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Turistando por Braga

07.08.22

Já não ia a Braga há muitos anos. Aproveitei um destes sábados, combinei com a Maria Araújo e fui turistar pela cidade. 

Optei por ir de comboio. A estação fica muito central, junto da zona histórica, onde se concentram mais monumentos e pontos de interesse.

 

Subindo a rua da estação, encontramos logo o Campo das Hortas com o seu icónico chafariz. Aqui temos um dos quiosques clássicos, cada vez menos usuais nas nossas cidades.

Olhando em frente vemos de imediato o Arco da Porta Nova.

Diz a História que esta arco na entrada da cidade nunca teve porta, daí a expressão que quando alguém deixa a porta aberta, diz-se que "é de Braga". A rua pedonal que começa no arco é bastante central e com muito comércio. Um desvio à esquerda leva-nos à Câmara Municipal.

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Virando à direita, chegamos ao sítio mais fotogénico de Braga: o Jardim de Santa Bárbara.

Impecavelmente tratado, completamente florido, foi paragem para umas fotos.

Jardim Sta Barbara0.jpg

Dali fizemos uma pausa para um café e uma vista de olhos na Feira do Livro que decorria na cidade. Num ápice, damos com a secular Sé de Braga. Costumo usar muitas vezes a expressão "mais velho que a Sé de Braga". 

A entrada infelizmente é paga, mas se a pessoa disser que é moradora na cidade já não paga.

Diz-se que Braga é um shopping a céu aberto. Muito comércio de rua desde multinacionais ao comércio tradicional. Uma cidade muito dinâmica com muito para ver e comprar. Calcorreando a zona histórica, chegamos à Arcada e à Avenida da Liberdade.

Arcada.jpg

Muitas pessoas na rua a passear, às compras e a visitar. Paramos junto ao Theatro Circo. Entre as ruelas, vemos igrejas a cada canto até chegar ao Largo Carlos Amarante com um hotel instalado num convento recuperado no fundo das letras da moda com o nome da cidade. Porque está na moda e para nos lembrarmos, com as cores da Ucrânia.

Vila Galé Braga.jpg

A visita não ficaria completa sem irmos à Sameiro e ao Bom Jesus que dispensam apresentações.

No Sameiro, encontramos uma concentração de lambretas. Não conhecia de toda a basílica. Tem um espaço externo enorme muito versátil.

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O Bom Jesus não fica atrás com a sua enorme escadaria. Os seus jardins são lindissimos.

Bom Jesus.jpg

Bom Jesus2.jpg

Por fim o almoço e uma "frigideiras" típicas da cidade para o lanche.

Muito obrigado à Maria pela visita guiada. 

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publicado às 20:56

Por Coimbra

20.06.22

Ganhei um passatempo no Instagram de uma corrida em ... Coimbra. É daquelas coisas que participamos, pois até parece perto.

Quando ganhamos, pensamos duas vezes se fizemos bem em concorrer. Hesitei até à véspera se haveria de fazer a viagem de carro. Além da distância, os combustíveis estão caros. Ainda procurei pelo comboio mas a CP estava de greve domingo de manhã e os autocarros partiam apenas do Porto onde não há estacionamento. Mas pronto, como era um evento diferente e não paguei nada, lá fui.

O Multisports durou dois dias, com triatlo, duatlo, aquabike e outros desportos no Rio Mondego, como a corrida. Quando vi os preços que estavam a praticar, percebi porque estavam a precisar de encher blocos de partidas e a oferecer passatempos...

Lá fui, cheguei a Coimbra, fui levantar o dorsal, onde ofereceram uma garrafa e um porta dorsais e fui dar uma volta ao Parque Verde do Mondego.

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Ainda não foi desta que vi o urso. Descobri mais tarde que está do outro lado da ponte.

Bom ambiente, mas a corrida começou às 11h. Ora estava um calor infernal. O percurso foi bonito e por zonas que não conhecia. Percorreu o Parque Verde, o Choupal e veio pela Zona Histórica. No fim, um belo repasto (só tinha visto nos trails) para a malta. A t-shirt da praxe não faltou, mas foi a primeira vez que vi ofereceram só aos finalistas na meta. Quem quisesse podia dar mais que uma volta, fazendo uma meia ou a maratona. Porém, correr na hora de maior calor não é saudável, nem havia necessidade disso.

Isto para dizer que um evento que poderia ter mais adesão perdeu-se no preço elevado e nas condições adversas a que sujeitou os participantes pela hora em que foi marcado.

