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Cuidado com as burlas no MBWay

29.03.20

Custumo volta e meia ir ao Portal da Queixa e tenho apercebido de um nº crescente de queixas associadas ao MBWay.

Em comum têm:

- artigo à venda no OLX ou similares

- desconhecimento do processo do MBWay.

 

Deixo um aqui um exemplo (parece-me ser das reclamações recentes com mais detalhes), que se consultarem o link, o método é sempre o mesmo. Aproveitam-se do desconhecimento das pessoas. Sugiro que consultem o link e não se deixam enganar se vendem no OLX ou similares! O MBWay tem muito coisa boa mas é preciso saber usar para não cair no conto do vigário.

MBWay.PNG

Infelizmente, ns site do MBWay (e já agora no do OLX) não há qualquer alerta na home page para os procedimentos de segurança.

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publicado às 14:25

Descobrir as maroscas

01.12.19

Ir ao Portal da Queixa e ler as reclamações é sempre um exercício interessante.

 

Há reclamações que não têm nexo nenhum, mas há outras em que visam alertar ooutros clientes para a vfrauda da Black Friday em que algumas marcas aumentam os preços de véspera, para depois fazerem um desconto que fica ainda mais caro que duas semanas antes.

 

Reparei nestas duas: uma da Worten outra da Kiabi.

As duas sem resposta, claro.

 

Ninguém dá nada a ninguém e só os mais atentos não se deixam enganar. Fica o alerta. 

By the way, onde anda a ASAE?

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publicado às 10:36

Mais uma areia para os olhos

26.11.19

oaz.jpeg

Enquanto só se fala da conquista de Jorge Jesus no Brasil (e fico orgulhoso por isso!), Hermínio Loureiro foi acusado de corrupção.

 

Quando abri a wiipédia e vi o seu currículo, a sua teia de poder é assustadora:

- Ex presidente da CM de Oliveira de Azemeis

- Ex deputado do PSD

- Ex secretário de Estado

- Ex presidente da Liga de Futebol

- Vice Presidente da Federação Portuguesa de Futebol

- Presidente da Fundação la Salette 

- Vice Presidente do Comité Olimpico Português

...

 

Parece um polvo que mexe em tudo o que é poder (política, futebol, obras, ...). Está a acusado de muitos crimes que envolvem corrupção, más práticas de contratação pública, pagamentos não-éticos de despesas partidárias, cunhas para "filhos de amigos", .... 

Não se sabe se é culpado ou não, mas os media e o povo português preferem falar do Jorge Jesus.

 

Costumo falar muitas vezes deste tema, mas ignorar é ainda pior :(

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publicado às 17:32

O excesso de mediatismo dada ao WebSummit e ao bebé abandonado

10.11.19

Nos últimos dias não tenho andado muito presente, mas vou partilhar como vejo as coisas.

 

Um bebé vivo foi encontrado no lixo. Um crime hediondo, sim, mas não foi concerteza o único nos últimos meses.

Porém este ganhou um protagonismo excessivo, pelo menos para mim.

Longo tempo de antena, com o presidente da república (o mesmo que ligou para o Programa da Cristina) a meter-se ao barulho a dar ainda mais holofotes ao tema.

 

Não muito longe, decorria o WebSummit, um evento importante para o país, onde a excitação dos primeiros anos se começa a desmorecer. Afinal, não há assim tantas novidades todos os anos. Apesar das principais rádios e TV's terem todas as condições e mais algumas para os diretos e emissões especiais e apesar do merchandising mais caro ter esgotado, já se fala que esta edição foi um flop e que os custos financeiros da sua organização estão muito exagerados.

 

Enquanto decorre o artifício dos nossos media, temas importantes vão sendo esquecidos como a corrupção, a indisciplina nas escolas, as vítimas de violência doméstica, os contratos manhosos do negócio do lixo com a Mota Engil, mais uma injeção de dinheiros públicos no Novo Banco e a falta de recursos na Saúde.

 

Porque não se fala também destes temas? Não dá audiência? Vai contra interesses instalados?

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publicado às 17:51

Futebol, perdões e falta de racionalidade

16.10.19

football-3471402_960_720.jpg

Um clube de futebol (ou SAD para ser mais rigoroso) obteve um perdão de 95 milhões de euros da sua dívida por parte de dois bancos. Um é Millennium BCP que é livre de fazer o que quiser. O outro é o Novo Banco e aqui está o problema.

 

Os contribuintes portugueses já tiveram que pagar muitas das manhosices do antigo BES e agora, em 2019, vão ter de "pagar" mais uns milhões para o futebol neste banco. Não faz sentido! Está errado!

