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Turistando por Celorico de Basto

09.08.20

Celorico de Basto é conhecido pela terra do nosso presidente da República e onde ele vota.

É uma cidade pequena mas simpática. Daqui também se vê o Monte da Senhora da Graça ao longe.

Curiosamente não é uma cidade com os serviços concentrados à volta de uma igreja ou da Câmara. Encontram-se espalhados ao longo do espaço

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Destaco dois pontos que merecem uma paragem numa visita à cidade:

- Ecopista do Tâmega

Trata-se do aproveitamento da linha dos caminhos de ferro desativada. Sinal do desinvestimento no Interior do país, converteu-se a linha do comboio numa pista asfaltada para quem quiser caminhar, correr ou andar de bicicleta. 

A antiga estação encontra-se arranjada, bem como os jardins circundantes e foi convertida em quartos de alojamento do Parque de Campismo local.

- Biblioteca Municipal Marcelo Rebelo de Sousa

Já sabia que Marcelo Rebelo de Sousa era um grande mecenas da Biblioteca Municipal de Celorico de Bastos.

Publicamente já referiu várias vezes que doava os livros que recebia para a biblioteca da sua terra natal. Daí a curiosidade  (e lá fiquei a saber que é quem lhe dá o nome).

A Biblioteca é composta por dois edifícios contíguos.

Um com os serviços administrativos, livros infantis e livros com mais rotação de empréstimos. Outro, mesmo em frente, com a obras e museu de Marcelo.

Um funcionário muito simpático fez uma visita guiada ao segundo edifício, a "menina dos olhos" da sua Biblioteca e da sua terra.

Só depois de lá entrar e de percorrermos os seus corredores é que ficamos com a noção da quantidade de livros que MRS doou. São corredores com estantes e estantes de livros (milhares!). Numa das salas, tem inclusivé expostos os prémios que recebeu enquanto comentador, bem como os cadernos e testes de quando estudava. Um verdadeiro museu e espólio que MRS disponibilizou à população. Fiquei admirado.

E publicamente agradeço ao funcionário que emsmo sabendo que estava a turistar e não iria requisitar, guiou-me pelo edificio.

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Existe igualmente uma piscina fluvial circundante ao Parque de Campismo.

À vinda embora, uma paragem por Felgueiras para provar o famoso pão de ló de Margaride e paragem na Santa Quitéria.

 

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publicado às 20:51

Turistando pelo Monte Nossa Senhora da Graça e Mondim de Bastos

06.08.20

Depois das Fisgas do Ermelo, um saltinho ao Monte Farinha - Nossa Senhora da Graça em Mondim de Bastos torna-se obrigatório.

Isto porque tem acesso direto e o caminho para a cidade passa junto ao monte.

Pelo caminho, cruzamo-nos com as Cascatas de Bilhó.

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O Monte da Nossa Senhora da Graça é conhecido pela etapa da Volta a Portugal em bicicleta cuja etapa termina na Igreja.

Bem longe, já se vê o Monte que tem a particularidade de ter a construção no seu topo.

O caminho, como é esperado, está em muito bom estado e com muitos rails de segurança ao longo de todo o percurso. A Igreja encontra-se aberta ao público e as vistas lá em cima são maravilhosas.

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Estas fotos foram tiradas antes do incêndio criminoso da semana passada. 

Alguém deixou mais que pegadas, destruindo o "farol" das terras de Basto.

 

Estas eram as vistas e a mancha verde antes do incêndio com corredores anti-fogo.

Descendo à cidade, Mondim de Bastos é uma cidade simpática com muitas casas tradicionais de granito bem características de Trás os Montes. Na zona mais central encontramos ruas estreitas na zona histórica, com jardins bastantes floridos.

O edificio da Câmara Municipal resulta da recuperação de um edificio histórico.

 

 

(Continua)

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publicado às 18:15

Turistando pelas Fisgas do Ermelo

04.08.20

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As Fisgas do Ermelo localizam-se no Parque Natural da Serra do Alvão e pertencem ao concelho de Mondim de Basto.

 

As Fisgas do Ermelo são uma queda de água do Rio Olo, por patamares, com efeito natural muito bonito. Nesses patamares, existem lagoas que se podem aceder e dar uns mergulhos.

