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PayvaPé 07 - Monte São Domingos

16.07.21

O Centro de voluntariado Sol Nascente de Castelo de Paiva criou um conjunto de trilhos no concelho - Payva a Pé.

Aproveitando as vistas maravilhosas dobre o Rio Douro, percorremos o trilho PP07 - Raiva.

 

O trilho é circular ecomeça junto à Igreja de Raiva e é só seguir as setas azuis. Tem estacionamento para se poder ir à vontade e sem pressas.

O percurso começa logo com uma descida um pouco acentuada sendo mesmo a parte mais perigosa. Por azar, tinha umas canas numa zona mais sombria, logo mais escorregadias. Daí, sobe-se novamentepara a entrada do Hotel Douro 41 e segue-se em direção à Capela da Senhora das Amoras. Nesse largo bastante arranjado, temos também a Junta de Freguesia de Raiva.

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Virando à direita, seguimos pelas ruelas de Raiva entrando uma zona rural, com campos, árvores de fruto, vinha e animais doméstico. Aquelas paisagens verdes e campestres típicas do Interior Norte português.

Para quem gosta de caminhar e se distrair com o que vai encontrando é ótimo.

Nisto chegamos às antigas minas do Pejão Velho.

As minas estão naturalmente desativadas, estando o edíficio mineiro para contar a história. Na foto de cima vê-se as tais setas azuis. O percurso está muito bem sinalizado.

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A partir daqui é sempre a trepar até ao Santuário de São Domingos, o auge do percurso. Pelo meio de árvores, o trilho faz-se bem. É seguro, sem declives agressivos e bastante interessante para treinar os glúteos e pernas .

Chegamos à estrada principal para logo depois entrarmos numa pequena aldeia onde tem um fontanário para abastecer.

Num ápice fazemos a subida final já em asfalto e encontramos o primeiro cruzeiro que dá acesso ao Monte de São Domingos e respetivo miradouro. Dá naturalmente para ir de carro, tendo bastante estacionamento.

Lá em cima é disfrutar da paisagem:

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Depois, é sempre a descer até à Igreja de Raiva. 

Um percurso muito bonito, seguro e acessível numa localidade que associamos de imediato à queda da ponte. Há mais para além disso como estas paisagens e estes trilhos para explorar.

 

"Por opção"  fizemos em correr, numa espécie de trail, a correr. Claro, que por vezes parei o GPS para descansar, beber água, tirar fotos e juntar o grupo. Deixo o tempo que demoramos e respetiva distância. Mais info aqui.

Payvapé.PNG

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publicado às 18:29

Moínhos de Jancido

01.07.21

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Os moínhos de Jancido localizam-se na Foz do Sousa, concelho de Gondomar, bem perto da barragem de Crestuma.

Tratam-se de moínhos dispostos ao longo do rio Sousa.

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Neste pequeno trilho vamos identificando os moinhos, entretanto batizados, e que tem uma particularidade muito interessante. A desbravura do caminho, limpeza, criação do percurso, colocação de escadas, cordas e sinalização resultou da descoberta, criatividade, do tempo livre e do suor de voluntários locais.

Está um resultado muito giro, bem conseguido e em segurança.

Os moinhos encontram-se bem localizados, com estacionamento, havendo mais que um acesso (fui pelo que fica junto à ponte do Centro de Saúde da Foz do Sousa). Junto a essa ponte, tem um parque de merendas onde se pode piquenicar com o rio ao lado.

Nota: Fui com o meu grupo de corrida de domingo e fizemos este percurso que este autor também fez. Ou seja, há muita coisa para explorar naquelas redondezas, incluindo as Lagoas de Midões às quais não tirei fotos.

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publicado às 16:13

Passadiços do Orvalho e Cascata Fraga de Água d’Alta

04.06.21

Nesta viagem pela Beira Baixa, havia mais um sítio obrigatório: a cascata Fraga de Água d'Alta em Orvalho, concelho de Oleiros. 

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Fica localizada na estrada principal entre Fundão e Oleiros e não está muito bem sinalizada.

Valha-nos o Google (sendo o principal atrataivo turístico de um concelho conhecido pelos incêndios, umas placas não custavam nada). Apesar de tudo os acessos até estão em bom estado.

