Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Turistando pelo Algarve - Parte 1

31.08.21

Este ano escolhi o Algarve para passar alguns dias.

Três razões estiveram na base da minha escolha:

  • ser um destino nacional não fosse o COVID pregar uma partida e porque ainda não estava vacinado;
  • já não ia há muito tempo e só conhecia Albufeira/Portimão 
  • não esperava muita confusões devido às restrições de viagens para turistas estrangeiros.

Escolhi a zona do sotavento, ficando hospedado em Tavira, fugindo assim aos destinos mais procurados.

 

Tavira

Uma cidade muito bonita.

A margem comprida sobre o Rio Gilão permite um passeio agradável. Um antigo mercado está convertido em lojas de produtos locais, seguindo-se um jardim e o ex-libris, o Coreto, no meio.

 

Passando para a margem esquerda, temos a zona de ruas medievais, pedonais, com restaurantes, artesanato e afins.

 

Tavira não tem diretamente praia, pelo que só conheci à noite. A praia requer ir de barco devido aos braços da Ria Formosa. 

 

Praia do Barril

Fica muito perto da Tavira e é mais uma praia que requer atravessar a Ria Formosa. Esta não implica ir de barco, uma vez que há uma ponte sobre a ria. Com muito estacionamento à volta, são cerca de 2km que nos separam da praia, havendo a opção de ir de comboio. É uma das atrações. Com o calor, optamos por ele.

 

Tinha muita curiosidade em conhecer a praia devido ao "cemitério" de âncoras antigas da pesca do atum. Efetivamente é muito original este cenário. As fotos falam por si.

IMG_20210716_095755.jpg

 

Mais à frente, na zona de Santa Luzia tem bastante oferta de restaurantes de polvo.

IMG_20210716_134631.jpg

 

Vila Real de Santo António

Uma manhã dedicada a esta cidade que tem muitas coisas para ver. As ruas são desenhadas a regra e esquadro: paralelas e perpendiculares. As ruas largas e caiadas de branco levam-nos até à avenida junto ao Rio Guadiana. Aí, deparamo-nos com palmeiras e uma vista agradável. Uma estátua com pedras sobrepostas umas sobre as outras chama a atenção. Na rua principal, surpreende a quantidade de lojas de atoalhados. Dizem que os espanhóis vêm a Portugal comprar têxteis lar. Outro factor de interesse é o farol. Bem visível ao longo do passeio de toda a cidade.

IMG_20210714_105456.jpg

 

No regresso, passamos por Monte Gordo. Não paramos porque estava muita gente, muita confusão. Foi mesmo a praia algarvia onde estava mais trânsito e movimento. Surpreendeu-me ser um destino tão procurado.

 

Cacela Velha

Foi por aqui que passamos a tarde. Uma pequena localidade com um miradouro extraordinário sobre a praia e Ria Formosa. A igreja fica virada para o mar e torna especial. Com um largo descampado para estacionar, chegamos até à praia pelo areal. A água é anormalmente quente e estava-se muito bem. O problema foi o regresso. A maré subiu e a praia ficou isolada. Os locais já têm barcos (e negócio) para transportar as pessoas da praia à localidade. Devido à falta de opção, o preço de 5 minutos de barco pareceu-me muito elevado. Se soubéssemos, tínhamos arrumado mais cedo.

IMG_20210714_120009.jpg

 

Inspirei-me na criação deste roteiro neste post que até foi destacado pelo sapo.

(continua)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:19

PayvaPé 03 - Baloiço de São Gens

11.08.21

IMG_20210801_083919.jpg

 

Depois do PayvaPe 07 - Monte de São Domingos, o meu grupo foi conhecer um novo trilho o PayvaPe 03.

 

O PayvaPe é um conjunto de trilhos circulares no concelho de Castelo de Paiva que passam por alguns dos principais miradouros e pontos de interesse. Têm a particularidade de começarem todos numa igreja, sendo fácil o ponto de encontro.

O PayvaPe 03 começa na Igreja de Santa Maria de Sardoura e leva-no ao Monte e Baloiço de São Gens. O percurso é quase todo rural e o início é muito agreste porque uma boa subida até ao Baloiço.

Como sempre, basta seguir a seta azul. Lá em cima é andar de baloiço e desfrutar a vista sobre o Rio Douro.

 

 

Após chegar ao topo, começa a descida ... a pique. É uma parede (descida com elevada inclinação) para recuperar e daí é seguir pelos campos e milheirais de Sardoura. As setas nalguns sítios estão camufladas pelo milho.

Segue-se então rumo à margem do Rio Douro, passando por uns bons spots para fotografar e apreciar a paisagem.

