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Do fim de semana

14.02.21

Ontem fui à minha horta.

- Tem favas, uns corações que não vão nem vêm e as couves que plantei no Verão. Colhi algumas e serviu para o jantar e almoço de hoje (domingo gordo).

- Fiz uma limpeza aos caracois e lesmas.

- A salsa tem resistido ao tempo frio, tal como a hortelã. 

- Por outro lado, os raminhos de alecrim que pus em Dezembro parecem pegados.

- Surpreendentemente, os 7 dentes de alho que plantei (dos alhos de supermercado), nasceram!

- Aproveitei e colhi também umas tangerinas do quintal.

Estou mortinho que chegue a Primavera para começar com novas plantações. Curgetes, tomates, o resto da semente de couve galega estão na lista. Gostava que a salsa espigasse para poder colher semente.

Ao pé, vi um muro com este adereço de decoração.

Decoração covid.PNG

Por fim, este fim de semana voltei às corridas e ao desporto regular (em casa). Parei quando vi os casos todos a aumentar e a verdade é que sinto falta para o meu bem estar. Sinto-me muito melhor desde que voltei na semana passada a fazer uns exercícios e casa. Hoje, fiz 10 km e não fosse haver problemas, levei o cartão de cidadão e o comprovativo da morada nos calções.

Senhor da pedra.PNG

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publicado às 15:00

Uma mensagem simpática

06.02.21

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No Instagram fui surpreendido por esta mensagem do grupo de corrida amador com quem costumava correr antes da pandemia. Desde o Verão que continuo (ou continuava até ao mês passado) com algumas pessoas que conheci aqui.

Nestas alturas em que estamos mais tristes, apreensivos e até solitários, sabe muito bem receber estas mensagens.

Quem a escreveu não sabe quem é a identidade que está detrás da página (ou melhor, quase ninguém sabe), mas mesmo assim não hesitou em partilhar boa energia 

 

 

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publicado às 21:13

Desporto em tempos de covid

17.12.20

running.PNG

Nunca se falou tanto em sáude mental e com razão. O covid veio trocar-nos as voltas em tudo. Hoje vou falar do desporto.

Diz a OMS que o desporto ajudaria a evitar milhões de mortes. A verdade é que desde que comecei a correr regularmente (2017), constipei apenas duas vezes.

 

Ginásio

Este mês, cancelei temporariamente a minha mensalidade no ginásio. Pelo menos durante dois meses (Dez e Jan).

Com o teletrabalho e o regresso temporário a casa dos meus pais, deixou de fazer sentido estar a pagar por um serviço que não iria usufruir.

No confinamento de Março e com o encerramento obrigatório, continuei a pagar. Foi o meu contributo "social" para uma empresa sem receitas mas que continuou a pagar as aulas aos professores. Se nos meses de Verão, entre férias e teletrabalho alternado, continuei a pagar e nem a metade dos dias a que tive direito usufruí, agora, o ginásio continua a aberto. Por isso achei que não fazia sentido manter a minha generosidade.

 

Treinar em casa

Em Abril custou muito seguir os exercícios da aplicação do ginásio. Foi preciso muita força de vontade.

Neste novo confinamento, sou honesto: não fiz nenhuma sequência.

Tenho corrido 1h pelo menos uma vez por semana e mais nada.  Abri uma exceção para dois exercícios de 2 em 2 dias de reforço muscular na lombar. Os dias mais curtos e chuvosos não me puxam minimamente... Ir-me-ia fazer bem até para desanuviar.

 

Corridas

Numa situação normal, este seria o mês das corridas de São Silvestre. Antes da pandemia, costumava ir a algumas corridas, não pelos prémios, mas pela parte do convívio e combater o sedentarismo.

Este ano não há eventos para ninguém. As organizações mais profissionais mantêm uns eventos virtuais onde vendem t-shirts e medalhas. Outras mais amadoras criam apenas o conceito de inscrição gratuita. 

