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Turistando pela Itália - Florença

08.01.20

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Depois de Roma e Nápoles, a chegada na noite do 3º dia foi atribulada como contei aqui. A viagem foi feita de comboio entre Roma e Florença. Aconselho a compra (bastante) antecipada para poupar.

 

Depois do ultrapassado o susto,  o 4º dia foi dedicado a Florença.

 

Capital do Renascimento, começamos pelo Duomo.

Esta igreja tem esta arquitetura completamente invulgar, revestida a mármores verdes e brancos. A cúpula é o ex-libris e demorou mais de 100 anos.

Dizem que é a quinta maior igreja da Europa.

A fila para entrar era relativamente longa pelo que optamos por não desperdiçar tempo aí.

 

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Mesmo em frente tem uma pequena capela (Batistério de São João - templo romano dedicado a Marte) com um mural de bronze imperdível.

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Percorrendo a cidade passamos pela Praça da República, rodeada de lojas de luxo à sua volta. 

 

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Um pouco atrás, havia outra igreja em mármore com uma agradável praça em frente - Basilica Franciscana de Santa Croce

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Como em qualquer cidade, no centro há o mercado com fruta fresca e à sua volta decorria uma feira com muita marroquinaria, tapetes e souvenirs.

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E chegamos à Piazza della Signoria. A torre do relógio é imponente e ao lado tem uma estátua de um homem nu. Quando o chafariz ativa parece que está a fazer xixi.

 

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Continuando pelas ruas, notam-se pormenores arquitetónicos nas fachadas até chegar à famosa Ponte Vecchio. A imagem da cidade: uma ponte com edificios construídos sobre ela.

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Consiste em ourivesarias (montras no rés do chão e armazém no 1º andar). Como é estreito, há alguma confusão com muita gente. Lá dentro, vêm-se muitos turistas orientais a comprar.

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Visto de baixo não tinha muita piada, então fomos até ao Miradouro com vista sobre a cidade. Fomos a pé (cerca de 30 min)

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Florença é uma cidade bonita, aconchegada, com várias coisas para ver e admirar.

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Registo de Itália - Turistando por Roma

Registo de Itália - Turistando por Nápoles

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publicado às 12:53

Turistando pela Itália - Nápoles

01.11.19

Intercalando com Roma, a segunda cidade que visitei foi Nápoles, cidade da máfia.

Fica a pouco mais de uma hora de Roma de comboio.

As expetativas eram baixas em função do que tinha pesquisado e confirmou-se!

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Na estação dos comboios, à chegada fomos ao Ponto de Turismo. A recomendação foi começarmos pelo Duomo. 

O caminho até lá não podia ser pior. O ambiente em torno da estação é assustador: sem nativos, com muito migrantes e pedintes, com negócios de rua onde se vende de tudo e muitos olhares indiscretos sobre as nossas carteiras. A manhã foi passada nessa zona.

 

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Já no Duomo, a entrada é gratuita.

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Fomos almoçar à famosa  "Pizzeria da Michele" onde se realizou a cena com Júlia Roberts no filme "Comer, rezar, amar".

Uma desilusão!  O espaço é escondido e do mais simples que há. Uma fila longa para quem se quisesse sentar, mas rápida no take away. Compramos uma pizza Margaritta por 5 € (barato). É grande, mas muito aquosa. Parecia ainda crua. Não gostei.

 

Pelo caminho passamos por este castelo.

 

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Descemos a cidade em direção ao porto. 

As ruas são sujas, cheias de beatas e lixo no chão; os prédios são altos, velhos, grafitados, descuidados e em todo o lado se vê roupa nas janelas; os carros estão todos tocados, riscados, ou amachocados e na rua que dá acesso ao porto é um stress de carros a buzinar. 

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Do porto consegue-se ter esta vista para a cidade - repara-se o movimento, obras e confusão.

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Perto do porto, existe o castelo.

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Mais acima uma praça (Piazza del Plebiscito), onde já parecia "Europa". Um amplo terreiro, sem carros :)

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Ao lado, havia o mar Mediterrânico e conseguia-se ver o Vesúvio ao fundo.

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No regresso, a rua mais bonita. Estreita, mas com muitas barraquinhas de artesanato. Das poucas coisas que se aproveitou.

