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Os preços dos hipermercados

10.09.22

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A minha mãe já me tinha avisado: nas últimas semanas tinha reparado que os preços nos supermercados familiares e na feira estavam muito mais baixos que os hipermercados.

Esta semana tive essa confirmação.

 

4ª feira

Precisei de comprar um creme de limpeza do fogão. Fui a um hipermercado junto a casa e anunciava promoção. De 2,25 € passou para 1,89 €.

Na 5ª feira, no supermercado de rua onde compro o pão, vi exatamente o mesmo detergente sem indicação de promoção a 1,79 €.

Ou seja, o hipermercado chama a promoção a um produto que vende muito acima do custo e mesmo assim ainda fica mais caro que o pequeno comércio.

 

6ª feira

Ontem, fui a outro hipermercado comprar kiwi's, um que usa "pagar tão pouco" no slogan. Paguei 4 €/kg. Achei caro e comprei 2 para remediar. Há 5 minutos, no supermercado familiar, os kiwi's custavam 3 €/kg.

A minha mãe já tinha reparado que as ameixas também estavam quase o dobro no CNT do que na feira há umas semanas.

 

Posto isto, temos que ter cuidado com as "promoções", comparar preços e olhar para o pequeno comércio que, menos ganancioso, está a ter preços mais baixos.

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publicado às 12:28

As estimativas da conta do gás

14.08.22

Este mês, esqueci-me de enviar a contagem do gás e notei logo na fatura.

Não sei porque as empresas não usam a média do cliente, em vez do critério seja ele qual for, que usam.

Paguei 3 vezes mais gás que o habitual devido a estas estimativas que no meu caso são sempre por excesso.

 

Por falar nisso, as empresas de energia apresentaram lucros bastante elevados, numa altura em que a população anda sobrecarregada com a inflação gerada precisamente pelos valores precisamente da energia e combustíveis. Notaram-se aumentos nos combustíveis superiores ao aumento do preço do petróleo e descidas inferiores quando o mesmo diminuiu. Justificam que é para as margens da distribuição. Nota-se ...

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publicado às 21:46

Coisas do dia a dia

28.04.22

- Vizinhos

Não está fácil! Desde Janeiro que os vizinhos novos andam a atazanar-me a cabeça. Mesmo depois de já ter tocado à campaínha e pedido mais respeito e silêncio porque não conseguia dormir, a fulana continua a fazer arrumações/cozinhados de madrugada e não me deixa dormir. na semana passada, fui dormir para o sofá da sala. Lá não oiço tanto barulho, mas ... ouvi o casal do outro apartamento na intimidade . Bolas, ora são uns ora são outros! 

Esta altura não é a melhor para trocar de aluguer porque os preços estão caros, mas a minha qualidade de sono está no chão :(

 

- Reembolso do IRS

Valha-me ao menos que recebi o reembolso do IRS. As rendas e o PPR da Empresa contribuíram para o valor.

No dia seguinte, saiu o débito direto do seguro do carro (mais uma vez tive de chorar ao mediador o desconto anual de antiguidade - não percebo porque não dão logo o desconto. Deve ser para ver se o cliente não reclama. Detesto estas atitudes manhosas...). E esta semana acendeu o aviso da manutenção obrigatória do carro. Lá terá que ir à inspeção.

 

- Trabalho

No trabalho, ainda não tive novidades da vaga interna que concorri. Tem havido algumas saídas na empresa para os novos centros de serviços de partilhados que estão a abrir no região do Porto. Vamos aguardar.

 

- A oferta da CP

No domingo precisei de ir a Aveiro. Precisei de estar às 8h30, hora do evento. Pois bem, o primeiro comboio urbano vindo do Porto chega às 8h15!!! Na estação ia a comprar bilhete e avisa o funcionário que haverá transbordo de autocarro e que não conseguem assegurar a hora de chegada pois é provável que atrase. Eu sou adepto do comboio como meiod e transporte, mas porque há uma oferta tão reduzida? A CP é paga com os nossos imposto pelo que é exigível que haja uma melhor oferta e estamos a falar de uma cidade como Aveiro!

