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Passadiços da Barrinha de Esmoriz (2021)

15.04.21

Este domingo regressei aos Passadiços da Barrinha de Esmoriz/Lagoa de Paramos.

Estive lá em 2017 e voltei mas destas vez comecei e acabei pela entrada Norte (lado Espinho).

A vegetação estava alta e o nível da água em baixo, mas contínua a ser incrível ouvir o baralho dos bratáquios e aves da barrinha, com aquela sensação de paz que tanto precisamos.

Pelo caminho ainda conheci um novo trilho.

IMG_20210411_104449.jpg

 

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publicado às 17:35

Espinho

01.03.21

A Cristina Aveiro lançou o desafio de falarmos sobre as nossas cidades.

A minha cidade é Espinho. Foi aqui que nasci, cresci, onde andei sempre na escola até entrar na universidade e onde tenho o meu círculo de amigos mais próximo. Há várias lendas e histórias associadas a esta terra de pescadores, sendo a mais carismática a que tem o nome de "Bicha de Sete Cabeças". Como boa lenda, o número "sete" está presente.

Muitas vezes, vamos turistar para outras cidades mas não escrevemos sobre as nossas, tão habituados que estamos.

 

Com o confinamento e obras por toda a cidade torna-se mais complicado ter fotos de jeito, mas aqui ficam os principais pontos de interesse na minha perspetiva, claro.

- Praia

Espinho tem uma extensa praia e muito vento também (as famosas nortadas"). Ao longo do concelho, encontram-se bons sítios para mergulhar pois estamos a falar de zonas planas e com muitos paredões para evitar o avanço do mar.

IMG_20200101_120738.jpg

- Esplanada

O calçadão atravessa todo o concelho, seja em asfalto seja em passadiços sempre paralelo ao mar. É ótimo para caminhar, correr, andar de bicicleta, ver o pôr do sol, namorar, enfim muito agradável.

- Zona piscatória da cidade

A velha tradição da arte xávega está bem presente na cidade sendo que todas as manhãs, as peixeiras locais vendem o peixe vindo do mar na esplanada da zona pesqueira. Muito simbólica!

- Feira

É à 2ªfeira e é enorme. Encontra-se de tudo e muita coisa Made In Portugal.

- Casino.

O maior empregador do concelho para quem gostar de torrar dinheiro nisso. Fica na linha da praia.

IMG_20200517_104249.jpg

Nos últimos meses tem havido imensas obras na cidade porque a linha do comboio foi enterrada há cerca de 15 anos mas só agora em 2021 é que vão arranjar a superfície. Muito dinheiro público gasto e veremos o que vai sair dali. Não sei quando estará pronta, mas sendo as autárquicas em Outubro ... 

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publicado às 19:18

Turistando pela Madeira: Funchal e Curral das Freiras

04.12.20

Nesta viagem pela Madeira, o último dia foi reservado para conhecer o Curral das Freiras e o centro do Funchal

 

Curral das Freiras

Curral das Freiras (2).jpg

 

Curioso nome: deve-se ao tempo dos corsários aquando dos saques que faziam no Funchal, em que as Freiras do Convento de Santa Clara, se vieram refugiar aqui, em propriedades pertencentes ao Convento. Trata-se de um povoado que está rodeado de montanhas por todos os lados. 

Estava à espera de um pequeno conjunto de casas, mas em verdade, ainda são alguns metros quadrados e bastantes casas dispersas pelo sopé e as próprias montanhas.

O acesso ao miradouro é um pouco perigoso, com curvas apertadas e reduzida visibilidade.

 

Funchal

Reservamos pouco tempo, até para evitar cruzamento com muitas pessoas.

Quatro pontos obrigatórios:

- Mercado dos Lavradores

Mercado dos Lavradores.PNG

O grande mercado da cidade do Funchal, com produtos da região. Muito curioso que os vendedores dão a provar a fruta aos clientes, sobretudo as mais regionais como as anonas, mangas e maracujás. Dãpo inclusivamente uma colher descartável por cliente. Não resisti e trouxe várias sacas de rebuçados (um de cada sabor) de uma vendora "insistente"

 

- Passeio Marítimo

Liga a baixa do Funchal de uma ponta à outra junto ao mar. A vista sobre a encosta do Funchal é muito curiosa, porque todas as casas têm vista para o mar.

