre esta segregação. Está mais que visto que há pouca vontade e sobretudo interesse, mas tem de ser.

 

Mudando de tema, voltou a chuva. 

O Outono está aí.

As folhas vão começar a cair, a escurecer mais cedo e o regresso a uma rotina que forçadamente perdemos. Regressou também o trânsito (honestamente já não sei se é mau...)

Vem também uma enorme incógnita e já se falam dos planos para o Natal. Daqui a 3 meses é que vai ser o GRANDE desafio. Jantares de Natal proibidos, shoppings com muitas limitações, muitas quebras na faturação, empregos temporários inexistentes, muita solidão, famílias afastados com restrições de circulação... Vai ser diferente e espero que se comece a pensar nisso...

 

Do meu hobbie, a horta, depois da colheita, na semana passada transplantei uns pés de couve galega que tinham nascida já da sementeira de 2020 que colhi em Junho! Esta chuvinha veio mesmo a calhar. Entretanto, os meus amigos predadores caracóis, devem estar a aparecer ...

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publicado às 14:31

Breves do Último: 1 de Setembro

01.09.20

Duas notícias deixaram-nos com o cabelo em pé hoje

[não estou a falar da Cristina Ferreira - há coisas gravíssimas a acontecer].

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Uma relativa o Novo Banco/BES. Uma auditoria divulgada demonstrou as perdas de milhares de milhões de euros, com os contribuintes a pagarem. A maioria das perdas são empréstimos não pagas/sem garantias. Divulgada a auditoria, tem de se apurar responsáveis e punições à altura. Há muito medo em tocar no poder e quando se toca, ataca-se o juíz.

 

A outra é relativa ao COVID.

- Festa do Avante: é inacreditável ser o próprio comércio e população circundante do espaço a querer sair das próprias casas com medo do perigo de contágio do evento. Continuo a achar uma loucura a festa este ano. Uma loucura do PCP que a organiza e de quem lá vai estar.

- Repararam na reação de Catarina Martins ao Avante?

Vejam e reparem. Se fosse um partido de direita, caía o carmo e a trindade. Como é o PCP, reclama da insistência no tema e diz que há coisas mais importantes... além do BES, há o quê? Para mim, esta atitude tem um nome ...

- Sobre os lares já tinha falado que deve haver muito mais mortes escondidas do que as relatadas. Hoje, soube-se que o lar "premium" do Montepio tentou ocultar/não divulgar os casos na sua instituição. Os doentes já tinham outras debilidades de saúde. Alguém tem dúvidas que deve haver tantos e tantos outros lares a abafar/esconder as suas falhas, seja por questões de reputação ou medo de punições?

Porém, em Reguengos, onde o presidente da Câmara é o mesmo que lidera a Santa Casa, há acusações gravíssimas mas ... sem qualquer consequência.

 

Esta semana, uma colega que trabalha num banco comentava que os pedidos de crédito para ... férias tinha aumentado. Será que todos terão condições para pagar? Ou preferem viver das aparências? Ou estão à espera que seja o Estado a tapar o seu buraco já que exemplos não faltam?

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publicado às 19:29

As dúvidas em relação à TAP

05.07.20

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Quando oiço o valor astronómico que o Estado pretende injetar na TAP até me arrepiam os pêlos do meu corpo.

Porquê?

 

Primeiro, pelo valor em si (1,2 mil milhões no mínimo).

 

Segundo, pelas dúvidas quanto eficácia da ajuda. Se fosse algo temporário e com perspectivas de rentabilidade ou não prejuízo no curto/médio prazo era uma coisa, mas não é. A TAP é um buraco sem fundo. Sempre foi e vai ser.

Pelos valores em causa, há sérias dúvidas se vale a pena o investimento

 

Terceiro, sendo uma empresa pública a qualidade dos "gestores" deixa sempre dúvida se estão lá pela competência ou para encher a conta bancária de alguns com as "senhas de presença".

 

Quarto, porque há dúvidas na estratégia "nacional" e "regional" da TAP.

 

Quinto porque há setores como a Saúde, a ferrovia com fortes constrangimentos orçamentais e desigualdade social, não sendo justo nem racional esbanjar dinheiro numa companhia aérea e deixar bens essenciais sem financiamento.

 

Sexto porque me lembro de há uns anos, um Primeiro Ministro que escorraçou talentos nacionais para a emigração e que chamou a população que representava de "piegas", nos ter feito um "brutal aumento de impostos" e nos ter sacado 50% do nosso salário.

