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PayvaPé 04 - Real e Baloiço de Santo Adrião

28.11.21

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Depois do percurso PayvaPé7 - Monte São Domingos e PayvaPé3 - Baloiço de São Gens, rumamos este domingo a Raiva para conhecer o PayvaPé 4 - Real.

O tempo estava frio (1ºC), mas o objetivo era calcorrear os trilhos outonais e conhecer mais um baloiço.

O início é idêntico a todos os outros roteiros: junto à Igreja da freguesia escolhida, neste caso Real.

Esta igreja tem umas escadas e um largo interdito a carros bastante fotogénico. 

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O início é sempre a subir até ao Baloiço de Santo Adrião pelos estradões de Real e por uma estrada em asfalto que vai dar aos Passadiços do Paiva. Entre atalhos, são 5 km a aquecer o corpo entre árvores até ao miradouro. 

Na capela de Santo Adrião, temos um baloiço com vista sobre os vales de Castelo de Paiva.

20211128_100642.jpg

Continuando o percurso, vem aí uma descida íngreme por estradões de pedra. Esta é talvez a parte menos interessante e perigosa de toda a rota. Entretanto, chegamos à lagoa da inacabada Barragem do Seixo.  Bonitos carvalhos com cores amareladas, de Outono circundam as águas paradas e espelhadas.

 

Seguimos por entre ruelas rurais com casas espalhadas no chamado "Portugal profundo". Pequenas aldeias com economia de subsistência, mas com imagens muito bonitas.

 

Nisto, chegamos ao ponto de partida. Não é um percurso deslumbrante, um tanto ou quanto perigoso nas descidas, mas impecavelmente sinalizado.

Payvape_04_Real.PNG

Outros percursos em Castelo de Paiva:

PayvaPé3 - Baloiço de São Gens

PayvaPé7 - Monte São Domingos

 

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publicado às 20:11

Pequenos de almoço de hotel pós covid

31.10.21

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Estes dias estive fora a fazer uma das coisas que mais gosto e para as quais faço mealheiro: viajar.

Os últimos dois meses têm sido muito intensos no trabalho e ainda bem que tinha esta viagem já marcada. Já a tinha marcado em Julho para aproveitar os preços dos voos.

 

Aqui vai uma coisa que reparei: ou é impressão minha ou este procedimento dos hotéis terem alguém a servir os pequenos almoços (em vez do clássico e valorizado buffet) é boa forma de pouparem  (€) na comida.

 

É que é um bocado constrangedor ter o funcionário a controlar o que comemos e se é as vezes que repetimos (já para não falar na fila que podemos ter de ficar, desincentivando ainda mais) 

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publicado às 10:34

Moínhos de Jancido

01.07.21

IMG_20210523_104335.jpg

Os moínhos de Jancido localizam-se na Foz do Sousa, concelho de Gondomar, bem perto da barragem de Crestuma.

Tratam-se de moínhos dispostos ao longo do rio Sousa.

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Neste pequeno trilho vamos identificando os moinhos, entretanto batizados, e que tem uma particularidade muito interessante. A desbravura do caminho, limpeza, criação do percurso, colocação de escadas, cordas e sinalização resultou da descoberta, criatividade, do tempo livre e do suor de voluntários locais.

Está um resultado muito giro, bem conseguido e em segurança.

Os moinhos encontram-se bem localizados, com estacionamento, havendo mais que um acesso (fui pelo que fica junto à ponte do Centro de Saúde da Foz do Sousa). Junto a essa ponte, tem um parque de merendas onde se pode piquenicar com o rio ao lado.

Nota: Fui com o meu grupo de corrida de domingo e fizemos este percurso que este autor também fez. Ou seja, há muita coisa para explorar naquelas redondezas, incluindo as Lagoas de Midões às quais não tirei fotos.

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publicado às 16:13

Passadiços do Orvalho e Cascata Fraga de Água d’Alta

04.06.21

Nesta viagem pela Beira Baixa, havia mais um sítio obrigatório: a cascata Fraga de Água d'Alta em Orvalho, concelho de Oleiros. 

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Fica localizada na estrada principal entre Fundão e Oleiros e não está muito bem sinalizada.

Valha-nos o Google (sendo o principal atrataivo turístico de um concelho conhecido pelos incêndios, umas placas não custavam nada). Apesar de tudo os acessos até estão em bom estado.

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Chegados ao topo da cascata (tem estacionamento), apercebemo-nos que as nossas pernas vão trabalhar. Há umas escadas que nos levam à cascata e que permitem belos miradouros para as quedas de água (mais à frente tem uma rampa que também dá acesso).

A cascata é linda!

À volta tem trilhos bastante arranjados, com passadiços de madeira nas zonas mais técnicas para quem quiser percorrer. Muito curiosas estas esculturas no rio.