Passeio maritimo.jpg

- Estátua Cristiano Ronaldo

Ir ao Funchal e não picar foto no CR7 não seria a mesma coisa. Não fui ao Museu mas fotografei a estátua. Chamou-me a atenção ao tamanho. O que está em excesso no centro dos calções, peca na altura. Estava à espera de uma estátua maior, sou sincero.

Estátua Cristiano Ronaldo Funchal.jpg

 

- Subida ao Monte

Fomos e viemos de teleférico, aproveitando o dia bonito e vista límpida que se tinha. A viagem custa 16 Euros e no Monte, além da Igreja e respetivo parque, existem 2 atrações: i) o Jardim Tropical Monte Palace do Joe Berardo (o objetivo era visitá-lo mas o preço fez desistir) e ii) a descida nos carros de madeira (eu não arrisquei porque tive medo).

Funchal Monte.jpg

 

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre o Funchal. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui.

 

Em resumo, foi a primeira vez que fui à Madeira em Outubro. Apesar do COVID achei um nº satisfatório de turistas quer na rua, nos restaurante e nos hoteis. O clima é muito incerto. Ora chove, como a seguir está sol, sendo muito aleatório até entre as cidades madeirenses. A temperatura é que estava sempre muito agradável. Os preços dos hoteis e afins nesta altura estão bastante acessíveis e recomendo vivamente a comer fora do zona do Lido. Conseguem-se preços muito bons para muita quantidade e sabor. Última nota para o declive das ruas - definitivamente não é para maçaricos na condução. Gostei muito da viagem e quiçá nestes tempos de vírus não repito mais cedo que possa pensar.

 

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

Dia 2 - Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

Dia 3 - Levada do Risco e Levada das 25 Fontes

Dia 4 - Levada do Caldeirão Verde e Levada dos Balcões

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publicado às 17:18

Levada dos Balcões

22.11.20

Depois da Levada das 25 Fontes e do Risco e da Levada do Caldeirão Verde, fizemos uma quarta: a Levada dos Balcões.

É a mais conhecida, a mais fácil e curta.

Levada dos Balcões (5).jpg

Fica em Ribeiro Frio, onde existe também um viveiro de trutas. Cuidado que o caminho do Google não está muito preciso. Fica o alerta: o começo é junto à zona dos restaurantes e do viveiro de trutas.

Caminho largo e sombrio até darmos com este miradouro:

Levada dos Balcões (1).jpg

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre esta levada. Uma outra perspetiva e fotos aqui.

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publicado às 15:36

Levada do Caldeirão verde

14.11.20

Dia 4

Se no dia anterior, fizemos a Levada do Risco e a Levada das 25 Fontes, este dia foi dedicado à Levada do Caldeirão Verde.

Levada do Caldeirão verde (27).jpg

Fica localizada em Santana. A rua está sinalizada com placas identificadoras "Parque Florestal das Queimadas". O acesso é feito por uma estrada estreita e sempre a subir. O parque de estacionamento é pago. Foram cerca de 2.50 € por cerca de 4 horas.

Esta levada demorou cerca de meio dia e garanto-vos que vale muito a pena!

 

O início da levada é identificada por esta casa bem característica entre as árvores. Aqui tem um bar de apoio e a bilheteira.

Levada do Caldeirão verde (1).jpg

Nos primeiros metros, encontramos um lago com patos que tem estas casinhas típicas com os seus ninhos.

Daí é sempre a caminhar. Uma beleza indiscrítivel.

O percurso que nos espera são 15 km sendo 7,5 km para cada lado.

É sempre plano e entre árvores, em plena floresta Laurissilva da Madeira. Muito verde e sombra.

Ao longo do percurso, encontramos muitas cascatas e quedas de água.

 

Todo o caminho oferece segurança às pessoas, com esteios e cordas nas zonas mais estreitas. 