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(Apenas) foi bom para conhecer mas dificilmente tornei a lá ir.

 

Registo de Itália - Turistando por Roma

 

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publicado às 19:24

Turistando pela Itália - Roma

17.10.19

Visitei Roma em dois dias.

Dediquei um dia à parte este da cidade (Panteão, Coliseu e Trastevere) e outro dia ao Vaticano e Praça Navona.

 

A chegada do aeroporto à cidade foi efetuada pelos shuttles que existem. Se se comprar na internet (comprei na hora pelo telemóvel) fica mais barato. 

Descemos da estação central dos comboios em direção à Praça de Espanha. A escadaria é majestosa e desde este ano que as pessoas não se podem sentar lá. Tem polícia e muitos vendedores ambulantes. Entramos na Igreja cimeira e descemos a escadas.

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Seguimos em direção ao Panteão. Pelas ruas da cidades não faltam restaurantes de pizzas, massas e gelatarias.Para todos os gostos, preços e feitios. Optamos por fazer o percurso pelas ruas com menos lojas, mas com mais autenticidade. Foi uma boa escolha! Permitiu-nos conhecer um pouco melhor a arquitetura e ambiente romano.

 

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Chegado ao panteão, cuja entrada é gratuita, estavam lá os vendedores a vender lenços para cobrir os ombros. A arquitetura do Panteão surpreende pelo orifício no tecto. Está a céu aberto e as engenharia diz que não chove lá dentro, tal o arranjo.

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Seguimos em direcção ao Coliseu passando pelo majestoso edifício em homenagem a Vítor Emanuel II. Não subimos lá cima, mas a imponência do edifício é qualquer coisa.

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De lá, fomos ao coliseu pela extensa avenida que já conhecia de ver em blogs e televisão, pois é onde o Papa faz a Via Sacra todos os anos na Páscoa. De um lado e do outro existem as ruínas da Roma antiga. Longos metros quadrados bem no centro de Roma que se vêm da avenida e cujos guias na internet ajudam a explicar. 

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Chegados ao Coliseu, não compramos bilhete, As recomendações eram das que não valia a pena comprar e que era mais bonito por fora do que por dentro. Apesar das obras do Metro circundantes, consegue-se dar a volta 360º. Imrpessionante a sua dimensão física e histórica. Se pensarmos na sua antiguidade (e quantas pessoas terão morrido na sua construção), ficamos surpresos. 

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Para encerrar o dia fomos ao pitoresco bairro de Trastevere. Fica perto do coliseu, sendo necessário atravessar o rio. Um bairro com muitos restaurantes e bares que embora tradicional, parece um pouco descaracterizado. E assim terminamos o 1º dia.

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O dia seguinte ficou dedicado ao Vaticano. Fomos de metro e viemos a pé.

Compramos o bilhete do Museu do Vaticano com antecedência. Foi o único museu que visitamos (nem tínhamos tempo para mais) e ainda foi caro. Marcamos para as 9h30. Chegamos 15 minutos antes e entramos sem qualquer problema ou filas. O Museu é bonito, grande vale a pena ser visitado. Lá é possível observar alguma da riqueza da Igreja Católica (dá claramente a sensação que a seleção das peças expostas é filtrada para não ferir suscetibilidades), a sua história, obras de arte e existem dois espaços que ficam na memória. Um é o corredor dos mapas. O teto é dourado, criando uma sensação incrível. Sentimo-os pequenos (em tamanho e em luxo).

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O outro é a Capela Sistina. Com o audioguia fiquei a saber que é lá que se escolhem os papas. Uma sala com as pinturas de Miguel Ângelo. Alguns seguranças na sala impedem de tirar fotos e implicam com os ombros a descoberto. Quanto aos calções dos senhores, ninguém implica. É preciso saber gerir o tempo porque se uma pessoa ouve tudo do audioguia precisa de uma semana :

 

Depois fomos à Basílica. Aí a fila durou cerca de 50 minutos até se entrar no edificio. Mas é incrível como até num local sagrado, há chicos espertos que passam os outros na fila! Na Basílica, os tectos e altares são muito ricos e preenchidos.

