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Trilho Braga - São Bento da Porta Aberta (a pé)

17.08.19

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Esta foi das experiências da minha vida que não vou esquecer.

Por razões pessoais queria tê-la feito no ano passado, mas não se proporcionou. Fui de carro em Dezembro, mas quando ouvi falar da nova peregrinação no ginásio, nem pensei duas vezes. Disse logo que queria e juntei-me ao grupo.

 

Assim, dia 14, vespera do feriado, foi a data escolhida pelos organizadores para a ida ao São Bento da Porta Aberta a pé.

 

A partida foi às 23 horas na estação dos comboios de Braga. A noite estava quente, o que se tornou muito exequivel. O percurso seriam 37 km e duraria 9 horas.

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O nosso percurso começou na estação de Braga (fomos de comboio até lá), seguimos pelo quartel da cidade e fomos até Adaúfe pela estrada romana. Talvez por ser de há vários séculos, não há ponta de luz. Em Adaúfe, decorriam as festas locais com direito a ouvirmos um pouco de uma cantada ao desafio. De lá seguimos até à primeira paragem para descansar e comer, até à Ponte do Porto que passa o Rio Cávado. 10 quilómetros e duas horas estavam decorridos.

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Partimos por meio de caminhos rurais e aldeias. Nem sempre com luz, uma subiditas nada de especial até à Capela de Goães. Uma paragem rápida e mais 10 quilómetros.

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Seguiu-se a parte mais perigosa. Por uma Estrada Nacional cruzamo-nos com um grupo de Ofir, mas não há qualquer passeio. Um perigo! Já eram 3 da manhã e havia poucos carros. Metemo-nos por dentro até ao Rebentaço.

 

Faço uma pausa no relato porque aqui começa a parte mais complicada do percurso. O nome não engana, é mesmo para rebentar. O "Rebentaço" é uma subida íngreme, interminável, em que o piso é o da calçada romana (gumos) e rodeada de árvores. Sem ponta de luz, trepar, trepar, trepar. No cimo, vem outra subida com várias capelas cujo nome é Calvário e chegamos ao recinto da Nossa Senhora da Abadia. Eram 5h00 e aproveitamos para ir ao WC, descansar e comer.  Lá decorriam festas e muitos grupos também tinham optado por aquele percurso porque estava muita gente.

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A partir daí veio o pior: a subida e descida monte que acabaria no São Bento. 2 horas - uma a subir, outra a descer.

 

Saindo da abadia, metemo-nos por um trilho (pela primeira vez com placas a indicar o caminho). Sempre a trepar montanha acima. Começava o dia a clarear e as pernas a penar. Pelas pedras, subia, subia, subia. Com o escuro, não havia visibilidade para ter vertigens.

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Chegado ao alto do formigueiro, o dia começar o sol despertou. Por fim, a descida. Agora veio a pior parte de todo o percurso. 

 

A descida é aos "S" através de estradões, com um declive acentuado e escorregadio. A pressão que faz nos joelhos é muito grande e custou um pouco pela extensão e inclinação. A coisa boa foram as vistas sobre o Rio Caldo e o próprio Santuário.

 

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7h44m. Finalmente chegamos!

Alongamentos, descansar, beber água e ida à Igreja.

 

Peregrinação feita. Dever cumprido.

 

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Depois de a fazer e dois dias depois, estou bem. O facto de fazer exercício físico, caminhadas e corridas (claro em muito menor distâncias) foram fundamentais. Os alongamentos no fim ajudaram a que não sinta dores nem espalmado, embora cansado claro. Já tenho o sono em dia. A parte pior são os últimos 10 km entre o Rebetanço - subida do monte e descida do monte. Se as subidas requerem mais esforço, a descida provoca impacto nos joelhos. Foi cansativo, mas não sei se irei repetir.

 

Este tipo de peregrinações têm de ser feitas em grupo. Não só pelo perigo (estrada, monte, caminhos isolados), mas sobretudo pela motivação e para puxarmos uns pelos outros.

 

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Tem também de ser feito à noite devido ao calor e de lanterna. Muito mal sinalizado, muitas estradas sem qualquer proteção ao peregrino. Sobre a roupa, o colete refletor é obrigatório. Levei o do carro.