 

Vemos levadas abundantes e fruto da chuva do próprio dia, muitas zonas com água a jorrar.

 

Esta levada tem a particularidade de ter 4 túneis! É verdade, são quatros os túneis que os caminheiros têm de atravessar. É preciso lanterna.

 

A meio dos túneis surgem estas janelas que nos enchem de beleza.

Depois de 7,5 km que pareciam nunca mais acabar chegamos ao caldeirão. Aqui, sim, vemos que valeu a pena. Lindo, lindo, lindo.

Duas enormes quedas de água!

Levada do Caldeirão verde (23).jpg

A levada continuava para o caldeirão do Inferno, mas a chuva intensa da tempestade "Bárbara" impedia a passagem em segurança por este rio, tal a força com que a água passava. Mesmo assim, vi corajosos a atravessarem o ribeiro.

 

Não se pode esquecer que estamos a 1.000 metros de altitude em zona de escarpas e de muita água. Levar roupa quente e calçado de caminhada para sujar é altamente recomendável. Roupa curtinha e sapatilhas brancas para fotos é de evitar! Passou malta por mim nesses preparos...

 

Levada do Caldeirão Verde.PNG

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

Dia 2 - Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

Dia 3 - Levada do Risco e Levada das 25 Fontes

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publicado às 20:30

Levada das 25 Fontes e Levada do Risco

04.11.20

Nesta viagem à Madeira em tempos de COVID, quais os planos? Aproveitar a natureza! Fazer levadas! Longe de multidões.

Se nos dias anteriores, demos uma volta por algumas cidades,  o Dia 3 foi destinado à Levada das 25 Fontes e como a meio do percurso fomos surpreendidos com placa: "Levada do Risco - 1 km", fizemos as duas na mesma manhã.

As Levadas da Madeira são trilhos na montanha, preparados para levar as pessoas a fazer caminhadas em segurança até cascatas e quedas de água.

 

Levada das 25 Fontes

Levada das 25 Fontes (17).jpg

Localiza-se no Rabaçal, parte sul da ilha, concelho da Calheta.

Da cidade lá é um tirinho, mas sempre a subir e com inclinações bem íngremes. É fácil de localizar o início da levada, pois tem bastantes carros e estacionamento suficiente. O Google é o melhor aliado e o acesso é gratuito.

 

A levada foram 9,5 km e a primeira parte é sempre a descer. A estrada em asfalto e a cancela junto ao "início" deixa adivinhar que um caminho usado por veículos motorizados. Assim, começa a aventura sem muito para ver nesta primeira parte.

Quando começa a parte pedestre, começa a parte mais bonita, no meio da natureza no seu estado puro. Começamos a ver as levadas e os carreiros feitos pelo homem para conduzir a água. 

 

No caminho cruzamo-nos com esta ponte  já feita pelo Homem cuja queda de água que aqui passa e se ouve vem da Levada do Risco (ver abaixo).

 

É perfeitamente seguro, pois nas partes mais estreitas tem sempre cordas com esteios para as pessoas se segurarem. A levada termina com uma queda de água que é qualquer coisa de fenomenal. Encravada numa gruta e com bastante água a correr devido à tempestade "Bárbara", as fotos falam por si.

 

O piso é regular e com baixo grau de dificuldade.

E agora vou ser spoiller: não há 25 fontes...

 

Levada do Risco

No regresso, a meio do caminho, vimos placa  "Levada do Risco - 1 km". Pensamos: já que aqui estamos, vamos lá experimentar e conhecer. O nome engana e o percurso não tem "risco". Andamos um bocadinho, por uma levada bem larga, mas com mais lama e chegamos a esta maravilha:

IMG_20201019_135529.jpg

Na volta, como tudo o que desce, sobe, tivemos que ter força nas pernas para chegar ao carro. 

Uma nota para a limpeza e asseio de todo o percurso: tudo impecável.