 

 

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Com o dia praticamente passado, viemos a pé até ao centro. Passamos pelo Castelo e encontramos a Praça Navona. Uma praça ampla, com arquitetura invulgar e muitos artistas de rua.

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(castelo)

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Falta ainda a fonte de Trevi (de dia e de noite).

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P.S.: Escolher meados de Setembro foi uma excelente opção. Mais fresco, com menos confusão e mais barato. Roma faz-se bem a pé, mas não tem muitas sombras.

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publicado às 16:49

Problemas com hotel que não existia

26.09.19

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Na semana passada, fui à Itália turistar. Fiz 6 cidades em 7 dias. O percurso que fiz foi Porto  -Roma - Nápoles-  Roma - Florença - Veneza - Verona - Milão - Porto. Um roteiro costumizado por mim e que ainda deu algum trabalho a planear, escolher, comparar preços e marcar.

 

Optei por dormir duas noites em Roma, duas em Florença e duas em Verona.

Como eram vários dias, complexo e com logística, recorri à agência de viagens habitual para marcar os hotéis. Em boa hora o fiz!

 

Quando cheguei a Florença, o hotel que tinha escolhido e pago (via agência de viagens) estava fechado!!!

 

Luzes apagadas e aspeto abadalhocado à entrada. Tocamos à campaínha e ninguém apareceu.

Perguntamos numa lojita ao lado e confirmaram "closed". Ligamos os dados móveis e confirmamos no booking que já não era possível fazer marcações... Ou seja, tínhamos mesmo um problema! Em pânico, ligamos de imediato à senhora da agência de viagens. Tivemos sorte porque apesar de já serem cerca de 20h30 cá, ela atendeu.

 

Em 2 horas, o problema ficou resolvido. Arranjou um outro hotel (ainda melhor, mas mais longe da estação) e não tivemos que pagar nada adicionalmente!

Que susto!

 

Ainda bem que fui com agência! A troco de mais qualquer coisa (diferença residual), inclui o seguro, o trabalho de marcações e sobretudo o descanso de haver alguém do outro lado que resolve o problema caso exista, como existiu neste caso.

 

Se não tivesse, teria as férias estragadas. Teria de arranjar eu outro hotel, pagar do meu bolso, submeter papelada à plataforma, esperar e desesperar.

 

Por isso, sempre que for para fora alguns dias, irei continuar a ir sempre por agência.

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publicado às 15:30

Turistando pela Bélgica - Ghent

04.07.19

A visita a Ghent compensa ser no mesmo dia e viagem de comboio de Brugges.

 

Ghent é uma cidade que faz lembrar Aveiro, com os edifícios da cidade virados para os canais.

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A estação não fica exatamente no centro da cidade. São cerca de 2km que se fazem perfeitamente a pé, tranquilamente. O custo do eléctrico e a reduzida distância não justifica a preguiça.

 

Ao chegarmos ao centro deparamo-nos com a Catedral e edifícios virados para a praça onde esta se situa.

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Continuando a percorrer os caminhos de Ghent, passamos a primeira ponte e seguimos as margens do rio, deixando-nos levar pela beleza arquitetónica.

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Chegamos ao castelo, com uma grande praça em frente e no meio de dois canais.

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Ao longo do caminho, existem janelas de bares e cafés viradas para os canais.

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Seguindo ao longo do canal, voltamos novamente à Catedral, agora de outra perspectiva. Vale a pena, sentar e aproveitar o sol nas margens do mesmo.

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O relógio da estação de Ghent é igualmente marcante. Uma torre alaranjada, enorme tem o relógio no topo.

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Ghent é uma cidade muito bonito, mas relativamente pequeno. Se excluirmos o tempo entre a estação e o centro, uma tarde é mais do que suficiente para a visitar. Os edifícios dispostos sobre os canais conferem-lhe a sua graça.

Outra perspetiva da cidade pode ser consultada aqui.

 

Resumo da viagem à Bélgica:

Turistando por Bruxelas

Turistando por Antuérpia

Turistando por Brugges

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publicado às 17:41

Turistando pela Bélgica - Brugge

28.06.19

Depois de Bruxelas e Antuérpia, dedicamos um dia a Ghent e Brugge. Como ficam na mesma linha do comboio, vale a pena num dia ver as duas.

