Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


O Covid e o aeroporto (Madeira e Porto)

22.10.20

madeira.jpg

 

Quem me segue no Instagram, já viu que fugi (espero eu!) do covid para a Madeira. 

Ter férias em Outubro e em tempos de aumento de casos, levou-me a pensar sobre o que fazer. i) ou ficava cá e com a vida social, arriscava-me a apanhar o vírus ou ii) ia turistar para destinos de Natureza mais isolados e com poucos casos de infetados. optei pela 2ª. Caso alguém esteja a pensar viajar em férias/trabalho para a Madeira aqui fica a minha experiência.

 

O teste obrigatório

Para entrar na Madeira o teste é obrigatório e gratuito. É feito um rigoroso controlo teste à entrada - dá logo outra segurança!

Os testes têm de ser feitos com 72h de antecedência e são gratuitos nos laboratórios que têm protocolo com o Governo Regional. Marquei por telefone a hora e dia com antecedência.  Fiz o teste e no próprio dia obtive o resultado. É necessário justificar com o comprovativo da reserva. 

De seguida, é necessário fazer o registo no site do Madeira Safe, com as informações do voo, alojamento e fazer upload do teste. Passado umas horas, depois da validação dos serviços, recebemos o QR code e a confirmação do resultado do teste por email. 

Tudo simples, automático e muito eficaz. 

 

Aeroporto da Madeira

Depois de aterrar, basta seguir as setas verdes escuras, apresentar o QR code e estamos no exterior. 

Muitos parabéns ao Governo Regional pela rapidez e funcionamento do controlo. Sem burocracias. 

Quem fizer o teste e não tiver o QR code, tem de ficar na fila verde claro e esperar. 

Quem não tiver teste feito, tem de ir pela seta vermelha e fazer lá. Isso implica ficar num hotel de quarentena . Totalmente de evitar, até pela segurança dos outros no avião, além de se poder ficar com as férias estragadas!!!

Sendo uma região que vive do turismo, dá muita segurança esta barreira. Foi o maior critério de escolha. Só entra na ilha, quem tiver teste negativo (claro que há risco no voo e de pessoa "pisar o risco" entre o teste e o voo, mas pronto). No registo de casos havia 100 infetados, sendo 9 domésticos e os restantes 89 importados (passageiros barrados no aeroporto).

 

Aeroporto do Porto (partida)

Nunca vi o aeroporto com tão pouca gente. Não havia fila nenhuma para fazer a revista! Foi sempre a andar. Mesmo no check-in, havia pouco movimento. Resguardei-me o mais que pude. Os únicos "grupos" que havia eram equipas de futebol que iam viajar para a Madeira.

 

Voo de ida

A parte que mais me assustava.

O voo ia muito composto e a atribuição dos lugares segue as marcações (mesmo sem pagar o "fee"). A máscara é obrigatória. Perguntei à pessoa que ia ao meu lado se já levava teste feito. Também tinha resultado negativo.

Mesmo em tempos de pandemia, há pessoas que não param no seu lugar e ainda falam para trocar de assentos. Uma total inconsciência! 

O que mais me desagradou foi a postura da tripulação. No voo, distribuem um formulário exatamente igual ao que foi preenchido no site. As hospedeiras além de não falarem português, não respondiam a nenhuma questão, etc... Limitavam-se a encolher os ombros... 

Conclusão: o formulário não é preciso preencher. O QR code é a chave para tudo.

 

Voo de regresso

Por ser dia da semana, ia com pouca gente. Os lugares iam em espinha e sempre do lado da janela, respeitando mais uma vez as marcações conjuntas. A equipa de hospedeiros era mais prestáve e passaram um spray a meio do voo. Os passageiros também têm de preencher um formulário na internet - Portugal Clean and Safe que também envia um QR Code. Mais uma vez, no voo é distribuído em papel sem esclarecimentos.

 

Aeroporto de chegada (Porto)

Tem uma câmara que mede a temperatura mas ninguém validou o QR code enviado ou sequer perguntou pelo formulário. Um total desleixo! 

 

Em conclusão, há sempre riscos na viagem e os principais cuidadosos têm de ser os passageiros, quer nas regras, quer na realização do teste antes de embarcar para a Madeira. Em geral, senti-me seguro, mas sempre desconfiado. A entrada na Madeira fluiu muito rápida e sem complicações. Já em Portugal, houve desleixo na monitorização de quem entra.