Levada das 25 Fontes.PNG

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

Dia 2 - Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

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publicado às 14:06

Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

28.10.20

Dia 2 

Este dia ficou marcado pela depressão Bárbara. Vento e chuva obrigaram a improvisar um plano. Ficar no hotel não era o que desejavamos e em tempos de COVID, espaços fechados muito menos. Optamos por consultar as câmaras do site  NetMadeira e consultar o estaod do tempo. A encosta Norte era onde fazia o tempo mais aceitável. Entre aguaceiros, conseguimos visitar o que queríamos.

 

Porto da Cruz

IMG_20201018_125505.jpg

 

A baía que nos apresentada mal chegamos deixa perceber o nome da freguesia. Ladeada de altas montanhas de ambos os lados, Porto da Cruz tem uma pequena praia, esplanada e umas piscinas abandonadas.

 

O pequeno povoado trouxe-nos um simpático e acessível restaurante (recomendação da Vanessa Alfaro com excelente relação qualidade-preço) onde bebemos poncha, provamos as lapas e optamos pelo bife de atum e o prego em bolo do caco.  Também aqui vimos o antigo engenho da cana do açúcar e o Museu do Vinho (acesso gratuito).

 

Santana 

Findo o almoço, rumamos à cidade ao lado: Santana.

Santana (4).jpg

Começamos pelo Parque Temático da Madeira.

A entrada é gratuita, sendo apenas pago quem quiser ir às atrações - que são pavilhões temáticos sobre a Madeira, tradições e história da ilha. Optamos pela versão grátis e demos lá uma volta.

No Parque Temático, além dos bonitos e cuidados jardins, é possível encontrar recreações das casinhas típicas da Madeira e pequenas bananeiras.

 

A poucos metros, temos o centro da cidade, que se esgota no largo junto À Câmara de Santana . Aqui temos um dos sítio mais fotografados e "instagramáveis" da Madeira.

Este jardim coloca Santana no mapa do turismo. Efetivamente, as flores tornam as fotografias neste jardim um postal, fazendo jus à "ilha dos flores".

 

Ao lado encontram-se mais recreações destas casinhas que são lojas de artigos regionais e artesanato. 

Do outro lado da estrada, temos o mercado com produtos agrícolas da região.

 

Garajau

Achei piada ao nome da localidade mal a ouvi. O ar tropical não se esgota no nome. O acesso e conceito é todo ele desse modo. Longos canteiros de relvas, palmeiras, flores e construções de apartamentos conduzem-nos ao Cristo Rei da Madeira.

IMG_20201018_175257.jpg

 

Do alto da montanha, abraça-se o mar :) Junto, tem as escadas que levam até à Ponta do Garajau. O exercício compensa para quem quiser sentir o mar bem de perto. A vista é linda apesar do vento que se fazia sentir. Ao lado tem um teleférico (que estava inativo) e uma estrada íngreme que leva até à praia onde se pratica mergulho.

 

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre o Porto da Cruz e Garajau. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui

 

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

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publicado às 23:07

Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

25.10.20

Dia 1

Depois de aterrar logo pela manhã, vimos que o tempo prometia chuva nos dias seguintes devido à depressão Bárbara.

Por isso redefinimos os planos para aproveitar o mar da Madeira e dar uns mergulhos.

Alugamos um carro e seguimos viagem até Porto Moniz.

 

Porto Moniz

IMG_20201017_142015.jpg

O percurso pela parte Norte da ilha é bem bonita. Entre túneis e encostas, passamos pela freguesia do Seixal onde vale a pena parar e tirar umas fotos.

A cidade de Porto Moniz caracteriza-se pelas suas piscinas naturais.

 

Ou seja, são rochas adaptadas pelo homem a piscinas com água do mar

A entrada tem um valor simbólico pago (não tem disponível Multibanco) e tem nadador salvador. Apesar de ser Outubro, o mar da Madeira não desiludiu. Azul, lindo e temperatura agradável. Um mergulho torna-se obrigatório. Como é qualquer piscina do género, convém ter algum cuidado com a ondulação.

Calheta

Dispostos ainda a aproveitar o dia, saímos de Porto Moniz para a parte Sul da ilha para aproveitar o sol quente que se sentia. Ao sair da cidade, o primeiro teste à embraiagem dos carros. A Madeira é muito acidentada e não é para maçaricos na condução. O destino foi a Calheta.