Os treinos em grupo são cada vez mais raros e vazios devido ao risco de contágio e ao tempo frio e chuvoso que se faz sentir afastando os mais perguiçosos. Apenas os mais resilientes (palavra da moda) continuam. Incluo-me por enquanto neste grupo e porque os meus colegas têm puxado por mim.

 

Posto isto, tenho trenado muito pouco e isso não é bom. Com os doces de Natal, terá de haver desgaste.

Será que depois deste auto-reconhecimento de sedentarismo e preguiça, vou arranjar motivação para treinar? 

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publicado às 17:15

Porto à noite

13.10.20

Na semana, fomos 4 amigos correr à beira rio Douro. Escolhemos a 6ª feira, depois da semana de trabalho, num percurso plano e com uma temperatura espetacular, não obstante ser Outubro.

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Estacionamos no Freixo, junto ao Museu da Imprensa, e fizemos Freixo - Cais de Gaia - Freixo (de modo a dar 10 km)

Com uma paisagem tão bonita, sem multidões de turistas, tivemos que parar inumeras vezes e iluminar as nossas redes sociais.

 

Por isso, cá vai a vista do Porto à noite, com direito à vista de três pontes. Os murais são do Museu da Imprensa no Freixo.

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publicado às 19:21

A moda das ciclovias

27.09.20

Hoje vou falar de 3 casos de ciclovias e como elas podem ser vistas.

ciclovia.jpg

Será sobre 3 cidades diferentes, de 3 cores políticas diferentes e não sou eleitor em nenhuma delas.

Ponto prévio: não sou urbanistas, nem arquiteto, mas procuro ver as coisas com bom senso.

 

Sou um defensor de ciclovias e equipamentos públicos que propiciem uma vida mais saudável, ativa e ecológica. Já o manifestei várias vezes e procuro fazer por isso.

 

Lisboa

Presidida pelo PS.

O caso que menos conheço, mas foi onde morreu uma jovem de 16 anos ao circular na ciclovia cumprindo todos os requisitos de segurança (avançou no sinal verde do semáforo). Deu-se pouca importância ao caso porque é o que convém.

Dá para refletir sobre até que ponto há a prevenção e informação necessária, bem como a localização das ciclovias. Será que colocá-las nas ruas mais movimentadas das cidades é a mais segura?

 

Porto

Presidida por um independente

Na 6ªf precisei de passar pela Rotunda da Boavista. Ao sair para o Bom Sucesso, surge do nada linhas contínuas e logo a seguir ao desvio e "camuflados" pelo trânsito uns pinos a marcar o começo de uma ciclovia. Andam-se uns 300 metros e acaba a ciclovia.

Como condutor, além da confusão ao sair da rotunda de várias faixas, esse bloqueio dá origem a acidentes, buzinadelas e insegurança.  

Fiquei sem perceber a necessidade de colocar ali aquela faixa amarela sem ligação a lado nenhum. Parece uma ciclovia plantada do nada numa rua movimentada em que a segurança antes e depois não é assegurada apenas para constar nos boletins municipais.

Quem conhece a zona, sabe que na rua por trás da rotunda junto ao cemitério de Agramonte é muito mais tranquila e "ciclável".

 

Espinho 

Presidida pelo PSD

Para fazer a obra de "regime" e inaugurá-la a tempo das eleições autárquicas, a Câmara decidiu abater todas as árvores da Rua 19, o já chamado "arbocídio" em nome de uma ciclovia. A notícia do Público é desgastante:  "árvores colidem com ciclovia e Câmada manda arrancá-las".

Em 2020, isto aconteceu - ver aqui.  Levou-me refletir: se queremos cidades mais verdes, qual o custo em termos de segurança, localização e sacrifícios que é preciso fazer para ter as ciclovias?