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Começamos por Brugge que fica mais longe e depois no regresso paramos em Ghent. Corresponde à terceira maior cidade da Bélgica.

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Mais uma vez, o comboio revelou-se a melhor opção para lá chegar: pelo preço, conforto e localização da estação.

 

Brugges é uma cidade lindíssima. A saída da estação fez-me lembrar Sintra, pela arquitectura, pelas ruas e pelas construções.

 

Até à praça central ainda são 1,6 km que se fazem bem a pé.

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A primeira paragem é junto à maior de várias igrejas, a Catedral e ao canal que lá passa perto.

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 O acesso ao monumento é gratuito e fica na retina a altura da mesma. Em frente tem um largo e adiante deparamo-nos na perpendicular com duas ruas de comércio paralelas. As ruas são um pouco estreitas, mas como não há carros, os peões tomam conta dela.

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São estas ruas que nos levam à maior surpresa de Brugges: a "Grote Mark". 

 

Esta praça central merece uns bons minutos para admirarmos a vista 360º. Não há espaços mortos nesta arquitetura onde a cada recanto há sempre alguma coisa que não reparamos desde a última vez que olhamos. Ainda estive cerca de 30 minutos a aproveitar as vistas.

 

Os edifícios contemplam museus essencialmente, havendo partes que qualquer um pode entrar.

As fotos abaixo representam as qautro perspetivas dado a praça ser retangular.

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Esta torre pela sua altura fica no lado direito de quem entra na praça e representa um antigo espaço de comércio da cidade.

Ao lado está outra minipraça com a Câmara Municipal.

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Continuando a deambular, chegamos a um dos muitos pontos onde se pode dar um passeio de barco. Como estávamos em Maio, fica 10 € por pessoa e aproveitamos. A água estava escura, mas não percebi se era suja ou lodo. O passeio vale a pena.

 

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O caminho de volta foi por outras ruelas e jardins até à estação.

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Nota: Na praça central, há passeios de cavalo para quem quiser. Dispensa-se bem pois o sofrimento do animal não compensa o caminho que se pode fazer perfeitamente a pé.

Cuidado com os WC. Em todo o lado se paga 0,50 €...

 

Brugge vê-se muito bem em meio dia, estando relativamente concentrados os pontos de maior interesse. A Praça Central vale cada minuto que lá se passa.

 

Aqui podem consultar uma outra perspetiva da cidade e de onde tirei notas no meu planeamento.

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publicado às 17:20

Turistando pela Bélgica - Antuérpia

25.06.19

Depois de Bruxelas, o 2º dia na Bélgica foi dedicado a Antuérpia.

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(Estação do Comboio)

O meio de transporte escolhido foi o comboio, o melhor meio de deslocação da Bélgica pois além de unir as principais cidades, apresenta estações centrais, que são monumentos, limpas e sem grafites.

Os bilhetes podem comprados online, mas preferi não fazê-lo pois podia não cumprir o horário. O Google é um verdadeiro aliado, pois deu informação precisa até da linha e do cais que deveríamos apanhar. Impressionante.

 

Antuérpia é a segunda maior cidade da Bélgica e fez lembrar o nosso Porto.

A estação dos comboios é qualquer coisa de arrepiante. A sua dimensão, arquitetura, design e peso histórico deixa-nos pequeninos lá dentro e vista de fora.

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Mal saímos da estação, procuramos vários ângulos para fotografar. A foto no início do post fala por si.

Ao pé tem a China town.

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A desembocar na estação está a principal avenida da cidade que vai terminar ao mar. Logo junto à mesma existem imensas ourivesarias e lojas de diamantes. Um verdadeiro "cluster" no topo da rua.

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Descemo-la a pé, aproveitando para contemplar os edifícios.

Deu para ver que estão a construir a rede de metro e passamos pelas respetivas obras.

A certo ponto, fica exclusivamente pedonal e iniciam-se as lojas das grandes marcas. A rua é bastante larga, com sombras, o que dá alguma liberdade de passo. 

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No fim da Avenida chegamos à Catedral e à parte mais medieval onde resistem os traços mercantis de outros tempos da cidade.

Aqui uma praça mesmo atrás da Catedral. Era domingo e havia atividades com a comunidade.

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O acesso à catedral é gratuito e limitado em termos de horas, mas a torre estava em obras.

