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A pressão dos solteiros na época dos casamentos

16.09.18

valentines-day-3074704_960_720.pngO tema do almoço deste sábado foi um que já falei aqui no blog:

 

 

A pressão que os outros põem em cima das pessoas solteiras ou divorciadas que não têm namorado/a no momento.

As perguntas que nos deixam embaraçados e as atitudes propositadas para nos fazer sentir diminuídos por essa questão.

 

O assunto foi que uma amiga em comum foi questionada se tinha alguém para levar a um casamento e a resposta foi "não ... não tenho namorado". A pergunta que lhe fizeram foi: 

"- Ao menos tens alguém em vias de?"

 

Percebi a frustração e o mau-estar interior que esta pressão social provoca porque também a sinto. Por isso é um assunto que evito falar e perguntar. 

E atenção que este preconceito não vem só de fora. De casa também. E por vezes esse é ainda pior! Diria que é mesmo o pior porque vem de pessoas de quem gostamos.

 

Há pessoas que estão solteiras por opção, outras porque ainda não encontraram a pessoa certa. Mas não são pessoas infelizes nem inferiores.

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publicado às 18:06

Viver sozinho #10.1 uma ajuda nas tarefas domésticas (Update)

23.05.18

Na 2ª feira, cheguei a casa e é tão bom:

 

- ver a cama feita e lençois trocados

- ver o chão limpinho

- ver o lavatório sem pasta dos dentes

- ver as almofadas da sala no sítio delas

- ver a comoda com a roupa arrumada

 

Acho que o primeiro balanço é bom. Porém, na 3ª de manhã, reparei que a Senhora arrumou o meu pente na gaveta do WC.

Ainda há coisas por afinar, mas vou falar com ela para ela dar um jeitinho da próxima vez.

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publicado às 18:52

Viver sozinho #10 uma ajuda nas tarefas domésticas

14.05.18

Após alguma insistência da minha mãe e depois de saber que outros colegas na mesma situação que eu também tinham, a partir desta semana vem cá uma senhora a dias "ajudar" nas limpezas.

 

Por um lado vem-me tirar trabalho e colocar alguma ordem na casa, que às vezes (sim, às vezes ) está dessarrumada.

Por outro lado, é um bocado estranho ver uma pessoa desconhecida a invadir o nosso espaço, a mexer nas nossas coisas e a bisbilhotar tudo.

 

A senhora com quem falei é de confiança e das poucas que conheço na cidade e é a vizinha do andar de baixo que já faz outras casas. Para já o acordo é 2 horas de 15 em 15 dias. Penso que é suficiente para um T1.

 

No primeiro dia, a minha mãe vem cá comandar as operações.

Algum conselho da vossa parte? 

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publicado às 19:15

Balanços

28.12.17

Não sou pessoa de fazer muitos balanços, nem de fazer resoluções. Gosto de definir objetivos q.b., mas não vivo em função do seu cumprimento.

Estava a ler alguns blogs e verifiquei que a maioria das pessoas foi resgatar os seus posts de Dezembro de 2016 e do inicio de 2017 para checkar o que cumpriu. Eu não estabeleci metas, mas ao ler os dos outros reparei no seguinte:

 

Em 2017 ...

- Li 7 livros.

Desde que acabei a licenciatura, estive 5 anos sem pegar num livro.

Este ano consegui retomar este saudável hábito com o pico nas férias. Consegui ler 7 livros, de vários autores e estilos. O que gostei mais foi o Conde de Abranhos do Eça de Queirós. O que gostei menos A Colina de Cristal de Batista Bastos.

 

- Experimentei um (mini) trail

Os meus colegas do ginásio são grandes frequentadores de corridas e trails. Quando comecei no grupo sempre tive curiosidade. Em 2017, fiz o mini trail (versão caminhada sempre correr - percurso mais curto para começar).

Foi das experiências que mais gostei!