 

Por várias razões:

(i) o clube não está acabado. Labora, vai fazendo o seus jogos e se não tem dinheiro agora, então que se aguarde ou que se canalize as verbas astronómicas da venda de jogadores para pagar a dívida (ou VMOC's);

Em vez de se investir tanto, que se invista menos e se pague o que se deve!

(ii) é futebol, uma industria que movimenta muito dinheiro, com salários astronómicos e que assegura poucos postos de trabalho. Sustenta 20/30 jogadores e meia dúzia de agentes;

(iii) é o meu dinheiro que está a pagar quem vive e continua a viver acima das suas possibilidades. Se não tem dinheiro, não contrata jogadores a peso de ouro;

(iv) que garantias foram exigidas ao clube nos empréstimos concedidos? O comum cidadão tem que prestar mil e uma garantias/avais e penhores para uns milhares de euros. Neste clube são milhões que se "perdoa".

 

Quando a emoção supera a razão está tudo perdido. E o Sporting não devia estar acima de nenhum contribuinte para ter o perdão?

 

Ah, os que fizeram os vídeos a falar dos vestidos da Cristina Ferreira não falam? E os que gozaram com a Joacine também não falam? E os supervisores da ajuda aos bancos não intervêm? A quem convém este perdão? Quem ganha com isto?

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publicado às 18:35

Cartões da CP

15.10.19

cartao-cp-portugal-cultuga.jpg

A CP criou um cartão para os comboios urbanos do Porto, o qual tem de ser carregado sempre que se compra uma viagem.

O principio é bom: reduz a burocracia, é escusado de andar com o papelinho do bilhete, passa-se no validador e desconta a viagem.

Custa 0,50 €.

Até aqui tudo bem!

 

O problema é que só tem a validade de um ano. Isso não faz sentido. Porque vou ter de comprar (mais) um (novo) cartão e pagar por ele, se o ainda tenho o anterior em bom estado? Não é pelos cinquenta cêntimos que fico mais pobre, é pelo conceito de desperdício de cartões.

Acredito que digam que é pelo refrescamento da base de dados, mas deveria permitir trocar o cartão antigo pelo novo sem custo para o consumidor.

 

Além disso, a CP não permite que nas máquinas automáticas se peça fatura com nº de contribuinte. Quem quiser, tem de ir a um site especifico, registar-se, inserir o nº do cartão e a hora da compra. Esta informação não vem escrita no recibo. Para quê complicar?

Em pleno 2019, em que a simplificação toma conta dos processos e no Metro de Lisboa já está funcional o NIF no fim da compra, a CP anda atrasada no tempo.

 

Ainda relativamente aos bilhetes, também me faz confusão que não se possa carregar o cartão online. Até para a própria CP seria bom e mitigaria a fraude de quem entra num apeadeiro sem máquina automática e viaja à borla. 

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publicado às 18:08

O que fica por dizer

01.07.19

corrupção.PNG

Quando se fala em corrupção e no seu combate, vêm-me logo à cabeça três nomes: Maria José Morgado, Joana Marques Vidal e Álvaro Santos Pereira.

Os três tentaram remar contra a maré e os três acabaram afastados pelo "sistema" das suas funções executivas. Ora por fim de mandato, ora por demissões forçadas (na prática).

 

Os três têm em comum o facto de que quando falam da corrupção e dos lobbies do país deixarem sempre algo por dizer.

Chega a ser incomodativo para quem ouve, porque fica sempre a sensação que sabem mais do que aquilo que realmente dizem.

 

Esta semana ficamos a saber:

- Portugal não implementou 73% das práticas anticorrupção do país

- Álvaro Amaro não pôde ser detido por ter "imunidade" europeia e o seu líder partidário assobia para o lado

- No governo não está melhor. Das enésimas nomeações familiares de competência dúbia,  só três foram afastados.

- Em Barcelos, o presidente acusado de corrupção quer continuar a exercer o cargo onde é acusado de cometer crimes a partir de casa.

- De Pedrogão nem vale a pena falar.

 

Ah, no dia das próximas eleições lá vem o discurso da abstenção...

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publicado às 17:19

As trapalhadas da MEO e da Vodafone

16.05.19

Nos últimos dias tenho estado mais ausente. O tempo este fim de semana esteve maravilhoso e aproveitei para ir à praia. Sem vento, água fria mas limpida e sem ondas. 

O "senão" foi ter ficado sem telemovel.

