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Passadiços do Orvalho e Cascata Fraga de Água d’Alta

04.06.21

Nesta viagem pela Beira Baixa, havia mais um sítio obrigatório: a cascata Fraga de Água d'Alta em Orvalho, concelho de Oleiros. 

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Fica localizada na estrada principal entre Fundão e Oleiros e não está muito bem sinalizada.

Valha-nos o Google (sendo o principal atrataivo turístico de um concelho conhecido pelos incêndios, umas placas não custavam nada). Apesar de tudo os acessos até estão em bom estado.

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Chegados ao topo da cascata (tem estacionamento), apercebemo-nos que as nossas pernas vão trabalhar. Há umas escadas que nos levam à cascata e que permitem belos miradouros para as quedas de água (mais à frente tem uma rampa que também dá acesso).

A cascata é linda!

À volta tem trilhos bastante arranjados, com passadiços de madeira nas zonas mais técnicas para quem quiser percorrer. Muito curiosas estas esculturas no rio.

 

Quem pretender pode percorrer os trilhos desenhados nos vales à volta e aceder ao miradouro do Cabeço do Mosqueiro.

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publicado às 14:59

Aldeias históricas - Sortelha

23.05.21

Sortelha é daqueles sítios que merecem tempo.

Onde cada minuto e cada passo nos entusiasma porque é diferente de outras aldeias e é lindo de se explorar e descobrir.

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Sortelha pertence ao concelho de Sabugal e tem duas "partes" chamemos-lhe assim. Tem a parte mais moderna que fica fora da muralha. É a parte habitada e onde se pode estacionar. E tem a parte histórica que fica dentro da muralha. Apesar de estarmos no topo do monte, não implica subidas acentuadas. Porém, ainda são uns metros para caminhar e valem bem a pena. 

Comecei na parte residencial e à medida que seguíamos para o início da muralha a pé, paramos logo para ver a Torre do relógio. Fica do lado de fora e é possível subir até lá. 

 

De seguida encontramos esta capela.

Entramos então na parte fortificada pela porta medieval.

O primeiro contacto deixa-nos logo deliciados. As casas são todas em pedra numa harmonia linda.

 

Subindo em direção ao castelo, deparamo-nos com este largo. O pelourinho no centro, o castelo tradicional, faz-nos viajar no tempo.

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Neste largo, tem uma loja comunitária de artesanato manual e produtos regionais. Diz-nos a senhora que a aldeia só tem 2 habitantes na zona fortificada. Efetivamente não nos cruzamos com quase ninguém.

É possível visitar a aldeia (é pequenina) e um dos pontos obrigatórios é o campanário.

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Do mesmo passeio:

Aldeias históricas - Monsanto

Aldeias históricas - Belmonte e Penamacor

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publicado às 14:38

Aldeias históricas - Monsanto

05.05.21

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Monsanto pertence a Idanha a Nova e fica na mesma estrada que Monfortinho. Ao longe na estrada já começa a chamar a atenção os telhados vermelhos nas casas camufladas. Sendo de pedra, confundem-se facilmente com a montanha.

Monsanto fica num dos poucos montes da Beira Baixa, concelho de Idanha a Nova. A vila "mais portuguesa de Portugal" designação dada num concurso propagandistico do Estado Novo é muito sui generis. 

As casas da aldeias são construídas entre as pedras da montanha. 

 

Todas as casas são em pedra e é possível ver a lógica comunitária das aldeias, havendo ainda mercearias à moda antiga com os produtos essenciais e regionais para os locais.

 

A vista é linda e vale a pena calcorrear a aldeia (muito acidentada). Porém subir ao castelo implica caminhar bastante.

 

Acrescente-se que tem pouco estacionamento, sendo necessário deixar o carro ao longo da "subida".

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publicado às 21:58

Aldeias históricas - Belmonte e Penamacor

29.04.21

Sabem aquelas imagens lindas que vemos no Instagram e que ficam debaixo do nosso olho? Aconteceu-me com as aldeias históricas de Portugal. Já andava com ideias para lá ir há bastante tempo. Porém, o facto de serem longe, de preferir o tempo ameno (Primavera ou Outono) e a pandemia faz-me adiar até este mês de Abril.

Como só tinha alguns dias de férias e já conhecia Piodão, fui visitar as quatro que mais me cativaram da pesquisa que fiz: Monsanto - Penamacor - Sortelha - Belmonte. Ficam as 4 muito próximas.

