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Turistando por Aveiro

25.04.22

Já não ia a Aveiro desde 2017.

Este domingo fui no âmbito da participação no evento Maratona da Europa. Não estava previsto, mas uma oferta de última hora levou-me a fazer os 10 km. Boa organização, muita gente, muitas caras conhecidas e uma grande diversão. No fim, houve uns ovos moles e saco com merenda para a malta. O percurso foi agradável e a concentração foi no Cais da Fonte Nova.

Esta zona está requalificada com amplos jardins, pequenas e pontes que vão ter ao centro da cidade. Claro que no fim aproveitei  tirar umas fotos. Aveiro é uma cidade peculiar pela presença da ria em todos os cantos. 

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publicado às 15:49

Da horta - 16 de Abril e um passeio pela Feira

16.04.22

Véspera de Páscoa, vou evitar falar sobre a guerra na Ucrânia ou sobre o assédio nas universidades. Tenho estes assuntos na lista. Esta semana passei-a nos meus pais. Só de pensar nos meus vizinhos no meu apartamento, já perco a disposição 

Fico-me por coisas boas.

 

Ora bem da horta, aqui estão as curgetes e a salsa a nascer.

No domingo fui até Santa Maria da Feira e que bonitos estão os jardins. Partilho algumas fotografias:

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A Câmara parece estar a cuidar dos jardins envolventes ao Rio Caster e onde se realiza a Feira Medieval. Bastante engraçados com esta chuva primaveril que caiu.

 

Desejo-vos uma boa e doce Páscoa!

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publicado às 15:27

Do Carnaval

03.03.22

Um dia chuvoso por estes lados e com a guerra na Ucrânia a assombrar as nossas mentes, vamos lá animar um pouco a malta.

No domingo fui fazer mais uma atividade ao ar livre, em Vila Maior, Santa Maria da Feira. Um trail pelos montes do Interior do concelho.

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Já que estava no mood, aqui um fatura para animar a malta que bem precisamos 

 

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publicado às 17:53

Turistando por Malta

24.01.22

Em Outubro fiz uma viagem de uma semana a Malta.

Já partilhei que construo um mealheiro durante os meses para gastar em viagens. 

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Comprei os bilhetes com 4 meses de antecedência numa companhia low cost, conseguindo assim uma boa poupança. Apenas reservei hotel com uma semana de antecedência.  Outubro é um bom mês: já não há confusão de turistas (em tempos de covid é critério), os preços são muito mais baixos, embora haja o risco de apanhar mau tempo. Escolhi Malta por ser baratinho, ver bonitas fotos nas redes sociais e pelo bom feedback que fui ouvindo entre amigos.

Malta é constituída por duas ilhas: Malta e Gozo.

Comecemos por Malta.

Todas as viagens foram feitas de transporte público. Por 21 € compramos um cartão com viagens ilimitadas de autocarro por 7 dias. É a melhor opção. A rede é muito completa, boa, vai a todas as cidades e pontos de interesse. Não aconselho alugar carro pois além do custos, conduz-se pela direita.

 

O primeiro dia foi dedicado à capital La Valetta.

Fomos de autocarro e passamos a manhã no centro histórico. É uma espécie de península com uma mar azul lindo de ambos os lados.

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À hora de almoço há a parada militar com o disparo de canhão para turista filmar...

A zona costeira de La Valetta é muito recortada com inúmeras marinas. À tarde fomos à zona sul, calcorrear a parte do Forte. Por isso posso também dizer que é a zona mais faustosa. 

 

O regresso foi feito a pé, por um longo e sugestivo calçadão. Com hotéis e lojas turísticas, temos pista vermelha durante alguns quilómetros para desfrutar.

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No 2º dia e para aproveitar o bom tempo, fomos às duas maiores atrações turísticas da ilha: a Lagoa Azul (Cominhos) e aldeia do Popey.

Lagoa Azul

Para aceder à Lagoa Azul é preciso ir de barco. Há muita oferta e por isso o preço é baixo.

A Lagoa Azul tem este aspeto maravilhoso. 

