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Turistando por Frankfurt

04.01.23

A visita a Frankfurt resultou da escala do voo entre o Porto e Zagreb.

Como tínhamos umas horas, aproveitamos para conhecer a cidade, uma vez que tem metro direto do aeroporto para a Zona Histórica e é relativamente perto.

 

Frankfurt é a cidade alemã onde se localiza a sede do Banco Central Europeu.

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Visitei em Outubro e fazia bastante frio. Curiosamente, as estações de metro e todas as lojas onde entramos eram quentes. Denotavam um bom isolamento térmico. Demos uma pequena volta a pé, pois a praça principal fica muito próxima do BCE. 

A Praça principal parece saída dos filmes da Disney.

Edificios multicolor, bastante geométricos e catitas.

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Mais à frente, no caminho para o metro:

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Foi a primeira vez que fui à Alemanha, ainda que fossem só umas horas. 

É um país que gostava de conhecer e explorar mais 

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publicado às 15:51

Turistando pela Croácia 3/3

11.11.22

DIa 7 - Omis

Regressamos a Split e seguimos caminho. Paramos em Omis, mais uma cidade que descobrimos no Google Maps para almoçar. Que surpresa! A cidade fica ladeada por altas montanhas.

Mais económica, mas também boa para visitar.

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Seguimos em direção à última cidade, Dubrovnik. Felizmente, já não é preciso passar pela Bósnia Herzegovina para chegar ao outro lado da Croácia. Há muito pouco tempo, foi criada uma autoestrada que passa por uma das ilhas da Croácia, evitado-se filas e chatices de ter de passar a fronteira com outro país. A viagem durou a tarde toda.

 

Dia 8 - Dubrovnik

A desilusão. Já não tinha achado muita ao facto de ter sido o hotel mais caro e pior cotado. O efeito de se ter gravado nesta cidade a Guerra dos Tronos empolou tudo nesta cidade. No centro não há hotéis, pelo que a chegada à Zona Histórica tem de ser feita de autocarro. Mal saímos do autocarro, detetamos logo um movimento anormal de turistas e "guarda chuvas". Muitas tours, muita confusão. A cidade fica fechada por fortalezas que protegem a cidade. O facto de ser tão popular e depois de termos visto cidades tão bonitas, esta não nos disse muito.

Dia 9 - Cavtat e o regresso

Última cidade visitada e onde almoçamos: Cavtat. Chovia e por isso picamos apenas a marina.

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Notas finais:

- Uma viagem longa, cansativa mas muito bonita. A nível de preços, são relativamente mais baixos que os praticados em Portugal. A oferta gastronómica não é muita, havendo muitas pizzas e hambúrgueres por todo o lado. O que encareceu a viagem foi o aluguer do carro, mas teria mesmo de ser para aquilo que queríamos e de acordo com a experiência das outras pessoas. Se gastei no carro, optamos por ficar em hotéis mais modestos, poupando aí. 

- Não existem voos diretos do Porto. Quer para Zagreb, quer de Dubrovnik implicaram escalas na Alemanha. Como reservei em Janeiro (antes do conflito armado na Ucrânia e do aumento dos preços dos combustíveis) não ficou caro. 

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publicado às 20:56

Turistando pela Croácia 2/3

02.11.22

Depois de Zagreb e dos Lagos Plitvice, seguimos em direção à costa.

Dia 3 - Zadar, Sibenik e Trogir

A chegada foi ainda no dia 2 porque queríamos ver o pôr do sol, considerado um dos mais bonitos. Honestamente quem vive na costa portuguesa, é "mais um" pôr do sol. O povo bate palmas quando o sol desaparece. A particularidade de Zadar é que um órgão que emite som através das ondas do mar. Os tubos são uma escadaria onde as pessoas se sentam. Muito engraçado!

Na mesma esplanada, existem igualmente jogos de luz, à noite, que funcionam com a energia solar acumulada durante o dia.

 

Zadar tem a parte antiga da cidade, que é uma península, e a parte nova. A parte antiga é onde estão as atrações turísticas, os restaurantes e a catedral. Na parte nova, estão os serviços. 

Começamos por esta pequena marina ainda fora da porta medieval que protege a cidade, avançando pela zona histórica. 

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A ponte abaixo liga a parte nova e velha da cidade.

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Seguimos em direção a Sibenik onde almoçamos. Uma cidade que paramos por acaso no meio do caminho, mas com alguma dimensão. Mais um calçadão ao longo do Adriático, com uma zona medieval muita limpa e catita.