Sugestão: as próprias companhias antes de se levantar voo, pedirem às pessoas para se inscreverem nos sites com as informaçóes úteis naquele hiato de tempo de fechar as portas e verificações de voo). Poupava-se tempo e ficavamos todos mais seguros.

 

PS I: Não me custou nada fazer o teste, nem doeu. Dá uma impressão na narina e mais nada.

PS II: Há uns frasquinhos de 50 ml de gel desinfetante à venda no Lidl ideal para levar no avião dado que cumpre os limites de litros. Desinfetei bastantes vezes as mãos, sobretudo no aeroporto e ao colocar e tirar cintos.

PS III: A companhia diz que entre os voos os lugares são deinfetados. No voo de ida, já vinha de Paris, não consegui ver, mas no de regresso Funchal-Porto, vi a equipa de limpeza no avião. Esclarecem também que há uma renovação constante do ar no voo. Vou acreditar que sim.

 

Nos próximos dias vou partilhar em vários posts o meu passeio pela Madeira. Já partilhei algumas fotos no Instagram, mas vou detalhar aqui no blog por onde andei e as levadas que fiz, porque fiquei deslumbrado. :)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:20

Experiências de compra

20.08.20

Este mês fui ao shopping aproveitar os saldos para comprar umas coisas que precisava.

Adiei todas as compras não urgentes para este pós confinamento.

Nas que entrei não toquei em nada e na roupa tive cuidado adicional na higienização das mãos. Porém fez-me confusão as limitações de entrada nas lojas. São expetáveis, mas tiro por completo a experiência de compra. Nestes dias não se podem usar essa terapia 

 

Gostaria de partilhar duas situações que me aconteceram:

 

- Decathlon

Aproveitei os saldos da Decathlon para comprar um corta vento que estava a um preço muito acessível. Comprei online para entregar na loja para poupando nos portes.

Ao levantar na loja, a minha encomenda não apareceu. Para surpresa minha, o funcionário da Decathlon deu-me três possibilidade: i) fazer nova encomenda; ii) devolver o dinheiro ou iii) dar-me um artigo equivalente. O que havia disponível era um corta vento que custava mais do dobro do preço e com carapuço. Aceitei a 3ª opção.

Por isso, elogio publicamente a loja da cadeia francesa que preferiu perder a diferença e deixar o cliente satisfeito.

 

- Auchan

O Jumbo teve a infeliz ideia de proibir que se compre queijo fatiado ao peso na charcutaria. Os clientes agora têm de comprar o previamente fatiado em covetes. Escrevi uma reclamação no site porque não concordava com o desperdício de plástico e pelo facto de ter comprar mais do que a quantidade que precisava gerando desperdício alimentar.

O Jumbo ligou-me para o contacto de telemóvel a agradecer a sugestão e que vão reverter a decisão.

Elogio também publicamente o Auchan pela sua amabilidade e reversão da decisão.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:47

O telemovel e o acidente

22.01.20

telemovel.png

Na semana passada, ia tranquilo para o trabalho, de manhã, até que me batem por trás.

 

Saímos do carro e felizmente não aconteceu nada, nem um nem outro carro ficaram danificados nem sequer riscados.

Segundo o outro condutor, vinha distraído com o telemovel e não travou o suficiente a tempo.

 

Desta vez, não aconteceu nada, mas podia ter acontecido. Se se vai a conduzir, não usar o telemovel!!!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:10

Experiências do Último: SPA termal

28.09.19

IMG_20190925_151812.jpg

Já andava para fazer isto há algum tempo. Até por relatos que vou lendo aqui nos blogs: uma ida ao SPA termal. 

Porquê termas? Por uma razão de preço-qualidade. Arrumei logo com hotéis e ginásios. Queria BBP - Bom, Barato e Perto.

As férias em Setembro, longe da confusão, eram a altura ideal.

 

Fui ao site das Termas de Portugal e procurei a rede de Termas do Norte e Centro. Queria um sítio perto que desse para ir e vir no mesmo dia.

Consultei várias opções e a maioria das termas "públicas" tem a opção de tratamentos (comparticipada pelo Estado) e depois tem a opção de bem estar. 

 

Após consultar o preçário e socorrer-me dos comentários do Trip Advisor, escolhi as Caldas das Taipas, em Guimarães.