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Se a Lagoa enche as medidas, a zona envolta desiludiu-me um pouco. Tem WC, uma roulottes com os famosos abacaxis, mas não tem areal. Tem uma escarpa onde as pessoas se vão alapando, sem grandes espaço entre elas (guarda sol e estender a tolha está fora de questão). Se em Outubro, já tivemos calor, imagino a tosta que deve ser no Verão. Estivemos lá cerca de 3 horas. Vale muito a pena, mas cuidado com o sol!

 

Muito perto do cais de embarque é  a aldeia do Popey. O filme foi rodado numa aldeia construída para o efeito numa das falésias da ilha. Depois do filme realizado, manteve-se as construções que hoje são um parque temático. É muito engraçado e está muito bem construída. O acesso é pago, mas optamos por não entrar. A parte mais bela é vista do lado oposto da falésia.

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No terceiro dia, fomos a uma das cidades mais bonitas, mas que não entra em muitos roteiros: Marsaxlokk. É uma vila piscatória, no Sul da ilha,  com uma feira de artigos caseiros e souvenirs tradicionais de Malta. Foi das coisas que mais gostei e onde conseguimos comprar coisas mais engraçadas do que os tradicionais imans. 

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Daí, fizemos mais um passeio de barco. Desta vez à famosa St Peter's pool. Mais um aproveitamento de uma baía construída pela natureza. Uma piscina improvisada para onde o pessoal salta.

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No regresso à capital, fomos ao miradouro fotografar o sunset.

 

No quarto dia, fomos às cidades históricas de Mdina e RabatTomada pelos árabes na época medieval, a antiga cidade de Melita foi dividida na parte fortificada, Mdina e a cidade externa, Rabat.

Chegados ao terminal de bus, mesmo à entrada da fortificação, vamos experimentar uma das cidades mais bonitas.

 

No quinto dia, fomos a uma das poucas praias de areia da ilha: Golden Bay. E quem é que encontramos? Um grupo de portugueses que estava a participar numa prova de triatlo que estava a decorrer nessa manhã nessa praia!

Ver uma prova de triatlo, num clima ameno, numa água cristalina e quentinha, cenário perfeito! Durante a tarde fomos a outra praia nas redondezas.

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O dia seguinte foi dedicado a Gozo. Por não haver tantos autocarros disponíveis, compramos um passe de uma cadeia de autocarros turísticos válido por um dia. Primeiro demos uma volta no circuito completo e depois demos uma segunda volta com paragem na cidade de Malsarforn.

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Aí perto tem as famosas salinas de Gozo.

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Algumas notas:

- o passe dos autocarros públicos em Malta revelou-se a solução mais prática e económica para este passeio. Apesar da excelente cobertura horária e de locais, os motoristas não são muito prestáveis nem simpáticos.

- Achei os preços da alimentação e dormidas bastantes acessíveis. São mais baratos do quem Portugal. Estava à espera de encontrar restaurantes de peixe, só que não. Apesar de haver mar por todo o lado, nem nas vilas piscatórias há peixe fresco. Vêm-se muitas pizzarias e hamburguerias.

- Outubro confirmou-se ser uma boa opção: apanhamos bom tempo, sem confusões, nem aglomerados de turistas. Com o COVID, pediram certificado de vacinação e o preenchimento prévio da documentação num site criado para o efeito.

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publicado às 18:07

Boas festas

24.12.21

Passei aqui apenas para desejar um Bom Natal

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publicado às 11:41

Turistando pelo Porto

23.12.21

Ontem fui ao Porto, um passeio que faz parte da tradição cá em casa.

O percurso foi o habitual. Fomos de comboio até General Torres, descemos até ao Cais de Gaia, atravessamos o tabuleiro inferior da Ponte Dom Luís I, subimos a rua das Flores até ao Coliseu onde almoçamos a francesinha. Passeamos pela Rua de Santa Catarina, Trindade e da Rua da Cedofeita até as luzes dos Aliados acenderem. Apanhamos o comboio de regresso na Estação de São Bento.

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Chamou-me a atenção a pouca quantidade pessoas que andava na rua.

O Cais de Gaia às 10h30 estava deserto, sem o mercadinho habitual e sem turistas. Ainda ponderei visitar o WOW, mas acabou por ainda não ser desta. 

