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Fui ao hospital privado

27.06.18

Lembram-se que em Maio fui ao Centro de Saúde e a médica apontou para um ano de espera para a consulta no hospital?saude.jpg

 

Aproveitei o seguro de saúde da Empresa e fui ao Hospital Privado. Assunto resolvido. Já tirei o sinal de carne!

 

Hoje fui ao centro de saúde para tirar o ponto e apesar de ter o serviço de enfermagem marcado, a enfermeira faltou e não me conseguiam dar uma hora para ser atendido. Ainda esperei 45 minutos e tornei a ir ao Hospital Privado para o tirar. Paguei, mas estive 1 minuto à espera e ficou tratado.

 

Se é verdade que num mês ficou tudo resolvido (2 semanas para a consulta + 2 semanas para a microcirurgia), dou por mim a pensar:

Para que pago IRS?

Que raio de resposta do SNS, que propõe um ano de espera e não consegue cobrir faltas de funcionários? 

Estou desiludido com o estado da saúde em Portugal, porque eu tenho o seguro de saúde da Empresa e consegui pagar o serviço num Hospital Privado, e quem não tem? 

 

P.S.: Quando cheguei, hoje, vi lá o presidente da Câmara Municipal. Olha a ver se ele foi ao Hospital Público ... 

 

 

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publicado às 18:34

Na mudança de operadora, ganha-se uma televisão

01.06.18

O período de fidelização do meu contrato de Internet+Telefone fixo+Cabo chegou ao fim. Recebi uma chamada da operadora para renovar contrato. Os meus colegas de trabalho sugeriram ir a uma loja "multimarca" ver as campanhas pois valiam a pena. E valem. Ora vejam:

 

Worten Mobile

Na mudança da operadora oferecem uma televisão (da marca branca deles) mas só se mudar para a nos ou meo.

 

Phone House

Na mudança da operadora oferecem uma televisão ou um voucher de 100 Euros e uma mensalidade grátis.

 

Pelo que vi para o serviço que tenho,o preço é praticamente o mesmo nas três operadoras (boa notícia! )

 

Para quem precisar de uma televisão nova, vale a pena aproveitar estas campanhas. Como não preciso, não vou mudar só por mudar porque o que pago até é o preço mais baixo. No entanto, ainda vou regatear a mensalidade grátis, que é oferecida pela Phone House e Nos (vi hoje a publicidade).

 

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publicado às 20:07

Parafarmácias e e-fatura

17.05.18

Ontem foi à para farmácia do Jumbo.

Comprei umas compressas, pedi fatura com nº de contribuinte e reparei que a entidade que fatura é a mesma dos hipermercados e a dos postos de combustível.

 

No E-fatura, deverei categorizar como saúde (se o sistema permitir), mas acho que é suscetível de fraude, pois quem quiser pode comprar bens à taxa de 6% e categorizar o CAE como saúde e obter o benefício fiscal.


Estando fisicamente separadas, entendo que deveriam ser entidades jurídicas diferentes a faturar para evitar situações fraudulentas.

Como é que as Finanças ainda não pegaram nisso?

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publicado às 21:14

Corrupção na política

12.05.18

Nos últimos dias, tem vindo a píublico inúmeras investigações sobre falcatruas e possíveis crimes cometidos pelos diferentes ministros do Governo de José Sócrates.

 

Acho que o facto de haver investigações é por si um passo de gigante na impunidade e cumplicidade numa teia de interesses cada vez mais influente.

Onde há fumo há fogo, mas a quantidade de casos em investigação e a sua gravidade é mais uma facada para a democracia por pessoas que não souberam cuidar dela.

 

P.S.: A EDP, empresa monoplista em Portugal e que gere um bem público (a eletricidade) anda a ser objeto de cobiça pelos gigantes mundiais. Se Portugal é um dos países mais pobres da Europa, porque razão esta empresa privatizada tem lucros tão grandes? Não estaremos a pegar demais pela luz que consumimos? Quem ganha com isto tudo?

O consumidor não é certamente...

Já Pedro Passos Coelho que a privatizou, o que tem a dizer sobre isto?