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Chegados ao topo da cascata (tem estacionamento), apercebemo-nos que as nossas pernas vão trabalhar. Há umas escadas que nos levam à cascata e que permitem belos miradouros para as quedas de água (mais à frente tem uma rampa que também dá acesso).

A cascata é linda!

À volta tem trilhos bastante arranjados, com passadiços de madeira nas zonas mais técnicas para quem quiser percorrer. Muito curiosas estas esculturas no rio.

 

Quem pretender pode percorrer os trilhos desenhados nos vales à volta e aceder ao miradouro do Cabeço do Mosqueiro.

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publicado às 14:59

Aldeias históricas - Sortelha

23.05.21

Sortelha é daqueles sítios que merecem tempo.

Onde cada minuto e cada passo nos entusiasma porque é diferente de outras aldeias e é lindo de se explorar e descobrir.

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Sortelha pertence ao concelho de Sabugal e tem duas "partes" chamemos-lhe assim. Tem a parte mais moderna que fica fora da muralha. É a parte habitada e onde se pode estacionar. E tem a parte histórica que fica dentro da muralha. Apesar de estarmos no topo do monte, não implica subidas acentuadas. Porém, ainda são uns metros para caminhar e valem bem a pena. 

Comecei na parte residencial e à medida que seguíamos para o início da muralha a pé, paramos logo para ver a Torre do relógio. Fica do lado de fora e é possível subir até lá. 

 

De seguida encontramos esta capela.

Entramos então na parte fortificada pela porta medieval.

O primeiro contacto deixa-nos logo deliciados. As casas são todas em pedra numa harmonia linda.

 

Subindo em direção ao castelo, deparamo-nos com este largo. O pelourinho no centro, o castelo tradicional, faz-nos viajar no tempo.

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Neste largo, tem uma loja comunitária de artesanato manual e produtos regionais. Diz-nos a senhora que a aldeia só tem 2 habitantes na zona fortificada. Efetivamente não nos cruzamos com quase ninguém.

É possível visitar a aldeia (é pequenina) e um dos pontos obrigatórios é o campanário.

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Do mesmo passeio:

Aldeias históricas - Monsanto

Aldeias históricas - Belmonte e Penamacor

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publicado às 14:38

Aldeias históricas - Monsanto

05.05.21

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Monsanto pertence a Idanha a Nova e fica na mesma estrada que Monfortinho. Ao longe na estrada já começa a chamar a atenção os telhados vermelhos nas casas camufladas. Sendo de pedra, confundem-se facilmente com a montanha.

Monsanto fica num dos poucos montes da Beira Baixa, concelho de Idanha a Nova. A vila "mais portuguesa de Portugal" designação dada num concurso propagandistico do Estado Novo é muito sui generis. 

As casas da aldeias são construídas entre as pedras da montanha. 

 

Todas as casas são em pedra e é possível ver a lógica comunitária das aldeias, havendo ainda mercearias à moda antiga com os produtos essenciais e regionais para os locais.

 

A vista é linda e vale a pena calcorrear a aldeia (muito acidentada). Porém subir ao castelo implica caminhar bastante.

 

Acrescente-se que tem pouco estacionamento, sendo necessário deixar o carro ao longo da "subida".

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publicado às 21:58

Aldeias históricas - Belmonte e Penamacor

29.04.21

Sabem aquelas imagens lindas que vemos no Instagram e que ficam debaixo do nosso olho? Aconteceu-me com as aldeias históricas de Portugal. Já andava com ideias para lá ir há bastante tempo. Porém, o facto de serem longe, de preferir o tempo ameno (Primavera ou Outono) e a pandemia faz-me adiar até este mês de Abril.

Como só tinha alguns dias de férias e já conhecia Piodão, fui visitar as quatro que mais me cativaram da pesquisa que fiz: Monsanto - Penamacor - Sortelha - Belmonte. Ficam as 4 muito próximas.

 

Na verdade, dormi em Monfortinho, uma freguesia que tem três hotéis devido às termas. Como não conhecia, fiquei um pouco desapontado porque além das termas estarem fechadas, havia poucas pessoas e casas. Tem duas ruas principais que são duas retas que parecem um deserto, com algumas pensões abandonadas e os 3 hotéis ativos. Opções para comer não existem (apenas nos hotéis). Vê-se em 2 minutos.

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De Monfortinho, paramos em Monsanto (falarei num post só para ela). E daqui fomos a Idanha a Nova, sede de concelho. Tem pouco que ver. Um castelo e pouco mais.