Ao atravessar a Ponte, verificamos que o tabuleiro inferior está em obras (dá para ver na foto acima). Era algo que se impunha porque o piso estava completamente esburacado e a precisar de manutenção. Sendo um local de passagem pedonal para muita gente, era mais do que necessário. Na Ribeira, a mesma coisa: sem pessoas, sem os vendedores habituais, sem artistas de rua. Talvez por ser muito cedo (cerca das 11h).

Ao subir cruzamo-nos com o Palácio da Bolsa e o Mercado Ferreira Borges. Sempre imponentes!

De seguida, a desilusão: a Rua das Flores está irreconhecível. Pré Covid estava cheia de turistas e lojas. Ontem tinha muita coisa fechada e não era da hora. Estabelecimentos desde multinacionais, gourmet a lojas tradicionais encerrados. Enquanto caminhava, pensava: o valor absurdo das rendas aliado a produtos muito caros para o bolso do português, levam a que haja mais olhos que barriga e que num cenário de confinamento não se aguentem.

Seguimos ao mercadinho da Batalha - o mais engraçado e composto dos que vimos.

Fomos almoçar a tradicional francesinha a um dos restaurantes da rua do Coliseu. Para digerir, passamos pelo mercado do Bolhão. Muito interessante o espaço provisório. Ainda não tinha lá ido, mas parece ter muito boas condições no centro comercial. Limpinho, quentinho, arejado e com condições de segurança.

Na Rua de Santa Catarina, o mesmo feeling: algumas pessoas na rua, mas as lojas sem ninguém. Também não fui às compras, mas quem tinha esse plano, não teria dificuldades. Não sei se é falta de dinheiro, se as pessoas optam pelo online, se a falta de turistas, mas a verdade é que estava muito insípido o ambiente.

Descemos até à Trindade e subimos até Praça Carlos Alberto - o mercado Porto Bello estava também irreconhecível. Quase sem tendas. E até estava bom tempo. Percorremos a Cedofeita e fomos ver as luzes.

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publicado às 11:35

PayvaPé 04 - Real e Baloiço de Santo Adrião

28.11.21

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Depois do percurso PayvaPé7 - Monte São Domingos e PayvaPé3 - Baloiço de São Gens, rumamos este domingo a Raiva para conhecer o PayvaPé 4 - Real.

O tempo estava frio (1ºC), mas o objetivo era calcorrear os trilhos outonais e conhecer mais um baloiço.

O início é idêntico a todos os outros roteiros: junto à Igreja da freguesia escolhida, neste caso Real.

Esta igreja tem umas escadas e um largo interdito a carros bastante fotogénico. 

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O início é sempre a subir até ao Baloiço de Santo Adrião pelos estradões de Real e por uma estrada em asfalto que vai dar aos Passadiços do Paiva. Entre atalhos, são 5 km a aquecer o corpo entre árvores até ao miradouro. 

Na capela de Santo Adrião, temos um baloiço com vista sobre os vales de Castelo de Paiva.

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Continuando o percurso, vem aí uma descida íngreme por estradões de pedra. Esta é talvez a parte menos interessante e perigosa de toda a rota. Entretanto, chegamos à lagoa da inacabada Barragem do Seixo.  Bonitos carvalhos com cores amareladas, de Outono circundam as águas paradas e espelhadas.

 

Seguimos por entre ruelas rurais com casas espalhadas no chamado "Portugal profundo". Pequenas aldeias com economia de subsistência, mas com imagens muito bonitas.

 

Nisto, chegamos ao ponto de partida. Não é um percurso deslumbrante, um tanto ou quanto perigoso nas descidas, mas impecavelmente sinalizado.

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Outros percursos em Castelo de Paiva:

PayvaPé3 - Baloiço de São Gens

PayvaPé7 - Monte São Domingos

 

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publicado às 20:11

Quinta do Castelo de Santa Maria da Feira

06.11.21

Hoje precisei de ir a Santa Maria da Feira e como estava com tempo fui revisitar um dos parques mais interessantes aqui das redondezas: a Quinta do Castelo. É onde se realiza o Perlim

 

O parque fica numa das encostas do Castelo da Feira e é aberto ao público.

Junto à entrada damos com esta enorme gruta artificial e o lago em frente.

Muito gira de fotografar e visitá-la no seu interior. 

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Podemos percorrer os caminhos da Quinta que tem centenárias árvores, ótimas para oxigenar. Subindo ao cima da gruta, temos vista panorâmica.