IMG_20190925_151757.jpg

Fiz a marcação com antecedência e lá chegado, deparei-me com um edifício muito recente, pois foi remodelado em 2015. Quando paguei (este post não é patrocinado ), a senhora da receção diz: "seja bem vindo e relaxe. Está aqui para relaxar."

 

O roupão, chinelos e toalha já estavam incluídos no preço. Foi ao duche vichy com massagem, banho com hidromassagem e depois 90 minutos de circuito termal (banho turco, sauna e piscina).

IMG_20190925_152301.jpg

Só tenho a dizer bem! Não tenho qualquer crítica a fazer.

Instalações muito boas, uma massagem maravilhosa, pessoas muito simpáticas e disponíveis, só estava eu (logo sem barulho nem confusões) e foram quase 2 horas e meia muito bem passadas que valeram muito muito a pena!

 

P.S.: Quando disse que ia às termas, alguém disse que é para "velhos". 

É puro preconceito. Se fosse a um hotel (e pagasse o triplo ou mais), já era chique, mas este preconceito em relação às termas não faz sentido nenhum. É bem estar, a preços bastantes acessíveis, excelentes instalações e muito bem organizado.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:37

Problemas com hotel que não existia

26.09.19

city-89197_960_720.jpg

Na semana passada, fui à Itália turistar. Fiz 6 cidades em 7 dias. O percurso que fiz foi Porto  -Roma - Nápoles-  Roma - Florença - Veneza - Verona - Milão - Porto. Um roteiro costumizado por mim e que ainda deu algum trabalho a planear, escolher, comparar preços e marcar.

 

Optei por dormir duas noites em Roma, duas em Florença e duas em Verona.

Como eram vários dias, complexo e com logística, recorri à agência de viagens habitual para marcar os hotéis. Em boa hora o fiz!

 

Quando cheguei a Florença, o hotel que tinha escolhido e pago (via agência de viagens) estava fechado!!!

 

Luzes apagadas e aspeto abadalhocado à entrada. Tocamos à campaínha e ninguém apareceu.

Perguntamos numa lojita ao lado e confirmaram "closed". Ligamos os dados móveis e confirmamos no booking que já não era possível fazer marcações... Ou seja, tínhamos mesmo um problema! Em pânico, ligamos de imediato à senhora da agência de viagens. Tivemos sorte porque apesar de já serem cerca de 20h30 cá, ela atendeu.

 

Em 2 horas, o problema ficou resolvido. Arranjou um outro hotel (ainda melhor, mas mais longe da estação) e não tivemos que pagar nada adicionalmente!

Que susto!

 

Ainda bem que fui com agência! A troco de mais qualquer coisa (diferença residual), inclui o seguro, o trabalho de marcações e sobretudo o descanso de haver alguém do outro lado que resolve o problema caso exista, como existiu neste caso.

 

Se não tivesse, teria as férias estragadas. Teria de arranjar eu outro hotel, pagar do meu bolso, submeter papelada à plataforma, esperar e desesperar.

 

Por isso, sempre que for para fora alguns dias, irei continuar a ir sempre por agência.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:30

Trilho Braga - São Bento da Porta Aberta (a pé)

17.08.19

IMG_20190815_062438.jpg

Esta foi das experiências da minha vida que não vou esquecer.

Por razões pessoais queria tê-la feito no ano passado, mas não se proporcionou. Fui de carro em Dezembro, mas quando ouvi falar da nova peregrinação no ginásio, nem pensei duas vezes. Disse logo que queria e juntei-me ao grupo.

 

Assim, dia 14, vespera do feriado, foi a data escolhida pelos organizadores para a ida ao São Bento da Porta Aberta a pé.

 

A partida foi às 23 horas na estação dos comboios de Braga. A noite estava quente, o que se tornou muito exequivel. O percurso seriam 37 km e duraria 9 horas.

Estação de Braga.PNG

O nosso percurso começou na estação de Braga (fomos de comboio até lá), seguimos pelo quartel da cidade e fomos até Adaúfe pela estrada romana. Talvez por ser de há vários séculos, não há ponta de luz. Em Adaúfe, decorriam as festas locais com direito a ouvirmos um pouco de uma cantada ao desafio. De lá seguimos até à primeira paragem para descansar e comer, até à Ponte do Porto que passa o Rio Cávado. 10 quilómetros e duas horas estavam decorridos.