 

Por baixo levei uma t-shirt de algodão também branca. Só tive frio quando paramos na Abadia, onde vesti um corta vento (o dos chineses) mas passado 5 minutos tirei-o. As sapatilhas levei umas confortáveis que costumo levar nas férias para as cidades e as meias as Calzedonia Sport. Nem uma bolha! Tenho de tirar o chapéu à marca italiana.

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Descobri neste site que alguém fez o percurso durante o dia. Ver aqui - tem fotos tiradas durante o dia.

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publicado às 13:49

Corrida Milionária

28.07.19

Ontem fui à Corrida Milionária em Espinho.

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A corrida foi a 27 de Julho, Verão, às 19 horas com a expetativa de estar menos calor. São Pedro, cuja capela está incluída no trajeto, pregou uma partida: choveu 5ª, 6ª e no sábado de manhã. À tarde, já estava bom e o calor já se fez sentir. O percurso não tinha nada de especial. Conhecido de toda a gente: percorrer a costa marítima do concelho de Espinho. 

 

Porém, o interesse estava em duas coisas:

i) por um lado ser da organização do Running Espinho. Mais amador (entenda-se amor à camisola), previa-se uma grande mobilização, com muita gente conhecida, aqui das redondezas. 

ii) ter um conceito de prémios extensível a todas as posições e não apenas aos vencedores como habitual. Várias marcas associaram-se e como é óbvio há uns prémios mais interessantes que outros.

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Vamos à prova. Confirmou-se a animação esperada, com a festa a começar muito antes e também um excelente convívio com muitas caras e parceiros de corrida conhecidos. O percurso, quase sempre plano, não trouxe novidades. Não consegui baixar a barreira de 1h nos 10 km, mas isso não era o crítico.

 

No fim, embora pudesse haver alguma coisa para a malta comer ou um brindezito,  houve a medalha e a bebida habitual. Agora resta saber se ganhei algum prémio. Vai ser enviado por email, mas não sei se a minha posição foi premiada.

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Nota para duas figuras públicas: a apresentadora Isabel Silva e Aurora Cunha. Passei pela primeira na viagem de ida (ela já estava a vir) e não sei como ela consegue estar a correr a sorrir :) ainda por cima com calor. Quanto a Aurora Cunha, tiramos uma foto com ela. Admiro a energia e humildade desta mulher. Um exemplo para todos. Não é por acaso que ela é tão requisitada :)

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publicado às 11:30

Bravos e Bravitas Challenge

21.07.19

Este sábado reservei a tarde para um exercício com amigos meus chamado "Bravos e Bravitas Challenge".

Uma misto de trail com obstáculos, sem cornometragem, ao longo das margens do Rio Uíma, nas Caldas de São Jorge.

A organização foi do grupo amador de corrida e amigos Bravos e Bravistas das Caldas.

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Foi a primeira vez que houve e dado ser de organizadores amadores, as expetativas não eram muito altas. Mas foi ESPETACULAR.

Tudo fantástico. Excelente organização, excelente percurso, excelente acompanhamento de voluntários, regras de segurança asseguradas, comida  nos reforços e sobretudo muita água fresca do rio.

 

Foram 10 km, a começar no parque de jogos das Caldas e na partida logo chamou a atenção haver estacionamento. Tal deveu-se à eficaz distribuição do horário das equipas, com um nº reduzido de participantes no horário. A distribuição de equipas resultou numa partida sem atropelos e sem confusão. Perfeito!

 

O caminho teve muita sombra e cerca de 40% foi dentro do rio. Sempre acompanhado de voluntários. Impressionante como uma prova amadora teve tantos voluntários (acho que o espírito de camaradagem ficou perfeitamente evidente). Fiz em equipa, em percursos cuidados e águas limpas.

 

Chamou-me a atenção que nas zonas críticas havia também cordas. Muitos dos obstáculos eram naturais (o rio, estradões, tanques, rampas). No meio do caminho houve abastecimento com comida e água. Paguei apenas 8 euros!