 

Quem pretender pode percorrer os trilhos desenhados nos vales à volta e aceder ao miradouro do Cabeço do Mosqueiro.

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publicado às 14:59

Aldeias históricas - Sortelha

23.05.21

Sortelha é daqueles sítios que merecem tempo.

Onde cada minuto e cada passo nos entusiasma porque é diferente de outras aldeias e é lindo de se explorar e descobrir.

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Sortelha pertence ao concelho de Sabugal e tem duas "partes" chamemos-lhe assim. Tem a parte mais moderna que fica fora da muralha. É a parte habitada e onde se pode estacionar. E tem a parte histórica que fica dentro da muralha. Apesar de estarmos no topo do monte, não implica subidas acentuadas. Porém, ainda são uns metros para caminhar e valem bem a pena. 

Comecei na parte residencial e à medida que seguíamos para o início da muralha a pé, paramos logo para ver a Torre do relógio. Fica do lado de fora e é possível subir até lá. 

 

De seguida encontramos esta capela.

Entramos então na parte fortificada pela porta medieval.

O primeiro contacto deixa-nos logo deliciados. As casas são todas em pedra numa harmonia linda.

 

Subindo em direção ao castelo, deparamo-nos com este largo. O pelourinho no centro, o castelo tradicional, faz-nos viajar no tempo.

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Neste largo, tem uma loja comunitária de artesanato manual e produtos regionais. Diz-nos a senhora que a aldeia só tem 2 habitantes na zona fortificada. Efetivamente não nos cruzamos com quase ninguém.

É possível visitar a aldeia (é pequenina) e um dos pontos obrigatórios é o campanário.

IMG_20210416_154558.jpg

Do mesmo passeio:

Aldeias históricas - Monsanto

Aldeias históricas - Belmonte e Penamacor

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publicado às 14:38

Turistando pela Madeira: Funchal e Curral das Freiras

04.12.20

Nesta viagem pela Madeira, o último dia foi reservado para conhecer o Curral das Freiras e o centro do Funchal

 

Curral das Freiras

Curral das Freiras (2).jpg

 

Curioso nome: deve-se ao tempo dos corsários aquando dos saques que faziam no Funchal, em que as Freiras do Convento de Santa Clara, se vieram refugiar aqui, em propriedades pertencentes ao Convento. Trata-se de um povoado que está rodeado de montanhas por todos os lados. 

Estava à espera de um pequeno conjunto de casas, mas em verdade, ainda são alguns metros quadrados e bastantes casas dispersas pelo sopé e as próprias montanhas.

O acesso ao miradouro é um pouco perigoso, com curvas apertadas e reduzida visibilidade.

 

Funchal

Reservamos pouco tempo, até para evitar cruzamento com muitas pessoas.

Quatro pontos obrigatórios:

- Mercado dos Lavradores

Mercado dos Lavradores.PNG

O grande mercado da cidade do Funchal, com produtos da região. Muito curioso que os vendedores dão a provar a fruta aos clientes, sobretudo as mais regionais como as anonas, mangas e maracujás. Dãpo inclusivamente uma colher descartável por cliente. Não resisti e trouxe várias sacas de rebuçados (um de cada sabor) de uma vendora "insistente"

 

- Passeio Marítimo

Liga a baixa do Funchal de uma ponta à outra junto ao mar. A vista sobre a encosta do Funchal é muito curiosa, porque todas as casas têm vista para o mar.

Passeio maritimo.jpg

- Estátua Cristiano Ronaldo

Ir ao Funchal e não picar foto no CR7 não seria a mesma coisa. Não fui ao Museu mas fotografei a estátua. Chamou-me a atenção ao tamanho. O que está em excesso no centro dos calções, peca na altura. Estava à espera de uma estátua maior, sou sincero.

Estátua Cristiano Ronaldo Funchal.jpg

 

- Subida ao Monte

Fomos e viemos de teleférico, aproveitando o dia bonito e vista límpida que se tinha. A viagem custa 16 Euros e no Monte, além da Igreja e respetivo parque, existem 2 atrações: i) o Jardim Tropical Monte Palace do Joe Berardo (o objetivo era visitá-lo mas o preço fez desistir) e ii) a descida nos carros de madeira (eu não arrisquei porque tive medo).

Funchal Monte.jpg

 

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre o Funchal. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui.

 

Em resumo, foi a primeira vez que fui à Madeira em Outubro. Apesar do COVID achei um nº satisfatório de turistas quer na rua, nos restaurante e nos hoteis. O clima é muito incerto. Ora chove, como a seguir está sol, sendo muito aleatório até entre as cidades madeirenses. A temperatura é que estava sempre muito agradável. Os preços dos hoteis e afins nesta altura estão bastante acessíveis e recomendo vivamente a comer fora do zona do Lido. Conseguem-se preços muito bons para muita quantidade e sabor. Última nota para o declive das ruas - definitivamente não é para maçaricos na condução. Gostei muito da viagem e quiçá nestes tempos de vírus não repito mais cedo que possa pensar.