 

Ah, agora já não temos o CR7 das Finanças Públicas.

 

PS: Muitos vezes critico a centralização existente em Portugal, mas hoje elogio a criação do Centro de Arte Contemporânea em Coimbra inaugurada ontem. Lá constam as obras de arte que o Estado comprou ao antigo BPN. E Coimbra bem que precisa de um abanão.

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publicado às 21:47

Cobardia

17.06.20

Enquanto andamos distraídos com o racismo e as manifestações americanas, por cá, trocamos de ministro de Finanças. O Cristiano Ronaldo das Finanças, que quando havia dinheiro e recuperação económica, gerou superavit nas contas públicas, resolveu fugir com o rabo à seringa, quando o país mais precisa dele.

 As coisas em Março mudaram e agora de repente entramos numa crise nunca vista. O que faz o CR das Finanças? Demite-se atrás do tacho do Banco de Portugal. É assim o nosso país e isto chama-se cobardia.

Agora promove-se o "vice", pelos vistos quem trabalhava no sombra e que agora vai ter de dar o corpo às balas. 

Ser bom, quando tudo corre bem, é fácil. Mas agora, quando começa a correr mal, demitir-se é mau. Mau caráter. Não representa o português que não vira a cara à luta.

Nesta dança de tachos, o presidente da República anda a banhos e atrás de selfies!!!

É agora, nestes momentos, que precisamos dos bons! Dos corajosos! Não dos ratos que fogem do navio aos primeiros sinais de problemas.

 

Por fim, alguma sabe porque razão um protetor solar tem IVA de 23%. Um bem essencial para a proteção e prevenção do cancro da pele?

Ah, pois é, a causa americana e o vandalizar estátuas é mais importante!

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publicado às 17:03

Os prémios do Novo Banco

21.05.20

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Os prémios de desempenho atribuídos pelas empresas servem para premiar os funcionários mais competentes. Seja pelo atingimento de metas individuais ou pelas metas da empresas (geralmente vendas e resultados).

 

No caso do Novo Banco foram 2 Milhões a Administradores o que levanta indignação pelo facto de:

- o Banco estar a ser intervencionado com dinheiros públicos,

- estar semi privatizado (Lone Star),

- o atual contexto de privação de fontes de rendimentos de muita gente,

- o próprio banco ter prejuízos de 1.058 milhões de Euros (!!! - um poço sem fundo).

Mesmo com este montante a ser pago em 2022 e mediante certas condições - alguém acredito que eles não serão pagos?

 

Se os subsídios públicos já estavam contratualizados, a mim causa-me desconforto a dimensão dos prémios para a realidade portuguesa. Se pode haver mérito na execução de objetivos comerciais e métricas económico-financeiras, é imoral quando tantos portugueses estão em lay-off, desemprego e com corte de vencimentos, dar 2 Milhões de Euros de prémios com dinheiro dos impostos. Não sei quanto vai caber a cada um (entre executivos, não executivos e afins), mas pouco não será.

 

Parece um tacho onde todos comem e ganham, com o povo português a pagar.  Não seria solidário pela Administração abdicar de parte desses prémios?  Não diria da totalidade porque é justo que recebam pelos objetivos atingidos, mas valores razoáveis e morais.

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publicado às 13:56

Memórias da Azambuja

09.05.20

Não sei se conhecem a Estrada Nacional da Azambuja.

Fui lá há uns anos em trabalho. Desde a saída do Carregado na A1 e passando-se o shopping Campera, são largos quilómetros de entrepostos logísticos de um lado e do outro com as grandes cadeias de supermercados identificadas.

Comentei com o meu interlocutor na altura que nunca tinha visto tanta concentração de armazéns numa equipa estrada.

 

Ele alertou que em casa de acidente naquela estrada, toda a zona sul do país ficava sem abastecimento. Hoje ainda me lembro desse comentário que partilho.

 

E agora, com 100 casos de COVID detetados numa empresa aviária naquela estrada? 

Estão a soar os alarmes ... 

Lá diz o povo que não se deve ter os ovos todos debaixo da mesma galinha, ou neste caso, ter os entrepostos logísticos todos na mesma estrada.

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publicado às 12:14

Os fundos para a economia e o seu destino

30.04.20

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Nesta crise em que grande parte da economia parou, conseguimos perceber a multiplicidade de setores económicos que existem e que são afetados. Nesta crise tudo parou inesperadamente, menos as obrigações salariais.