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publicado às 10:59

Cuidar da democracia

27.04.18

 "Não o minimizemos. Os vazios que venham a ser deixados pelos protagonistas institucionais alimentarão tentações perigosas de apelos populistas e até de ilusões sebastianistas, messiânicas ou providencialistas."

 

 

Retive esta frase do PR nas comemorações do 25 de Abril. A classe política desgasta-se a si própria. Pior, ouvir Calos César a comentar estas declarações é ainda pior, depois da polémica dos subsídios às viagens insulares e de este ter toda a família em cargos públicos, sem "concurso".

 

Somos constantemente bombardeados por abusos da classe política, seja de poder, seja na apropriação de rendimentos, seja nos ajustes diretos ao amigo ou ex-patrão. Tudo isto são facadas na democracia.

 

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publicado às 12:14

Rarissimas será assim tão raro?

12.12.17

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Vi mais tarde no site a reportagem da TVI sobre os gastos da Raríssimas. Todos os adjetivos pejorativos são poucos para definir aquela fraude.

 

Surpreende o facto de:

- estarem envolvidos nas avenças secretários de Estado (que são quem financia a instituição e que deveriam estar em "exclusividade" no exercício de cargos públicos),

-a mulher do atual ministro que, por coincidência é precisamente, quem aprova os subsídios estatais

- nenhum dos envolvidos querer dar a cara para contradizer a reportagem e diz o povo que "quem cala consente"

- quantas mais instituições fazem ilegalidades semelhantes? Querem ver que agora choverão denúncias de atos semelhantes?

- a denúnica ser feita a um canal de televisão e não aos órgãos competentes (ah, choca com outros interesses).

 

Há umas semanas, olhei para as contas que são públicas da AMI, aquela instituição dirigida por um ex-candidato à Presidência da República. Pesquisem no site e reparem no património (imobiliário e de títulos) que a instituição financiada pelo Estado tem. Ou então reparem na semelhança de apelidos dos membros (remunerados) da direção.

 

Outro exemplo: os peditórios dos fieis à porta dos cemitérios para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. Quantos milhões entraram nas ranhuras daquelas tombolas. Fui site da LPCC e não há qualquer informação das contas, nem receitas, nem património. 

 

Ora, se por várias vezes já o disse no blog que não costumo contribuir em peditórios, recolha de alimentos, nem nada do género, esta reportagem vem-me dar razão. O nosso maior contributo é ajudarmos o próximo sem intermediários ou instituições.

 

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publicado às 19:33

Este anúncio é (mesmo) do IEFP

26.09.17

Ontem fui ao supermercado e estavam a distribuir um jornal regional. Houve um anúncio nos classificados que chamou a atenção.

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O IEFP pagou para publicar vários "anúncios" de emprego. Várias questões me assaltam:

 

- Faz sentido o IEFP (organismo público) pagar a jornal (organismo privado), com os meus impostos, um anúncio para vários empregos?

- Será inocente um anúncio destes na véspera de eleições autárquicas?

- Será que existe tanto défice de oferta que não haja ninguém para empregado de mesa?

Não estamos propriamente com desemprego zero para não se encontrar ninguém nesta zona para estas vagas que justifique um anúncio, pago, num jornal?

- O que será um "ajudante familiar"?

- Todas estas profissões exigem pouca literacia. Algumas são mais técnicas (costureiras, por exemplo), mas para nenhuma é necessário licenciatura... A ideia que tenho é que os empregadores recorrem mais ao IEFP para profissões menos qualificadas, onde há mais desempregados e onde conseguem mais apoios. Mas ainda assim não percebo a necessidade de pôr (e pagar) um anúncio no jornal.

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publicado às 19:54

O provincianismo em torno de Madonna

20.09.17

Fala-se da Madonna como se fosse a última coca cola do deserto.

 

Ontem, o noticiário da SIC fez uma longa reportagem, qual TV 7 Dias ou TV Mais, com os sítios onde Madonna já foi em Portugal, num estilo voyeurista e para encher minutos. As redes sociais, por sua vez, diabolizaram a cantora por ter os filhos a pisar a relva de um jardim nu. Este site do Jornal de Notícias e as suas fontes não identificadas até foi mais longe...