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Aqui a praceta em frente à catedral.

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Como em todas as cidades, pizzarias, restaurantes e souvenirs à fartura e chegamos à zona do porto de cruzeiros. É o primeiro contacto com o mar que temos. Não cheguei a ir ao porto comercial pois ainda é longe.

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Há alhuma arte de rua. Este é um dos maiores e melhores exemplos.

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Ao voltar para trás paramos na grande praça de Antuérpia, a "Grote Mark". Apesar das obras, é ponto de paragem obrigatório.

Uma espécie de praça central, mais uma vez com edificios em obras, onde se realizam alguns eventos da cidade.

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Nas ruas pedonais circundantes, chamou a atenção o preço do kilo da cereja, 6 €, bem como goffres em todas as esquinas.

 

Enquanto voltávamos para trás, passamos por um edifício muito imponente: o Teatro de Antuérpia. Moderno, futurista, mas umas escadas exteriores de emergência muito sui generis.

Em frente, havia um pequeno mercado de rua, mas quando lá passamos já estavam no processo de limpeza e não deu para ver.

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Por fim, ainda houve tempo para visitar o parque da cidade, onde me deparei com este lago seco.

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Antuérpia mereceu bem o dia que dediquei a visitá-la. A estação dos comboios é sem dúvida um dos grandes atrativos da cidade bem como as suas avenidas planas e pedonais.

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publicado às 16:40

Turistando pela Bélgica - Bruxelas

27.05.19

Quem me acompanha no Instagram, viu que nestes dias fui até à Bélgica. Este ano não pude tirar a semana habitual de férias em Junho, pelo que antecipei-a para Maio. A viagem foi planeada e marcada com tempo de modo a aproveitar preços mais baixos. Do roteiro, fizeram parte: Bruxelas, Gent, Brugge e Antuérpia.

 

Este primeiro post é sobre Bruxelas.

Vou aproveitar as fotos comentadas que fui pondo no Instagram. As fotos brutas estão no Facebook do blog.

 

O caminho entre o aeroporto e o centro da cidade foi feito de autocarro. Valeu-me a dica simpática da  Travellight para comprar os bilhetes online com antecedência. Poupei logo 3 euros. Estranhamente ninguém validou os bilhetes. O motorista limitou-se a rasgar o papel sem validar o código.

 

Bruxelas é uma cidade encantadora. Cumpriu em pleno as expetativas. A cidade tem a parte histórica (mais turística) com ruas medievais e a praça central com lojas e mais lojas de waffles e chocolates. Depois tem o extenso bairro europeu com serviços da União Europeia.

 

Dia 1 - Sábado 18 Maio

O dia da chegada foi o dia da parada gay na Bélgica, ou melhor da comunidade LGBT. Muita confusão na rua. Foi a primeira vez que assisti a uma e parecia um desfile de Carnaval. Vários carros alegóricos, muita gente a dançar as músicas das estrelas pop e muita fantasia do que são e não são. Duas notas que retive:

i) toda a cidade, desde edifícios públicos a grandes marcas mundiais se associavam a iniciativa com bandeiras, montras e cores nos edifícios.

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ii) não são só homossexuais que vão no desfile, também heterossexuais.

 

Depois do desfile e da brigada de limpeza passar e limpar, pela cidade havia arraiais LGBT que faziam lembrar o São João.

Com tanta confusão, pouco consegui ver ou admirar. Foi um dia quase perdido.

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Do primeiro dia, saltaram logo as inúmeras lojas de chocolates e waffles. layout bru (2).jpg

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 3º dia - Dedicado a Bruxelas

A manhã começou pelo Atomium. Não o subi. As impressões de outros boggers foi que não valia a pena e segui essas opiniões.

Curiosa a história do Atomium. Foi construído para a Expo 58 e representa o átomo do ferro, mineral muito frequente na Bélgica. À volta existem longos jardins, com uma grande mancha florestal.

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Mesmo ao lado, entramos na Mini-Europa. Infelizmente ainda não se consegue comprar bilhetes no site oficial, mas no hotel tinha um flyer que dava desconto de 1 €.