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publicado às 18:53

A falta de paciência

26.02.22

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Esta semana estava a chegar a casa, dirigia-me para a garagem para guardar o carro e vi a Polícia Municipal e uma vizinha.

Pelos carros à volta, das duas uma: ou tinha batido ou alguém tinha estacionado a bloquear o caminho.

 

Fui dar a volta para estacionar o carro, ver o que se passava e oferecer ajuda.

 

Era a segunda opção: um carro estacionou no caminho de servidão que dá acesso às traseiras do prédio, bloqueando a passagem. O facto de ser escuro na hora de Inverno, levou a que o condutor não reparasse. Quando me aproximei, já estava o reboque a caminho e com peixeirada entre o polícia que tentava suavizar e remediar  (com um irritante, diga-se, tom de chateado, nem percebi o porquê, porque é o seu trabalho) e a vizinha que queria o acesso desimpedido.

Sugeria o polícia que para evitar situações futuras, os moradores deveriam ir à Câmara Municipal pedir à vereadora para colocar linhas amarelas e sinalização vertical.

 

Se fosse eu não chamaria a polícia. Para quê? Não poderia esperar um pouco a aguardar o fim do evento?

Se a pessoa estivesse para sair para algum compromisso ou até para ir trabalhar fazia todo o sentido, mas não foi o caso.

As pessoas andam muito impacientes e às vezes do "contra".

 

Retirei-me. Não sei se entretanto o dono chegou...

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publicado às 14:38

Leituras do gás

11.12.21

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Uma pessoa anda sempre a aprender.

 

Achei muito estranho porque estava a pagar quase o dobro do gás nos últimos dois meses. Não tinha feito nada de especial que o justificasse.

Então, não é que andaram a fazer estimativas (muito) elevadas dos meus consumos. No mês passado abispei-me e submeti no portal da operador o valor da leitura real. 

Este mês creditaram-me o excesso (ou seja mesmo com os consumos do mês de Novembro, deu um crédito).

Sempre a aprender para não facilitar no envio das contagens, sobretudo no Inverno.

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publicado às 18:34

A nova saída da casa dos pais

31.05.21

Li o título deste artigo da revista sábado e logo me prendeu a atenção. Abri o link e logo me identifiquei porque me está a acontecer exatamente a mesma coisa.

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Há seis anos atrás, por razões profissionais, tive de sair de casa dos pais. Passei a ir apenas ao fim de semana. Em Março de 2020, com a imposição do teletrabalho obrigatório, a solução foi inevitável: voltar para casa dos meus pais. O sótão virou escritório e por aqui tenho estado no último ano.

Durante este tempo continuei a pagar a renda e as despesas fixas do apartamento alugado

.

Voltar para casa dos pais impôs-se pela incerteza e porque não havia necessidade de estar sozinho nem isolado numa outra cidade longe dos meus. Como tudo na vida, uma mudança implica adaptações. 

 

As coisas boas de ter mesa, cama e roupa lavada, constataram com a rigidez dos horários e a redução da autonomia. Para mim não foi um problema, mas neste desconfinamento progressivo já tinha saudades da minha rotina, poder fazer as minhas compras e as minhas refeições, preparar a marmita, ir ao fast food de vez em quando e jantar às horas que me apetece.

 

Até os nossos animais de companhia sentem porque já nos deixam de ver tão amiúde como há umas semanas atrás.

Posto isto, não sei como vai ser o futuro, se será um misto de trabalho presencial ou virtual, se não. Vivemos tempos de muito incerteza. Até lá, vou alternando umas semanas lá, outras nos pais.

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publicado às 14:25

Regresso ao trabalho e a casa

03.06.20

Esta semana, primeira de Junho, foi o regresso ao trabalho e a casa, depois de dois meses e meio nos pais perante um desconfinamento "inédito".