 

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

Dia 2 - Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

Dia 3 - Levada do Risco e Levada das 25 Fontes

Dia 4 - Levada do Caldeirão Verde e Levada dos Balcões

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publicado às 17:18

Levada dos Balcões

22.11.20

Depois da Levada das 25 Fontes e do Risco e da Levada do Caldeirão Verde, fizemos uma quarta: a Levada dos Balcões.

É a mais conhecida, a mais fácil e curta.

Levada dos Balcões (5).jpg

Fica em Ribeiro Frio, onde existe também um viveiro de trutas. Cuidado que o caminho do Google não está muito preciso. Fica o alerta: o começo é junto à zona dos restaurantes e do viveiro de trutas.

Caminho largo e sombrio até darmos com este miradouro:

Levada dos Balcões (1).jpg

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre esta levada. Uma outra perspetiva e fotos aqui.

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publicado às 15:36

Levada do Caldeirão verde

14.11.20

Dia 4

Se no dia anterior, fizemos a Levada do Risco e a Levada das 25 Fontes, este dia foi dedicado à Levada do Caldeirão Verde.

Levada do Caldeirão verde (27).jpg

Fica localizada em Santana. A rua está sinalizada com placas identificadoras "Parque Florestal das Queimadas". O acesso é feito por uma estrada estreita e sempre a subir. O parque de estacionamento é pago. Foram cerca de 2.50 € por cerca de 4 horas.

Esta levada demorou cerca de meio dia e garanto-vos que vale muito a pena!

 

O início da levada é identificada por esta casa bem característica entre as árvores. Aqui tem um bar de apoio e a bilheteira.

Levada do Caldeirão verde (1).jpg

Nos primeiros metros, encontramos um lago com patos que tem estas casinhas típicas com os seus ninhos.

Daí é sempre a caminhar. Uma beleza indiscrítivel.

O percurso que nos espera são 15 km sendo 7,5 km para cada lado.

É sempre plano e entre árvores, em plena floresta Laurissilva da Madeira. Muito verde e sombra.

Ao longo do percurso, encontramos muitas cascatas e quedas de água.

 

Todo o caminho oferece segurança às pessoas, com esteios e cordas nas zonas mais estreitas. 

 

Vemos levadas abundantes e fruto da chuva do próprio dia, muitas zonas com água a jorrar.

 

Esta levada tem a particularidade de ter 4 túneis! É verdade, são quatros os túneis que os caminheiros têm de atravessar. É preciso lanterna.

 

A meio dos túneis surgem estas janelas que nos enchem de beleza.

Depois de 7,5 km que pareciam nunca mais acabar chegamos ao caldeirão. Aqui, sim, vemos que valeu a pena. Lindo, lindo, lindo.

Duas enormes quedas de água!

Levada do Caldeirão verde (23).jpg

A levada continuava para o caldeirão do Inferno, mas a chuva intensa da tempestade "Bárbara" impedia a passagem em segurança por este rio, tal a força com que a água passava. Mesmo assim, vi corajosos a atravessarem o ribeiro.

 

Não se pode esquecer que estamos a 1.000 metros de altitude em zona de escarpas e de muita água. Levar roupa quente e calçado de caminhada para sujar é altamente recomendável. Roupa curtinha e sapatilhas brancas para fotos é de evitar! Passou malta por mim nesses preparos...

 

Levada do Caldeirão Verde.PNG

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

Dia 2 - Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

Dia 3 - Levada do Risco e Levada das 25 Fontes

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publicado às 20:30

Levada das 25 Fontes e Levada do Risco

04.11.20

Nesta viagem à Madeira em tempos de COVID, quais os planos? Aproveitar a natureza! Fazer levadas! Longe de multidões.

Se nos dias anteriores, demos uma volta por algumas cidades,  o Dia 3 foi destinado à Levada das 25 Fontes e como a meio do percurso fomos surpreendidos com placa: "Levada do Risco - 1 km", fizemos as duas na mesma manhã.

As Levadas da Madeira são trilhos na montanha, preparados para levar as pessoas a fazer caminhadas em segurança até cascatas e quedas de água.

 

Levada das 25 Fontes

Levada das 25 Fontes (17).jpg

Localiza-se no Rabaçal, parte sul da ilha, concelho da Calheta.

Da cidade lá é um tirinho, mas sempre a subir e com inclinações bem íngremes. É fácil de localizar o início da levada, pois tem bastantes carros e estacionamento suficiente. O Google é o melhor aliado e o acesso é gratuito.

 

A levada foram 9,5 km e a primeira parte é sempre a descer. A estrada em asfalto e a cancela junto ao "início" deixa adivinhar que um caminho usado por veículos motorizados. Assim, começa a aventura sem muito para ver nesta primeira parte.