 

- Comecei a cozinhar

Não foi promessa mas quase. Aprender a desenrrascar e estar menos dependente do microondas era o objetivo. Ainda só estou no básico, mas à fome por desconhecimento já não morro. E não é que até gosto ...

 

- Conheci Amesterdão

Era uma das cidades que tinha mais curiosidade em conhecer e gostei muito! Já de Paris, talvez por ser no Verão, não gostei tanto.

 

- Fui operado

Sem dúvida, um dos marcos negativos do meu 2017. Inesperado, temido mas correu melhor que estava à espera.

 

É engraçado como o blog é uma espécie de diário. Os momentos que aqui destaquei fui partilhando aqui no blog, manifestando as minhas impressões, pedindo opiniões, exprimindo as minhas satisfações e frustrações.

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publicado às 18:21

Viver sozinho #9 - o mecânico

16.11.17

Não ter o pai ao pé para tratar dos assuntos do carro é um dos desafios com que fui confrontado. 

carro.jpg

 

 

Apenas comprei o meu carro em 2012, após dois anos de trabalho. Até lá andei com um velho dos meus pais.

 

Quando o comprei e fiquei sem o meu pé de meia, a parte dos pagamentos ficou comigo - impostos, seguro e afins era eu que pagava, mas a parte "operacional" era com o pai.

Refiro-me a quê? Óleo, inspeções, revisões, pneus, pressão do ar, nível da água, etc. O meu pai não delegava e eu não fazia questão. 

 

Pois bem, desde há dois anos e meio atrás que o pai só vê o carro ao fim de semana.

Sou eu quem leva o carro ao mecânico quando é necessário e tenho que responder àquelas questões "mais técnicas" que não faço ideia. 

Qual o risco que tenho? Ser comido por lorpa por mecânicos mais trafulhas. Mas aí, o pai fica com o peso na consciência a adiamos para os sábados de manhã. 

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publicado às 19:56

Viver sozinho #8 - o tamanho das embalagens

19.10.17

Já critiquei aqui o tamanho das embalagens dos medicamentos, em que não são muitas vezes ajustadas à duração do tratamento.

 

Hoje, venho desabafar sobre as embalagens dos perecíveis que não são muitas vezes adaptadas a quem sozinho. 

 

Um caso concreto: os legumes cortados para sopa que se vendem nos supermercados.

Quem vive sozinho tem duas opções:

i) ou compra perecíveis isolados e tem o trabalho de os lavar e cortar, podendo ficar mais caro 

ii) ou compra embalagens desajustadas, pagando o desperdício

 

Acho que devia haver embalagens mais pequenas, tendo em conta o tipo de alimentos. Já vi no Jumbo tem caixas pequeninas para os cogumelos e salcichas, que são outro tipo de alimentos que depois de aberto tem de se comer. Assim, não evita-se o desperdício.

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publicado às 19:51

Solteiro, ponto.

03.10.17

Na 6ª feira, foi o dia do solteiro. É justo. Há o dia dos namorados e há o dia dos solteiros.

 

Acho que na nossa sociedade existe muito preconceito com os solteiros, sobretudo os que não têm relação assumida e têm mais de 30 anos.

O adjetivo solteiro passa automaticamente para o grau aumentativo para o "solteirão" ou "solteirona". No escárnio e maldade, um homem ou é um homossexual que saiu do armário ou não tem a virilidade suficiente para segurar um mulher. Uma mulher solteira é logo uma "tia" é igual ou não consegue ter um homem que a ature.

Que pensamentos mais estúpidos, provincianos e mesquinhos!

 

Porque é que a sociedade entende que uma pessoa só é feliz se casar ou tiver um amante? Há pessoas que são solteiras por opção, porque não encontraram quem as complete ou por traumas do passado.

Pior, quantas pessoas são casadas e são infelizes? Com discussões constantes, violência física, sexual ou psicológica? É preciso ter sorte e depende muito das personalidades.