Paragens na produção também as há no Verão em que muitas empresas aproveitam para as manutenções anuais. Porém conseguem orçamentar, planeando a paragem, os custos e as vendas.

 

Muitos negócios têm de se reinventar e diria modernizar.

O "online", a reconversão da estrutura produtiva em máscaras (no caso do têxtil) e a aposta na flexibilidade e na logística parecem ser soluções. Porém para uma economia dependente das exportações, vai ter que haver ajustamento para a procura interna e de novos materiais.

 

Vemos muitas lojas a aderir ao comércio online, muitas delas às três pancadas, com o setor dos transportes e comércio a somarem queixas de atrasos e encomendas canceladas devido ao aumento do serviço e falta de suporte informático.

 

Vou falar da hotelaria e restauração.

Nos últimos anos, passar uma noite num hotel português tem sido um desafio devido aos preços elevadíssimos. Os alojamentos locais que nasceram como cogumelos, vão sofrer também menos procura. Quem não quiser esperar, vai pôr para arrendamento e espera-se a preços mais justos.

Nos últimos anos,  almoçar/jantar num restaurante numa zona mais turística (ex. baixa do Porto) é um roubo. Pela quantidade e qualidade da comida, os preços estão inflacionados. Se a isto somarmos o facto de que os turistas não pedem faturas com NIF, as margens nalguns estabelecimentos têm sido brutais.

Agora, sem turistas e com esta pausa inesperada, vai haver dificuldades, sim, mas também vai ser uma oportunidade para os nossos empresários descerem à "Terra" e praticarem preços mais razoáveis e compatíveis com o nível de vida dos portugueses. 

 

A União Europeia continua a revelar alguma falta de solidariedade, mas ainda nem todos perceberam que temos de estar juntos. As economias estão interligadas e uma paragem sem precedentes, exige medidas sem precedentes. A Alemanha da Sra Markle está a ser a grande impulsionadora  deste novo pacote que poderá chegar.

Mas atenção, mais importante que os zeros que as empresas vão receber, é mais importante o escrutínio da sua aplicação, não vá ser destinado à empresa de consultoria do amigo. A prioridade devem ser os salários, até porque se estes faltarem virá a pobreza, miséria, assaltos e desordem social.

 

PS: Hoje de manhã, quando fui à horta da minha avó, fui à pastelaria lá ao pé comprar um pão de Deus (que diga-se custa 0,70€ e grande muito bom),, estavam à venda nas antigas mesas de serviço artigos de mercearia. É assim que os espaços têm que se reinventar. As pessoas vão comprar pão e levam algo que lhes falta e a pastelaria fatura mais alguma coisa.

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publicado às 21:06

Cismas com assaltos

27.04.20

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Aqui na rua, tocou à campainha um drogadito pedir uma esmola à hora do jantar.

O meu pai disse que não, que "os patrões não estavam" e foi o suficiente para nem ele nem a minha avó pregarem olho a noite toda. Acho que quando se fala de saúde mental associada a este isolamento, fala-se desta insegurança, desconfiança e cismas que as pessoas ganham por não terem mais em pensar.

 

Nestes dias, algumas pessoas andam preocupadas com a sua segurança e dos seus bens: há um medo generalizado dos assaltos.

 

Três razões:

- Alguma imprensa e discursos de deputados alarmistas (não vou escrever o seu nome).

- Libertação de alguns presos antes do cumprimento da sua pena.

É comum no Natal haver indultos. A questão aqui é o critério/seleção dos presos e o risco para as populações de reincidência dos crimes.

- Receio do futuro do povo português que antecipa miséria, desemprego, falta de dinheiro e este confinamento social torna as pessoas mais ansiosas.

 

Nos EUA os americanos correram às lojas de armas. Por isso, é tão importante os governos/União Europeia agirem reforçando ou dando apoio às empresas, às famílias e sobretudo aos empregos. Acaba até por ser uma questão de confiança. O receio do povo, o pessimismo e até a falta de dinheiro/emprego e de perspectivas podem dar azo à desordem social. E isso é meio caminho andado para populismos e "salvadores da pátria" e eles andam aí à espreita.

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publicado às 16:40

Hoje é o dia da mulher

08.03.20

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Hoje é o dia da Mulher.

Um dia que deve servir de reflexão para o caminho que a sociedade portuguesa, europeia e mundial quer seguir.

Haver dias dedicados e oferecer rosas não chega. De todo. Há um longo caminho a percorrer. Alguns passos felizmente já estão a ser dados. 