 

Daí fomos a Penamacor, esta sim, aldeia histórica. Penamacor é vila madeiro. Tradição de ter no Inverno um madeiro a arder no centro da vila. É sede de concelho e fica no alto da colina. Ao longe já se vê o castelo e a antiga cadeia da vila (atualmente serviços públicos). 

 

Percorremos a pé, a Igreja da Misericórdia (onde se realiza o madeiro), a praça principal, o miradouro e calcorreamos as ruas medievais até ao castelo.

Junto ao castelo, as ruas estavam em terra batida (obras) e demos com o pelourinho. 

 

Chamou a atenção esta porta entrada no castelo.

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Penamacor é uma "aldeia" simpática, mas a zona em volta do castelo parece um pouco descuidada.

Daqui seguimos a Sortelha (falarei noutro post) e depois Belmonte. Belmonte já tem outras características geográficas. Uma cidade numa cota mais baixa e por isso mais plana e menos concentrada. Mais funcional nos novos tempos, com estacionamento e ruas mais largas. Chamou a atenção a bandeira brasileira no castelo, ora não fosse a terra natal de Pedro Álvares Cabral e ser um dos centros judaicos de Portugal.

A cidade encontra-se bem sinalizada e bem tratada, sendo de visita fácil.

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Pertinho, ficam estas ruínas de nome estranho Centum Cella. Muito curiosa a sua estrutura havendo várias teorias e lendas da sua função no passado (nomeadamente a de que foi uma prisão).

 

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publicado às 17:06

Cascatas de Fervença

21.04.21

As Cascatas de Fervença ficam em Santo Tirso (distrito do Porto) e fazem parte do percurso inicial do Rio Leça.

Optei por conhecê-lo neste tempo primaveril, mas pareceu-me uma boa sugestão para o Verão uma vez que fica coberto de árvores, sendo muito verdejante.

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O percurso é simples pois as cascatas ficam perto da estrada principal (cerca de 15 min a pé).

 

Iniciamos junto ao Parque de Merendas de Valinhos, com bastante estacionamento e sombra. Optamos por descer o trilho e fazê-lo de baixo para cima. Existem pontes no início e a meio das cascatas. Chamo a atenção que apesar de ser um bom atrativo turístico, está mal sinalizado. 

 

 

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Uma vez lá perto, no Monte Còrdova, fmos conhecer o Santuário da Assunção. Tem um belo parque merendas e um parque verde contíguo.

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No caminho, mesmo ao lado da igreja cruzei-me com esta paisagem: três árvores consecutivas com três cores consecutivas:

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publicado às 23:06

Passadiços da Barrinha de Esmoriz (2021)

15.04.21

Este domingo regressei aos Passadiços da Barrinha de Esmoriz/Lagoa de Paramos.

Estive lá em 2017 e voltei mas destas vez comecei e acabei pela entrada Norte (lado Espinho).

A vegetação estava alta e o nível da água em baixo, mas contínua a ser incrível ouvir o baralho dos bratáquios e aves da barrinha, com aquela sensação de paz que tanto precisamos.

Pelo caminho ainda conheci um novo trilho.

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publicado às 17:35

Espinho

01.03.21

A Cristina Aveiro lançou o desafio de falarmos sobre as nossas cidades.

A minha cidade é Espinho. Foi aqui que nasci, cresci, onde andei sempre na escola até entrar na universidade e onde tenho o meu círculo de amigos mais próximo. Há várias lendas e histórias associadas a esta terra de pescadores, sendo a mais carismática a que tem o nome de "Bicha de Sete Cabeças". Como boa lenda, o número "sete" está presente.

Muitas vezes, vamos turistar para outras cidades mas não escrevemos sobre as nossas, tão habituados que estamos.

 

Com o confinamento e obras por toda a cidade torna-se mais complicado ter fotos de jeito, mas aqui ficam os principais pontos de interesse na minha perspetiva, claro.

- Praia

Espinho tem uma extensa praia e muito vento também (as famosas nortadas"). Ao longo do concelho, encontram-se bons sítios para mergulhar pois estamos a falar de zonas planas e com muitos paredões para evitar o avanço do mar.

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- Esplanada

O calçadão atravessa todo o concelho, seja em asfalto seja em passadiços sempre paralelo ao mar. É ótimo para caminhar, correr, andar de bicicleta, ver o pôr do sol, namorar, enfim muito agradável.