IMG_20210801_101341.jpg

Depois é seguir em direção à igreja da partida, passando por uns sítios muito engraçados.

são gens.PNG

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:20

PayvaPé 07 - Monte São Domingos

16.07.21

O Centro de voluntariado Sol Nascente de Castelo de Paiva criou um conjunto de trilhos no concelho - Payva a Pé.

Aproveitando as vistas maravilhosas dobre o Rio Douro, percorremos o trilho PP07 - Raiva.

 

O trilho é circular ecomeça junto à Igreja de Raiva e é só seguir as setas azuis. Tem estacionamento para se poder ir à vontade e sem pressas.

O percurso começa logo com uma descida um pouco acentuada sendo mesmo a parte mais perigosa. Por azar, tinha umas canas numa zona mais sombria, logo mais escorregadias. Daí, sobe-se novamentepara a entrada do Hotel Douro 41 e segue-se em direção à Capela da Senhora das Amoras. Nesse largo bastante arranjado, temos também a Junta de Freguesia de Raiva.

IMG_20210704_090951.jpg

IMG_20210704_091013.jpg

Virando à direita, seguimos pelas ruelas de Raiva entrando uma zona rural, com campos, árvores de fruto, vinha e animais doméstico. Aquelas paisagens verdes e campestres típicas do Interior Norte português.

Para quem gosta de caminhar e se distrair com o que vai encontrando é ótimo.

Nisto chegamos às antigas minas do Pejão Velho.

As minas estão naturalmente desativadas, estando o edíficio mineiro para contar a história. Na foto de cima vê-se as tais setas azuis. O percurso está muito bem sinalizado.

IMG_20210704_095517.jpg

A partir daqui é sempre a trepar até ao Santuário de São Domingos, o auge do percurso. Pelo meio de árvores, o trilho faz-se bem. É seguro, sem declives agressivos e bastante interessante para treinar os glúteos e pernas .

Chegamos à estrada principal para logo depois entrarmos numa pequena aldeia onde tem um fontanário para abastecer.

Num ápice fazemos a subida final já em asfalto e encontramos o primeiro cruzeiro que dá acesso ao Monte de São Domingos e respetivo miradouro. Dá naturalmente para ir de carro, tendo bastante estacionamento.

Lá em cima é disfrutar da paisagem:

IMG_20210704_104142.jpg

 

Depois, é sempre a descer até à Igreja de Raiva. 

Um percurso muito bonito, seguro e acessível numa localidade que associamos de imediato à queda da ponte. Há mais para além disso como estas paisagens e estes trilhos para explorar.

 

"Por opção"  fizemos em correr, numa espécie de trail, a correr. Claro, que por vezes parei o GPS para descansar, beber água, tirar fotos e juntar o grupo. Deixo o tempo que demoramos e respetiva distância. Mais info aqui.

Payvapé.PNG

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:29

Moínhos de Jancido

01.07.21

IMG_20210523_104335.jpg

Os moínhos de Jancido localizam-se na Foz do Sousa, concelho de Gondomar, bem perto da barragem de Crestuma.

Tratam-se de moínhos dispostos ao longo do rio Sousa.

IMG_20210523_103929.jpg

Neste pequeno trilho vamos identificando os moinhos, entretanto batizados, e que tem uma particularidade muito interessante. A desbravura do caminho, limpeza, criação do percurso, colocação de escadas, cordas e sinalização resultou da descoberta, criatividade, do tempo livre e do suor de voluntários locais.

Está um resultado muito giro, bem conseguido e em segurança.

Os moinhos encontram-se bem localizados, com estacionamento, havendo mais que um acesso (fui pelo que fica junto à ponte do Centro de Saúde da Foz do Sousa). Junto a essa ponte, tem um parque de merendas onde se pode piquenicar com o rio ao lado.

Nota: Fui com o meu grupo de corrida de domingo e fizemos este percurso que este autor também fez. Ou seja, há muita coisa para explorar naquelas redondezas, incluindo as Lagoas de Midões às quais não tirei fotos.

IMG_20210523_104729.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:13

Dos últimos dias

29.06.21

- Descuido nos ajuntamentos e sem máscara

Pelo que vejo, as pessoas só põem a máscara para entrar em lojas e porque são obrigadas. Há um descuido completo. As pessoas já estão cansadas. Fala-se em happy hours para o acesso às vacinas. Não me parece boa ideia. Para quê criar filas de espera terceiro mundistas se pode haver organização?

 

- Horta

Ora bem, vou ser sincero. Com o desconfinamento, passou também o entusiasmo.