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É inevitável não comparar com o BioRace, um conceito semelhante e perto (Estarreja). São conceitos diferentes. O BioRace é  na Ria de Aveiro, em águas paradas (com lodo e que cheiram um bocado mal). Este é num rio, com água límpida e fresca sempre a correr e no monte (mais sombras). No de Estarreja, havia muito mais participantes e obstáculos (sendo mais competitivo), neste menos gente (está menos consolidado) mas o percurso é mais bonito e tem menos obstáculos propriamente dito. A organização do BioRace é da Câmara de Estarreja. Esta é de gente amadora que está por amor à camisola e até há comida no fim e no meio.

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Valeu muito a pena e se houver 2ª edição para o ano lá estarei. Vou repetir!

Uma sugestão: t-shirt branca para andar na lama e no rio não foi boa opção. A minha ficou neste estado :)

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Uma crítica: disponibilizar o chuveiro do estádio e não disponibilizar água quente não faz sentido.

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publicado às 11:50

Experiências do Último: Review de uma grande cadeia de ginásios

05.06.19

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Num passatempo, ganhei há umas semanas  um mês grátis numa grande cadeia nacional de ginásios, o Fitness Hut.

 

Quando estava a ir para o ginásio e com base em experiências anteriores as minhas expetativas eram as de que os ginásios das grandes cadeias têm muita oferta de máquinas, salas e equipamentos, mas pecam na personalização do atendimento tratando as pessoas como número.

Vamos lá sucintamente relatar a minha experiência.

 

Pontos positivos:

- Diversidade de equipamentos

A grande mais valia das grandes cadeias é o nº de passadeiras, máquinas, pesos, cross fit corners e espaço para treino. Uma grande área à escolha.

- Abdominais hora-a-hora

Ora aí está uma boa política da cadeia. A todas as horas certas, 10 minutinhos de exercício dados pelo monitor de serviço.

- Balneários espaçosos com todas as valências.

- Marcação de aulas por app

É bom porque assim quem chega atrasado pode ir e tem lugar se marcar antecipadamente, mas quem marca e depois não vai está a tirar o lugar a outros.

- Virtual Class

Nunca tinha experimentado. Põem um vídeo numa versão americana e o pessoal segue os exercícios. Pessoalmente prefiro aulas presenciais. 

 

Pontos negativos:

- Não há receção.

Quando lá cheguei no primeiro dia, não havia ninguém à porta. Havia uns torniquetes para inserir o código que recebi no email até que apareceu um segurança para me tirar uma foto e dar detalhes mínimos. 

- Não há nr. de telefone

A data que indiquei de início na resposta ao passatempo foi anterior ao envio do código pelo que precisava de saber qual o ultimo dia de acesso. Quis ligar a perguntar, não há número (claro ... se não tem rececionista). Mandei um email ninguém respondeu. Por fim, lá consegui falar com uma pessoa.

- Não há qualquer personalização de tratamento

Com base em duas ou três métricas de entrada que o monitor de serviço me perguntou no 1º dia, enviaram-me o plano de treinos definido pelo programa deles  por email. Não é possível imprimir lá. Como não quero estar com o telemóvel, tive que o imprimir em casa. Lá ninguém deu por mim nas horas que lá estive nem nas aulas a que fui era uma migalha.

Com tanta despersoanlização, ninguém vendeu PT nem houve avaliação física.

 

Moral da história: fui experimentar, mas prefiro o meu que é mais familiar, mais pequenino a um preço razoável. Pode não ter tanta máquina, mas ao menos sinto-me mais acolhido. A parte de não haver receção nem contacto não faz qualquer sentido.

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publicado às 18:44

As trapalhadas da MEO e da Vodafone

16.05.19

Nos últimos dias tenho estado mais ausente. O tempo este fim de semana esteve maravilhoso e aproveitei para ir à praia. Sem vento, água fria mas limpida e sem ondas. 

O "senão" foi ter ficado sem telemovel.

 

Os pais têm o Meo em casa deles e fizeram uma campanha com um tarifário de telemovel muito mais apelativo que tinha na Vodafone e sem fidelização. À partida era para sub-25, mas pelos visto a campanha "especial" tb dava para mim (o que fazem para ganhar e reter clientes ...).  Resolvi aceitar dado que a fidelização estava à acabar na Vodafone.