Para completar, dizer que o Choupal pareceu-me muito bonito e agradável. Um dia que volte a Coimbra irei percorrê-lo (mas a caminhar ).

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publicado às 18:34

Caminhada Santa Rita (Valongo)

16.06.22

Quando vimos que iria haver uma caminhada à Santa Rita, em dia de feriado, nem hesitamos. Inscrevemo-nos logo. Seriam 25 km desde Seixezelo (VN Gaia) até Ermesinde. A maioria dos caminhantes não foi cumprir promessa, foi na desportiva.

Na véspera deixei tudo pronto: protector solar, roupa clara, colete refletor, mochila, água, meias de caminhada e o chapéu com abas.

06h30min e estavamos todos junto à Igreja de Seixezelo, ponto de encontro. Já se sentia quente na aurora do dia.

Começamos a pôr pés a caminho e seguimos pela EN 1 até Santo Ovído, passando pelos Carvalhos e pela Rechousa. Descemos a Avenida da República e cerca das 8h30m já tínhamos percorrido 10 km e paramos no Jardim do Morro para beber água, comer qualquer coisa e, claro, tirar fotos.

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A perspetiva da linha do Metro do lado de Gaia é muito sui generis

Atravessamos a ponte e já com o sol a brilhar deixamo-nos deliciar pelas vistas da Ponte D. Luís I.

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Fotos tiradas, seguimos pela Praça da Batalha, onde alguns colegas pararam para tomar café. Eu aproveitei para tirar mais umas fotos.

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Seguimos caminhada pela Rua Santa Catarina, Bonfim e prosseguimos pela Areosa onde faríamos a segunda paragem. Hidratar, comer qualquer coisa e seguir. O sol estava alto e muito quente. A partir daí foi seguir em frente e virar para Ermesinde. Por volta das 11h30 chegamos. 

Ir à igreja, descansar à sombra, comprar uns docinhos para trazer para casa e voltar no autocarro que o grupo alugou.

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publicado às 17:58

Turistando pela Serra da Freita (PR15)

31.05.22

Domingo foi dia de treinar na Serra da Freita.

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Foi com o meu grupo de corrida fazer o P15, meio a correr, meio a caminhar. Apesar de ameaçar chuva, não a apanhamos, pelo que estava um óptimo tempo para atividades ao ar livre. Já tinha visto as famosas urzes cor de rosa em fotografias, pelo que estava mortinho por as ver ao vivo.

Começamos junto ao Parque de Campismo do Mejural.

Descemos em direção à aldeia do Mejural e num ápice chegamos ao miradouro sobre a Frecha da Mizarela. Pena o nevoeiro porque aquela queda de água é simplesmente espetacular.

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Seguimos pelos caminhos rurais da Serra e se há imagem característica são as vacas arouquesas. Vacas felizes nos pastos.

Como estamos na Primavera damos com muitas maias e chegamos à Praia Fluvial de Albergaria da Serra.

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Tenho de ca voltar no Verão, bem como ao Parque de Merendas.

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Daí seguimos a pequena rota entre montes e vales. Pastos e urzes.

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No caminho demos também com as Pedras Broeiras

 

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Deixo aqui o registo do Garmin - percurso feito a caminhar e correr

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publicado às 19:06

Turistando por Aveiro

25.04.22

Já não ia a Aveiro desde 2017.

Este domingo fui no âmbito da participação no evento Maratona da Europa. Não estava previsto, mas uma oferta de última hora levou-me a fazer os 10 km. Boa organização, muita gente, muitas caras conhecidas e uma grande diversão. No fim, houve uns ovos moles e saco com merenda para a malta. O percurso foi agradável e a concentração foi no Cais da Fonte Nova.

Esta zona está requalificada com amplos jardins, pequenas e pontes que vão ter ao centro da cidade. Claro que no fim aproveitei  tirar umas fotos. Aveiro é uma cidade peculiar pela presença da ria em todos os cantos. 

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publicado às 15:49

Da horta - 16 de Abril e um passeio pela Feira

16.04.22

Véspera de Páscoa, vou evitar falar sobre a guerra na Ucrânia ou sobre o assédio nas universidades. Tenho estes assuntos na lista. Esta semana passei-a nos meus pais. Só de pensar nos meus vizinhos no meu apartamento, já perco a disposição 

Fico-me por coisas boas.

 

Ora bem da horta, aqui estão as curgetes e a salsa a nascer.