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Devido ao calor, não fiz o trilho circular. Optei apenas por "ir para a água" do Rio Olo.

Estacionei o carro no parque das Picoas de Cima, seguindo o Google Maps (fica na mesma estrada que dá acesso à aldeia). Revelou-se uma boa opção.

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Um elemento do Instituto da Natureza alertou que devido ao risco de incêndio, o carro tem de ficar estacionamento na rua de asfalto e não no parque de estacionamento improvisado. Pelo caminho, passa-se pela aldeia do Ermelo e pelo desvio para o Miradouro.

 

O caminho até às lagoas é curto (500 metros) e sempre a descer. Recomendo seguir o estradão (a pé) pois além de ser menos íngreme, é mais seguro. Chegar lá abaixo não é complicado.

 

A temperatura da água estava ótima e é perfeito para dar uns mergulhos.

Seguindo a mesma estrada, no regresso a Mondim, temos muito perto o Monte da Nossa Senhora da Graça (Monte Farinha). Dei lá um salto.

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(Continua)

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publicado às 17:56

Turistando por Foz do Arelho e Caldas Raínha

02.08.20

A viagem pelo Centro estacionou e terminou na Foz do Arelho e Caldas da Raínha.

 

A praia da Foz do Arelho pertence às Caldas da Raínha e tem a foz e margens da Lagoa de Óbidos.

Assim, é possível optar ou pela praia fluvial ou pela praia marítima. A fluvial é muito mais calma, água quente. A marítima mais ventosa (embora protegida pela arriba) e tem bastantes ondas (boa para o surf). Talvez pelo calor, notei muita gente nas praias.

 

As fotos não enganam. A Lagoa tem imensos bancos de areia e por conseguinte pouca profundidade.

 

Depois de estar na Foz do Arelho, um passeio pelas Caldas da Raínha é obrigatório.

Duas imagens de marca: i) as faianças de Bordallo Pinheiro e ii) os edifícios abandonados dos Pavilhões das Caldas.

A Loja Bordallo Pinheiro, mesmo junto a uma das entradas do Parque D. Carlos I, está aberta ao público e tem uma secção outlet onde é possível comprar peças avulsas a preços mais simpáticos.

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publicado às 16:03

Bacalhôa Buddha Eden

31.07.20

O Bacalhôa Buddha Eden é um parque oriental que fica no concelho do Bombarral.

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Sou sincero, tinha enorme curiosidade em conhecê-lo e foi uma das maiores motivações para passar uns dias no Centro do Portugal. Já tinha visto imensas fotos nas redes sociais e descrições bastantes elogiosas em blogs. Não me arrependi!

Acreditem vale mesmo a pena!

O parque fica no Bombarral e o acesso desde a saída da Auto Estrada é curto e bem sinalizado. Tem um amplo parque de estacionamento (sem sombra e em saibro). A entrada custa 5 € e é nos dado um mapa. Quem quiser pode adquirir um bilhete extra para o comboio por + 4 €. Na minha opinião não vale a pena. O parque é bem mais giro a pé.

 

Dá vontade de fotografar tudo!

 

Existem 3 grandes áreas:

- a área da escadaria e dos Buddhas dourados (nas partes laterais tem árvores que dão sombras com pequenas esculturas, onde encontramos alguns com moedas lá pregadas)

- a área da savana africana - uma homenagem a África onde as esculturas são animais. Está um efeito muito giro com a simulação de uma savana, um lago e palmeiras

- a área do jardim do Eden e dos soldados azuis com muitas palmeiras

 

Ao longo do circuito, existem inúmeras estátuas de Buddha, ladeadas por lagos e jardins extremamente bem cuidados.

O objetivo foi  da criação deste parque foi um protesto contra destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras-primas do período tardio da Arte de Gandhara.

 

Passasse-se aqui uma bela manhã a contemplar tantas e bonitas obras de artes numa homenagem à escultura.

A título de curiosidade este jardim é propriedade de ... Joe Berardo. Mas mais do que arte, está aqui um motor turístico que coloca Bombarral na mapa.

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À saída, é possível comprar vinhos das adegas "Bacalhoa" do mesmo proprietário.