 

Nunca mais me lembrei que tinha o telemovel bloqueado à Vodafone.

 

Após ter entregue o pedido de portabilidade para dia 16, a Meo resolveu antecipar para dia 9 sem o meu consentimento. Fui à loja e disseram-me que não era possível reverter o pedido! Já tinha seguido!

 

Não gostei dessa atitude porque iria ficar nesses 7 dias a pagar às duas operadoras!!!

Para ligar o nº do MEO tive que recorrer a um um telemovel antigo desbloqueado que tinha perdido numa gaveta

 

No dia seguinte, a Vodafone ligou-me a perguntar porque tinha trocado de operadora e que se aceitava a contraproposta de ter um tarifário igual ao do MEO tb sub-25 (que não estaria elegível pq tenho 30) e com 3 meses grátis. Roí a corda ao MEO e voltei à Vodafone.

 

Conclusão:

- A Vodafone só me fez um tarifário MUITO mais vantajoso (muito mais megas e mais barato) porque tinha mudado para MEO.

- A MEO foi gananciosa e trapaceira ao pedir a portabilidade antes da data indicada por mim e perdeu um cliente recém ganho.

 

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publicado às 22:15

Feira de stocks

07.05.19

.Aqui há dias vi publicidade a uma feira de stocks no Facebook prometendo grandes descontos em marcas de roupa conhecida.

Fui com a minha mãe e avó.

 

As expetativas eram altas (por não saber ao que ia) e a desilusão enorme. A meia dúzia de vendedores vendiam roupa de marca (sobretudo de ganga) e pareciam o outlet do outlet. Calças todas coçadas do século passado. Mau aspeto.A maioria estavam todas amarrotadas e fez-me pensar porque pernas já devem ter andado e até o logotipo da Tiffosi não tem nada a haver com o atual.

 

Uma desilusão.

Não nos apanham noutra

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publicado às 22:44

Limpeza de likes, amigos, seguidores e a seguir

07.02.19

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Sabem o que fiz este domingo à tarde?

 

Estive a rever no:

- definições de privacidade das redes sociais

- Facebook: amigos e páginas que seguia

- Instagram: seguidores e quem seguia

 

Façam esse exercício e vão-se aperceber da quantidade de lixo que têm nas vossas contas!!!

Andava a procrastinar esta tarefa. Depois de ver a reportagem na SIC sobre as redes sociais, não perdi mais tempo. Domingo, dediquei uma hora e vamos por partes:

 

Facebook -amigos

Felizmente, não apaguei muitos. Conhecia todas as pessoas que apaguei. Quando mudei de emprego, em 2015, já tinha limpo alguns perfis propositadamente.  Domingo, apenas limpei algumas pessoas que cancelaram a conta, mas o FB manteve-as ativas.

 

Facebook - páginas que seguia

Aqui sim, foi a surpresa e o choque! Estava a contribuir com o meu "gosto" em mais de 30 páginas para as quais não me dizem nada.

Nalgum momento do tempo interessou-me (passatempo? Alguém recomendou? Achei o conteúdo interessante?). Mas a maioria não conhecia, nem recebo notificações no feed.

Deixei de contribuir para essas estatísticas. Pura poluição!

 

Instagram - quem me segue

Felizmente também, tenho tido algum cuidado em quem aceito. Tirando uma outra marca ou daqueles influencers que pedem amizade e se esqueceram de desamigar, não eliminei quase nada. Aliás, destes, ultimamente não aceito ninguém. Estou descansado.

 

Instagram - quem sigo

Aqui também limpei algumas páginas que seguia e não conhecia... Também por passatempos ou porque me interessou nalgum momento do tempo, estava a seguir.  Reparei também que seguia alguns jogadores de futebol e nem sabia. Limpei tudo o que não me interessa.

 

Se tivermos em conta que o Facebook é dono do whatsapp, Snapchat e Instagram, lamento desiludir algumas marcas e deixar de ser mais um número nas suas estatísticas.

 

Um não vale nada, por isso, sugiro-vos: façam a experiência, cuidando da vossa privacidade: verifiquem onde têm o like e quem vos segue ;)

 

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publicado às 18:35

Passar das palavras a ação

05.01.19

Já andava há algum tempo para o fazer, mas ou por isto, ou por aquilo, ou por inércia, ainda não tinha feito.