 

A minha empresa está a fazer turnos quinzenais e já tinha saudades do escritório e da rotina. Boa ou má, é a nossa rotina. 

Estas primeiras horas, tem sido de adaptação às máscaras, aos desinfetatntes e aos acrílicos. 

 

Em casa, não foi fácil trazer a roupa. A que ficou foi a de Inverno e já não me lembrava do que havia e do que não havia.

Ao abrir a porta, a primeira coisa que reparei foram as horas. Os relógios ainda estavam pela hora de Inverno. 

Abri as torneiras, o gás e as janelas para arejar e fui ver a dispensa e verificar se havia alguma estragada e a data de validade. Felizmente pouco se estragou. Alguns medicamentos de reserva também expiraram.

 

Fui ao supermercado e voltei às marmitas. Tinha saudades das minhas experiências, dos meus cozinhados e por isso ontem fiz perú à Brás. Sem batatas, mas com ovo, curgete, alho francês e cogumelos. 

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Nas compras, continuei com os hábitos ecológicos: levei saco de casa para as compras, para os legumes e para o pão. Até de fazer a minha reciclagem tinha saudades,

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publicado às 22:17

A pressão dos solteiros na época dos casamentos

16.09.18

valentines-day-3074704_960_720.pngO tema do almoço deste sábado foi um que já falei aqui no blog:

 

 

A pressão que os outros põem em cima das pessoas solteiras ou divorciadas que não têm namorado/a no momento.

As perguntas que nos deixam embaraçados e as atitudes propositadas para nos fazer sentir diminuídos por essa questão.

 

O assunto foi que uma amiga em comum foi questionada se tinha alguém para levar a um casamento e a resposta foi "não ... não tenho namorado". A pergunta que lhe fizeram foi: 

"- Ao menos tens alguém em vias de?"

 

Percebi a frustração e o mau-estar interior que esta pressão social provoca porque também a sinto. Por isso é um assunto que evito falar e perguntar. 

E atenção que este preconceito não vem só de fora. De casa também. E por vezes esse é ainda pior! Diria que é mesmo o pior porque vem de pessoas de quem gostamos.

 

Há pessoas que estão solteiras por opção, outras porque ainda não encontraram a pessoa certa. Mas não são pessoas infelizes nem inferiores.

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publicado às 18:06

Viver sozinho #10.1 uma ajuda nas tarefas domésticas (Update)

23.05.18

Na 2ª feira, cheguei a casa e é tão bom:

 

- ver a cama feita e lençois trocados

- ver o chão limpinho

- ver o lavatório sem pasta dos dentes

- ver as almofadas da sala no sítio delas

- ver a comoda com a roupa arrumada

 

Acho que o primeiro balanço é bom. Porém, na 3ª de manhã, reparei que a Senhora arrumou o meu pente na gaveta do WC.

Ainda há coisas por afinar, mas vou falar com ela para ela dar um jeitinho da próxima vez.

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publicado às 18:52

Viver sozinho #10 uma ajuda nas tarefas domésticas

14.05.18

Após alguma insistência da minha mãe e depois de saber que outros colegas na mesma situação que eu também tinham, a partir desta semana vem cá uma senhora a dias "ajudar" nas limpezas.

 

Por um lado vem-me tirar trabalho e colocar alguma ordem na casa, que às vezes (sim, às vezes ) está dessarrumada.

Por outro lado, é um bocado estranho ver uma pessoa desconhecida a invadir o nosso espaço, a mexer nas nossas coisas e a bisbilhotar tudo.

 

A senhora com quem falei é de confiança e das poucas que conheço na cidade e é a vizinha do andar de baixo que já faz outras casas. Para já o acordo é 2 horas de 15 em 15 dias. Penso que é suficiente para um T1.

 

No primeiro dia, a minha mãe vem cá comandar as operações.

Algum conselho da vossa parte? 

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publicado às 19:15


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