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Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

28.10.20

Dia 2 

Este dia ficou marcado pela depressão Bárbara. Vento e chuva obrigaram a improvisar um plano. Ficar no hotel não era o que desejavamos e em tempos de COVID, espaços fechados muito menos. Optamos por consultar as câmaras do site  NetMadeira e consultar o estaod do tempo. A encosta Norte era onde fazia o tempo mais aceitável. Entre aguaceiros, conseguimos visitar o que queríamos.

 

Porto da Cruz

IMG_20201018_125505.jpg

 

A baía que nos apresentada mal chegamos deixa perceber o nome da freguesia. Ladeada de altas montanhas de ambos os lados, Porto da Cruz tem uma pequena praia, esplanada e umas piscinas abandonadas.

 

O pequeno povoado trouxe-nos um simpático e acessível restaurante (recomendação da Vanessa Alfaro com excelente relação qualidade-preço) onde bebemos poncha, provamos as lapas e optamos pelo bife de atum e o prego em bolo do caco.  Também aqui vimos o antigo engenho da cana do açúcar e o Museu do Vinho (acesso gratuito).

 

Santana 

Findo o almoço, rumamos à cidade ao lado: Santana.

Santana (4).jpg

Começamos pelo Parque Temático da Madeira.

A entrada é gratuita, sendo apenas pago quem quiser ir às atrações - que são pavilhões temáticos sobre a Madeira, tradições e história da ilha. Optamos pela versão grátis e demos lá uma volta.

No Parque Temático, além dos bonitos e cuidados jardins, é possível encontrar recreações das casinhas típicas da Madeira e pequenas bananeiras.

 

A poucos metros, temos o centro da cidade, que se esgota no largo junto À Câmara de Santana . Aqui temos um dos sítio mais fotografados e "instagramáveis" da Madeira.

Este jardim coloca Santana no mapa do turismo. Efetivamente, as flores tornam as fotografias neste jardim um postal, fazendo jus à "ilha dos flores".

 

Ao lado encontram-se mais recreações destas casinhas que são lojas de artigos regionais e artesanato. 

Do outro lado da estrada, temos o mercado com produtos agrícolas da região.

 

Garajau

Achei piada ao nome da localidade mal a ouvi. O ar tropical não se esgota no nome. O acesso e conceito é todo ele desse modo. Longos canteiros de relvas, palmeiras, flores e construções de apartamentos conduzem-nos ao Cristo Rei da Madeira.

IMG_20201018_175257.jpg

 

Do alto da montanha, abraça-se o mar :) Junto, tem as escadas que levam até à Ponta do Garajau. O exercício compensa para quem quiser sentir o mar bem de perto. A vista é linda apesar do vento que se fazia sentir. Ao lado tem um teleférico (que estava inativo) e uma estrada íngreme que leva até à praia onde se pratica mergulho.

 

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre o Porto da Cruz e Garajau. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui

 

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

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publicado às 23:07

Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

25.10.20

Dia 1

Depois de aterrar logo pela manhã, vimos que o tempo prometia chuva nos dias seguintes devido à depressão Bárbara.

Por isso redefinimos os planos para aproveitar o mar da Madeira e dar uns mergulhos.

Alugamos um carro e seguimos viagem até Porto Moniz.

 

Porto Moniz

IMG_20201017_142015.jpg

O percurso pela parte Norte da ilha é bem bonita. Entre túneis e encostas, passamos pela freguesia do Seixal onde vale a pena parar e tirar umas fotos.

A cidade de Porto Moniz caracteriza-se pelas suas piscinas naturais.

 

Ou seja, são rochas adaptadas pelo homem a piscinas com água do mar

A entrada tem um valor simbólico pago (não tem disponível Multibanco) e tem nadador salvador. Apesar de ser Outubro, o mar da Madeira não desiludiu. Azul, lindo e temperatura agradável. Um mergulho torna-se obrigatório. Como é qualquer piscina do género, convém ter algum cuidado com a ondulação.

Calheta

Dispostos ainda a aproveitar o dia, saímos de Porto Moniz para a parte Sul da ilha para aproveitar o sol quente que se sentia. Ao sair da cidade, o primeiro teste à embraiagem dos carros. A Madeira é muito acidentada e não é para maçaricos na condução. O destino foi a Calheta.

IMG_20201017_164228.jpg

A Calheta é uma pequena cidade que tem uma longa esplanada com a praia de um lado e uma arriba muito alta do outro. A meio encontramos uma unidade hoteleira. Seguindo para sul, continua pela marina da cidade. Estavam pessoas a mergulhar e a areia é branca. Confesso que fiquei um pouco desapontado com o aspeto muito acimentado e cinzento da praia. Umas pinturas faziam milagre e davam outra vida a estes pés de galinha. 