Porém, não abandonei completamente. Tenho tomateiros, curgetes, morangos e uma singela beringela que comprei no horto a ver o que dá

Este ano parece ser ano de fruta. Há muitas ameixas e os kiwis estão carregadinhos:

 

- Pôr do sol

Nos dias de trovoada da semana passada, tirou-se fotos um belo pôr do sol à beira mar

IMG_20210612_205413.jpg

- Poluição

Na minha habitual caminhada à beira mar, lá se vê a porcaria alheia. Descargas ilegais num riacho.

Falta de meios? Preguiça? Interesses? A impunidade continua onde cada um faz o que quer para o meio ambiente. Não é com manifestações na Rotunda do Relógio que se melhora o ambiente. É com ações individuais e colectivas.

IMG_20210522_163958.jpg

-  Passeios à beira mar

Neste desconfinamento controlado e no regresso à normalidade, tirei estas fotografias:

 

- Autárquicas

Ora bem o que dizer dos candidatos (ou não candidatos) da CM da Amadora, do Porto, da Maia, de Gaia e da Figueira da Foz... Nem sei... Tinha tanto para criticar nas lutas de poder, mas uma coisa parece-me certo: é quem mais olha para o seu umbigo.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:55

Passadiços do Orvalho e Cascata Fraga de Água d’Alta

04.06.21

Nesta viagem pela Beira Baixa, havia mais um sítio obrigatório: a cascata Fraga de Água d'Alta em Orvalho, concelho de Oleiros. 

IMG_20210417_115759.jpg

Fica localizada na estrada principal entre Fundão e Oleiros e não está muito bem sinalizada.

Valha-nos o Google (sendo o principal atrataivo turístico de um concelho conhecido pelos incêndios, umas placas não custavam nada). Apesar de tudo os acessos até estão em bom estado.

IMG_20210417_113742.jpg

Chegados ao topo da cascata (tem estacionamento), apercebemo-nos que as nossas pernas vão trabalhar. Há umas escadas que nos levam à cascata e que permitem belos miradouros para as quedas de água (mais à frente tem uma rampa que também dá acesso).

A cascata é linda!

À volta tem trilhos bastante arranjados, com passadiços de madeira nas zonas mais técnicas para quem quiser percorrer. Muito curiosas estas esculturas no rio.

 

Quem pretender pode percorrer os trilhos desenhados nos vales à volta e aceder ao miradouro do Cabeço do Mosqueiro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:59

Aldeias históricas - Sortelha

23.05.21

Sortelha é daqueles sítios que merecem tempo.

Onde cada minuto e cada passo nos entusiasma porque é diferente de outras aldeias e é lindo de se explorar e descobrir.

IMG_20210416_154055.jpg

Sortelha pertence ao concelho de Sabugal e tem duas "partes" chamemos-lhe assim. Tem a parte mais moderna que fica fora da muralha. É a parte habitada e onde se pode estacionar. E tem a parte histórica que fica dentro da muralha. Apesar de estarmos no topo do monte, não implica subidas acentuadas. Porém, ainda são uns metros para caminhar e valem bem a pena. 

Comecei na parte residencial e à medida que seguíamos para o início da muralha a pé, paramos logo para ver a Torre do relógio. Fica do lado de fora e é possível subir até lá. 

 

De seguida encontramos esta capela.

Entramos então na parte fortificada pela porta medieval.

O primeiro contacto deixa-nos logo deliciados. As casas são todas em pedra numa harmonia linda.

 

Subindo em direção ao castelo, deparamo-nos com este largo. O pelourinho no centro, o castelo tradicional, faz-nos viajar no tempo.

IMG_20210416_152426.jpg

 

Neste largo, tem uma loja comunitária de artesanato manual e produtos regionais. Diz-nos a senhora que a aldeia só tem 2 habitantes na zona fortificada. Efetivamente não nos cruzamos com quase ninguém.

É possível visitar a aldeia (é pequenina) e um dos pontos obrigatórios é o campanário.

IMG_20210416_154558.jpg

Do mesmo passeio:

Aldeias históricas - Monsanto

Aldeias históricas - Belmonte e Penamacor

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:38

Aldeias históricas - Monsanto

05.05.21

IMG_20210416_101417.jpg

 

Monsanto pertence a Idanha a Nova e fica na mesma estrada que Monfortinho. Ao longe na estrada já começa a chamar a atenção os telhados vermelhos nas casas camufladas. Sendo de pedra, confundem-se facilmente com a montanha.

Monsanto fica num dos poucos montes da Beira Baixa, concelho de Idanha a Nova. A vila "mais portuguesa de Portugal" designação dada num concurso propagandistico do Estado Novo é muito sui generis. 