 

Fui dos poucos autores que não partilhou no blog o pedido da m-M para a ajudar a sua irmã a encontrar um dador de medula óssea. E porquê? Porque seria hipócrita da minha parte!

Se nunca tinha doado sangue, como podia pedir aos outros para o fazer?

Capturar.PNG

 

Assim, nas férias de Natal, aproveitei e fui a um dos centros de recolha de sangue, inscrevi-me e efetuei a primeira doação.

Curiosamente, as equipas de recolha são ambulantes, deslocando-se em diferentes dias a vários pontos dos diferentes distritos, não havendo a desculpa que não há pontos perto. Ver aqui.

 

Ao divulgar esta minha ação, não pretendo ser parabenizado nem partilhar que sou generoso. Pretendo isso sim, alertar outras pessoas para importância desta decisão que pode salvar vidas. Um gesto que apenas custa duas picadelas.

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publicado às 09:08

Voluntariado - uma experiência

25.10.18

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Este ano participei numa ação de voluntariado através da Empresa numa instituição previamente escolhida.

 

A mim calhou-me colaborar no restauro e reabilitação de um lar para pessoas deficientes.

Por fases, estivemos a lixar os roupeiros, a pintá-los, a repará-los e pô-los como novos.

 

Uma doação ou uma transferência seria mais fácil. Mas o destino não se saberia qual era, depois do que vimos nas Rarissimas, nos Séculos e afins... Assim, não há volta a dar. In loco, deixamos o nosso trabalho manual e contributo  palpável para aquelas pessoas.

 

Uma experiência enriquecedora e que nos permite ver que em pequenas coisas podemos melhorar a vida em sociedade.

 

Curioso que enquanto pintavamos, uma colega dizia que sentia relaxada na tarefa. Efetivamente a pintura é conhecida por isso mesmo: teurapeutica 

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publicado às 18:38

O Metro de Lisboa - experiências

28.08.18

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Nestes dias tive que ir Lisboa. Aproveitei as compras antecipadas da CP e paguei apenas 19 €, ida e volta. A viagem correu sem atrasos e supressões.

 

Em Lisboa, andei de metro e deixo algumas impressões

- Tenho uma má impressão do Metro de Lisboa.

Recupero que escrevi em Abril de 2017. Nessa altura, vi um jovem com aspeto de "guna" a forçar a barreira de saída do Metro e o segurança (velhote e a franzino) mesmo à frente, olhou convenientemente para o lado. Parece que o papel do segurança, não é "segurar" nada, mas sim orientar os turistas.

 

- Na Estação de Metro do Oriente, havia cinco pontos de venda automáticos de bilhetes, mas apenas 3 estavam a funcionar.

Não se percebe como uma empresa pública pode ter um serviço sem manutenção em plena mês de Agosto e numa estação tão concorrida.

 

Os cartões Viva.

Mais um cartão. Continuo com a mesma crítica: não percebo porque razão só tem a validade de um ano.

Outra coisa que não percebo é não se poder usar o cartão da CP! Porque não simplificar e criar um único cartão para CP, Carris, Metro do Porto, STCP e outros públicos?

Todos ganhavam: os utentes com menos cartões e menos custos e as empresas com menos software e base de dados.

 

- O NIF na fatura

Dado que em 2018, o IVA dos passes dos transportes públicos são dedutíveis para efeitos de IRS, releva colocar o NIF na fatura.

No metro de Lisboa, já é possível de forma simples colocar o NIF. No final do carregamento, o ecrã questiona a pessoa se quer nº de contribuinte. É muito prático (embora devesse ser questionado ao utente se quer logo associar o NIF no momento da compra do cartão, à semelhança do cartão Continente e do Pingo Doce, podendo este em cada comprar colocar o prédefinido ou outro ou nenhum. Era mais rápido no dia a dia).

O sistema que a CP e a Metro do Porto está a usar, não lembra a ninguém. Extremamente complexa e desincentivador ao pedido da mesma.

 

P.S.: Vou dar esta sugestão para o email do Simplex. Vamos ver se ao menos respondem.

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publicado às 18:03


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