 

Na verdade, dormi em Monfortinho, uma freguesia que tem três hotéis devido às termas. Como não conhecia, fiquei um pouco desapontado porque além das termas estarem fechadas, havia poucas pessoas e casas. Tem duas ruas principais que são duas retas que parecem um deserto, com algumas pensões abandonadas e os 3 hotéis ativos. Opções para comer não existem (apenas nos hotéis). Vê-se em 2 minutos.

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De Monfortinho, paramos em Monsanto (falarei num post só para ela). E daqui fomos a Idanha a Nova, sede de concelho. Tem pouco que ver. Um castelo e pouco mais.

 

Daí fomos a Penamacor, esta sim, aldeia histórica. Penamacor é vila madeiro. Tradição de ter no Inverno um madeiro a arder no centro da vila. É sede de concelho e fica no alto da colina. Ao longe já se vê o castelo e a antiga cadeia da vila (atualmente serviços públicos). 

 

Percorremos a pé, a Igreja da Misericórdia (onde se realiza o madeiro), a praça principal, o miradouro e calcorreamos as ruas medievais até ao castelo.

Junto ao castelo, as ruas estavam em terra batida (obras) e demos com o pelourinho. 

 

Chamou a atenção esta porta entrada no castelo.

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Penamacor é uma "aldeia" simpática, mas a zona em volta do castelo parece um pouco descuidada.

Daqui seguimos a Sortelha (falarei noutro post) e depois Belmonte. Belmonte já tem outras características geográficas. Uma cidade numa cota mais baixa e por isso mais plana e menos concentrada. Mais funcional nos novos tempos, com estacionamento e ruas mais largas. Chamou a atenção a bandeira brasileira no castelo, ora não fosse a terra natal de Pedro Álvares Cabral e ser um dos centros judaicos de Portugal.

A cidade encontra-se bem sinalizada e bem tratada, sendo de visita fácil.

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Pertinho, ficam estas ruínas de nome estranho Centum Cella. Muito curiosa a sua estrutura havendo várias teorias e lendas da sua função no passado (nomeadamente a de que foi uma prisão).

 

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publicado às 17:06

Cascatas de Fervença

21.04.21

As Cascatas de Fervença ficam em Santo Tirso (distrito do Porto) e fazem parte do percurso inicial do Rio Leça.

Optei por conhecê-lo neste tempo primaveril, mas pareceu-me uma boa sugestão para o Verão uma vez que fica coberto de árvores, sendo muito verdejante.

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O percurso é simples pois as cascatas ficam perto da estrada principal (cerca de 15 min a pé).

 

Iniciamos junto ao Parque de Merendas de Valinhos, com bastante estacionamento e sombra. Optamos por descer o trilho e fazê-lo de baixo para cima. Existem pontes no início e a meio das cascatas. Chamo a atenção que apesar de ser um bom atrativo turístico, está mal sinalizado. 

 

 

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Uma vez lá perto, no Monte Còrdova, fmos conhecer o Santuário da Assunção. Tem um belo parque merendas e um parque verde contíguo.

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No caminho, mesmo ao lado da igreja cruzei-me com esta paisagem: três árvores consecutivas com três cores consecutivas:

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publicado às 23:06

Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

28.10.20

Dia 2 

Este dia ficou marcado pela depressão Bárbara. Vento e chuva obrigaram a improvisar um plano. Ficar no hotel não era o que desejavamos e em tempos de COVID, espaços fechados muito menos. Optamos por consultar as câmaras do site  NetMadeira e consultar o estaod do tempo. A encosta Norte era onde fazia o tempo mais aceitável. Entre aguaceiros, conseguimos visitar o que queríamos.

 

Porto da Cruz

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A baía que nos apresentada mal chegamos deixa perceber o nome da freguesia. Ladeada de altas montanhas de ambos os lados, Porto da Cruz tem uma pequena praia, esplanada e umas piscinas abandonadas.

 

O pequeno povoado trouxe-nos um simpático e acessível restaurante (recomendação da Vanessa Alfaro com excelente relação qualidade-preço) onde bebemos poncha, provamos as lapas e optamos pelo bife de atum e o prego em bolo do caco.  Também aqui vimos o antigo engenho da cana do açúcar e o Museu do Vinho (acesso gratuito).

 

Santana 

Findo o almoço, rumamos à cidade ao lado: Santana.

Santana (4).jpg

Começamos pelo Parque Temático da Madeira.