Porta braga.PNG

IMG_20190814_232602.jpg

IMG_20190815_001548.jpg

Partimos por meio de caminhos rurais e aldeias. Nem sempre com luz, uma subiditas nada de especial até à Capela de Goães. Uma paragem rápida e mais 10 quilómetros.

IMG_20190815_031139.jpg

Seguiu-se a parte mais perigosa. Por uma Estrada Nacional cruzamo-nos com um grupo de Ofir, mas não há qualquer passeio. Um perigo! Já eram 3 da manhã e havia poucos carros. Metemo-nos por dentro até ao Rebentaço.

 

Faço uma pausa no relato porque aqui começa a parte mais complicada do percurso. O nome não engana, é mesmo para rebentar. O "Rebentaço" é uma subida íngreme, interminável, em que o piso é o da calçada romana (gumos) e rodeada de árvores. Sem ponta de luz, trepar, trepar, trepar. No cimo, vem outra subida com várias capelas cujo nome é Calvário e chegamos ao recinto da Nossa Senhora da Abadia. Eram 5h00 e aproveitamos para ir ao WC, descansar e comer.  Lá decorriam festas e muitos grupos também tinham optado por aquele percurso porque estava muita gente.

IMG_20190815_045805.jpg

 

A partir daí veio o pior: a subida e descida monte que acabaria no São Bento. 2 horas - uma a subir, outra a descer.

 

Saindo da abadia, metemo-nos por um trilho (pela primeira vez com placas a indicar o caminho). Sempre a trepar montanha acima. Começava o dia a clarear e as pernas a penar. Pelas pedras, subia, subia, subia. Com o escuro, não havia visibilidade para ter vertigens.

IMG_20190815_062453.jpg

IMG_20190815_064225.jpg

 

Chegado ao alto do formigueiro, o dia começar o sol despertou. Por fim, a descida. Agora veio a pior parte de todo o percurso. 

 

A descida é aos "S" através de estradões, com um declive acentuado e escorregadio. A pressão que faz nos joelhos é muito grande e custou um pouco pela extensão e inclinação. A coisa boa foram as vistas sobre o Rio Caldo e o próprio Santuário.

 

IMG_20190815_065624.jpg

 

IMG_20190815_065627.jpg

IMG_20190815_071608.jpg

IMG_20190815_071803.jpg

 

7h44m. Finalmente chegamos!

Alongamentos, descansar, beber água e ida à Igreja.

 

Peregrinação feita. Dever cumprido.

 

IMG_20190815_074843.jpg

 

Depois de a fazer e dois dias depois, estou bem. O facto de fazer exercício físico, caminhadas e corridas (claro em muito menor distâncias) foram fundamentais. Os alongamentos no fim ajudaram a que não sinta dores nem espalmado, embora cansado claro. Já tenho o sono em dia. A parte pior são os últimos 10 km entre o Rebetanço - subida do monte e descida do monte. Se as subidas requerem mais esforço, a descida provoca impacto nos joelhos. Foi cansativo, mas não sei se irei repetir.

 

Este tipo de peregrinações têm de ser feitas em grupo. Não só pelo perigo (estrada, monte, caminhos isolados), mas sobretudo pela motivação e para puxarmos uns pelos outros.

 

IMG_20190815_074846.jpg

 

Tem também de ser feito à noite devido ao calor e de lanterna. Muito mal sinalizado, muitas estradas sem qualquer proteção ao peregrino. Sobre a roupa, o colete refletor é obrigatório. Levei o do carro.

 

Por baixo levei uma t-shirt de algodão também branca. Só tive frio quando paramos na Abadia, onde vesti um corta vento (o dos chineses) mas passado 5 minutos tirei-o. As sapatilhas levei umas confortáveis que costumo levar nas férias para as cidades e as meias as Calzedonia Sport. Nem uma bolha! Tenho de tirar o chapéu à marca italiana.

IMG_20190815_070450.jpg

 

Descobri neste site que alguém fez o percurso durante o dia. Ver aqui - tem fotos tiradas durante o dia.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:49

Corrida Milionária

28.07.19

Ontem fui à Corrida Milionária em Espinho.

corrida milionária.PNG

A corrida foi a 27 de Julho, Verão, às 19 horas com a expetativa de estar menos calor. São Pedro, cuja capela está incluída no trajeto, pregou uma partida: choveu 5ª, 6ª e no sábado de manhã. À tarde, já estava bom e o calor já se fez sentir. O percurso não tinha nada de especial. Conhecido de toda a gente: percorrer a costa marítima do concelho de Espinho. 