IMG_20201017_164228.jpg

A Calheta é uma pequena cidade que tem uma longa esplanada com a praia de um lado e uma arriba muito alta do outro. A meio encontramos uma unidade hoteleira. Seguindo para sul, continua pela marina da cidade. Estavam pessoas a mergulhar e a areia é branca. Confesso que fiquei um pouco desapontado com o aspeto muito acimentado e cinzento da praia. Umas pinturas faziam milagre e davam outra vida a estes pés de galinha. 

Ponta do Sol

Entre os túneis da costa Sul, paramos por curiosidade na Ponta do Sol. A inexistência de estacionamento fez-nos desistir de conhecer a cidade que pareceu ter apenas um rua pedonal que merecesse o passeio.

Ribeira Brava

Igreja Ribeira Brava.PNG

O nome assusta e ao ver a dimensão das barreiras arquitetónicas que conduzem a ribeira, percebemos o nome da cidade.

Bonita, com palmeiras, jardins, uma igreja carateristica e ruas pedonais, levaram a que ficássemos aqui o resto da tarde.

A praia tem também um calçadão, mas tem praticamente só pedras e uma improvisação para os aventureiros mergulharem.

Lamentamos que não haja estacionamento gratuito.

 

 

Cabo Girão

Um dos pontos obrigatórios da Madeira. O famoso miradouro cujo chão é transparente (acesso gratuito).

IMG_20201017_190951.jpg

Fica entre Ribeira Brava e Câmara de Lobos.

IMG_20201017_191018.jpg

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre Porto Moniz e Seixal. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui. Do Cabo Girão aqui.

Da viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

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publicado às 17:59

O Covid e o aeroporto (Madeira e Porto)

22.10.20

madeira.jpg

 

Quem me segue no Instagram, já viu que fugi (espero eu!) do covid para a Madeira. 

Ter férias em Outubro e em tempos de aumento de casos, levou-me a pensar sobre o que fazer. i) ou ficava cá e com a vida social, arriscava-me a apanhar o vírus ou ii) ia turistar para destinos de Natureza mais isolados e com poucos casos de infetados. optei pela 2ª. Caso alguém esteja a pensar viajar em férias/trabalho para a Madeira aqui fica a minha experiência.

 

O teste obrigatório

Para entrar na Madeira o teste é obrigatório e gratuito. É feito um rigoroso controlo teste à entrada - dá logo outra segurança!

Os testes têm de ser feitos com 72h de antecedência e são gratuitos nos laboratórios que têm protocolo com o Governo Regional. Marquei por telefone a hora e dia com antecedência.  Fiz o teste e no próprio dia obtive o resultado. É necessário justificar com o comprovativo da reserva. 

De seguida, é necessário fazer o registo no site do Madeira Safe, com as informações do voo, alojamento e fazer upload do teste. Passado umas horas, depois da validação dos serviços, recebemos o QR code e a confirmação do resultado do teste por email. 

Tudo simples, automático e muito eficaz. 

 

Aeroporto da Madeira

Depois de aterrar, basta seguir as setas verdes escuras, apresentar o QR code e estamos no exterior. 

Muitos parabéns ao Governo Regional pela rapidez e funcionamento do controlo. Sem burocracias. 

Quem fizer o teste e não tiver o QR code, tem de ficar na fila verde claro e esperar. 

Quem não tiver teste feito, tem de ir pela seta vermelha e fazer lá. Isso implica ficar num hotel de quarentena . Totalmente de evitar, até pela segurança dos outros no avião, além de se poder ficar com as férias estragadas!!!

Sendo uma região que vive do turismo, dá muita segurança esta barreira. Foi o maior critério de escolha. Só entra na ilha, quem tiver teste negativo (claro que há risco no voo e de pessoa "pisar o risco" entre o teste e o voo, mas pronto). No registo de casos havia 100 infetados, sendo 9 domésticos e os restantes 89 importados (passageiros barrados no aeroporto).