 

A Mini-Europa é um parque temático com os principais monumentos dos países da União Europeia em miniatura. Muito engraçado o conceito e a diversidade, embora os países mais antigos na UE tenham muito mais miniaturas que os mais recentes.

De Portugal temos representado o Oceanário, a Torre de Belém, a Ribeira do Porto, o Castelo de Guimarães e o Algarve. Todos eles impecáveis, mas o Algarve está com um péssimo aspeto e uma imagem que nada tem a haver com a realidade. 

O acesso foi feito de metro que tem uma estação mesmo ao pé.

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Durante a tarde fui ao Bairro Europeu.

São quarteirões e quarteirões de prédios recentes, torres bem altas com serviços da União Europeia (Parlamento e Comissão). Só vendo é que nos apercebemos da dimensão e das pessoas que a União Europeia movimenta e emprega. 

 

Parlamentarium

Um espaço dedicado aos cidadãos com informações em português sobre a história da União Europeia, a localização dos seus serviços e quais as Instituições. Um verdadeiro serviço público com entrada gratuita. O espaço é tão grande que até tem uma praça no meio.

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Parlamento Europeu

É possível entrar no Parlamento Europeu como visitante. Com um controlo de segurança apertado, infelizmente devido às eleições estava vazio e adulterado pela montagem de um palco para um debate televisivo que houve. Sobre isso, acho que não se devia adulterar o "Parlamento". A casa do povo não deve ser alterada para estúdios de televisão.

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No seguimento da rua, chegamos à Comissão Europeia. A arquitetura espelhada resultou num mega edificio em forma de xis.

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No seguimento, surge o Arco do Triunfo da Bruxelas.

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Mais abaixo o Palácio Real (fechado ao público), mas com guarda real :)

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Continuando a pé para a zona histórica e mais turística, cruzamo-nos com este jardim.

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Na zona histórica, a praça central deixa-nos sem palavras. Com um amplo formato retangular sem nada pelo meio, este é deixado para as pessoas. Seja para ponto de encontro, seja para a fotografia, seja para apanhar sombra, seja apenas para contemplar a beleza extraordinária dos edificos. As fotografias falam por si.

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O famoso menino a fazer xixi. Já tinha lido que ele era muito pequenino e confirma-se. Neste dia estava vestido.

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Bruxelas é uma cidade plana que se faz muito bem a pé. Dispensei-lhe dois dias e penso que menos que isso é insuficiente. 

É uma cidade segura, apesar de haver alguma multiplicidade étnica. A sua grande mais valia é a zona histórica, vedada ao trânsito automóvel e apenas com museus, restaurantes, lojinhas e habitação. Nas zonas turísticas não há carros.

Os preços não são muito baixos e pagam-se taxas turísticas. À exceção do dia da parada gay não andava muita confusão, mas sublinho que estamos em Maio.

Em breve partilharei impressões das outras cidades. Fotos completas no Facebook.

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publicado às 18:44

Pelas escadas do Bussaco

08.05.19

No regresso de Piodão ao Norte, viemos pelo Bussaco e fizemos o trilho da sua serra em direção ao palácio.

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publicado às 19:10

Turistando por Foz d'Égua

05.05.19

A menos de 4 quilómetros de Piodão, fica Foz d'Égua, um dos sítios que tinha muito curiosidade em ir dado que muita gente lá vai.

 

Os acessos são fracos. Não percebo como um dos sítios mais turísticos do Centro de Portugal não melhora os acessos. A estrada está esburacada, sem grande segurança e na zona o estacionakmento é em terra batida. Dá uma imagem de desleixo e sobretudo de desvalorização. É pena. Não faz sentido gastar rios de dinheiro em campanhas e agências de comunicação se falha no elementar.

 

Adiante, Foz d' Égua é conhecida pela sua ponte suspensa, cujo acesso está vedado. Por questões de segurança, só ver e fotografar. É uma construção humana muito original e mesmo em frente existe uma casa (não sei se habitada) com um tronco de um pinheiro no meio (ver foto abaixo).

 

Ao pé existem trilhos que se podem fazer (que ligam a Piodão) e a estátua de um açor, fazendo jus ao nome da serra.

No topo da montanha existe um santuário acessível a pé. 

No Verão é possível tomar banho na praia fluvial e tem um bar de suporte.

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publicado às 19:01


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