 

Porém, o interesse estava em duas coisas:

i) por um lado ser da organização do Running Espinho. Mais amador (entenda-se amor à camisola), previa-se uma grande mobilização, com muita gente conhecida, aqui das redondezas. 

ii) ter um conceito de prémios extensível a todas as posições e não apenas aos vencedores como habitual. Várias marcas associaram-se e como é óbvio há uns prémios mais interessantes que outros.

IMG_20190727_174450.jpg

Vamos à prova. Confirmou-se a animação esperada, com a festa a começar muito antes e também um excelente convívio com muitas caras e parceiros de corrida conhecidos. O percurso, quase sempre plano, não trouxe novidades. Não consegui baixar a barreira de 1h nos 10 km, mas isso não era o crítico.

 

No fim, embora pudesse haver alguma coisa para a malta comer ou um brindezito,  houve a medalha e a bebida habitual. Agora resta saber se ganhei algum prémio. Vai ser enviado por email, mas não sei se a minha posição foi premiada.

Inkedcorrida milionária 2_LI.jpg

Nota para duas figuras públicas: a apresentadora Isabel Silva e Aurora Cunha. Passei pela primeira na viagem de ida (ela já estava a vir) e não sei como ela consegue estar a correr a sorrir :) ainda por cima com calor. Quanto a Aurora Cunha, tiramos uma foto com ela. Admiro a energia e humildade desta mulher. Um exemplo para todos. Não é por acaso que ela é tão requisitada :)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:30

Bravos e Bravitas Challenge

21.07.19

Este sábado reservei a tarde para um exercício com amigos meus chamado "Bravos e Bravitas Challenge".

Uma misto de trail com obstáculos, sem cornometragem, ao longo das margens do Rio Uíma, nas Caldas de São Jorge.

A organização foi do grupo amador de corrida e amigos Bravos e Bravistas das Caldas.

IMG_20190720_143546.jpg

Foi a primeira vez que houve e dado ser de organizadores amadores, as expetativas não eram muito altas. Mas foi ESPETACULAR.

Tudo fantástico. Excelente organização, excelente percurso, excelente acompanhamento de voluntários, regras de segurança asseguradas, comida  nos reforços e sobretudo muita água fresca do rio.

 

Foram 10 km, a começar no parque de jogos das Caldas e na partida logo chamou a atenção haver estacionamento. Tal deveu-se à eficaz distribuição do horário das equipas, com um nº reduzido de participantes no horário. A distribuição de equipas resultou numa partida sem atropelos e sem confusão. Perfeito!

 

O caminho teve muita sombra e cerca de 40% foi dentro do rio. Sempre acompanhado de voluntários. Impressionante como uma prova amadora teve tantos voluntários (acho que o espírito de camaradagem ficou perfeitamente evidente). Fiz em equipa, em percursos cuidados e águas limpas.

 

Chamou-me a atenção que nas zonas críticas havia também cordas. Muitos dos obstáculos eram naturais (o rio, estradões, tanques, rampas). No meio do caminho houve abastecimento com comida e água. Paguei apenas 8 euros!

IMG_20190720_173559.jpg

É inevitável não comparar com o BioRace, um conceito semelhante e perto (Estarreja). São conceitos diferentes. O BioRace é  na Ria de Aveiro, em águas paradas (com lodo e que cheiram um bocado mal). Este é num rio, com água límpida e fresca sempre a correr e no monte (mais sombras). No de Estarreja, havia muito mais participantes e obstáculos (sendo mais competitivo), neste menos gente (está menos consolidado) mas o percurso é mais bonito e tem menos obstáculos propriamente dito. A organização do BioRace é da Câmara de Estarreja. Esta é de gente amadora que está por amor à camisola e até há comida no fim e no meio.

IMG_20190720_175433.jpg

Valeu muito a pena e se houver 2ª edição para o ano lá estarei. Vou repetir!

Uma sugestão: t-shirt branca para andar na lama e no rio não foi boa opção. A minha ficou neste estado :)

t-shirt.PNG

Uma crítica: disponibilizar o chuveiro do estádio e não disponibilizar água quente não faz sentido.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:50

Experiências do Último: Review de uma grande cadeia de ginásios

05.06.19

IMG_20190524_172448.jpg

Num passatempo, ganhei há umas semanas  um mês grátis numa grande cadeia nacional de ginásios, o Fitness Hut.