 

Mais e aquelas pessoas que passam a vida a perguntar e pressionar os outros se já têm namorada/o, fazendo-os sentir mal com tanta insistência. Será que é tão direto associar uma relação amorosa à felicidade? Acho que não. Pode ajudar, mas pode ser o oposto.

 

images.jpg

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publicado às 19:13

Viver sozinho #7 - azeite queimado

27.09.17

Por aselhice minha ou porque é mesmo assim, tenho salteado legumes e o meu tacho fica com o azeite colado no fundo. O problema é que não sai!

 

Fui ao Youtube e num daqueles vídeos brasileiros que há para tudo e mais alguma coisa, descobri uma solução e resulta mesmo. Colocar água a fever e sal durante 15 minutos e depois lavar.

 

Não é que resultou! 

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publicado às 22:05

Viver sozinho #6 - as férias

24.08.17

As férias não são só o descanso do trabalho.

É também aquele momento em que regressamos ao porto seguro, junto da família e amigos e em que podemos fazer a real e implacável balanço de viver sozinho. Os seus prós e os seus contras.

 

Família

Efetivamente ter o jantarzinho feito, ter a família para falar, partilhar histórias, desabafos e cusquices (esta parte q.b.  ) e matar saudades é o melhor que há. Voltamos ao nosso quarto, ao nosso colchão, ao nosso sítio na mesa e ao conforto do lar que nos acompanhou a vida toda.

 

Mas tem o reverso da medalha.

Quando estamos sozinhos habituamo-nos a ter a nossa privacidade e a ter nossa gestão de horários e tarefas.

Quando começamos a estar muitos dias com os pais começam a vir também as situações que já estamos com muito vontade aturar, os controlos, o "meterem-se onde não são chamados" e pensamos ... "daqui a pouco tempo ponho-me andar"

 

Amigos

Depois, há a parte social. Os amigos que ficam na terra-natal e que ao fim de semana nem sempre dá para visitar/falar. Uma das coisas boas é essa socialização e ter tempo para pôr a conversa em dia .

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publicado às 19:42

Viver sozinho #5 - a roupa

27.07.17

Tratar da roupa é outro dos grandes desafios, mas confesso aqui que sou daqueles que não tem a casa equipada com máquina de lavar e que ainda não investiu numa. Ainda leva aos fins de semana a roupa para casa dos pais. Porém, não é por isso que não há mudanças.

 

Viver sozinho implica ter de passar a roupa a ferro. Apesar de agora não ter andar de fato, isso não significa que ande com a roupa amarratada.

 

Antes de morar sozinho,

- deixar a roupa usada no cesto da roupa

- chegar ao armário e a roupa passada e arrumada.

(Não, não era mimado, mas como chegava muito tarde a casa, a mãe fazia o favor de "ajudar" o menino)

 

Depois de morar sozinho:

- a roupa não aparece arrumada sozinha!

É necessário arrumá-la e colocá-la em sítios estratégicos para sabermos onde está na manhã seguinte! 

Já cometi um erro que foi deixar uma roupa misturada e depois nunca mais me lembrei dela. Sigo as intruções da mãe ao arrumar por tipologia.

- Dobrar roupa

Parece básico, quando são os outros a fazer, mas dobrar roupa tem direitas e técnicas para não deixar vincos. 

- Passar a ferro

A fase mais complicada. A mãe já não passa as camisas e os pormenores são muitos: a temperatura do ferro, o avesso, os colarinhos e ... não se pode passar os tingimentos das t-shirts a ferro! 

Pois bem, felizmente algumas marcas colocam um autocolante a avisar e ainda bem que o fazem, pois existem candidatos a assassinos de t-shirts que não sabem esse pormenor básico.

- O espelho que só a mãe vê

De manhã não sou muito narcisista ... pelo que só me penteio. Já não há a mãe a ajeitar o colarinho, a chamar a atenção para isto, para a aquilo ou até para mancha/nódoa que apareceu misteriosamente.

 

A maquina de lavar e o dilema das cores é uma luta para a qual ainda não me meti.

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publicado às 19:03


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