Até que ponto a sua localização é exequível para as pessoas circularem em segurança? Até que ponto faz sentido "plantar" no meio da cidade e do caos do trânsito ciclovias de poucos metros? Já morreu pelo menos uma pessoa? Em Espinho, custou a vida a dezenas de árvores saudáveis.

Até que ponto uma fita para cortar em véspera de eleições prevalece sobre o bom senso.

 

No Facebook, vi esta foto tirada esta manhã:

espinho.jpg

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publicado às 21:29

Bicicleta

06.09.20

Comecei por ver no Strava e colegas meus a usarem cada vez mais a bicicleta nos últimos meses, pós COVID.

Lembrei-me que em casa dos meus pais deveria lá estar uma encostada de outros tempos.

Muito enferrujada, com pó e já "mono". Pois bem, o que fizemos?

O meu pai e eu limpamos, levamos a uma oficina aqui perto de casa e está funcional. Não está nova porque alguma ferrugem não sai e ontem já a fui reestrear. O meu velho capacete ainda cá estava pelo fui em segurança.

Pena que o caminho até ao terreno da minha avó seja só paralelos senão optava por ela para chegar à horta.

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publicado às 11:36

Corridas Virtuais e prémios

27.08.20

Nas primeiras semanas pós-pandemia, optei por continuar a fazer desporto, mas apenas corrida. Além de ser gratuito, outdoor, não requer investimento nem ajuntamentos. Entretanto, voltei ao ginásio, mas confesso que duas mãos são suficientes para contar o nº de vezes que lá fui. Tenho sido daqueles que tem pago e não vai.

Nas últimas semanas tenho ido correr com um pequeno sub-grupo com o mesmo ritmo que eu, do grupo amador onde ia antes de pandemia. Temos variado percursos aqui na cidade e redondezas. Muito bom para exercitar o corpo e a língua 

 

Entretanto, algumas organizações lançaram as chamadas "corridas virtuais". A pessoa faz a distância definida, onde estiver, e no fim envia o comprovativo para as organizações. Até agora só me inscrevi nas gratuitas.

Dois comentários:

- Ontem no "treino" um colega referiu ter ouvido casos de pessoas que manipulam os print-screens das app's com os tempos que enviam às organizações apenas para ficarem elegíveis para prémios, sobretudo naquelas em que os prémios são por classificações. Xicos espertos há-os sempre mas também não percebo a ingenuidade das organizações ao colocarem este tipo de prémios. Além de desincentivar os mais lentos, é altamente susceptível de fraude.

 

- Uma outra organização (Correr Lisboa) presenteou quem concluiu e enviou o comprovativo da distância com umas amostras. Fui dos contemplados. Não conhecia esta empresa, provavelmente por ser de Lisboa e não participar em eventos nessa zona, mas fica aqui o meu agradecimento ao Grupo Azevedos e Biolectra.

[Sinceramente valorizo mais este merchandising do que medalhas, pois posso utilizar no dia a dia ou nos treinos]

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publicado às 21:04

Turistando pelos Passadiços do Uíma - Fiães

04.06.20

Sábado fui aos Passadiços do rio Uíma em Fiães, Santa Maria da Feira.

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Os passadiços ficam muito perto da EN1 e do centro da freguesia de Fiães.

Percorrem as margens do rio Uíma. Não tem paisagens espetaculares, mas é essa simplicidade que lhe conferem a característica de uma agradável passeio e sem grandes confusões.

Não sendo muito extensos, permitem uma boa gestão de esforço, têm muitas árvores e sombra. 

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Um dos parques de estacionamento fica na estrada nacional 326 que vai dar a Arouca e fui o que escolhi. Segundo o GPS são cerca de 4,5 km ida e volta.

Comecei a caminhada para sul. Encontramos parte de passadiço e parte de trilho em terra.

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As quedas de água são sempre especiais.

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Encontramos estes bancos de madeira.

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Muita fauna e flora.

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Ao longo de todo o percurso, o rio acompanha-nos.