Ponta do Sol

Entre os túneis da costa Sul, paramos por curiosidade na Ponta do Sol. A inexistência de estacionamento fez-nos desistir de conhecer a cidade que pareceu ter apenas um rua pedonal que merecesse o passeio.

Ribeira Brava

Igreja Ribeira Brava.PNG

O nome assusta e ao ver a dimensão das barreiras arquitetónicas que conduzem a ribeira, percebemos o nome da cidade.

Bonita, com palmeiras, jardins, uma igreja carateristica e ruas pedonais, levaram a que ficássemos aqui o resto da tarde.

A praia tem também um calçadão, mas tem praticamente só pedras e uma improvisação para os aventureiros mergulharem.

Lamentamos que não haja estacionamento gratuito.

 

 

Cabo Girão

Um dos pontos obrigatórios da Madeira. O famoso miradouro cujo chão é transparente (acesso gratuito).

IMG_20201017_190951.jpg

Fica entre Ribeira Brava e Câmara de Lobos.

IMG_20201017_191018.jpg

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre Porto Moniz e Seixal. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui. Do Cabo Girão aqui.

Da viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

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publicado às 17:59

Porto à noite

13.10.20

Na semana, fomos 4 amigos correr à beira rio Douro. Escolhemos a 6ª feira, depois da semana de trabalho, num percurso plano e com uma temperatura espetacular, não obstante ser Outubro.

IMG_20201009_215832.jpg

 

Estacionamos no Freixo, junto ao Museu da Imprensa, e fizemos Freixo - Cais de Gaia - Freixo (de modo a dar 10 km)

Com uma paisagem tão bonita, sem multidões de turistas, tivemos que parar inumeras vezes e iluminar as nossas redes sociais.

 

Por isso, cá vai a vista do Porto à noite, com direito à vista de três pontes. Os murais são do Museu da Imprensa no Freixo.

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publicado às 19:21

Turistando por Celorico de Basto

09.08.20

Celorico de Basto é conhecido pela terra do nosso presidente da República e onde ele vota.

É uma cidade pequena mas simpática. Daqui também se vê o Monte da Senhora da Graça ao longe.

Curiosamente não é uma cidade com os serviços concentrados à volta de uma igreja ou da Câmara. Encontram-se espalhados ao longo do espaço

1.jpg

Destaco dois pontos que merecem uma paragem numa visita à cidade:

- Ecopista do Tâmega

Trata-se do aproveitamento da linha dos caminhos de ferro desativada. Sinal do desinvestimento no Interior do país, converteu-se a linha do comboio numa pista asfaltada para quem quiser caminhar, correr ou andar de bicicleta. 

A antiga estação encontra-se arranjada, bem como os jardins circundantes e foi convertida em quartos de alojamento do Parque de Campismo local.

- Biblioteca Municipal Marcelo Rebelo de Sousa

Já sabia que Marcelo Rebelo de Sousa era um grande mecenas da Biblioteca Municipal de Celorico de Bastos.

Publicamente já referiu várias vezes que doava os livros que recebia para a biblioteca da sua terra natal. Daí a curiosidade  (e lá fiquei a saber que é quem lhe dá o nome).

A Biblioteca é composta por dois edifícios contíguos.

Um com os serviços administrativos, livros infantis e livros com mais rotação de empréstimos. Outro, mesmo em frente, com a obras e museu de Marcelo.

Um funcionário muito simpático fez uma visita guiada ao segundo edifício, a "menina dos olhos" da sua Biblioteca e da sua terra.

Só depois de lá entrar e de percorrermos os seus corredores é que ficamos com a noção da quantidade de livros que MRS doou. São corredores com estantes e estantes de livros (milhares!). Numa das salas, tem inclusivé expostos os prémios que recebeu enquanto comentador, bem como os cadernos e testes de quando estudava. Um verdadeiro museu e espólio que MRS disponibilizou à população. Fiquei admirado.

E publicamente agradeço ao funcionário que emsmo sabendo que estava a turistar e não iria requisitar, guiou-me pelo edificio.

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Existe igualmente uma piscina fluvial circundante ao Parque de Campismo.

À vinda embora, uma paragem por Felgueiras para provar o famoso pão de ló de Margaride e paragem na Santa Quitéria.

 

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publicado às 20:51

Turistando pelo Monte Nossa Senhora da Graça e Mondim de Bastos

06.08.20

Depois das Fisgas do Ermelo, um saltinho ao Monte Farinha - Nossa Senhora da Graça em Mondim de Bastos torna-se obrigatório.

Isto porque tem acesso direto e o caminho para a cidade passa junto ao monte.

Pelo caminho, cruzamo-nos com as Cascatas de Bilhó.