As casas da aldeias são construídas entre as pedras da montanha. 

 

Todas as casas são em pedra e é possível ver a lógica comunitária das aldeias, havendo ainda mercearias à moda antiga com os produtos essenciais e regionais para os locais.

 

A vista é linda e vale a pena calcorrear a aldeia (muito acidentada). Porém subir ao castelo implica caminhar bastante.

 

Acrescente-se que tem pouco estacionamento, sendo necessário deixar o carro ao longo da "subida".

IMG_20210416_103423.jpg

IMG_20210416_100123.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:58

Aldeias históricas - Belmonte e Penamacor

29.04.21

Sabem aquelas imagens lindas que vemos no Instagram e que ficam debaixo do nosso olho? Aconteceu-me com as aldeias históricas de Portugal. Já andava com ideias para lá ir há bastante tempo. Porém, o facto de serem longe, de preferir o tempo ameno (Primavera ou Outono) e a pandemia faz-me adiar até este mês de Abril.

Como só tinha alguns dias de férias e já conhecia Piodão, fui visitar as quatro que mais me cativaram da pesquisa que fiz: Monsanto - Penamacor - Sortelha - Belmonte. Ficam as 4 muito próximas.

 

Na verdade, dormi em Monfortinho, uma freguesia que tem três hotéis devido às termas. Como não conhecia, fiquei um pouco desapontado porque além das termas estarem fechadas, havia poucas pessoas e casas. Tem duas ruas principais que são duas retas que parecem um deserto, com algumas pensões abandonadas e os 3 hotéis ativos. Opções para comer não existem (apenas nos hotéis). Vê-se em 2 minutos.

IMG_20210415_183052.jpg

 

De Monfortinho, paramos em Monsanto (falarei num post só para ela). E daqui fomos a Idanha a Nova, sede de concelho. Tem pouco que ver. Um castelo e pouco mais.

 

Daí fomos a Penamacor, esta sim, aldeia histórica. Penamacor é vila madeiro. Tradição de ter no Inverno um madeiro a arder no centro da vila. É sede de concelho e fica no alto da colina. Ao longe já se vê o castelo e a antiga cadeia da vila (atualmente serviços públicos). 

 

Percorremos a pé, a Igreja da Misericórdia (onde se realiza o madeiro), a praça principal, o miradouro e calcorreamos as ruas medievais até ao castelo.

Junto ao castelo, as ruas estavam em terra batida (obras) e demos com o pelourinho. 

 

Chamou a atenção esta porta entrada no castelo.

IMG_20210416_141753.jpg

 

Penamacor é uma "aldeia" simpática, mas a zona em volta do castelo parece um pouco descuidada.

Daqui seguimos a Sortelha (falarei noutro post) e depois Belmonte. Belmonte já tem outras características geográficas. Uma cidade numa cota mais baixa e por isso mais plana e menos concentrada. Mais funcional nos novos tempos, com estacionamento e ruas mais largas. Chamou a atenção a bandeira brasileira no castelo, ora não fosse a terra natal de Pedro Álvares Cabral e ser um dos centros judaicos de Portugal.

A cidade encontra-se bem sinalizada e bem tratada, sendo de visita fácil.

IMG_20210416_171949.jpg

 

Pertinho, ficam estas ruínas de nome estranho Centum Cella. Muito curiosa a sua estrutura havendo várias teorias e lendas da sua função no passado (nomeadamente a de que foi uma prisão).

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:06

Cascatas de Fervença

21.04.21

As Cascatas de Fervença ficam em Santo Tirso (distrito do Porto) e fazem parte do percurso inicial do Rio Leça.

Optei por conhecê-lo neste tempo primaveril, mas pareceu-me uma boa sugestão para o Verão uma vez que fica coberto de árvores, sendo muito verdejante.

IMG_20210414_153842.jpg

 

O percurso é simples pois as cascatas ficam perto da estrada principal (cerca de 15 min a pé).

 

Iniciamos junto ao Parque de Merendas de Valinhos, com bastante estacionamento e sombra. Optamos por descer o trilho e fazê-lo de baixo para cima. Existem pontes no início e a meio das cascatas. Chamo a atenção que apesar de ser um bom atrativo turístico, está mal sinalizado. 

 

 

IMG_20210414_154950.jpg

Uma vez lá perto, no Monte Còrdova, fmos conhecer o Santuário da Assunção. Tem um belo parque merendas e um parque verde contíguo.

IMG_20210414_161619.jpg

No caminho, mesmo ao lado da igreja cruzei-me com esta paisagem: três árvores consecutivas com três cores consecutivas:

IMG_20210414_161921.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:06


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.