Uma nota, o único ponto de melhoria: deveria ser possível adquirir os bilhetes online. Apesar de não ter encontrado filas, em tempos de COVID é mais seguro.

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publicado às 17:47

Aldeia típica José Franco

29.07.20

No caminho para Ericeira, pela Estrada Nacional e logo à saída da cidade (freguesia do Sobreiro), deparamo-nos com um mini "cluster" da olaria.

 

A aldeia típica José Franco  (ou aldeia-presépio de Mafra) é aberta ao público, onde se receria uma aldeia através de peças de barro e objetos da nossa memória coletiva do antigamente.

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Assim, à pequena escala encontramos a casa do cão, a casa das pombas, a casa do boticário, a casa do sapateiro, a escola primária, a adega, a mercearia, a capela, etc. Tudo com base em peças de barros e objetos antigos restaurados (e que muitos ainda existem nas casas dos mais antigos).

Sentimos ali um regresso no tempo a meados do século XX, na era onde os nossos avós viveram e quando não havia internet.

 

O presépio não podia deixar de faltar.

O "insta point" é mesmo moínho junto à entrada da Estrada. Com as pás ao sabor do movimento do vento, conseguimos ver como funcionavam.

O acesso é gratuito e lá dentro é possível comprar o pão com chouriço caseiro.

PS: Além da Marta, a ImSilva também é desta zona 

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publicado às 15:38

Turistar por Mafra, Ericeira e Foz do Lizandro

26.07.20

O primeiro dia ficou com a Praia de Mira e Leiria. 

O Segundo dia coube à Ericeira com dormida em Mafra.

 

Ericeira

A Ericeira é um vila conhecida pelo surf. Não conhecia e aproveitei este Verão "interno" para a conhecer.

Os acessos são muito bons, pois tem auto estrada direta até lá.

Vou ser honesto: imaginava que a Ericeira fosse da dimensão da Zambujeira do Mar ou Porto Côvo. Enganei-me. É uma vila grande, bem extensa. 

Ericeira é uma vila muito pitoresca. Na zona junto à praia, não existem prédios, as ruas são pedonais na sua maioria, com muitos restaurantes, lojas de surf e temáticas. Muito giro, vale mesma a pena. 

 

 

A vila fica no alto da arriba, ficando as praias no fundo das falésias. Fui para a praia do Sul, sendo o areal muito pequeno. Apesar de não haver confusão, imagino que noutros tempos a praia ficaria lotada com facilidade.

Por lá passou-se um dia.

E, claro, depois de lá estar, provou-se os Ouriços :)

 

 

Mafra

Terra da nossa colega Marta. Também foi a primeira vez que lá fui e claro que o ponto de interesse foi o Convento.

A cidade é bastante pequena e está desenvolvido à volta da parte da frente da obra. A entrada na Igreja é gratuita, sendo paga a entrada no Palácio. Só lá estando se percebe a enorme dimensão do mesmo. Uma construção a "sério". Por fora, é possível reparar que a caixilharia está a precisar de manutenção.

Depois de lá estar, teve de se provar os "Fradinhos", os bolinhos de Mafra. 

Era para ir à Tapada de Mafra, mas os dias de calor e o feedback negativo do TripAdvisor quanto à visita sem ser no comboio turístico (suspenso devido ao COVID) fizeram-me desistir. Ficará para uma próxima.

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Foz do Lizandro

 

Uma tarde passada nesta bela praia, com rio, mar e surfistas. Apesar do calor, chegamos cedo. O areal é muito extenso, limpo e quer a praia fluvial quer a marítima têm bandeira azul. 

Optei pela praia marítima. A temperatura da água do rio, bem como o facto de estar parada e da foz estar seca, fizeram-me pensar duas vezes.

A praia marítima é top!

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(continua)

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publicado às 15:31

Turistando pela Praia de Mira e Leiria

22.07.20

Vou partilhar um pouco do percurso que fiz este mês centro de Portugal.

Com o vírus à solta,  não dá para fazer grandes planos, por isso planeei tudo com uma antecedência de duas semanas. Como se previa calor, escolhi sítios com praia, mas não queria zonas concorridas como o Algarve e Costa Vicentina. O Norte já conhecia por isso, a escolha foi natural: o Centro.