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Nisto damos por nós junto ao castelo onde tem um portão aberto.

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publicado às 16:59

Turistando pelo Algarve - Parte 2

29.09.21

Continuando na zona do Sotavento e depois de VRSA, Tavira, Praia do Barril e Cacela Velha, dedico este post às ilhas da Ria Formosa.

Dediquei um dia às ilhas porque tinha muita curiosidade por aquilo que ouvi, vi  e pela originalidade.

 

Olhão

O barco para as ilhas pode ser apanhado em Faro ou Olhão. Como não conhecia Olhão, optamos por esta cidade. Faz lembrar Pencihe pois toda a zona marítima é dominada por armazéns de peixe e edifício ligados à pesca. Fomos cedo, mas mesmo assim já havia poucos lugares para estacionar devido às pessoas que também iam passar o dia nas ilhas.

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Olhão caracteriza-se pelo seu mercado com duas naves. Entramos enquanto esperavamos pelo barco e é incrivel a oferta de peixe, fruta e mel algarvia que existe. Quem mora perto, é um sortudo em poder comer peixe tão fresquinho.

 

Ilha da Culatra - Culatra

Recomendaram-nos a Ilha da Culatra e então lá apanhamos o barco. De facto, é muito bonito. Ao sair do cais, são dadas logo as boas vindas por um barco pintado com o nome da ilha. Um "insta-point". Atrás, está a capela da Culatra. 

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Logo de seguida vemos as placas e começamos a pensar sobre o que é estritamente necessário para uma pessoa sobreviver numa olha. Um posto de atendimento de saúde para remediar, uma escola, um mini mercado com o essencial do essencial e restaurantes. Praticamente só existe uma rua com blocos de cimento que nos levam até à praia. Reparei que só existe um veículo motorizado que serve para a recolha de lixo e as casas são baixinhas, existindo alguns restaurantes e gelatarias.

O destino da rua leva-nos até à praia. Apesar do passadiço ainda é preciso caminhar bastante até à praia que é apenas ... maravilhosa.

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Ilha da Culatra - Farol

Ao fim da Culatra vê-se o Farol. Já ao final da manhã e com calor, preferimos ir de barco pois ainda é um belo esticão é só é possível ir pelo areal. Apesar de ser na mesma ilha, o acesso dos pontos habitados não existe por terra firme.

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No Farol, já estamos num cenário diferente. Mais casas, muito mais pessoas, muito mais movimento e um acesso à praia muito mais curto. Meia dúzia de ruas, mais restaurantes e claro é só seguir pelo farol e estamos na praia.

Maravilhoso!

 

Uma manhã na Culatra, uma tarde no Farol.

Perto de Tavira, reparamos numa placa a apontar para a Manta Rota. Fomos lá conhecer a famosa praia. Devido ao espaço concessionado, resta pouco areal para o resto das pessoas, gerando alguma  concentração. A zona envolvente é engraçada.

Viemos por Cabanas de Tavira e infelizmente foi o primeiro sábado com a restrição dos testes. As esplanadas estavam todas reservadas e almoçamos onde conseguimos. Seguimos para Faro.

 

Faro

A capital de distrito do Algarve. Não conhecia nada mas gostei do que vi. A intenção da tarde era ir à praia de Faro. Mais uma vez não existe praia "direta". É uma ilha cujo acesso se faz de carro/ a pé e fica junto ao aeroporto. Fomos de carro, mas não havia estacionamento junto à mesma. Só havia do lado de cá da ria, mas era preciso caminhar muito. Optamos por não a conhecer. 

Na manhã seguinte, fomos então conhecer o centro histórico e centro de Faro.

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Em Faro, acaba a EN2, que agora está na moda. Fomos lá ver a famosa rotunda do km 738. Por coincidência, estava a decorrer uma concertação de motoqueiros. Muito motor, mas diziam-nos que devido às restrições do covid estava muita "murcha".

 

Descemos para junto da marina, a parte mais engraçada. Jardins, ruas pedonais e uma vista linda do castelo.

Deverá ser engraçado fazer de comboio pois a linha passa mesmo junto à ria com uma vista fantástica.

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Albufeira

Última cidade a visitar. Achei uma Albufeira diferente da que conheci noutros anos. A praia dos Pescadores estava despida de gente, muitas lojas fechadas e agora estas estátuas no miradouro. Outro "insta point".