A entrada é gratuita, sendo apenas pago quem quiser ir às atrações - que são pavilhões temáticos sobre a Madeira, tradições e história da ilha. Optamos pela versão grátis e demos lá uma volta.

No Parque Temático, além dos bonitos e cuidados jardins, é possível encontrar recreações das casinhas típicas da Madeira e pequenas bananeiras.

 

A poucos metros, temos o centro da cidade, que se esgota no largo junto À Câmara de Santana . Aqui temos um dos sítio mais fotografados e "instagramáveis" da Madeira.

Este jardim coloca Santana no mapa do turismo. Efetivamente, as flores tornam as fotografias neste jardim um postal, fazendo jus à "ilha dos flores".

 

Ao lado encontram-se mais recreações destas casinhas que são lojas de artigos regionais e artesanato. 

Do outro lado da estrada, temos o mercado com produtos agrícolas da região.

 

Garajau

Achei piada ao nome da localidade mal a ouvi. O ar tropical não se esgota no nome. O acesso e conceito é todo ele desse modo. Longos canteiros de relvas, palmeiras, flores e construções de apartamentos conduzem-nos ao Cristo Rei da Madeira.

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Do alto da montanha, abraça-se o mar :) Junto, tem as escadas que levam até à Ponta do Garajau. O exercício compensa para quem quiser sentir o mar bem de perto. A vista é linda apesar do vento que se fazia sentir. Ao lado tem um teleférico (que estava inativo) e uma estrada íngreme que leva até à praia onde se pratica mergulho.

 

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre o Porto da Cruz e Garajau. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui

 

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

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publicado às 23:07

Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

25.10.20

Dia 1

Depois de aterrar logo pela manhã, vimos que o tempo prometia chuva nos dias seguintes devido à depressão Bárbara.

Por isso redefinimos os planos para aproveitar o mar da Madeira e dar uns mergulhos.

Alugamos um carro e seguimos viagem até Porto Moniz.

 

Porto Moniz

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O percurso pela parte Norte da ilha é bem bonita. Entre túneis e encostas, passamos pela freguesia do Seixal onde vale a pena parar e tirar umas fotos.

A cidade de Porto Moniz caracteriza-se pelas suas piscinas naturais.

 

Ou seja, são rochas adaptadas pelo homem a piscinas com água do mar

A entrada tem um valor simbólico pago (não tem disponível Multibanco) e tem nadador salvador. Apesar de ser Outubro, o mar da Madeira não desiludiu. Azul, lindo e temperatura agradável. Um mergulho torna-se obrigatório. Como é qualquer piscina do género, convém ter algum cuidado com a ondulação.

Calheta

Dispostos ainda a aproveitar o dia, saímos de Porto Moniz para a parte Sul da ilha para aproveitar o sol quente que se sentia. Ao sair da cidade, o primeiro teste à embraiagem dos carros. A Madeira é muito acidentada e não é para maçaricos na condução. O destino foi a Calheta.

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A Calheta é uma pequena cidade que tem uma longa esplanada com a praia de um lado e uma arriba muito alta do outro. A meio encontramos uma unidade hoteleira. Seguindo para sul, continua pela marina da cidade. Estavam pessoas a mergulhar e a areia é branca. Confesso que fiquei um pouco desapontado com o aspeto muito acimentado e cinzento da praia. Umas pinturas faziam milagre e davam outra vida a estes pés de galinha. 

Ponta do Sol

Entre os túneis da costa Sul, paramos por curiosidade na Ponta do Sol. A inexistência de estacionamento fez-nos desistir de conhecer a cidade que pareceu ter apenas um rua pedonal que merecesse o passeio.

Ribeira Brava

Igreja Ribeira Brava.PNG

O nome assusta e ao ver a dimensão das barreiras arquitetónicas que conduzem a ribeira, percebemos o nome da cidade.

Bonita, com palmeiras, jardins, uma igreja carateristica e ruas pedonais, levaram a que ficássemos aqui o resto da tarde.

A praia tem também um calçadão, mas tem praticamente só pedras e uma improvisação para os aventureiros mergulharem.

Lamentamos que não haja estacionamento gratuito.

 

 

Cabo Girão

Um dos pontos obrigatórios da Madeira. O famoso miradouro cujo chão é transparente (acesso gratuito).

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Fica entre Ribeira Brava e Câmara de Lobos.

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A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre Porto Moniz e Seixal. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui. Do Cabo Girão aqui.