IMG_20200723_132156.jpg

 

O Monte da Nossa Senhora da Graça é conhecido pela etapa da Volta a Portugal em bicicleta cuja etapa termina na Igreja.

Bem longe, já se vê o Monte que tem a particularidade de ter a construção no seu topo.

O caminho, como é esperado, está em muito bom estado e com muitos rails de segurança ao longo de todo o percurso. A Igreja encontra-se aberta ao público e as vistas lá em cima são maravilhosas.

IMG_20200723_144028.jpg

Estas fotos foram tiradas antes do incêndio criminoso da semana passada. 

Alguém deixou mais que pegadas, destruindo o "farol" das terras de Basto.

 

Estas eram as vistas e a mancha verde antes do incêndio com corredores anti-fogo.

Descendo à cidade, Mondim de Bastos é uma cidade simpática com muitas casas tradicionais de granito bem características de Trás os Montes. Na zona mais central encontramos ruas estreitas na zona histórica, com jardins bastantes floridos.

O edificio da Câmara Municipal resulta da recuperação de um edificio histórico.

 

 

(Continua)

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publicado às 18:15

Turistando pelas Fisgas do Ermelo

04.08.20

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As Fisgas do Ermelo localizam-se no Parque Natural da Serra do Alvão e pertencem ao concelho de Mondim de Basto.

 

As Fisgas do Ermelo são uma queda de água do Rio Olo, por patamares, com efeito natural muito bonito. Nesses patamares, existem lagoas que se podem aceder e dar uns mergulhos.

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Devido ao calor, não fiz o trilho circular. Optei apenas por "ir para a água" do Rio Olo.

Estacionei o carro no parque das Picoas de Cima, seguindo o Google Maps (fica na mesma estrada que dá acesso à aldeia). Revelou-se uma boa opção.

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Um elemento do Instituto da Natureza alertou que devido ao risco de incêndio, o carro tem de ficar estacionamento na rua de asfalto e não no parque de estacionamento improvisado. Pelo caminho, passa-se pela aldeia do Ermelo e pelo desvio para o Miradouro.

 

O caminho até às lagoas é curto (500 metros) e sempre a descer. Recomendo seguir o estradão (a pé) pois além de ser menos íngreme, é mais seguro. Chegar lá abaixo não é complicado.

 

A temperatura da água estava ótima e é perfeito para dar uns mergulhos.

Seguindo a mesma estrada, no regresso a Mondim, temos muito perto o Monte da Nossa Senhora da Graça (Monte Farinha). Dei lá um salto.

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(Continua)

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publicado às 17:56

Turistando por Foz do Arelho e Caldas Raínha

02.08.20

A viagem pelo Centro estacionou e terminou na Foz do Arelho e Caldas da Raínha.

 

A praia da Foz do Arelho pertence às Caldas da Raínha e tem a foz e margens da Lagoa de Óbidos.

Assim, é possível optar ou pela praia fluvial ou pela praia marítima. A fluvial é muito mais calma, água quente. A marítima mais ventosa (embora protegida pela arriba) e tem bastantes ondas (boa para o surf). Talvez pelo calor, notei muita gente nas praias.

 

As fotos não enganam. A Lagoa tem imensos bancos de areia e por conseguinte pouca profundidade.

 

Depois de estar na Foz do Arelho, um passeio pelas Caldas da Raínha é obrigatório.

Duas imagens de marca: i) as faianças de Bordallo Pinheiro e ii) os edifícios abandonados dos Pavilhões das Caldas.

A Loja Bordallo Pinheiro, mesmo junto a uma das entradas do Parque D. Carlos I, está aberta ao público e tem uma secção outlet onde é possível comprar peças avulsas a preços mais simpáticos.

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publicado às 16:03

Bacalhôa Buddha Eden

31.07.20

O Bacalhôa Buddha Eden é um parque oriental que fica no concelho do Bombarral.

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Sou sincero, tinha enorme curiosidade em conhecê-lo e foi uma das maiores motivações para passar uns dias no Centro do Portugal. Já tinha visto imensas fotos nas redes sociais e descrições bastantes elogiosas em blogs. Não me arrependi!

Acreditem vale mesmo a pena!

O parque fica no Bombarral e o acesso desde a saída da Auto Estrada é curto e bem sinalizado. Tem um amplo parque de estacionamento (sem sombra e em saibro). A entrada custa 5 € e é nos dado um mapa. Quem quiser pode adquirir um bilhete extra para o comboio por + 4 €. Na minha opinião não vale a pena. O parque é bem mais giro a pé.

 

Dá vontade de fotografar tudo!