 

Após uma visita pela cidade, mais uma pausa para descanso e conhecer uma nova cidade: Trogir

Trogir é uma cidade que nos recebe com um mercado com muitos souvenirs, hortícolas, roulottes e mel (na Croácia vende-se muito mel). Uma voltinha pelo mercado, passamos uma pequena ponte com vários barcos estacionados no canal e entramos na zona medieval. Ruas estreitinhas com muitas lojinhas, restaurantes e gelatarias. Num ápice damos com o forte e mais uma longa esplanada com palmeiras e restaurantes com a azul do mar a acompanhar-nos.

 

Dia 5 - Split

Split é a segunda maior cidade da Croácia. Conhecia de fotos e do clube de futebol. Deixamos o carro no hotel e fomos a pé até ao centro. A visita foi semelhante à das cidades do dia anterior: uma zona medieval vedada ao trânsito com restaurantes, gelatarias e lojas de souvenirs; uma marina com uma "promenade" ladeada de palmeiras, mas com o movimento anormal de barcos que ligam Split a várias ilhas.

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Dia 6 - Ilha de Hvar

Partimos de manhã cedo, apanhamos o barco em Split (os bilhetes são possíveis de comprar online) e levamos a nossa mochila para a Ilha de Hvar onde passamos uma noite. Hvar é daquelas ilhas onde vemos fotos paradisíacas e não nos deixou ficou mal. Ao sairmos do barco, deixamos as coisas no hotel e fomos ao miradouro junto do castelo. Sempre a subir e o cenário é perfeito.

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Descemos rumo ao centro e vemos a Igreja principal de Hvar. À volta, ruas medievais, restaurantes e souvenir.

À tarde seguimos a esplanada e pelo google maps detectamos uma praia perto onde fomos a pé. Muito fixe o caminho, com sombra e sempre junto ao mar e damos com a praia que não tem areia.

 

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(Continua)

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publicado às 20:55

Turistando pela Croácia 1/3

29.10.22

Já tinha esta viagem marcada e planeada desde Janeiro de 2020, mas o covid fê-la adiar por mais uns meses. Setembro de 2022 foi o mês de concretizar. Tinha muita curiosidade deste país pelos relatos e fotos da costa ao longo do Mar Adriático. Percorrer a costa implica alugar carro pela flexibilidade, quantidade de cidades a visitar e ausência de comboio.

A descrição que irei fazer são de 9 dias.

Optamos por fazer Porto- Zagreb e de regresso Drubrovnic - Porto, com voos de escala em Frankfurt e Munique respetivamente.

 

Dia 1 - Zagreb

Apesar de ser a capital da Croácia, não fica na costa. Aparece pouco nos roteiros mas tem várias coisas para visitar.

Começamos pela catedral. Como qualquer capital, a imponente igreja merece um visita. Num ápice descendo a rua estamos na praça principal de Zagreb, onde estão as sedes dos bancos croatas e ponto central da cidade - Praça Praça Ban Jelačić. À volta muitas ruas pedonais com comércio. 

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Subimos à parte alta da cidade onde encontramos vários turistas portugueses. Damos com a imagem de marca da cidade: o telhado da Igreja de São Marcos com as cores da bandeira. Os edíficios circundantes pertencem ao Governo croata e por isso vedados ao público. Junto existe também a torre militar onde às 12h é libertado o tiro de pólvora.

Miradouro sobre a cidade.

Ao descer, passamos pelo túnel que serviu de refúgio durante a 2ª Guerra Mundial para os habitantes de Zagreb e que está aberto ao público (as voltas que a vida dá) mesmo na zona central da cidade.

A vida noturna e grande parte dos restaurantes fica concentrada numa única estrada pedonal. São cerca de 2 km com restaurantes e esplanadas  de ambos os lados. Preços acessíveis e muito à base de hambúrgueres. 

Apesar de não ser uma cidade turística tem sítios para visitar.

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Dia 2 - Lagos de Plitvice

No caminho entre Zagreb e os Lagos de Plitvice, cruzamo-nos com uma pequena localidade, Rastoke, com várias cascatas muito bonitas. Há uma parte de acesso pago, mas a vista de frente é na estrada principal e gratuita.

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Os Lagos de Plitvice são a imagem de marca do país pela sua dimensão e água. São 16 lagos por escalões, ligados por cascatas. A compra dos bilhetes foi feita online e custou 40 €. Vale a pena! A dimensão do parque e as vistas falam por si.