Quando começa a parte pedestre, começa a parte mais bonita, no meio da natureza no seu estado puro. Começamos a ver as levadas e os carreiros feitos pelo homem para conduzir a água. 

 

No caminho cruzamo-nos com esta ponte  já feita pelo Homem cuja queda de água que aqui passa e se ouve vem da Levada do Risco (ver abaixo).

 

É perfeitamente seguro, pois nas partes mais estreitas tem sempre cordas com esteios para as pessoas se segurarem. A levada termina com uma queda de água que é qualquer coisa de fenomenal. Encravada numa gruta e com bastante água a correr devido à tempestade "Bárbara", as fotos falam por si.

 

O piso é regular e com baixo grau de dificuldade.

E agora vou ser spoiller: não há 25 fontes...

 

Levada do Risco

No regresso, a meio do caminho, vimos placa  "Levada do Risco - 1 km". Pensamos: já que aqui estamos, vamos lá experimentar e conhecer. O nome engana e o percurso não tem "risco". Andamos um bocadinho, por uma levada bem larga, mas com mais lama e chegamos a esta maravilha:

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Na volta, como tudo o que desce, sobe, tivemos que ter força nas pernas para chegar ao carro. 

Uma nota para a limpeza e asseio de todo o percurso: tudo impecável.

Levada das 25 Fontes.PNG

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

Dia 2 - Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

Levada do Caldeirão Verde (a que mais gostei); Levada dos Balcões

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publicado às 14:06

Turistando pela Madeira: Porto da Cruz, Santana e Garajau

28.10.20

Dia 2 

Este dia ficou marcado pela depressão Bárbara. Vento e chuva obrigaram a improvisar um plano. Ficar no hotel não era o que desejavamos e em tempos de COVID, espaços fechados muito menos. Optamos por consultar as câmaras do site  NetMadeira e consultar o estaod do tempo. A encosta Norte era onde fazia o tempo mais aceitável. Entre aguaceiros, conseguimos visitar o que queríamos.

 

Porto da Cruz

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A baía que nos apresentada mal chegamos deixa perceber o nome da freguesia. Ladeada de altas montanhas de ambos os lados, Porto da Cruz tem uma pequena praia, esplanada e umas piscinas abandonadas.

 

O pequeno povoado trouxe-nos um simpático e acessível restaurante (recomendação da Vanessa Alfaro com excelente relação qualidade-preço) onde bebemos poncha, provamos as lapas e optamos pelo bife de atum e o prego em bolo do caco.  Também aqui vimos o antigo engenho da cana do açúcar e o Museu do Vinho (acesso gratuito).

 

Santana 

Findo o almoço, rumamos à cidade ao lado: Santana.

Santana (4).jpg

Começamos pelo Parque Temático da Madeira.

A entrada é gratuita, sendo apenas pago quem quiser ir às atrações - que são pavilhões temáticos sobre a Madeira, tradições e história da ilha. Optamos pela versão grátis e demos lá uma volta.

No Parque Temático, além dos bonitos e cuidados jardins, é possível encontrar recreações das casinhas típicas da Madeira e pequenas bananeiras.

 

A poucos metros, temos o centro da cidade, que se esgota no largo junto À Câmara de Santana . Aqui temos um dos sítio mais fotografados e "instagramáveis" da Madeira.

Este jardim coloca Santana no mapa do turismo. Efetivamente, as flores tornam as fotografias neste jardim um postal, fazendo jus à "ilha dos flores".

 

Ao lado encontram-se mais recreações destas casinhas que são lojas de artigos regionais e artesanato. 

Do outro lado da estrada, temos o mercado com produtos agrícolas da região.

 

Garajau

Achei piada ao nome da localidade mal a ouvi. O ar tropical não se esgota no nome. O acesso e conceito é todo ele desse modo. Longos canteiros de relvas, palmeiras, flores e construções de apartamentos conduzem-nos ao Cristo Rei da Madeira.

IMG_20201018_175257.jpg

 

Do alto da montanha, abraça-se o mar :) Junto, tem as escadas que levam até à Ponta do Garajau. O exercício compensa para quem quiser sentir o mar bem de perto. A vista é linda apesar do vento que se fazia sentir. Ao lado tem um teleférico (que estava inativo) e uma estrada íngreme que leva até à praia onde se pratica mergulho.

 

A Luísa, nativa da Madeira e uma das maiores embaixadora do Sapo Blogs, também já postou sobre o Porto da Cruz e Garajau. Uma outra perspetiva e fotos aqui e aqui

 

Da mesma viagem:

Partida - O Covid e aeroporto (Madeira e Porto)

Dia 1 - Turistando pela Madeira: Porto Moniz, Ribeira Brava e Calheta

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publicado às 23:07


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