 

Quando estava a ir para o ginásio e com base em experiências anteriores as minhas expetativas eram as de que os ginásios das grandes cadeias têm muita oferta de máquinas, salas e equipamentos, mas pecam na personalização do atendimento tratando as pessoas como número.

Vamos lá sucintamente relatar a minha experiência.

 

Pontos positivos:

- Diversidade de equipamentos

A grande mais valia das grandes cadeias é o nº de passadeiras, máquinas, pesos, cross fit corners e espaço para treino. Uma grande área à escolha.

- Abdominais hora-a-hora

Ora aí está uma boa política da cadeia. A todas as horas certas, 10 minutinhos de exercício dados pelo monitor de serviço.

- Balneários espaçosos com todas as valências.

- Marcação de aulas por app

É bom porque assim quem chega atrasado pode ir e tem lugar se marcar antecipadamente, mas quem marca e depois não vai está a tirar o lugar a outros.

- Virtual Class

Nunca tinha experimentado. Põem um vídeo numa versão americana e o pessoal segue os exercícios. Pessoalmente prefiro aulas presenciais. 

 

Pontos negativos:

- Não há receção.

Quando lá cheguei no primeiro dia, não havia ninguém à porta. Havia uns torniquetes para inserir o código que recebi no email até que apareceu um segurança para me tirar uma foto e dar detalhes mínimos. 

- Não há nr. de telefone

A data que indiquei de início na resposta ao passatempo foi anterior ao envio do código pelo que precisava de saber qual o ultimo dia de acesso. Quis ligar a perguntar, não há número (claro ... se não tem rececionista). Mandei um email ninguém respondeu. Por fim, lá consegui falar com uma pessoa.

- Não há qualquer personalização de tratamento

Com base em duas ou três métricas de entrada que o monitor de serviço me perguntou no 1º dia, enviaram-me o plano de treinos definido pelo programa deles  por email. Não é possível imprimir lá. Como não quero estar com o telemóvel, tive que o imprimir em casa. Lá ninguém deu por mim nas horas que lá estive nem nas aulas a que fui era uma migalha.

Com tanta despersoanlização, ninguém vendeu PT nem houve avaliação física.

 

Moral da história: fui experimentar, mas prefiro o meu que é mais familiar, mais pequenino a um preço razoável. Pode não ter tanta máquina, mas ao menos sinto-me mais acolhido. A parte de não haver receção nem contacto não faz qualquer sentido.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:44

As trapalhadas da MEO e da Vodafone

16.05.19

Nos últimos dias tenho estado mais ausente. O tempo este fim de semana esteve maravilhoso e aproveitei para ir à praia. Sem vento, água fria mas limpida e sem ondas. 

O "senão" foi ter ficado sem telemovel.

 

Os pais têm o Meo em casa deles e fizeram uma campanha com um tarifário de telemovel muito mais apelativo que tinha na Vodafone e sem fidelização. À partida era para sub-25, mas pelos visto a campanha "especial" tb dava para mim (o que fazem para ganhar e reter clientes ...).  Resolvi aceitar dado que a fidelização estava à acabar na Vodafone.

 

Nunca mais me lembrei que tinha o telemovel bloqueado à Vodafone.

 

Após ter entregue o pedido de portabilidade para dia 16, a Meo resolveu antecipar para dia 9 sem o meu consentimento. Fui à loja e disseram-me que não era possível reverter o pedido! Já tinha seguido!

 

Não gostei dessa atitude porque iria ficar nesses 7 dias a pagar às duas operadoras!!!

Para ligar o nº do MEO tive que recorrer a um um telemovel antigo desbloqueado que tinha perdido numa gaveta

 

No dia seguinte, a Vodafone ligou-me a perguntar porque tinha trocado de operadora e que se aceitava a contraproposta de ter um tarifário igual ao do MEO tb sub-25 (que não estaria elegível pq tenho 30) e com 3 meses grátis. Roí a corda ao MEO e voltei à Vodafone.

 

Conclusão:

- A Vodafone só me fez um tarifário MUITO mais vantajoso (muito mais megas e mais barato) porque tinha mudado para MEO.

- A MEO foi gananciosa e trapaceira ao pedir a portabilidade antes da data indicada por mim e perdeu um cliente recém ganho.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:15


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.