Há duas entradas e vários trilhos marcados. Optamos pelo H. Na entrada um autocarro leva-nos até ao começo do primeiro lago. Daí é seguir as setas, mas as fotos falam por si.

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O caminho é muito intuitivo e para-se muitas vezes para tirar fotos.

Há uma parte em que a ligação é feita de barco (já incluída no bilhete) e continua a beleza natural.

 

No regresso, há um novo autocarro que nos leva novamente à partida. O estacionamento é pago, mas deixamos numa aldeia muita próxima que fica 2 km a pé e onde não se paga.

 

(Continua)

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publicado às 20:55

Turistando por Braga

07.08.22

Já não ia a Braga há muitos anos. Aproveitei um destes sábados, combinei com a Maria Araújo e fui turistar pela cidade. 

Optei por ir de comboio. A estação fica muito central, junto da zona histórica, onde se concentram mais monumentos e pontos de interesse.

 

Subindo a rua da estação, encontramos logo o Campo das Hortas com o seu icónico chafariz. Aqui temos um dos quiosques clássicos, cada vez menos usuais nas nossas cidades.

Olhando em frente vemos de imediato o Arco da Porta Nova.

Diz a História que esta arco na entrada da cidade nunca teve porta, daí a expressão que quando alguém deixa a porta aberta, diz-se que "é de Braga". A rua pedonal que começa no arco é bastante central e com muito comércio. Um desvio à esquerda leva-nos à Câmara Municipal.

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Virando à direita, chegamos ao sítio mais fotogénico de Braga: o Jardim de Santa Bárbara.

Impecavelmente tratado, completamente florido, foi paragem para umas fotos.

Jardim Sta Barbara0.jpg

Dali fizemos uma pausa para um café e uma vista de olhos na Feira do Livro que decorria na cidade. Num ápice, damos com a secular Sé de Braga. Costumo usar muitas vezes a expressão "mais velho que a Sé de Braga". 

A entrada infelizmente é paga, mas se a pessoa disser que é moradora na cidade já não paga.

Diz-se que Braga é um shopping a céu aberto. Muito comércio de rua desde multinacionais ao comércio tradicional. Uma cidade muito dinâmica com muito para ver e comprar. Calcorreando a zona histórica, chegamos à Arcada e à Avenida da Liberdade.

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Muitas pessoas na rua a passear, às compras e a visitar. Paramos junto ao Theatro Circo. Entre as ruelas, vemos igrejas a cada canto até chegar ao Largo Carlos Amarante com um hotel instalado num convento recuperado no fundo das letras da moda com o nome da cidade. Porque está na moda e para nos lembrarmos, com as cores da Ucrânia.

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A visita não ficaria completa sem irmos à Sameiro e ao Bom Jesus que dispensam apresentações.

No Sameiro, encontramos uma concentração de lambretas. Não conhecia de toda a basílica. Tem um espaço externo enorme muito versátil.

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O Bom Jesus não fica atrás com a sua enorme escadaria. Os seus jardins são lindissimos.

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Por fim o almoço e uma "frigideiras" típicas da cidade para o lanche.

Muito obrigado à Maria pela visita guiada. 

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publicado às 20:56

Turistando pela Serra da Freita (PR15)

31.05.22

Domingo foi dia de treinar na Serra da Freita.

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Foi com o meu grupo de corrida fazer o P15, meio a correr, meio a caminhar. Apesar de ameaçar chuva, não a apanhamos, pelo que estava um óptimo tempo para atividades ao ar livre. Já tinha visto as famosas urzes cor de rosa em fotografias, pelo que estava mortinho por as ver ao vivo.

Começamos junto ao Parque de Campismo do Mejural.

Descemos em direção à aldeia do Mejural e num ápice chegamos ao miradouro sobre a Frecha da Mizarela. Pena o nevoeiro porque aquela queda de água é simplesmente espetacular.

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Seguimos pelos caminhos rurais da Serra e se há imagem característica são as vacas arouquesas. Vacas felizes nos pastos.

Como estamos na Primavera damos com muitas maias e chegamos à Praia Fluvial de Albergaria da Serra.

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Tenho de ca voltar no Verão, bem como ao Parque de Merendas.

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Daí seguimos a pequena rota entre montes e vales. Pastos e urzes.