 

Se olharmos para os cargos mais influentes em Portugal, vemos poucas mulheres. É melhor que nada, mas não chega.

 

Nas empresas, as mulheres que lideram grandes empresas, estão lá por descendência familiar, nomeadamente Cláudia Azevedo e Paula Amorim. Mérito ou dinastia?

Na Banca nem uma mulher presidente.

Nos accionistas, Isabel dos Santos e a dona do Santander mais uma vez ascenderam pela família. 

Isabel Vaz, Manuela Medeiros e Manuela Tavares de Sousa são algumas exceções.

Nas chefias há poucas mulheres, mas aí sou sincero, o perfil de liderança depende muito da pessoa. Já teve reportes femininos muito complicados e prefiro a liderança masculina. É mais simples e objetiva.

 

Na política, o melhor que houve foram 3 dirigentes partidárias mulheres nos últimos 10/20/30 anos: Manuela Ferreira Leite, Catarina Martins e Assunção Cristas. Apenas uma resiste.

Primeira Ministra nenhuma recentemente, Presidente da República nenhuma e apenas uma na AR:  Assunção Esteves.

Uma ministra, a dos incêndios, disse que se sentiu discriminada quando foi criticada por chorar num funeral e o seu sucessor homem tem feito trinta por uma linha e assobia-se para o lado.

 

Na Justiça, Maria José Morgado, Joana Marques Vidal e Lucília Gago tentam se impôr.

Porém juízes e juízas com acórdãos ridículos como o de Neto de Moura e a discriminação da juíza que tratou carrilho por "Doutor" e a vítima mulher por "Bárbara" envergonham-nos enquanto sociedade.

 

No Desporto, estamos a anos-luz de uma sociedade igualitária. Uma outra atleta se destaca a nível individual (Telma Monteiro, Vanessa Fernandes), mas nos desportos coletivos só agora e apenas o futebol começa a dar os primeiros passos. Mesmo assim, o FC Porto nem essa modalidade abraça.

Na vertente amadora, onde participo, quem anda à mais tempo e as organizações das provas destaca que hoje há muito mais mulheres a correr e a participar em corridas. Ótimo!

 

No mundo milionário da televisão, Cristina Ferreira tem feito a diferença. Muito porque as revistas cor de rosa, também dirigidas por mulheres como na Cofina, lhe dão projeção e polémicas.

No entanto, ainda esta semana, uma jovem youtubber foi humilhada pelo namorado num vídeo em que participou voluntariamente para se vender a uns likes.

 

Já defendi mais as quotas que defendo agora.

O que temos visto são escolhas de mulheres para fazer número. Algumas seleções são apenas para cumprir a lei, mas que não chateiem. Escolhe-se a sogra (como na presidência atual do CDS), a mulheres da família (como no PS de Barcelos) e a primeira que aparecer mesmo que não conheça nem perceba nada do programa que representa (como no PAN Setúbal e que foi eleita deputada).

 

Defendi as quotas como um mal necessário para trazer mais a mulher para os cargos relevantes. Mas o lado negativo desta opção está-se a evidenciar cada vez mais. Li este artigo de opinião e hoje concordo com a conclusão: "a presença quantitativa de mulheres em listas não é, por si só, sinónimo de coisa nenhuma. Na escolha para cargos de responsabilidade, fica à vista a falta de preocupação com o perfil ético e o rigor demonstrado no percurso político. Ou para isso também é preciso criar quotas?"

 

Deixa-me triste estas escolhas e as sobretudo as mulheres que se prestam a este papel!

 

Defendo a igualdade entre homens e mulheres. Hoje, o caminho a percorrer já encurtou mas tem muitas pedras, muitas colocadas pelas mulheres que se prestam a papeis.

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publicado às 11:31

E- fatura

08.02.20

Esta semana validei as despesas todas do e-fatura de 2019.

Surgiram as dúvidas de sempre:

i) descobrir quem são as empresas/comerciantes que estão pendentes e

ii) como mapear algumas faturas em casos em que o comerciante dá para mais que uma atividade. 

 

Verifiquei também que agora a "Via Verde" também passou a declarar as portagens...

Não se esqueçam de validar as vossas faturas!

 

PS: Continuo a achar pertinente os comerciantes enviaram as faturas por email, desde que coloquem visivel ao consumidor o detalhe dos preços no momento do pagamento. Indo para o email, ficam lá guardadas, poupa-se tempo e papel e neste momento de validação poderíamos ir lá consultá-las.

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publicado às 12:04


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