Terminado o lado sul, fui ver como era o lado Norte dos passadiços.

Tem menos árvores e o percurso é mais curto.

Logo à entrada, depois de descer as escadas da estrada, vemos este ginásio ao ar livre.

Não obstante o bom estado de manutenção, não tem sombra. Nos metros seguintes, junto a esta pérgola tem uma relva que dá para fazer piqueniques.

Seguindo, passamos mais uns bancos em madeira e vemos esta ponte de passadiço. A engenharia deixa-nos sempre impressionados, sendo esta relativamente simples.

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Uns metros mais à frente, chegamos a Lobão e ao fim dos passadiços. Porém, vale a pena subir a ponte e atravessar a estrada.

Sabem que aquelas imagens pitorescas das vilas mais interiores, com os plátanos largos e por debaixo o parque de merendas com um coreto ao lado? Encontramos aqui.

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Junto à ponte encontramos mais uma queda de água.IMG_20200530_115727.jpg

Plantas no meio do rio :)

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Umas cabrinhas esfomeadas :)

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Em frente uma capela com o santo à janela - Capela Nossa Senhora da Livração - Lobão.

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À vinda ainda encontrei estes patinhos no rio.

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Estes passadiços valem a pena. São curtos, simples, mas exploram um lado menos conhecido da zona de Fiães e de Lobão. Vale a pena conhecer!

Como pontos negativos sublinho um fácil de resolver: não existe passadeira a ligar a parte norte e sul numa Estrada Nacional movimentada.

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publicado às 19:07

Europarque

12.11.19

Provavelmente já irei tarde, mas o Último está nomeado para o Sapos do Ano na categoria de "Opinião". A quem votou em mim na pré seleção, um MUITO OBRIGADO. 

Não vou pedir para votarem em mim, mas sim para votarem. Consultem os blogs finalistas, todos eles muito especiais :)

 

Hoje, vou falar da minha experiência de domingo. 

No domingo fui ao Europarque Running, um grupo aberto e gratuito de corrida nos jardins do Europarque. Apesar da manhã a ameaçar chuva estavam muitos corajosos.

Muito mérito para a dinamização do local que se está a transformar numa espécie da parque verde de Santa Maria da Feira.  Estas iniciativas começaram desde que a CM Feira tomou conta do espaço. Muita gente, com diferentes grupos, permitindo a prática desportiva inclusiva, caminhos e relvados bem tratados. Já tinha ido há algum tempo pela última vez e passados vários meses a iniciativa mantém-se com sucesso. O elefante continua brancos, mas menos :)

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publicado às 22:41

Como o mundo é pequeno

29.10.19

Este mês de Outubro passou a correr. Já o esperava mas parece que ainda ontem começou.

Vocês também o sentiram?

 

Neste sábado, fiz o meu segundo e último trail de 2019.

Pela segunda vez, encontrei uma pessoa conhecida das redes sociais. Primeiro foi a Caracol, no sábado foi a Andreia Ribeiro das Sapatilhas Pensadoras. O mundo é mesmo muito pequeno!

A história da Andreia é muito inspiradora. De obesa e sedentária a uma vida saudável e a ganhar saúde. Um exemplo de determinação, persistência e coragem. 

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Este contacto é uma das coisas mais interessantes dos eventos desportivas. (João, falta tu)Já o disse que não vou pelos tempos, nem pelo pódio, apenas para me obrigar a fazer algum exercício, melhorar a minha imunidade desde a minha cirurgia e como terapia ao "work out". Os trails são engraçados, mas depende muito do estado do tempo, do piso e da inclinação. Este ano foram dois, tal como em 2018.

 

Por agora, a "loja" está fechada. Vêm aí as São Silvestres. Conto fazer uma, apenas que haja algum sorteio em que ganhe outro dorsal.

No domingo fiz uma pequena caminhada de recuperação na Granja.

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publicado às 15:07


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