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No caminho demos também com as Pedras Broeiras

 

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Deixo aqui o registo do Garmin - percurso feito a caminhar e correr

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publicado às 19:06

Turistando por Aveiro

25.04.22

Já não ia a Aveiro desde 2017.

Este domingo fui no âmbito da participação no evento Maratona da Europa. Não estava previsto, mas uma oferta de última hora levou-me a fazer os 10 km. Boa organização, muita gente, muitas caras conhecidas e uma grande diversão. No fim, houve uns ovos moles e saco com merenda para a malta. O percurso foi agradável e a concentração foi no Cais da Fonte Nova.

Esta zona está requalificada com amplos jardins, pequenas e pontes que vão ter ao centro da cidade. Claro que no fim aproveitei  tirar umas fotos. Aveiro é uma cidade peculiar pela presença da ria em todos os cantos. 

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publicado às 15:49

Da horta - 16 de Abril e um passeio pela Feira

16.04.22

Véspera de Páscoa, vou evitar falar sobre a guerra na Ucrânia ou sobre o assédio nas universidades. Tenho estes assuntos na lista. Esta semana passei-a nos meus pais. Só de pensar nos meus vizinhos no meu apartamento, já perco a disposição 

Fico-me por coisas boas.

 

Ora bem da horta, aqui estão as curgetes e a salsa a nascer.

No domingo fui até Santa Maria da Feira e que bonitos estão os jardins. Partilho algumas fotografias:

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A Câmara parece estar a cuidar dos jardins envolventes ao Rio Caster e onde se realiza a Feira Medieval. Bastante engraçados com esta chuva primaveril que caiu.

 

Desejo-vos uma boa e doce Páscoa!

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publicado às 15:27

Turistando por Malta

24.01.22

Em Outubro fiz uma viagem de uma semana a Malta.

Já partilhei que construo um mealheiro durante os meses para gastar em viagens. 

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Comprei os bilhetes com 4 meses de antecedência numa companhia low cost, conseguindo assim uma boa poupança. Apenas reservei hotel com uma semana de antecedência.  Outubro é um bom mês: já não há confusão de turistas (em tempos de covid é critério), os preços são muito mais baixos, embora haja o risco de apanhar mau tempo. Escolhi Malta por ser baratinho, ver bonitas fotos nas redes sociais e pelo bom feedback que fui ouvindo entre amigos.

Malta é constituída por duas ilhas: Malta e Gozo.

Comecemos por Malta.

Todas as viagens foram feitas de transporte público. Por 21 € compramos um cartão com viagens ilimitadas de autocarro por 7 dias. É a melhor opção. A rede é muito completa, boa, vai a todas as cidades e pontos de interesse. Não aconselho alugar carro pois além do custos, conduz-se pela direita.

 

O primeiro dia foi dedicado à capital La Valetta.

Fomos de autocarro e passamos a manhã no centro histórico. É uma espécie de península com uma mar azul lindo de ambos os lados.

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À hora de almoço há a parada militar com o disparo de canhão para turista filmar...

A zona costeira de La Valetta é muito recortada com inúmeras marinas. À tarde fomos à zona sul, calcorrear a parte do Forte. Por isso posso também dizer que é a zona mais faustosa. 

 

O regresso foi feito a pé, por um longo e sugestivo calçadão. Com hotéis e lojas turísticas, temos pista vermelha durante alguns quilómetros para desfrutar.

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No 2º dia e para aproveitar o bom tempo, fomos às duas maiores atrações turísticas da ilha: a Lagoa Azul (Cominhos) e aldeia do Popey.

Lagoa Azul

Para aceder à Lagoa Azul é preciso ir de barco. Há muita oferta e por isso o preço é baixo.

A Lagoa Azul tem este aspeto maravilhoso. 

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Se a Lagoa enche as medidas, a zona envolta desiludiu-me um pouco. Tem WC, uma roulottes com os famosos abacaxis, mas não tem areal. Tem uma escarpa onde as pessoas se vão alapando, sem grandes espaço entre elas (guarda sol e estender a tolha está fora de questão). Se em Outubro, já tivemos calor, imagino a tosta que deve ser no Verão. Estivemos lá cerca de 3 horas. Vale muito a pena, mas cuidado com o sol!

 

Muito perto do cais de embarque é  a aldeia do Popey. O filme foi rodado numa aldeia construída para o efeito numa das falésias da ilha. Depois do filme realizado, manteve-se as construções que hoje são um parque temático. É muito engraçado e está muito bem construída. O acesso é pago, mas optamos por não entrar. A parte mais bela é vista do lado oposto da falésia.