 

Três impressões:

- Reservar diretamente nos hoteis (no site, mail ou telefone). A maioira faz preços mais baixos comparado com as plataformas.

- Pouca gente a turistar. Não há turistas estrangeiros, nem imigrantes, ...

- Cada cidade tem os seus bolos típicos  uma tentação...

 

Praia de Mira

Foi a primeira paragem.

Mira pertence ao Distrito de Coimbra e é uma cidade que tem duas áreas bem distintas. A dos serviços e a da praia, separada por uma barreira florestal.

O encanto de Mira está na sua barrinha. Um amplo espelho de água, natural, sobre a qual estão dispostas as vistas, com as tipícas lojas de toalhas e brinquedos de praia a colorir a paisagem . É possível contorná-la através dos passadiços que têm sombra, ou fazê-la de gaivota. 

 

 

Do outro lado da estrada fica a praia. A marginal presenteia-nos com inúmeros mastros com as bandeiras azuis com as quais a praia foi galardoada ao longo dos anos. Não é comum vermos estas exposições.

Almocei por lá e nessa tarde estava vento, com a típica "nortada". Não deu para aproveitar grande coisa...

Notei uma cidade muito despida de gente em pleno Julho, com muitos apartamentos abandonados/fechados. Efeitos do COVID e da retração dos veraneantes em sítios de praia.

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Leiria

Leiria é daqueles cidades que se passa na auto-estrada, onde nunca tinha parado e por isso desconhecia por completo. Não foi muito fácil chegar ao "centro" da cidade e não é fácil estacionar. 

A cidade é banhada pelo Rio Liz. Tem um corredor de grandes plátanos paralelos à margem a criar sombra permitindo passear, correr e aproveitar o bom tempo. Bem idealizada a plantação. 

 

Na praça central, além de um jardim muito florido - Jardim Luís de Camões - damos com um letreiro com o nome da cidade. Porém, não há uma única árvore na praça, torrando-se ali em dia de calor...

Uma volta pela zona medieval, mostra uma outra cidade com pequenas praças interiores, ruas estreitas, arte urbana e que merecem um bom passeio. Da cidade, realço também o Castelo lá no alto. Parece que está sempre a olhar para nós, pois onde quer que estejamos os nossos olhos cruzam-se sempre com ele lá no alto da colina.

 

Ir a Leiria, implicou provar as Brisas do Liz :)

No passeio, cruzei-me também com um edificio da "Empresa Leiriense de Moagens" bastante imponente, restaurado e que foi reaproveitado para apartamentos. Cá está um bom exemplo.

 

Fátima

Depois de conhecer e dormir em Leiria, uma paragem em Fátima foi obrigatória. Fiquei muito surpreendido com tão poucos peregrinos. Nunca tinha Fátima assim e  muito menos em Julho. Não havia excursões, nem turistas, nem imigrantes.  Um santuário deserto. Aqui sim, notou-se realmente o efeito COVID.

 

(continua)

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publicado às 15:20

Turistando pelos Passadiços do Uíma - Fiães

04.06.20

Sábado fui aos Passadiços do rio Uíma em Fiães, Santa Maria da Feira.

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Os passadiços ficam muito perto da EN1 e do centro da freguesia de Fiães.

Percorrem as margens do rio Uíma. Não tem paisagens espetaculares, mas é essa simplicidade que lhe conferem a característica de uma agradável passeio e sem grandes confusões.

Não sendo muito extensos, permitem uma boa gestão de esforço, têm muitas árvores e sombra. 

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Um dos parques de estacionamento fica na estrada nacional 326 que vai dar a Arouca e fui o que escolhi. Segundo o GPS são cerca de 4,5 km ida e volta.

Comecei a caminhada para sul. Encontramos parte de passadiço e parte de trilho em terra.

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As quedas de água são sempre especiais.

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Encontramos estes bancos de madeira.

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Muita fauna e flora.

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Ao longo de todo o percurso, o rio acompanha-nos.

Terminado o lado sul, fui ver como era o lado Norte dos passadiços.

Tem menos árvores e o percurso é mais curto.

Logo à entrada, depois de descer as escadas da estrada, vemos este ginásio ao ar livre.