- Zona piscatória da cidade

A velha tradição da arte xávega está bem presente na cidade sendo que todas as manhãs, as peixeiras locais vendem o peixe vindo do mar na esplanada da zona pesqueira. Muito simbólica!

- Feira

É à 2ªfeira e é enorme. Encontra-se de tudo e muita coisa Made In Portugal.

- Casino.

O maior empregador do concelho para quem gostar de torrar dinheiro nisso. Fica na linha da praia.

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Nos últimos meses tem havido imensas obras na cidade porque a linha do comboio foi enterrada há cerca de 15 anos mas só agora em 2021 é que vão arranjar a superfície. Muito dinheiro público gasto e veremos o que vai sair dali. Não sei quando estará pronta, mas sendo as autárquicas em Outubro ... 

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publicado às 19:18

Turistando pela Madeira: Funchal e Curral das Freiras

04.12.20

Nesta viagem pela Madeira, o último dia foi reservado para conhecer o Curral das Freiras e o centro do Funchal

 

Curral das Freiras

Curral das Freiras (2).jpg

 

Curioso nome: deve-se ao tempo dos corsários aquando dos saques que faziam no Funchal, em que as Freiras do Convento de Santa Clara, se vieram refugiar aqui, em propriedades pertencentes ao Convento. Trata-se de um povoado que está rodeado de montanhas por todos os lados. 

Estava à espera de um pequeno conjunto de casas, mas em verdade, ainda são alguns metros quadrados e bastantes casas dispersas pelo sopé e as próprias montanhas.

O acesso ao miradouro é um pouco perigoso, com curvas apertadas e reduzida visibilidade.

 

Funchal

Reservamos pouco tempo, até para evitar cruzamento com muitas pessoas.

Quatro pontos obrigatórios:

- Mercado dos Lavradores

Mercado dos Lavradores.PNG

O grande mercado da cidade do Funchal, com produtos da região. Muito curioso que os vendedores dão a provar a fruta aos clientes, sobretudo as mais regionais como as anonas, mangas e maracujás. Dãpo inclusivamente uma colher descartável por cliente. Não resisti e trouxe várias sacas de rebuçados (um de cada sabor) de uma vendora "insistente"

 

- Passeio Marítimo

Liga a baixa do Funchal de uma ponta à outra junto ao mar. A vista sobre a encosta do Funchal é muito curiosa, porque todas as casas têm vista para o mar.

Passeio maritimo.jpg

- Estátua Cristiano Ronaldo

Ir ao Funchal e não picar foto no CR7 não seria a mesma coisa. Não fui ao Museu mas fotografei a estátua. Chamou-me a atenção ao tamanho. O que está em excesso no centro dos calções, peca na altura. Estava à espera de uma estátua maior, sou sincero.

Estátua Cristiano Ronaldo Funchal.jpg

 

- Subida ao Monte

Fomos e viemos de teleférico, aproveitando o dia bonito e vista límpida que se tinha. A viagem custa 16 Euros e no Monte, além da Igreja e respetivo parque, existem 2 atrações: i) o Jardim Tropical Monte Palace do Joe Berardo (o objetivo era visitá-lo mas o preço fez desistir) e ii) a descida nos carros de madeira (eu não arrisquei porque tive medo).

Funchal Monte.jpg

 

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre o Funchal. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui.

 

Em resumo, foi a primeira vez que fui à Madeira em Outubro. Apesar do COVID achei um nº satisfatório de turistas quer na rua, nos restaurante e nos hoteis. O clima é muito incerto. Ora chove, como a seguir está sol, sendo muito aleatório até entre as cidades madeirenses. A temperatura é que estava sempre muito agradável. Os preços dos hoteis e afins nesta altura estão bastante acessíveis e recomendo vivamente a comer fora do zona do Lido. Conseguem-se preços muito bons para muita quantidade e sabor. Última nota para o declive das ruas - definitivamente não é para maçaricos na condução. Gostei muito da viagem e quiçá nestes tempos de vírus não repito mais cedo que possa pensar.

 

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

Dia 2 - Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

Dia 3 - Levada do Risco e Levada das 25 Fontes

Dia 4 - Levada do Caldeirão Verde e Levada dos Balcões

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publicado às 17:18


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