 

Aeroporto do Porto (partida)

Nunca vi o aeroporto com tão pouca gente. Não havia fila nenhuma para fazer a revista! Foi sempre a andar. Mesmo no check-in, havia pouco movimento. Resguardei-me o mais que pude. Os únicos "grupos" que havia eram equipas de futebol que iam viajar para a Madeira.

 

Voo de ida

A parte que mais me assustava.

O voo ia muito composto e a atribuição dos lugares segue as marcações (mesmo sem pagar o "fee"). A máscara é obrigatória. Perguntei à pessoa que ia ao meu lado se já levava teste feito. Também tinha resultado negativo.

Mesmo em tempos de pandemia, há pessoas que não param no seu lugar e ainda falam para trocar de assentos. Uma total inconsciência! 

O que mais me desagradou foi a postura da tripulação. No voo, distribuem um formulário exatamente igual ao que foi preenchido no site. As hospedeiras além de não falarem português, não respondiam a nenhuma questão, etc... Limitavam-se a encolher os ombros... 

Conclusão: o formulário não é preciso preencher. O QR code é a chave para tudo.

 

Voo de regresso

Por ser dia da semana, ia com pouca gente. Os lugares iam em espinha e sempre do lado da janela, respeitando mais uma vez as marcações conjuntas. A equipa de hospedeiros era mais prestáve e passaram um spray a meio do voo. Os passageiros também têm de preencher um formulário na internet - Portugal Clean and Safe que também envia um QR Code. Mais uma vez, no voo é distribuído em papel sem esclarecimentos.

 

Aeroporto de chegada (Porto)

Tem uma câmara que mede a temperatura mas ninguém validou o QR code enviado ou sequer perguntou pelo formulário. Um total desleixo! 

 

Em conclusão, há sempre riscos na viagem e os principais cuidadosos têm de ser os passageiros, quer nas regras, quer na realização do teste antes de embarcar para a Madeira. Em geral, senti-me seguro, mas sempre desconfiado. A entrada na Madeira fluiu muito rápida e sem complicações. Já em Portugal, houve desleixo na monitorização de quem entra.

Sugestão: as próprias companhias antes de se levantar voo, pedirem às pessoas para se inscreverem nos sites com as informaçóes úteis naquele hiato de tempo de fechar as portas e verificações de voo). Poupava-se tempo e ficavamos todos mais seguros.

 

PS I: Não me custou nada fazer o teste, nem doeu. Dá uma impressão na narina e mais nada.

PS II: Há uns frasquinhos de 50 ml de gel desinfetante à venda no Lidl ideal para levar no avião dado que cumpre os limites de litros. Desinfetei bastantes vezes as mãos, sobretudo no aeroporto e ao colocar e tirar cintos.

PS III: A companhia diz que entre os voos os lugares são deinfetados. No voo de ida, já vinha de Paris, não consegui ver, mas no de regresso Funchal-Porto, vi a equipa de limpeza no avião. Esclarecem também que há uma renovação constante do ar no voo. Vou acreditar que sim.

 

Nos próximos dias vou partilhar em vários posts o meu passeio pela Madeira. Já partilhei algumas fotos no Instagram, mas vou detalhar aqui no blog por onde andei e as levadas que fiz, porque fiquei deslumbrado. :)

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publicado às 22:20

Porto à noite

13.10.20

Na semana, fomos 4 amigos correr à beira rio Douro. Escolhemos a 6ª feira, depois da semana de trabalho, num percurso plano e com uma temperatura espetacular, não obstante ser Outubro.

IMG_20201009_215832.jpg

 

Estacionamos no Freixo, junto ao Museu da Imprensa, e fizemos Freixo - Cais de Gaia - Freixo (de modo a dar 10 km)

Com uma paisagem tão bonita, sem multidões de turistas, tivemos que parar inumeras vezes e iluminar as nossas redes sociais.

 

Por isso, cá vai a vista do Porto à noite, com direito à vista de três pontes. Os murais são do Museu da Imprensa no Freixo.

IMG_20201009_214951.jpg

 

 

 

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publicado às 19:21


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