Não obstante o bom estado de manutenção, não tem sombra. Nos metros seguintes, junto a esta pérgola tem uma relva que dá para fazer piqueniques.

Seguindo, passamos mais uns bancos em madeira e vemos esta ponte de passadiço. A engenharia deixa-nos sempre impressionados, sendo esta relativamente simples.

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Uns metros mais à frente, chegamos a Lobão e ao fim dos passadiços. Porém, vale a pena subir a ponte e atravessar a estrada.

Sabem que aquelas imagens pitorescas das vilas mais interiores, com os plátanos largos e por debaixo o parque de merendas com um coreto ao lado? Encontramos aqui.

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Junto à ponte encontramos mais uma queda de água.IMG_20200530_115727.jpg

Plantas no meio do rio :)

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Umas cabrinhas esfomeadas :)

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Em frente uma capela com o santo à janela - Capela Nossa Senhora da Livração - Lobão.

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À vinda ainda encontrei estes patinhos no rio.

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Estes passadiços valem a pena. São curtos, simples, mas exploram um lado menos conhecido da zona de Fiães e de Lobão. Vale a pena conhecer!

Como pontos negativos sublinho um fácil de resolver: não existe passadeira a ligar a parte norte e sul numa Estrada Nacional movimentada.

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publicado às 19:07

Matar saudades da Madeira (2011) - turistar pela ilha

12.04.20

Estes dias são bons para recordar passeios. 

Vou recuar a 2011. As primeiras férias que fui eu quem pagou, no final do primeiro ano de trabalho.

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Foram uns dias à Madeira. Foi a primeira vez que lá fui.

Nessa altura não havia incêndios, foi antes do temporal e não havia a estátua do Cristiano Ronaldo.

Recordo-me que não aluguei carro. A insegurança da pouca experiência em condução, minha e de quem foi, fez-nos recorrer aos autocarros de carreira.

 

Funchal

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Esta é uma das principais ruas do Funchal, onde fica o mercado dos Lavradores. No dia do temporal que há-de ficar nas nossas memórias reconhecia logo.

O Mercado dos Lavradores é um dos grandes momento da visita à ilha. As fotos falam por si.

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Recordo-me de ter ido de Funchal à Ribeira Brava e de no caminho de volta termos parado em Câmara de Lobos. Duas cidades encantadoras.

 

RIbeira Brava

Não tenho fotos que o demonstrem, mas a cidade está construída na foz de um ribeira que desce as montanhas. Pelo nome deixa antever como seria no passada a sua bravura.

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Câmara de Lobos

Vila piscatória com uma marina muito tradicional e pitoresca

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Pelo caminho entre Câmara de Lobos e o Funchal passa-se pelo Lido (zona dos hóteis) e há imensas piscinas naturais e praias (sem areia) pelo percurso.

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No outro dia, fomos do Funchal a Santana, com a parrticularidade da carreira ir literalmente pelo meio das montanhas e um cenário pouco habitual. O autocarro chegava à aldeia longínqua da montanha, invertia à marcha e voltava à estrada principal. No regresso, paramos o resto da tarde no Machico, onde havia uma praia de areia branca.

Vistas do autocarro na costa sudeste da ilha. Deslumbrante.

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Santana

Fiquei um pouco desiludido. Só tinha estas casinhas no centro da cidade que vendiam artesanato.

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Surpreendente na ilha é o aeroporto, cuja plataforma entra mar dentro.

No Funchal, além do Mercado, pontos obrigatórios foram o Jardim Santa Catarina,  e na altura o Jardim Botânico.

Soube que este ficou danificado pelos incêndios dos últimos anos. Fica aqui o "antes":

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"Jardim Botânico da Madeira - Eng. Rui Vieira - 1960-2011"

 

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À beira existe a longa marina do Funchal e a vista sobre a encosta do Funchal. Lá em cima estavam sempre nuvens de chuva.

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Todas estas fotos foram tiradas em 2011, a última vez que visitei a Madeira.

Provavelmente a Luísa saberá quão atualizadas estão estas paisagens   mas mais curioso estou por saber como é hoje em dia o Jardim Botânico depois da destruição.

Um destino para regressar e conhecer o famosos miradouro do cabo Girão.

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publicado às 13:52


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