 

Existem 3 grandes áreas:

- a área da escadaria e dos Buddhas dourados (nas partes laterais tem árvores que dão sombras com pequenas esculturas, onde encontramos alguns com moedas lá pregadas)

- a área da savana africana - uma homenagem a África onde as esculturas são animais. Está um efeito muito giro com a simulação de uma savana, um lago e palmeiras

- a área do jardim do Eden e dos soldados azuis com muitas palmeiras

 

Ao longo do circuito, existem inúmeras estátuas de Buddha, ladeadas por lagos e jardins extremamente bem cuidados.

O objetivo foi  da criação deste parque foi um protesto contra destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras-primas do período tardio da Arte de Gandhara.

 

Passasse-se aqui uma bela manhã a contemplar tantas e bonitas obras de artes numa homenagem à escultura.

A título de curiosidade este jardim é propriedade de ... Joe Berardo. Mas mais do que arte, está aqui um motor turístico que coloca Bombarral na mapa.

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À saída, é possível comprar vinhos das adegas "Bacalhoa" do mesmo proprietário.

Uma nota, o único ponto de melhoria: deveria ser possível adquirir os bilhetes online. Apesar de não ter encontrado filas, em tempos de COVID é mais seguro.

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publicado às 17:47

Aldeia típica José Franco

29.07.20

No caminho para Ericeira, pela Estrada Nacional e logo à saída da cidade (freguesia do Sobreiro), deparamo-nos com um mini "cluster" da olaria.

 

A aldeia típica José Franco  (ou aldeia-presépio de Mafra) é aberta ao público, onde se receria uma aldeia através de peças de barro e objetos da nossa memória coletiva do antigamente.

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Assim, à pequena escala encontramos a casa do cão, a casa das pombas, a casa do boticário, a casa do sapateiro, a escola primária, a adega, a mercearia, a capela, etc. Tudo com base em peças de barros e objetos antigos restaurados (e que muitos ainda existem nas casas dos mais antigos).

Sentimos ali um regresso no tempo a meados do século XX, na era onde os nossos avós viveram e quando não havia internet.

 

O presépio não podia deixar de faltar.

O "insta point" é mesmo moínho junto à entrada da Estrada. Com as pás ao sabor do movimento do vento, conseguimos ver como funcionavam.

O acesso é gratuito e lá dentro é possível comprar o pão com chouriço caseiro.

PS: Além da Marta, a ImSilva também é desta zona 

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publicado às 15:38

Turistar por Mafra, Ericeira e Foz do Lizandro

26.07.20

O primeiro dia ficou com a Praia de Mira e Leiria. 

O Segundo dia coube à Ericeira com dormida em Mafra.

 

Ericeira

A Ericeira é um vila conhecida pelo surf. Não conhecia e aproveitei este Verão "interno" para a conhecer.

Os acessos são muito bons, pois tem auto estrada direta até lá.

Vou ser honesto: imaginava que a Ericeira fosse da dimensão da Zambujeira do Mar ou Porto Côvo. Enganei-me. É uma vila grande, bem extensa. 

Ericeira é uma vila muito pitoresca. Na zona junto à praia, não existem prédios, as ruas são pedonais na sua maioria, com muitos restaurantes, lojas de surf e temáticas. Muito giro, vale mesma a pena. 

 

 

A vila fica no alto da arriba, ficando as praias no fundo das falésias. Fui para a praia do Sul, sendo o areal muito pequeno. Apesar de não haver confusão, imagino que noutros tempos a praia ficaria lotada com facilidade.

Por lá passou-se um dia.

E, claro, depois de lá estar, provou-se os Ouriços :)

 

 

Mafra

Terra da nossa colega Marta. Também foi a primeira vez que lá fui e claro que o ponto de interesse foi o Convento.

A cidade é bastante pequena e está desenvolvido à volta da parte da frente da obra. A entrada na Igreja é gratuita, sendo paga a entrada no Palácio. Só lá estando se percebe a enorme dimensão do mesmo. Uma construção a "sério". Por fora, é possível reparar que a caixilharia está a precisar de manutenção.

Depois de lá estar, teve de se provar os "Fradinhos", os bolinhos de Mafra. 

Era para ir à Tapada de Mafra, mas os dias de calor e o feedback negativo do TripAdvisor quanto à visita sem ser no comboio turístico (suspenso devido ao COVID) fizeram-me desistir. Ficará para uma próxima.

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Foz do Lizandro

 

Uma tarde passada nesta bela praia, com rio, mar e surfistas. Apesar do calor, chegamos cedo. O areal é muito extenso, limpo e quer a praia fluvial quer a marítima têm bandeira azul. 

Optei pela praia marítima. A temperatura da água do rio, bem como o facto de estar parada e da foz estar seca, fizeram-me pensar duas vezes.

A praia marítima é top!

IMG_20200716_142328.jpg

(continua)

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publicado às 15:31


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