 

Os pais têm o Meo em casa deles e fizeram uma campanha com um tarifário de telemovel muito mais apelativo que tinha na Vodafone e sem fidelização. À partida era para sub-25, mas pelos visto a campanha "especial" tb dava para mim (o que fazem para ganhar e reter clientes ...).  Resolvi aceitar dado que a fidelização estava à acabar na Vodafone.

 

Nunca mais me lembrei que tinha o telemovel bloqueado à Vodafone.

 

Após ter entregue o pedido de portabilidade para dia 16, a Meo resolveu antecipar para dia 9 sem o meu consentimento. Fui à loja e disseram-me que não era possível reverter o pedido! Já tinha seguido!

 

Não gostei dessa atitude porque iria ficar nesses 7 dias a pagar às duas operadoras!!!

Para ligar o nº do MEO tive que recorrer a um um telemovel antigo desbloqueado que tinha perdido numa gaveta

 

No dia seguinte, a Vodafone ligou-me a perguntar porque tinha trocado de operadora e que se aceitava a contraproposta de ter um tarifário igual ao do MEO tb sub-25 (que não estaria elegível pq tenho 30) e com 3 meses grátis. Roí a corda ao MEO e voltei à Vodafone.

 

Conclusão:

- A Vodafone só me fez um tarifário MUITO mais vantajoso (muito mais megas e mais barato) porque tinha mudado para MEO.

- A MEO foi gananciosa e trapaceira ao pedir a portabilidade antes da data indicada por mim e perdeu um cliente recém ganho.

 

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publicado às 22:15

Então e as anuidades do cartão multibanco?

13.05.19

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Os alarmes soaram: os bancos querem cobrar mais uma coisa aos seus clientes - taxas pela utilização de multibanco.

 

Esta semana, estiveram os presidentes dos grandes bancos em Portugal em uníssono a defender mais comissões aos portugueses.

 

A informatização com softwares cada vez mais robustos veio reduzir custos. Muitos postos de trabalho e agências desapareceram, houve (e há) maior segurança nas transações e os robots vieram substituir o trabalho humano. Ao invés de se reduzir os custos para os clientes/população, estes aumentam...

Duas razões: ganância da atividade bancária e cobrir os incobráveis de créditos loucos a meia dúzia de devedores.

 

Se até entendo que devem ser cobradas taxas pelos serviços que prestam, pergunto:

- a anuidade dos cartões não é suposto cobrir os custos que o banco tem com o uso do cartão?

- as comissões de manutenção não é suposto cobrir os custos das nossa contas que ninguém sabe muito bem quais são (pôr um computador a trabalhar?) ?

 

Agora querem cobrar por levantarmos dinheiro? Por consultar o saldo? Por fazer uma formula informática numa transferência?

Aos Berardos, Perteira Coutinhos, Vasconcellos e afins desta vida, deu-se (e dá-se) dinheiro ao desbarato. Não se consegue cobrar as suas elevadíssimas dívidas. Agora, além do que já pagamos nas capitalizações via impostos (e nos 50% do subsidio de Natal que nos retiveram), ainda nos querem ir mais ao bolso?

 

Está-se a cair no exagero e pode não acabar bem.

Ilustro este post com uma foto que faz um ano que publiquei: o estado de caixa de MB numa agência que fechou.

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publicado às 18:38

O Ribadouro

06.05.19

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Este fim de semana muito se falou de Educação.

A minha opinião sobre os professores, o estado do ensino e o que realmente deveria preocupar os sindicatos é conhecida.

 

Hoje vou falar de uma notícia que foi ofuscada no fim de semana sobre a investigação de viciação de notas do Colégio Ribadouro.

 

Quem estuda no Porto, sabe que quem quer ir para Medicina e não tem média na escola pública, só tem uma solução: ter pais ricos e inscrever-se no Externato Ribadouro. As notícias de investigação de empolamento de notas (nomeadamente a Ed. Física) não surpreendem. 

 

Segundo o que se ouve, o ensino é totalmente vocacionado para ter boas notas nos exames nacionais. E ainda bem que existem exames nacionais que são iguais para todos os alunos, evitando o favorecimento através das notas internas.

 

Um primo meu que estudo Medicina na U. Porto contava no Natal que existe uma diferença muito grande entre os alunos que chegam da escola pública e dos colégios. Há casos e casos, mas a capacidade de desenrasque, raciocínio e (des)formatação dos alunos provenientes do ensino público é maior.

 

Esta é uma dicotomia interessante que pouco se tem falado nos últimos tempos: ensino privado vs público.

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publicado às 22:32


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