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Sines

No regresso ao Porto, dormimos em Sines. Mais uma cidade que não conhecia. Em pleno Julho, só se podia andar de casaco na rua porque estava muito vento frio. Ainda assim, uma cidade virada para esta baía. Claro que Vasco de Gama estava em todo lado.

 

Notas:

i) Talvez pro ser Julho e haver a questão do covid, Não havia confusão nos destinos que escolhi. A maioria das pessoas de máscara, sem grandes aglomerados.

ii) Ridícula a imposição de impôr testes/certificado ao fim de semana nos restaurantes e nos hotéis. Além de não ter razão de ser, complica a vida logística e financeira de quem vai para fora.

iii) Não percebo a razão de alguns restaurantes não terem Multibanco. A história das "taxas" não pega. Pedi sempre fatura com contribuinte. Comigo não fogem.

 

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publicado às 09:06

Turistando pelo Algarve - Parte 1

31.08.21

Este ano escolhi o Algarve para passar alguns dias.

Três razões estiveram na base da minha escolha:

  • ser um destino nacional não fosse o COVID pregar uma partida e porque ainda não estava vacinado;
  • já não ia há muito tempo e só conhecia Albufeira/Portimão 
  • não esperava muita confusões devido às restrições de viagens para turistas estrangeiros.

Escolhi a zona do sotavento, ficando hospedado em Tavira, fugindo assim aos destinos mais procurados.

 

Tavira

Uma cidade muito bonita.

A margem comprida sobre o Rio Gilão permite um passeio agradável. Um antigo mercado está convertido em lojas de produtos locais, seguindo-se um jardim e o ex-libris, o Coreto, no meio.

 

Passando para a margem esquerda, temos a zona de ruas medievais, pedonais, com restaurantes, artesanato e afins.

 

Tavira não tem diretamente praia, pelo que só conheci à noite. A praia requer ir de barco devido aos braços da Ria Formosa. 

 

Praia do Barril

Fica muito perto da Tavira e é mais uma praia que requer atravessar a Ria Formosa. Esta não implica ir de barco, uma vez que há uma ponte sobre a ria. Com muito estacionamento à volta, são cerca de 2km que nos separam da praia, havendo a opção de ir de comboio. É uma das atrações. Com o calor, optamos por ele.

 

Tinha muita curiosidade em conhecer a praia devido ao "cemitério" de âncoras antigas da pesca do atum. Efetivamente é muito original este cenário. As fotos falam por si.

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Mais à frente, na zona de Santa Luzia tem bastante oferta de restaurantes de polvo.

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Vila Real de Santo António

Uma manhã dedicada a esta cidade que tem muitas coisas para ver. As ruas são desenhadas a regra e esquadro: paralelas e perpendiculares. As ruas largas e caiadas de branco levam-nos até à avenida junto ao Rio Guadiana. Aí, deparamo-nos com palmeiras e uma vista agradável. Uma estátua com pedras sobrepostas umas sobre as outras chama a atenção. Na rua principal, surpreende a quantidade de lojas de atoalhados. Dizem que os espanhóis vêm a Portugal comprar têxteis lar. Outro factor de interesse é o farol. Bem visível ao longo do passeio de toda a cidade.

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No regresso, passamos por Monte Gordo. Não paramos porque estava muita gente, muita confusão. Foi mesmo a praia algarvia onde estava mais trânsito e movimento. Surpreendeu-me ser um destino tão procurado.

 

Cacela Velha

Foi por aqui que passamos a tarde. Uma pequena localidade com um miradouro extraordinário sobre a praia e Ria Formosa. A igreja fica virada para o mar e torna especial. Com um largo descampado para estacionar, chegamos até à praia pelo areal. A água é anormalmente quente e estava-se muito bem. O problema foi o regresso. A maré subiu e a praia ficou isolada. Os locais já têm barcos (e negócio) para transportar as pessoas da praia à localidade. Devido à falta de opção, o preço de 5 minutos de barco pareceu-me muito elevado. Se soubéssemos, tínhamos arrumado mais cedo.

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Inspirei-me na criação deste roteiro neste post que até foi destacado pelo sapo.

(continua)

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publicado às 23:19


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