Da viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

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publicado às 17:59

Porto à noite

13.10.20

Na semana, fomos 4 amigos correr à beira rio Douro. Escolhemos a 6ª feira, depois da semana de trabalho, num percurso plano e com uma temperatura espetacular, não obstante ser Outubro.

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Estacionamos no Freixo, junto ao Museu da Imprensa, e fizemos Freixo - Cais de Gaia - Freixo (de modo a dar 10 km)

Com uma paisagem tão bonita, sem multidões de turistas, tivemos que parar inumeras vezes e iluminar as nossas redes sociais.

 

Por isso, cá vai a vista do Porto à noite, com direito à vista de três pontes. Os murais são do Museu da Imprensa no Freixo.

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publicado às 19:21

Turistando por Celorico de Basto

09.08.20

Celorico de Basto é conhecido pela terra do nosso presidente da República e onde ele vota.

É uma cidade pequena mas simpática. Daqui também se vê o Monte da Senhora da Graça ao longe.

Curiosamente não é uma cidade com os serviços concentrados à volta de uma igreja ou da Câmara. Encontram-se espalhados ao longo do espaço

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Destaco dois pontos que merecem uma paragem numa visita à cidade:

- Ecopista do Tâmega

Trata-se do aproveitamento da linha dos caminhos de ferro desativada. Sinal do desinvestimento no Interior do país, converteu-se a linha do comboio numa pista asfaltada para quem quiser caminhar, correr ou andar de bicicleta. 

A antiga estação encontra-se arranjada, bem como os jardins circundantes e foi convertida em quartos de alojamento do Parque de Campismo local.

- Biblioteca Municipal Marcelo Rebelo de Sousa

Já sabia que Marcelo Rebelo de Sousa era um grande mecenas da Biblioteca Municipal de Celorico de Bastos.

Publicamente já referiu várias vezes que doava os livros que recebia para a biblioteca da sua terra natal. Daí a curiosidade  (e lá fiquei a saber que é quem lhe dá o nome).

A Biblioteca é composta por dois edifícios contíguos.

Um com os serviços administrativos, livros infantis e livros com mais rotação de empréstimos. Outro, mesmo em frente, com a obras e museu de Marcelo.

Um funcionário muito simpático fez uma visita guiada ao segundo edifício, a "menina dos olhos" da sua Biblioteca e da sua terra.

Só depois de lá entrar e de percorrermos os seus corredores é que ficamos com a noção da quantidade de livros que MRS doou. São corredores com estantes e estantes de livros (milhares!). Numa das salas, tem inclusivé expostos os prémios que recebeu enquanto comentador, bem como os cadernos e testes de quando estudava. Um verdadeiro museu e espólio que MRS disponibilizou à população. Fiquei admirado.

E publicamente agradeço ao funcionário que emsmo sabendo que estava a turistar e não iria requisitar, guiou-me pelo edificio.

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Existe igualmente uma piscina fluvial circundante ao Parque de Campismo.

À vinda embora, uma paragem por Felgueiras para provar o famoso pão de ló de Margaride e paragem na Santa Quitéria.

 

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publicado às 20:51

Turistando pelo Monte Nossa Senhora da Graça e Mondim de Bastos

06.08.20

Depois das Fisgas do Ermelo, um saltinho ao Monte Farinha - Nossa Senhora da Graça em Mondim de Bastos torna-se obrigatório.

Isto porque tem acesso direto e o caminho para a cidade passa junto ao monte.

Pelo caminho, cruzamo-nos com as Cascatas de Bilhó.

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O Monte da Nossa Senhora da Graça é conhecido pela etapa da Volta a Portugal em bicicleta cuja etapa termina na Igreja.

Bem longe, já se vê o Monte que tem a particularidade de ter a construção no seu topo.

O caminho, como é esperado, está em muito bom estado e com muitos rails de segurança ao longo de todo o percurso. A Igreja encontra-se aberta ao público e as vistas lá em cima são maravilhosas.

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Estas fotos foram tiradas antes do incêndio criminoso da semana passada. 

Alguém deixou mais que pegadas, destruindo o "farol" das terras de Basto.

 

Estas eram as vistas e a mancha verde antes do incêndio com corredores anti-fogo.

Descendo à cidade, Mondim de Bastos é uma cidade simpática com muitas casas tradicionais de granito bem características de Trás os Montes. Na zona mais central encontramos ruas estreitas na zona histórica, com jardins bastantes floridos.

O edificio da Câmara Municipal resulta da recuperação de um edificio histórico.

 

 

(Continua)

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publicado às 18:15


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