 

Que país é este que se preocupa com estas questões pequeninas e engrandece estes minutos da atenção mundial, quando:

- somam-se casos de nomeados políticos que tiram o curso por equivalências profissionais e resolvem o caso com demissões

- os grandes cargos da economia portuguesa são ocupados por convite a filhos ex- primeiros ministros

- fazem-se milhões de euros em donativos para vitimas de incêndios e ninguém presta contas, nem como são aplicados e que auditorias há ao que já foi aplicado

- se rouba armamento do exército do país e não se encontram culpados e nem se encontra o mesmo

- somam-se os casos de ataques de cães de raça perigosa e a legisalção preventiva  tarda a entrar em funcionamento

- como muito bem refere o Pedro, a falta de civismo dos outros não é condenada e se fecha os olhos. 

 

Será provincianismo? Hipocrisia?

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publicado às 14:58

Chamem-me egoísta

06.09.17

Já o tinha dito noutros blogs na altura e digo-o abertamente: não contribuí com nenhum donativo para a tragédia dos incêndios.

 

Porquê?

Precisamente o que está a acontecer três meses depois: a falta de transparência dos donativos.

Ninguém sabe quanto dinheiro foi amealhado, ninguém sabe quanto há, quanto e em que foi aplicado, se foi a preços justos (ou se beneficiou a empresa de alguém), quais os fee's de gestão dos mesmos e muitas outras dúvidas.

Quando mexe em dinheiro é sempre muito obscuro, como se está a verificar.

 

Infelizmente não me arrependo. 

Não sou má pessoa, sou solidário e gosto de ajudar o próximo, mas prefiro ajudar no terreno ou sabendo a forma exata como o MEU dinheiro vai ser aplicado.

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publicado às 19:23

O cliente sai a ganhar?

31.08.17

Nestas férias, fui ao Banco para ver se havia alguma maneira de ter isenção nas comissões de manutenção de conta que me queixei aqui (alguma eventual domiciliação de ordenado ...).

 

Perdi o meu tempo! Fui lá para poupar, mas tentarem-me vender mais produtos, que não preciso e com custos onde nunca iria sair a ganhar.

 

Vejam bem:

Custos

- A conta proposta inclui comissões de 4,25 €/mês (com a condição de ter o ordenado domiciliado)

- inclui um cartão de crédito com custos de 2 €/mês - que não preciso

(custo fixo mínimo de 4,25 +2 € + imposto de selo)

- Taxa de juro do crédito: nem percebi qual é no folheto que me deram, mas varia (?) entre 13,3% e 16,7%

 

E o que o oferece ao cliente:

- 9 cêntimos na Repsol

Ou seja, obriga-me a abastecer na Repsol se quiser "ganhar" com o cartão

- 2% da Via Verde

Ou seja, obriga-me a andar na auto estrada se quiser "ganhar" com o cartão e 2% são meros cêntimos, se atingir .

- 1% nas compras com o cartão de crédito

Não preciso de usar cartão de crédito e a maior parte dos custos que tenho estão por débito direto e a renda por transferência automática.

 

O bancário fez o seu trabalho. Respeito. Mas senti que me estavam a comer por lorpa.

 

Então, vou ao banco para poupar uns euros e este tenta-me arranjar ainda mais despesas, num produto cheio de limitações, complexo e que não preciso. Ele diz-me para olhar para os benefícios com os custos, mas eu efetivamente não vejo nenhum beneficio na conta, muito pelo contrário. Bem, agradeci o tempo que despendeu comigo e disse que ia pensar, mas prefiro pagar os 2 € do que esta cena marada.

Eu bem digo que não aprendemos nada a crise!

 

A Cláudia e a Mula referiram a existência de 2 bancos com isenção de despesas: o Ativo Bank e os CTT. Infelizmente vejo os CTT, como uma CGD versão 2 ao nível de relação com o cliente e preparação técnica de quem atende, o que não me agrada. Quanto ao Ativo Bank, parece uma boa alternativa para analisar.

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publicado às 19:17


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