No domingo fui até Santa Maria da Feira e que bonitos estão os jardins. Partilho algumas fotografias:

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A Câmara parece estar a cuidar dos jardins envolventes ao Rio Caster e onde se realiza a Feira Medieval. Bastante engraçados com esta chuva primaveril que caiu.

 

Desejo-vos uma boa e doce Páscoa!

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publicado às 15:27

Do Carnaval

03.03.22

Um dia chuvoso por estes lados e com a guerra na Ucrânia a assombrar as nossas mentes, vamos lá animar um pouco a malta.

No domingo fui fazer mais uma atividade ao ar livre, em Vila Maior, Santa Maria da Feira. Um trail pelos montes do Interior do concelho.

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Já que estava no mood, aqui um fatura para animar a malta que bem precisamos 

 

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publicado às 17:53

Turistando por Malta

24.01.22

Em Outubro fiz uma viagem de uma semana a Malta.

Já partilhei que construo um mealheiro durante os meses para gastar em viagens. 

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Comprei os bilhetes com 4 meses de antecedência numa companhia low cost, conseguindo assim uma boa poupança. Apenas reservei hotel com uma semana de antecedência.  Outubro é um bom mês: já não há confusão de turistas (em tempos de covid é critério), os preços são muito mais baixos, embora haja o risco de apanhar mau tempo. Escolhi Malta por ser baratinho, ver bonitas fotos nas redes sociais e pelo bom feedback que fui ouvindo entre amigos.

Malta é constituída por duas ilhas: Malta e Gozo.

Comecemos por Malta.

Todas as viagens foram feitas de transporte público. Por 21 € compramos um cartão com viagens ilimitadas de autocarro por 7 dias. É a melhor opção. A rede é muito completa, boa, vai a todas as cidades e pontos de interesse. Não aconselho alugar carro pois além do custos, conduz-se pela direita.

 

O primeiro dia foi dedicado à capital La Valetta.

Fomos de autocarro e passamos a manhã no centro histórico. É uma espécie de península com uma mar azul lindo de ambos os lados.

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À hora de almoço há a parada militar com o disparo de canhão para turista filmar...

A zona costeira de La Valetta é muito recortada com inúmeras marinas. À tarde fomos à zona sul, calcorrear a parte do Forte. Por isso posso também dizer que é a zona mais faustosa. 

 

O regresso foi feito a pé, por um longo e sugestivo calçadão. Com hotéis e lojas turísticas, temos pista vermelha durante alguns quilómetros para desfrutar.

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No 2º dia e para aproveitar o bom tempo, fomos às duas maiores atrações turísticas da ilha: a Lagoa Azul (Cominhos) e aldeia do Popey.

Lagoa Azul

Para aceder à Lagoa Azul é preciso ir de barco. Há muita oferta e por isso o preço é baixo.

A Lagoa Azul tem este aspeto maravilhoso. 

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Se a Lagoa enche as medidas, a zona envolta desiludiu-me um pouco. Tem WC, uma roulottes com os famosos abacaxis, mas não tem areal. Tem uma escarpa onde as pessoas se vão alapando, sem grandes espaço entre elas (guarda sol e estender a tolha está fora de questão). Se em Outubro, já tivemos calor, imagino a tosta que deve ser no Verão. Estivemos lá cerca de 3 horas. Vale muito a pena, mas cuidado com o sol!

 

Muito perto do cais de embarque é  a aldeia do Popey. O filme foi rodado numa aldeia construída para o efeito numa das falésias da ilha. Depois do filme realizado, manteve-se as construções que hoje são um parque temático. É muito engraçado e está muito bem construída. O acesso é pago, mas optamos por não entrar. A parte mais bela é vista do lado oposto da falésia.

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No terceiro dia, fomos a uma das cidades mais bonitas, mas que não entra em muitos roteiros: Marsaxlokk. É uma vila piscatória, no Sul da ilha,  com uma feira de artigos caseiros e souvenirs tradicionais de Malta. Foi das coisas que mais gostei e onde conseguimos comprar coisas mais engraçadas do que os tradicionais imans. 

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Daí, fizemos mais um passeio de barco. Desta vez à famosa St Peter's pool. Mais um aproveitamento de uma baía construída pela natureza. Uma piscina improvisada para onde o pessoal salta.

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No regresso à capital, fomos ao miradouro fotografar o sunset.

 

No quarto dia, fomos às cidades históricas de Mdina e RabatTomada pelos árabes na época medieval, a antiga cidade de Melita foi dividida na parte fortificada, Mdina e a cidade externa, Rabat.

Chegados ao terminal de bus, mesmo à entrada da fortificação, vamos experimentar uma das cidades mais bonitas.