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No terceiro dia, fomos a uma das cidades mais bonitas, mas que não entra em muitos roteiros: Marsaxlokk. É uma vila piscatória, no Sul da ilha,  com uma feira de artigos caseiros e souvenirs tradicionais de Malta. Foi das coisas que mais gostei e onde conseguimos comprar coisas mais engraçadas do que os tradicionais imans. 

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Daí, fizemos mais um passeio de barco. Desta vez à famosa St Peter's pool. Mais um aproveitamento de uma baía construída pela natureza. Uma piscina improvisada para onde o pessoal salta.

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No regresso à capital, fomos ao miradouro fotografar o sunset.

 

No quarto dia, fomos às cidades históricas de Mdina e RabatTomada pelos árabes na época medieval, a antiga cidade de Melita foi dividida na parte fortificada, Mdina e a cidade externa, Rabat.

Chegados ao terminal de bus, mesmo à entrada da fortificação, vamos experimentar uma das cidades mais bonitas.

 

No quinto dia, fomos a uma das poucas praias de areia da ilha: Golden Bay. E quem é que encontramos? Um grupo de portugueses que estava a participar numa prova de triatlo que estava a decorrer nessa manhã nessa praia!

Ver uma prova de triatlo, num clima ameno, numa água cristalina e quentinha, cenário perfeito! Durante a tarde fomos a outra praia nas redondezas.

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O dia seguinte foi dedicado a Gozo. Por não haver tantos autocarros disponíveis, compramos um passe de uma cadeia de autocarros turísticos válido por um dia. Primeiro demos uma volta no circuito completo e depois demos uma segunda volta com paragem na cidade de Malsarforn.

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Aí perto tem as famosas salinas de Gozo.

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Algumas notas:

- o passe dos autocarros públicos em Malta revelou-se a solução mais prática e económica para este passeio. Apesar da excelente cobertura horária e de locais, os motoristas não são muito prestáveis nem simpáticos.

- Achei os preços da alimentação e dormidas bastantes acessíveis. São mais baratos do quem Portugal. Estava à espera de encontrar restaurantes de peixe, só que não. Apesar de haver mar por todo o lado, nem nas vilas piscatórias há peixe fresco. Vêm-se muitas pizzarias e hamburguerias.

- Outubro confirmou-se ser uma boa opção: apanhamos bom tempo, sem confusões, nem aglomerados de turistas. Com o COVID, pediram certificado de vacinação e o preenchimento prévio da documentação num site criado para o efeito.

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publicado às 18:07

PayvaPé 04 - Real e Baloiço de Santo Adrião

28.11.21

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Depois do percurso PayvaPé7 - Monte São Domingos e PayvaPé3 - Baloiço de São Gens, rumamos este domingo a Raiva para conhecer o PayvaPé 4 - Real.

O tempo estava frio (1ºC), mas o objetivo era calcorrear os trilhos outonais e conhecer mais um baloiço.

O início é idêntico a todos os outros roteiros: junto à Igreja da freguesia escolhida, neste caso Real.

Esta igreja tem umas escadas e um largo interdito a carros bastante fotogénico. 

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O início é sempre a subir até ao Baloiço de Santo Adrião pelos estradões de Real e por uma estrada em asfalto que vai dar aos Passadiços do Paiva. Entre atalhos, são 5 km a aquecer o corpo entre árvores até ao miradouro. 

Na capela de Santo Adrião, temos um baloiço com vista sobre os vales de Castelo de Paiva.

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Continuando o percurso, vem aí uma descida íngreme por estradões de pedra. Esta é talvez a parte menos interessante e perigosa de toda a rota. Entretanto, chegamos à lagoa da inacabada Barragem do Seixo.  Bonitos carvalhos com cores amareladas, de Outono circundam as águas paradas e espelhadas.

 

Seguimos por entre ruelas rurais com casas espalhadas no chamado "Portugal profundo". Pequenas aldeias com economia de subsistência, mas com imagens muito bonitas.

 

Nisto, chegamos ao ponto de partida. Não é um percurso deslumbrante, um tanto ou quanto perigoso nas descidas, mas impecavelmente sinalizado.

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Outros percursos em Castelo de Paiva:

PayvaPé3 - Baloiço de São Gens

PayvaPé7 - Monte São Domingos

 

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publicado às 20:11


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