 

No quinto dia, fomos a uma das poucas praias de areia da ilha: Golden Bay. E quem é que encontramos? Um grupo de portugueses que estava a participar numa prova de triatlo que estava a decorrer nessa manhã nessa praia!

Ver uma prova de triatlo, num clima ameno, numa água cristalina e quentinha, cenário perfeito! Durante a tarde fomos a outra praia nas redondezas.

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O dia seguinte foi dedicado a Gozo. Por não haver tantos autocarros disponíveis, compramos um passe de uma cadeia de autocarros turísticos válido por um dia. Primeiro demos uma volta no circuito completo e depois demos uma segunda volta com paragem na cidade de Malsarforn.

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Aí perto tem as famosas salinas de Gozo.

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Algumas notas:

- o passe dos autocarros públicos em Malta revelou-se a solução mais prática e económica para este passeio. Apesar da excelente cobertura horária e de locais, os motoristas não são muito prestáveis nem simpáticos.

- Achei os preços da alimentação e dormidas bastantes acessíveis. São mais baratos do quem Portugal. Estava à espera de encontrar restaurantes de peixe, só que não. Apesar de haver mar por todo o lado, nem nas vilas piscatórias há peixe fresco. Vêm-se muitas pizzarias e hamburguerias.

- Outubro confirmou-se ser uma boa opção: apanhamos bom tempo, sem confusões, nem aglomerados de turistas. Com o COVID, pediram certificado de vacinação e o preenchimento prévio da documentação num site criado para o efeito.

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publicado às 18:07

Boas festas

24.12.21

Passei aqui apenas para desejar um Bom Natal

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publicado às 11:41

Turistando pelo Porto

23.12.21

Ontem fui ao Porto, um passeio que faz parte da tradição cá em casa.

O percurso foi o habitual. Fomos de comboio até General Torres, descemos até ao Cais de Gaia, atravessamos o tabuleiro inferior da Ponte Dom Luís I, subimos a rua das Flores até ao Coliseu onde almoçamos a francesinha. Passeamos pela Rua de Santa Catarina, Trindade e da Rua da Cedofeita até as luzes dos Aliados acenderem. Apanhamos o comboio de regresso na Estação de São Bento.

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Chamou-me a atenção a pouca quantidade pessoas que andava na rua.

O Cais de Gaia às 10h30 estava deserto, sem o mercadinho habitual e sem turistas. Ainda ponderei visitar o WOW, mas acabou por ainda não ser desta. 

Ao atravessar a Ponte, verificamos que o tabuleiro inferior está em obras (dá para ver na foto acima). Era algo que se impunha porque o piso estava completamente esburacado e a precisar de manutenção. Sendo um local de passagem pedonal para muita gente, era mais do que necessário. Na Ribeira, a mesma coisa: sem pessoas, sem os vendedores habituais, sem artistas de rua. Talvez por ser muito cedo (cerca das 11h).

Ao subir cruzamo-nos com o Palácio da Bolsa e o Mercado Ferreira Borges. Sempre imponentes!

De seguida, a desilusão: a Rua das Flores está irreconhecível. Pré Covid estava cheia de turistas e lojas. Ontem tinha muita coisa fechada e não era da hora. Estabelecimentos desde multinacionais, gourmet a lojas tradicionais encerrados. Enquanto caminhava, pensava: o valor absurdo das rendas aliado a produtos muito caros para o bolso do português, levam a que haja mais olhos que barriga e que num cenário de confinamento não se aguentem.

Seguimos ao mercadinho da Batalha - o mais engraçado e composto dos que vimos.

Fomos almoçar a tradicional francesinha a um dos restaurantes da rua do Coliseu. Para digerir, passamos pelo mercado do Bolhão. Muito interessante o espaço provisório. Ainda não tinha lá ido, mas parece ter muito boas condições no centro comercial. Limpinho, quentinho, arejado e com condições de segurança.

Na Rua de Santa Catarina, o mesmo feeling: algumas pessoas na rua, mas as lojas sem ninguém. Também não fui às compras, mas quem tinha esse plano, não teria dificuldades. Não sei se é falta de dinheiro, se as pessoas optam pelo online, se a falta de turistas, mas a verdade é que estava muito insípido o ambiente.

Descemos até à Trindade e subimos até Praça Carlos Alberto - o mercado Porto Bello estava também irreconhecível. Quase sem tendas. E até estava bom tempo. Percorremos a Cedofeita e fomos ver as luzes.

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publicado às 11:35


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